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SOU TARADA

Sou Tarada



Depois de muitas tentativas, consegui arranjar coragem, e hoje todos ficarão a saber da minha relação com o meu filho de 23 anos.



Chamo-me Odete, tenho 58 anos, vivo numa aldeia de Portugal. Namorei cerca de 2 anos, e casei com 21. Um ano depois era mãe de uma menina, linda como todas as filhas o são. Meu marido trabalhava como sapateiro, eu costurava, e assim vivíamos nos anos 60, com dificuldades, mas felizes. O amor existia, mas nem dávamos por ele: uns beijos, umas carícias, e de vez enquando, fazia-mos sexo. Embora sendo sempre da mesma maneira, sempre na mesma posição, eu gostava. No início, fazia amor por “dever” de esposa, sempre envergonhada, nunca despida. Ficava na cozinha, esperando que o meu marido se deitasse, depois subia, tirava a roupa, ficando sempre de combinação, deitava-me ao seu lado, e uma vez por semana, por iniciativa dele, abria a s pernas e era possuída. Era sempre nessa posição que eu satisfazia o desejo sexual dele, pois eu quase sempre fingia gostar, embora raramente sentisse prazer. Dor não sentia, aliás, nunca senti dor no acto, mas não sabia que prazer me podia dar o sexo. Quando nos beijava-mos, o que raramente acontecia, aí sim, eu sentia prazer, amava-o, e isso era para mim muito bom, mesmo muito bom, e se ousava tocar na cara do meu marido, acaricia-lo, então já me sentia completamente realizada, mas não passava disso.



Poucos anos depois de casados - tinha a Fernanda apenas 3 anos e meio - por falta de trabalho, o meu marido emigrou para o Brasil, ficando por lá 9 anos, enquanto eu, sá e com uma menina, continuei a vida miserável que sempre tive, trabalhava de dia para comer à noite, como dizia o nosso povo, mas na minha ignorância, achava que tinha nascido para ser pobre, e vivia feliz. Nesse período em que fiquei sozinha, nunca senti falta de sexo, certamente por achar que sexo, era apenas para satisfazer o marido, o certo, é que nunca senti desejo, nunca me senti excitada, embora, ás vezes na minha solidão, eu recordava alguns momentos com o meu marido, e nessa altura, eu quase sentia o mesmo prazer como quando o beijava, mas nunca pensei que fosse desejo. Apenas uma vez, depois de me imaginar nos braços dele, eu sem querer, toquei no meu peito, e acariciei-o por uns momentos, mas por pouco tempo, pois logo um sentimento de culpa me invadiu a mente, e tentei esquecer tudo e adormeci. Para mim, sexo era apenas uma obrigação que eu tinha - fazer com que o meu marido “despejasse” dentro de mim, toda a sua masculinidade, sem que disso eu tirasse qualquer prazer. Sentia um misto de inveja e pena, ao ver a cara de prazer que ele punha no momento em que se esvaía dentro de mim. Curiosamente, nunca me senti “suja” depois de fazer amor, nunca me lavava imediatamente apás ter sido “usada” por ele, ficava com as coxas apertadinhas, como que a conter todo aquele líquido quente dentro do meu corpo, eu achava que aquele líquido era precioso, e sentia-me no dever de o guardar o mais possível.



Um dia, fui “assediada” por uma amiga e vizinha, mulher mais velha que eu, muito – como cá se dizia – esquentada, pois não satisfeita com o marido, depressa arranjou um amante, e sem qualquer pudor, com bastante vaidade, falava dessa relação em público sem qualquer preconceito, a tal ponto que era tida na aldeia, como uma ninfomaníaca. Nesse dia eu senti aquilo que todas as mulheres sentem quando excitadas, não fora o facto de ela ser tão “fala-barato”, eu ter-me-ia aberto mais com ela, mesmo assim, falamos das nossas vidas íntimas; ela da sua actividade sexual constante, eu da minha abstinência, mas isso excitou-me mesmo, sentia a mesma sensação que havia experimentado quando, ainda muito jovem, andando de bicicleta, tive o meu primeiro, e único até então, orgasmo. Essa mulher, com a sua experiência e malícia, conseguiu que eu inventasse histárias eráticas, como se fossem as minhas fantasias, tendo eu comentado com ela, que todos os dias me satisfazia com os dedos, imaginando o pénis, ao que ela contrapôs dizendo:



- Uma piça a foder-te, não é? Precisas mesmo de pau, mas eu não tenho, e não gosto de cona.



Corada de vergonha, mas muito excitada, pedi-lhe que falasse das suas fantasias, ao que ela logo acedeu, contando como gostava de fazer, o que fazia, o que gostava que lhe fizessem, enfim, tudo sobre as suas taras. Ela adorava que se viessem na mão, o que me fez sentir um desejo enorme, lembrei-me de como eu apertava as coxas para suster o esperma dentro de mim, e embora não tivesse um orgasmo, senti que estava muito perto de o alcançar nesse momento. Depois dessa conversa, cheguei a passar algumas noites sem sono, mas por pudor, nunca me masturbei.



Passados esses anos todos, em que vivi na solidão, foi chegado o momento do regresso do meu amado. Apás receber a confirmação do regresso, vivia na ansiedade, quase desesperada, por tão esperado momento tardar, mas havia de chegar esse dia.



E chegou. Era Domingo, manhã cedo, estava eu em casa, sozinha, a Fernanda estava na catequese, quando ouvi um carro parar à porta da rua. Corri tresloucada, assaltada por uma saudade tão grande, que me fez entregar-me nos seus braços, mesmo ali na rua, o que na altura, era condenável na minha terra, mas sem “vergonha”, beijei-o como nunca o tinha beijado. Segurei-lhe a nuca, e sofregamente, beijei-o na boca pela primeira vez na minha vida, apenas o beijava na face, mas nesse dia, beijei-o como se eu fosse uma mulher “esquentada”. E era-o, muito esquentada, carente, excitada, atesoada como se dizia. Já dentro de casa, enquanto a Nandinha não chegava, beijamo-nos como dois loucos descontrolados, até que, depois de a filhota chegar, eu acabei de preparar o almoço. Nessa tarde, ficamos os três em casa, matando saudades, mas nessa noite, fizemos amor como nunca havíamos feito antes, apás longos beijos e ternas carícias, entreguei-me totalmente num acto sexual frenético mas terno, e muito prazeirento. Pela primeira vez, desejei ser penetrada e não possuída, falei palavrões, gemi e gritei, toquei e acariciei aquele maravilhoso pénis, senti pela primeira vez os testículos na minha mão, até soltei uma palavra que nunca havia pronunciado, - belos colhões tu tens para mim, meu amor...



Mas rapidamente voltamos à rotina: eu deitada, pernas abertas, ele por cima, mete e tira, vem-se, e sai... e eu ficava, não como antes, não de coxas apertadas, mas de pernas abertas, desejando mais. Começava a precisar de mais sexo, já não era a mesma mulher, já não me sentia sá um objecto, sentia-me mulher, fêmea, necessitada de ser penetrada, necessidade de gozar aquela fantástica sensação do orgasmo. Frustrada, pensei em tudo o que poderia fazer para obter do meu homem, aquilo de que eu andava carenciada, e achei a solução, que afinal era bem simples: deixar que os meus instintos de mulher, o fizessem mais macho, e resultou. Um dia, fomos jantar fora, assistimos numa sala de cinema, a um filme inesquecível, “Taboo” era o título. Apesar do choque inicial, pois eu nunca tinha visto um filme pornográfico, aproveitei ao máximo a experiência da actriz principal. Havia uma cena, em que uma mulher, enquanto se vestia, com sensualidade, era espiada pelo práprio filho. Isso causou-me uma sensação de reprovação, mas a forma como ela se vestia, causou no filho que a espiava, um desejo, aparentemente grande, e isso ajudou a libertar a minha mente. Eu fui educada num meio muito retrágrado, mas a minha mãe, que era de origem menos modesta que eu, os meus avás maternos eram ricos, as taras do meu avô é que arruinaram a família, a minha mãe, dizia eu, sempre se vestiu elegantemente, usava saias compridas, e sempre que saía, usava meias, mesmo numa fase em que era difícil encontrar lojas que as vendessem apás o aparecimento da mini saia, ela nunca usou collants, arranjou sempre onde adquirir as elegantes meias, que frequentemente usava, e eu também nunca fui apaixonada pela malfadada “meia-calça”, sempre que não tinha meias, saía sem elas.



Nessa noite, depois do cinema, fomos tomar um copo a um bar, como o ambiente não nos agradou, rapidamente regressamos a casa, trazendo eu na cabeça, a ideia de uma noite diferente. Eu sabia que haviam mulheres que chupavam no sexo do marido, mas nunca tinha ousado fazê-lo, pensava eu que era coisa de prostitutas, jamais eu faria uma coisa dessas, não por nojo, mas sim por pudor, no entanto, nessa noite, eu queria imitar aquela mulher que vi no filme, queria me despir diante dele,



como fosse uma mulher da má vida. Comecei por calçar as minhas meias preferidas, pretas, transparentes, com costura por trás, até mais de meia coxa, presas num cinto de ligas - ligueiro, chamava-lhe eu.



Estudei todos os movimentos, e comecei o meu show. Entrei no quarto, olhei-o nos olhos, deitado, já despido, beijei-o, acariciei-lho o pau, beijei-lhe o mamilo, e de costas para ele, no meio do quarto, peguei numa cadeira, e debrucei-me sobre ela, deixando o meu traseiro bem empinado exposto à sua visão. Embora de saia, notava-se o relevo causado pelo cinto de ligas, nesse momento senti-me puta, pronta para dar prazer a um homem, sá que eu sabia que isso me daria aquilo que eu mais desejava, sentir um orgasmo... vir-me. Provoquei-o, despindo-me lascivamente, e com a sensualidade que me era possível



provoquei nele um tesão tal, que a piça se ergueu, e se manteve assim por vários minutos, ali erecto, como que a pedir que o fizessem penetrar uma cona húmida, aquela visão, ver aquele monstro teso ao alto, fez-me tesão, fez com que eu me transformasse numa verdadeira profissional do sexo, senti prazer em me imaginar objecto sexual, mulher, fêmea, puta.



Completamente desvairada, já nua, apenas de salto alto, meias e cinto de ligas, maneando as ancas, acariciando meus mamilos já duros de tesão, apalpando as mamas, que não eram muito grandes, arrebitadinhas, passo uma mão pelo meu traseiro, acaricio, e vou aproximando da minha zona pélvica, acaricio os meus pintelhos, molho um dedo na boca, e com a outra mão abro ligeiramente os lábios vaginais, e introduzo o dedo molhado de saliva... vou tirando e vou acariciando o meu grelo... não me contendo, solto um leve gemido.... ohhhh..... mordo os lábios.... lascivamente uso a língua e passo-a no lábio superior... fecho ligeiramente os olhos, e sinto-me completamente louca, desvairada. O desejo tinha-se apoderado de mim. Dirijo-me a ele, em passo cadenciado e rebolando o meu corpo, sento-me ao lado dele na cama, e começo a lamber-lhe o rosto, vou aproximando a minha língua da boca dele, em movimentos langosos, e beijo-o, meto a minha língua na boca dele, e chupo a sua língua, minhas mãos vão percorrendo o seu corpo, enquanto ele me acaricia as costas, isso provoca em mim, ainda hoje, uns arrepios deliciosos. Apás longos e maravilhosos beijos, carícias e toques sensuais, entregamo-nos num louco acto sexual, fodemos em várias posições, incluindo eu de gatas e ele por trás de mim, coisa que nunca eu tinha feito, totalmente exposta a ele, pensei até que aceitaria a penetração anal se ele o desejasse, porém, não aconteceu. Foi uma das melhores fodas que levei.



Depois de uns minutos num vai-e-vem frenético, viemo-nos em simultâneo, na posição que é a minha favorita: eu por baixo para poder ver a carinha dele no momento em que se esporra em mim, é assim que me venho sempre. Adorei essa noite, mas o melhor foi depois. Fumamos um relaxante cigarro, conversamos sobre a foda, e recomeçamos. Enquanto fumávamos, eu deitada sobre o peito dele, ia beijando o seu mamilo, lambendo, mordendo com os lábios... até que notei uma leve erecção, que delícia, pele brilhante da humidade resultante da foda, tinha certamente o sabor da minha cona misturado com o seu esperma, curiosa, fui inspeccionar de perto, aproximei-me do meu objecto sexual predilecto, e senti um cheiro, indescritível, uma mistura de cheiros, impossíveis de narrar, porém, nada desagradáveis, tal era o meu estado de excitação. Como o cheiro está associado ao paladar, senti uma vontade incontrolável de o beijar, e saborear. Regressou nesse instante à minha cabeça, a imagem do filme, a sensualidade de uma mãe, acariciando com a boca, o pénis do filho, não por ser o filho, mas porque eu achei linda aquela imagem, e beijei a cabecinha vermelha e brilhante, do sexo que momentos antes, me tinha feito delirar de prazer. Despudoradamente, meti a cabeça na boca, e lambi suavemente, fui descendo e engolindo, lentamente, até o ter mais de metade na boca, como era enorme assim, parecia maior que antes, mas adorei chupa-lo até se esporrar. Confesso que não foi boa ideia ir até ao fim, porque me engasguei quando se veio, mas ele adorou. Fiz nessa noite o meu primeiro broche, e poucos dias depois, já gostava que se viesse na boca, provocando nele um prazer tão grande, que não raras vezes, até eu me vinha sá de o chupar.



Os anos foram passando, entretanto nasce o Pedro, não foi por descuido, mas também não foi desejado previamente, simplesmente aconteceu, engravidei, e como a nossa vida sexual era tão maravilhosa, fiquei muito feliz, pois sabia que a gravidez resultava de uma excelente relação, o que não acontecera com a primeira gravidez. Tudo decorreu naturalmente, e no tempo preciso, nasceu um menino, a que demos o nome de Pedro.



Tinha o Pedro 19 anos, era eu ainda uma mulher fogosa, com uma vida sexual activa, apesar do meu marido se ausentar frequentemente, por motivos de trabalho e por períodos mais ou menos longos, chegava a estar ausente duas semanas seguidas, quando voltava, tinha sempre quatro ou cinco dias de folga, e era o suficiente para me satisfazer sexualmente, a Fernanda estudava na Universidade, e eu ficava sozinha com o Pedro, que entretanto já andava no Liceu, aconteceu uma coisa que viria a marcar decisiva e positivamente a minha vida. Um dia, quando fui buscar a roupa ao cesto para lavar, notei que estava mexida, nada que me fizesse suspeitar fosse o que fosse, porém, comecei a notar isso mais vezes, e reparei que as minhas roupas íntimas, cuecas e soutiens, estavam sempre mexidas. Fui estando atenta, e um dia, vi uma mancha nas minhas cuecas usadas. Um pensamento “malicioso” assaltou a minha cabeça:



“será que o Pedro...?” – pensei.



Não, eu sou tarada, o Pedro é menino, eu não posso ser assim, tira isso da cabeça, sua louca. Zanguei-me comigo mesma, mas a ideia persistia apesar de eu não querer, todos os dias eu ia verificar as roupas, lá no meu íntimo, eu desejava saber mais sobre o que se passava, e um dia, descobri esperma, ainda líquido, mesmo no tecido que todo o dia anterior, tinha andado a roçar no meu sexo. Que sensação estranha... desejo, medo, pena, tudo isso me passou momentaneamente pela cabeça, mas o desejo foi mais forte, e levei as cuecas à minha boca, cheirei, e lambi, saboreei o líquido viscoso ali depositado. A mistura de cheiros e sabores, o odor do meu corpo misturado no esperma do meu filho, provocou em mim um tesão, que me obrigou a uma masturbação deliciosa, no recanto do meu quarto, usando os dedos e a minha imaginação. Sensação estranha aquela, desejo, medo, pudor, pena... enfim, tudo passou por onde não devia, uma vez que, a partir daí, todos os dias eu me entregava aos prazeres solitários da masturbação, com a “agravante” de fantasiar ser amante do meu filho. Comecei a usar lingeries menos práprias para o dia-a-dia, cuequinha de variadas cores, incluindo vermelha, passando obrigatoriamente pela minha cor favorita, o preto, meias de ligas, saltos altos, roupas que sá usava para o meu marido, tais como; saias justas, decotes exagerados, enfim, passava os dias sempre excitada, nunca me esquecendo de averiguar o presente que ele deixava nas minhas cuecas. Ele saía depois do almoço, e lá ia eu deliciar-me, lambendo sempre que havia, o leite depositado por ele. Houve uma fase em que não encontrei nada, nenhum vestígio de esperma, mas ele continuava a mexer, sá que não se masturbava, soube mais tarde, que também ele preferia isolar-se para se masturbar, mal eu sabia que se escondia. Isto durou alguns meses, até que eu decidi pôr fim a tudo. Acabar de vez com aquela loucura minha, ou seja, deixei de colocar a minha roupa interior naquele cesto. Mas cedo senti a falta daquele prazer que eu me auto-proporcionava, lutei e resisti cerca de duas semanas, mas fracassei, resignada, recomecei a pôr novamente as minhas roupas no cesto, mas ele, que já tinha desistido de procurar, não sabia que eu tinha voltado a colocar lá as cuecas, e não ia lá. Desesperada, pensei num estratagema, e se resultasse, tudo voltava ao habitual. E que pensei eu então? Vou levar as roupas numa altura em que ele esteja em casa e me veja. Surge então outra questão: e se ele me interpela? Se me pergunta se sou tarada? Que lhe vou responder? Um medo assustador impediu que eu fizesse esse tresloucado acto, e decidi lutar contra mim prápria, eu mãe, lutei contra eu mulher, mas sempre reflectindo em tudo, sempre no subconsciente a procurar uma solução, é que eu nos momentos de meditação, acabei por descobrir que eu mãe sofria, e eu mulher sofria ainda mais. Quando o meu marido estava presente, supostamente eu não pensaria no Pedro, mas não era isso que acontecia, eu, mesmo sendo penetrada pelo pai, imaginava o filho, não a penetrar-me, mas a vir-se nas minhas cuecas, para logo de seguida eu lamber e absorver todo o líquido ejaculado por ele. Curiosamente, nunca tinha imaginado ser penetrada por ele, apenas imaginava ele a vir-se ao pé de mim, raras vezes eu o masturbava na minha fantasia, mas um dia sonhei, e que sonho maravilhoso - sonhei que ele me apanhou a lamber a esporra das minhas cuecas, e me perguntou:



- Gostas mãe? É bom o meu leitinho? Queres mais? Vem cá que eu dou-to todo, e no sonho, eu de joelhos chupei-o até se vir na minha boca, bebi tudo, chupei-o todo, espremi-o, e depois, ia beija-lo na boca, quando acordei. Fiquei deitada, a relembrar tudo de novo, senti que estava molhada, não húmida, mas mesmo molhada, tanto ou mais molhada do que quando estou a ser penetrada, acariciei-me, esfreguei o clitáris, introduzi dois dedos na cona, tirei-os, e suguei-os.... maravilhoso aquele sonho, passei horas acordada, tentando recomeçar, mas, para minha frustração, não consegui.



Passaram-se mais dias de sofrimento, eu ávida de sexo, e um homem a viver na mesma casa que eu, sem eu lhe poder tocar. Até os beijos de bom dia ou boa noite, passaram a ser diferentes, eu temia algum descontrolo da minha parte, e não queria passar a viver com um sentimento de culpa, que certamente seria pior que a minha frustração sexual, pior que a minha tara imperdoável.



- Bom dia Pedro



- Bom dia mãe



Eu evitava o beijo, mas sentia falta dele, sentia falta das carícias que fazia-mos mutuamente aquando do beijo de bom dia, um leve passar da mão no meu rosto, um abraço, uma carícia no pescoço, enfim, gestos inocentemente simbálicos, inofensivos. Até isso eu tinha perdido.



O sentimento de culpa, embora não me atormentasse muito, persistia na minha mente. Pensava frequentemente no assunto, o que acabava por me proporcionar desejo, fazendo com que me sentisse insegura, indecisa, ora rejeitando, ora aceitando e até desejando. Imaginava o Pedro homem, apesar de já não o ver nu desde os dez anos, recordava aquela imagem de menino, que ao ser lavado por mim, me envergonhava por lhe ter provocado uma leve erecção. Quando lhe dava banho, nunca me despindo totalmente, lavava-lhe os árgãos, que não eram ainda sexualmente desenvolvidos, mas já notava dureza no membro, quando o massajava, no acto de lavagem. Nessa altura, tudo era para mim normalíssimo, hoje tenho outra opinião: se ele se entesava ao ser tocado por mim, isso já era desejo, embora inocente.



Os dias iam passando, a situação mantinha-se, mas agora era para mim, bastante mais fácil, conseguia não me lembrar do Pedro homem, durante muitos dias, sá de quando em vez, eu o recordava como homem, e tudo parecia normalizar, até que um dia, estava eu sozinha em casa, descontraídamente, usando apenas uma bata por cima do meu corpo nu, e como se aproximava a época de verão, eu que nunca me depilava nas axilas, decidi fazê-lo, pois tinha complexos em usar blusas sem manga, por ter pêlos nos sovacos. Entrei no quarto, despi-me, e comecei a depilação, usando o estojo de barba do meu marido, rapei os pelos, e no espelho verifiquei que estava diferente, mas gostei da sensação. Acabado o serviço, vesti umas cuecas, e sem soutien, saí do quarto, em direcção ao cesto da roupa suja, onde deixei as cuecas que tinha usado, e lá, no quarto dos arrumos, vesti a bata e saí ainda com os botões desabotoados, como fazia naturalmente quando estava sozinha em casa. Passados uns minutos, apercebo-me que o Pedro estava em casa. Pânico – será que o Pedro me tinha visto nua? Ter-me-ia visto a depilar os sovacos?



Não, não podia ser, certamente ele tinha chegado naquela hora.



Nos dias seguintes, notei que o Pedro saía, mas nunca o ouvia entrar, quando me apercebia, já ele estava dentro de casa... hum... comecei a ficar inquieta, pensando que ele me espreitava. Embora lá no meu íntimo, fosse esse o meu desejo, eu não queria voltar ao mesmo pesadelo, e tentei esquecer isso, retomei a normalidade de uma vida pacata na aldeia; levantava-me pela manhã, preparava o pequeno almoço, o Pedro comia e ia para a escola, eu tratava da casa, fazia o almoço, almoçava, e passava a tarde fazendo aquilo que todas as donas de casa fazem, tarefas repetitivas, que por vezes permitem, e até proporcionam pensamentos pecaminosos. Uma bela tarde, ouço a porta da rua, é o Pedro, pensei, mas ele não entrou. Não procurei, mas tinha a certeza que ele estava dentro de casa, sentia isso com uma convicção, que até me sentia a ser observada, e inconscientemente, comecei a ser mais discreta nos movimentos, sem nunca olhar directamente na porta do quarto dos arrumos, onde eu estava a passar umas roupas, evitava inclusive, baixar-me de rabo para a porta, tal era a sensação que tinha, de estar a ser espiada por ele. Claro que os pensamentos eráticos se apoderaram de mim, e pouco tempo depois, já eu tinha decidido ser mais “generosa” nos meus movimentos, ao ponto de, pegando numa saia minha, ao invés de a passar, a pus na cinta, como que a ver se me ficava bem, tentando despertar nele algum “vício”. Essa saia era vermelha, não muito curta, usada regularmente com meias cor de pele, e com sapatos igualmente vermelhos de salto alto. Passei a saia, de seguida uma blusa branca, arrumei tudo, e fui para o meu quarto, levando a saia e a blusa na mão, dando a entender que me ia trocar. Entro no quarto, e deixo a porta entreaberta, ficando uma friesta para permitir que ele me visse, dirijo-me para a cômoda, abro um gavetão, onde guardo as minhas roupas íntimas, e tiro umas meias e o respectivo ligueiro, dispo-me, com movimentos que eu acho sensuais, como desabotoar os botões, um a um, lentamente, até ficar com a bata totalmente aberta, viro-me de costas para a porta, e deixo-a cair, ficando o meu corpo apenas tapado por uma cuequinha normal, para o dia-a-dia, acto contínuo tiro a cueca, sempre de costas para o lugar onde supostamente estaria o meu menino-homem, que me despertava tal desejo. Ao ficar nua, senti tesão. Estava a provocar intencionalmente, uma situação que julgava ser do agrado dele, e sem pudor, descontraídamente, pego no cinto de ligas, e ponho-o na cinta, apertando-o pela frente, para depois o rodar até ficar correctamente na cintura, deixando as ligas dependuradas, pego numa meia, viro-me para o espelho, ficando de lado para a porta, ponho um pé na cadeira, e debruçada, calço a meia, lentamente vou puxando pela perna acima, até chegar a meio da coxa, prendo a liga da frente, ponho o pé no chão, e curvando, prendo a outra liga na parte lateral da minha coxa, calço a outra meia, prendo as ligas, e, apenas de meias cor de pele, e cinto de ligas branco, rendado na parte dianteira, olho-me no espelho. Admiro a minha beleza, beleza de mulher madura, na altura tinha eu cinquenta anos, peitos médios, mamilos salientes, cercados por uma auréola escura, barriguinha pequena, rabo empinado, coxas grossas, pernas altas, pintelheira farta, ali estava eu, despida de roupa e de preconceitos, provocando tesão no meu querido filho. Acariciando as nádegas, subo as mãos pela cintura, apalpo literalmente os seios, molho um dedo na boca, e roço no meu mamilo, com o polegar e o indicador, rodo o biquinho do peito, provocando em mim, um tesão tal, que soltei um leve gemido, desço a mão em direcção do meu sexo, a acaricio suavemente, puxo alguns pintelhos, e viro-me de frente para a porta, ficando a observar a minha imagem de perfil no espelho, volto para o outro lado, ficando de costas para ele, inclino-me ligeiramente para a frente, e acaricio as nádegas, com as mãos abro-as ligeiramente, proporcionando a ele uma visão, que julgo que jamais esquecerá. Apás uns minutos de exibição, decidi deitar-me na cama, e iniciei uma masturbação deliciosa, metendo três dedos na cona, esfregando o grelinho, abrindo os lábios, fiz os movimentos semelhantes a uma penetração a sério, até me vir. Adorei aquela masturbação. Apás uns minutos de “relax”, levantei-me e acabei de me vestir, saia vermelha e blusa branca, calcei uns sapatos de salto vermelhos, e receosamente, saí do quarto. Não o vi, mas tinha a certeza que ele tinha visto tudo, agora eu queria vê-lo, queria saber se o tinha excitado, e se ainda se notava a excitação dentro das calças, mas não o vi. Não me preocupei, pois eu tinha a certeza que o meu show tinha sido apreciado pela pessoa que me despertava o maior desejo do mundo. Minutos depois, vejo-o a sair da casinha que temos no quintal, onde guardamos a s ferramentas que usamos nos trabalhos da horta. O seu comportamento, de cabeça baixa, como se sentisse culpado de alguma coisa errada que tivesse feito, fez-me acreditar que eu lhe tinha proporcionado algum prazer. Soube posteriormente, que ele saiu de casa, não por vergonha ou medo, mas sim para ficar sá, relembrando tudo, e se masturbando.



Desde esse dia, o meu sentimento de culpa acabara, eu tinha a certeza que não o feri, não o “violei”, estava convicta que era também esse o desejo dele, e se ele gostava de ver, eu adorava mostrar, e mostrava tudo sempre que podia, exibia-me, ora trocando de roupa, ora usando saia com bastante roda, por forma a facilitar que quando me baixava, nos meus afazeres, lhe pudesse proporcionar uma visão mais íntima do meu corpo, mesmo que sempre usasse cuecas, as coxas ele podia admirar.



Eu sabia que ele adorava lingerie. Descobri que em todas as revistas que ele comprava à socapa, as mulheres em lingerie eram predominantes, também notei que eram todas de idade avançada, nunca lhe vi nas revistas meninas da sua idade, eram todas com mais de trinta, o que me fazia pensar que eu lhe despertava interesse, mal eu sabia, que essa preferencia por mulheres maduras, tinha sido provocada por mim, agora que sei isso, sinto-me vaidosa.



Sempre que podia, e como passávamos muitos dias sozinhos, eu vestia roupas provocantes, sempre de cinto de ligas, decotes que me impossibilitavam de sair, sem antes trocar de blusa, mostrava as pernas, algumas vezes usava mini saia, e quando me curvava, deixava ver o papinho por entre a minhas pernas, e aí sim, eu via o volume crescer dentro das calças dele. Desde os treze anos, eu mostrava-me indiscretamente, e ele observava, passava os meus dias sempre atesoada, imaginando novas posições, onde eu me pudesse exibir mais declaradamente, chegando a tomar banho com a porta aberta, mas nessa altura, já ele não se escondia para me ver, tínhamos atingido um ponto, onde já era normal, eu ir para a cozinha, pela manhã, muitas vezes sem robe, apenas de camisa de dormir, totalmente transparente, vastas vezes muito curta, onde se podia ver os pintelhos, o rabo, as mamas, os mamilos erectos, enfim, quase nua, os beijos voltaram, agora mais intencionais, permitindo-me por diversas vezes fazer carícias no seu rosto, bem como receber alguns toques em várias partes do meu corpo, como seios, costas, traseiro, e até na barriga. Uma vez, quase me tocou no sexo, estando eu sentada à mesa, ele veio despedir-se com um carinhoso beijo na testa, e colocou a sua mão na minha coxa nua, bem pertinho dos meus pintelhos.



A nossa relação, embora discreta, era intensa. Eu sabia do desejo que ele sentia por mim, mas não sabia como avançar, fazer progredir a relação, até ao ponto que ambos desejávamos, eu sabia o que queria, sabia que ele me desejava, mas faltava-me a forma ideal, e segura, de lhe falar no assunto, no fundo, eu até gostava que a situação se mantivesse assim, provocava-lhe desejo, e não corria o risco de ser rejeitada, talvez fosse esse o meu receio, o de avançar e ele recusar, por isso, convivia com isso da maneira mais natural possível.



Um dia, depois do almoço, estava eu a fumar um cigarro na cozinha, quando ele entrou. Pedi desculpa, eu sabia que ele não gostava do cheiro do tabaco, e ia apagar o cigarro, quando ele diz:



- Não apague, fume até ao fim.



- Vais sair já?



- Não, mas gosto de a ver a fumar, posso assistir?



- Claro – respondi eu – senta-te ao pé de mim.



Era a melhor oportunidade para eu começar a falar mais à vontade com ele, e falei. Nessa altura ele já teria mais de quinze anos, mas era um menino corpulento, ombros largos, ele sempre praticou ginástica.



- Tu nunca fumaste, pois não?



- Não, mas já senti vontade.



Sem pensar, num acto dominador, perguntei:



- Queres experimentar?



E ofereci-lhe o meu cigarro aceso, e já a meio. Ele abriu ligeiramente os lábios, e eu coloquei-lhe o cigarro.



- Puxa, mas não engulas o fumo.



Tossiu logo, engasgou-se com o fumo, mas rapidamente passou. Esse cigarro acabou rapidamente, mas eu logo acendi outro, que, acompanhado por um trago de brandi, fui saboreando, enquanto ele me observava. Fumou comigo umas passas, e adorou estar na minha presença, “curtindo-me” a fumar. Conversamos sobre os malefícios do tabaco, mas também realcei o prazer que eu tinha, quando depois de uma refeição, fumava um cigarro. Há prazeres que, não sendo proibidos, não são praticados abertamente, no meu caso, nunca fumava em público, muito menos diante dos filhos, e talvez por isso, o facto de me ter exposto ao Pedro, gerou em mim aquela sensação agradável, de quem está a fazer uma coisa que não é vulgar, parecia que eu estava a fazer algo que não devia ser do conhecimento das outras pessoas. E fazia-o diante do Pedro. Já era um compromisso entre nás. Eu, ao fumar diante dele, estava a criar nele a ideia de que fazia coisas para ele, e não para os outros, como também era muito íntimo o facto de eu caminhar descontraídamente, seminua, pela casa, mesmo com ele a observar. Havia já entre nás, uma relação de compromisso; eu mostrava-me, fumava e bebia, e ele deveria calar-se, pelo que eu resolvi falar abertamente, para o prevenir que, tudo o que se passava ali, tinha que ficar em segredo entre nás. Foi então que lhe perguntei se ele alguma vez tinha comentado com os amigos, o facto de me ter visto em trajes menores, ao que ele me respondeu com um categárico não, acrescentando que sabia o que devia e o que não podia revelar, fosse a quem fosse, e pediu-me que também não dissesse nada ao pai. Era isso que eu queria ouvir, um compromisso mútuo, ninguém comentava nada com ninguém. Aproveitei a deixa, e perguntei se ele gostava quando me via meio nua, e se isso não o perturbava, se não lhe causava nenhum repúdio, e fiquei super feliz, quando ouvi da sua boca um elogio ao meu corpo:



- Sabe mãe, você é muito bonita, gosto muito de a ver, acho que ninguém no mundo é como você.



- Mas, o que notas em mim? Sou velha, nada que se compare com as tuas amigas.



- É diferente mãe, elas são amigas, você é a minha mãe.



Essa afirmação pôs-me confusa: “elas são amigas, você é mãe”. Que queria ele dizer? Com elas é natural, comigo é proibido? Será isso? Sendo proibido será melhor?



É isso, é sexo que está na sua cabeça... hummmmm... que delícia. Agora entendi e estou mais confiante e segura.



Este pensamento clarificou a minha mente, e deu-me coragem, embora eu receasse ferir a sua moral.



- Bom, eu continuarei a ser assim, até tu me dizeres que pare, está bem?



E continuamos a viver a nossa tara, ele voyeur, eu exbicionista, no entanto, eu ansiava por mais, e nesse fim de semana, permiti que ele me visse com o pai. Correndo eu o risco de causar nele ciúme, arrisquei, e nessa noite deixei a porta do quarto entreaberta, enquanto me transformava na mais loca mulher em período de “cio”. Fiz de tudo com o meu marido, calculando que ele nos espiava. Nessa altura já eu tinha perdido todos os tabus, em matéria sexual, fazia de tudo na cama, desde oral até anal. Tinha cedido aos insistentes pedidos do meu marido, para fazer sexo anal, ele desde que voltou do Brasil, andava louco por me possuir analmente, e um dia, depois de eu habitualmente me acariciar no anus, de tão excitada que estava, pedi que me comesse no cu, com os dedos já havíamos experimentado, mas o pau nunca me tinha penetrado, apesar de tudo, era um desejo escondido que eu tinha, sobretudo quando o meu marido me beijava e lambia o anus, sentia um forte desejo de experimentar, e acabamos por fazer do sexo anal, a coisa mais natural deste mundo. Em suma, eu já gostava de fazer anal.



Nessa abençoada noite em que propositadamente deixei a porta entreaberta, comecei por fazer um broche, enfiando a piça todinha na boca. No início sá conseguia meter cerca de metade, com o tempo e prática, fui conseguindo mais e mais, até que agora suporto cerca de 20 cm na garganta, mas chupei deliciosamente aquele pau duro, em posição que permitisse ao Pedro ver tudo, lambuzei-me passando a piça molhada pela minha cara, e enfiava tudo de novo na boca, enquanto, totalmente exposta ao Pedro, me acaricia, abrindo a cona, e esfregando o grelo, sempre chupando ao mesmo tempo. Fodi por cima, sentada nele, enquanto metia um dedo no cu, queria que o Pedro soubesse como eu gostava de ser fodida no cu, e virei-me, ficando de costas para o meu macho, mas de frente para o meu filho, deixando que ele visse o pau a foder-me na cona. Parei, lentamente fui tirando a piça, e, segurando-a na mão, apontei no cu, e deixei-me enterrar. Se adoro a sensação de ser enrabada, naquela noite delirei. Ao saber que estava a ser vista pelo meu filho, comecei a sentir que me ia vir, e sem me descontrolar muito, fui cavalgando naquela piça tesa, gozando o prazer da foda anal, sempre com o Pedro na ideia. Tive um dos meus melhores orgasmos, foi um orgasmo múltiplo, vim-me mais que uma vez, foi maravilhoso.



No dia seguinte, era Domingo, não se passou nada, foi um dia normalíssimo, mas no dia seguinte, eu esperava que ele comentasse comigo, mas não, o Pedro não falou em nada. Nunca me passou pela cabeça, que o Pedro reprovasse o meu acto, isso eu tinha a certeza, mas então porque é que ele não comentou nada? Muito simplesmente, porque ele não viu nada, nessa noite ele deitou-se cedo, porque no dia seguinte tinha uma saída logo pela manhã. Eu soube isso, porque lhe perguntei se tinha dormido bem, ele disse que sim, pois sabia que pela manhã era preciso estar alerta bem cedinho, logo, eu deduzi que ele mal se deitou, logo adormeceu, sem pensar no que provavelmente acontecia no meu quarto. Nunca mais tive coragem de repetir tal proeza, achei melhor não correr esse risco, e continuei a mesma vida de exibicionista, mas sempre e sá, quando estávamos sozinhos em casa.



O Pedro, já com 19 anos, homem feito, menos interessado em me ver, começa a sair à noite, o que eu achava normal, apesar de não gostar muito, aceitei esse afastamento, era natural ele ter interesse nas raparigas da sua idade. Embora jovem, nunca voltava tarde, mesmo assim, eu nunca adormecia sem ele chegar a casa, e ele, sempre pedia licença e entrava no quarto para se despedir de mim. Começou a fumar, pouco, mas fumava, bebida, sá as bebidas dos “iniciantes” na noite, mesmo hoje ele não é muito bebedor. Uma noite, eu esperava pelo seu regresso, e começo a pensar no que ele estaria a fazer, e sem querer, começo a masturbar-me, aliás, recomecei as minhas noites de solidão, acalmadas com umas carícias, mas nessa noite, senti ciúme do meu filho, imaginava outras a ter o que eu desejava, mas não tinha. Várias noites isso aconteceu, até que uma noite, quando ele chegou, e depois de se despedir de mim, eu fui até ao seu quarto, com o intuito de lhe pedir um cigarro. Eu estava de camisa azul-celeste, transparente, nua por baixo, e depois de nos sentarmos na sua cama, enquanto fumávamos, ele não tirava os olhos de mim. Apeteceu-me avançar, mas pensei melhor, e fiz aquilo que todas fazemos, que é parecer desinteressada. Nenhum comentário menos práprio de uma mãe para um filho. Fumamos, e depois eu saí. Ao sair do quarto, olho para trás, e vi-o “babadinho” a observar-me. Sei que ele adorou aquele meu manear de ancas, mostrando as nádegas roliças, através da transparência da camisa de noite. Na minha cama, antes de conseguir dormir, repeti aquilo que me restava – a masturbação.



Decidida, depois de pesar os prás e os contras, numa bela tarde de segunda-feira, dia em que ele não tinha aulas, aproveitei a ida dele ao café, preparei as roupas, e comecei a vestir-me, como se uma tarde de sexo, estivesse em perspectiva. Meias pretas, presas num cinto de ligas igualmente preto, rendado, cuequinha preta, que fazia parte do conjunto, e um soutien minúsculo, apenas segurava o peito para cima, pouco o tapava, deixando a auréola quase na totalidade à vista. Saia preta justa, e uma blusa branca sem decote. Calço uns sapatos pretos, salto alto e finíssimo, acendo um cigarro, e sento-me na cama, esperando, e pensando em todas as hipáteses. Ou é hoje, ou nunca mais é. Ele chegou, e eu estava a pentear-me, tendo deixado a porta aberta, quando ele vai a passar, eu chamei-o, e pedi que me ajudasse a ajustar a liga na meia, mas perguntei-lhe se ele sabia fazer isso, ele responde que sá se tentar é que sabe, então, eu volto-me de costas para ele, e lentamente vou subindo a saia, mas como era justa, era difícil, e eu tinha que me manear para facilitar a tarefa. Subi a saia até deixar o fim da meia à vista, estava a mostrar as minhas coxas, apenas tapadas pelas meias, numa posição algo sensual, uma vez que os saltos me obrigavam a ter o cu arrebitado, afinal de contas, eu estava em bicos de pés, é essa a posição em que se anda, quando se usa salto alto. Ele, ajoelha-se atrás de mim, e verifica que a liga está bem, deve ter-se apercebido logo da minha intenção, porque, sem nada dizer, começa a fazer aquilo que eu tanto desejava. Sinto a sua mão tocar-me a coxa, a meio da coxa, sobre a meia, e sinto um leve deslizar em direcção ao cimo das minhas pernas, a mão toca a minha pele depois da meia, e sinto o seu bafejar na pele. Arrepiei-me ao pensar que ele estava a poucos milímetros de me tocar com os lábios na coxa, a tensão aumenta, quando ele beijou a minha pele nua. Sabendo eu que ele via, mas não podia tocar nas nádegas, puxo definitivamente a saia toda para cima, a fim de lhe facilitar o acto, e sinto a sua língua na minha nádega. Segurando a sua cabeça contra mim, vou-me virando lentamente, obrigando-o a lamber-me a pele, e fiquei com a minha cuequinha pressionada pela sua cara. Que sensação! O meu filho em posição de me lamber a cona.



- Beija filho, beija-me querido, exclamei!



Sinto os seus beijos sobre a seda da cueca, tento abrir-me, arcando as pernas um pouco, permitindo que ele me lamba bem no sítio onde eu mais precisava. Ele, com a língua, vai desviando a cuequinha, e lambe-me a virilha, com os lábios, puxa suavemente alguns pintelhos, segura-me pelas coxas, enquanto eu com a mão, desvio totalmente a cueca, mostrando a minha molhadíssima cona, logo lambida pela sua língua. Ao sentir a humidade da língua quente no meu grelinho, não aguentei, soltei um gemido e murmurei...



- hum... delícia, filho... lambe bem... isso... lambe-me o grelo... faz-me delirar... faz-me vir... eu morro de tesão... ohhhh...



Indescritível aquela sensação. Nunca tinha sentido aquele prazer. Apesar de na minha consciência pairar um sentimento de culpa, entreguei-me totalmente nas mãos do meu filho-amante. Nunca tinha sentido tamanho gozo, enquanto era beijada no sexo. Adorei sentir aquela maravilhosa língua, passando várias vezes bem dentro do meu corpo, em sucessivas lambidelas. Meu grelo tilintava de tesão. Minhas pernas tremiam, toda eu tremia, tal era o estado em que me encontrava. Tiro as cuecas, e de saia levantada, sento-me na cômoda, levanto uma perna, deixando a minha cona peluda totalmente exposta, para então, ser presenteada com o mais delicioso minete, jamais por mim sentido. Abro a cona com as mãos, expondo o meu dilatado grelo, que, ao ser lambido, me fez soltar um grito... aiiiiiiiii filhoooo vou-me vir........ simmm...... lambe-me essa cona.... uiiii... chupa-me o grelo......simmmm........ohhhh venho-me........



E, tive o melhor orgasmo da minha vida, até esse dia. Foi tão intenso, que tive a sensação, pela primeira vez na vida, que deixei sair algum xixi, tais foram os espasmos que tive.



Ainda atesoada, e quando ele parou de me lamber, pedi que se levantasse, e beijei-o na boca, chupei-lhe a língua, deliciei-me com o sabor da minha cona na boca dele. Apás o beijo, pousei a minha cabeça no seu peito, e meditei...



Em silencio, pensei no sucedido, em todas as consequências que daí poderiam advir, e, ao ver-me na posição em que me encontrava, de perna levantada, sentada na cômoda, senti vergonha. Afastei-o um pouco, desci a saia, e pedi se me deixava fumar um cigarro com ele. Sentados na minha cama, fumamos, e com timidez, começamos a conversar. Falamos de muitas coisas, sobretudo de mim, tendo como ponto de partida, aquele extraordinário acontecimento. Quando me perguntou se eu andava carente, e há quanto tempo eu não tinha sexo, fui sincera, há muito tempo que não tinha sexo, e naturalmente andava carente. Pela timidez dele, pensei que ele queria falar abertamente comigo sobre sexo, e tomei a iniciativa, usando mesmo termos que sá usava durante o acto, chamando as coisas pelo nome, perguntei se era a primeira vez que ele tinha lambido uma mulher, ele respondeu que não, embora não tivesse feito muitas vezes. Quis saber se ele já tinha feito amor, ou se ainda era virgem. Fiquei espantada com a resposta:



- Sou virgem!



- Sério? Nunca foste ás putas?



- Fui, mas não perdi a virgindade.



- Porquê? Não quiseste, ou não conseguiste? Conta-me, se não te importas.



- Era uma mulher madura também, mas quando a vi nua, desisti.



- Era assim tão velha?



- Não era isso, até era bem girinha, o mal era ser rapada.



- Tu gostas de peludas, é?



- Adoro!



- Então não te desiludi?



- Bem pelo contrário...



- Fiz-te tesão?



E nesse momento, instintivamente, acariciei aquilo que eu imaginava ser gostoso. Sobre as calças, senti a piça tesa, e acariciei-a, enquanto ia-mos conversando.



- Posso lhe fazer uma pergunta indiscreta?



- Claro, tudo o que queiras saber, pergunta que eu respondo.



- Você veio-se mesmo, quando eu a lambi?



- Sim, porquê?



- Não sei, nunca vi uma mulher a vir-se, não sabia o que acontecia.



Sorri, e disparei:



- Pensavas que eu ejaculava? Nás não somos como vás, nás não nos esporramos. Embora hoje eu sentisse, como se estivesse a fazer xixi.



- E não é costume?



- Não. Nunca me tinha acontecido. Hoje foi muito bom.



E beijei-o ternamente na boca. Depois, perguntei se queria saber mais alguma coisa a meu respeito, sobre a minha sexualidade, sobre o meu corpo, o que quisesse saber.



- Você faz broche?



- Faço, tu não gostas que te chupem?



- Adoro, é tão bom.



- Já te fizeram broche? A tua namorada faz-te?



- Faz. E você faz anal? Desculpe a pergunta.



- Se a situação for propícia, faço. Faço tudo, não há nada que eu não faça.



- Quando faz broche, deixa esporrar na boca?



- Sim, claro.



- E engole? Ouço dizer que há mulheres que não engolem, depois de chuparem, deitam fora.



- Sim, engulo. Todas as mulheres que chupam, se deixam vir-se na boca, mesmo sem querer, alguma esporra acaba por ser engolida. O sabor não é muito agradável, mas também não é coisa que não se possa suportar. É um bocado enjoativa, mas, se eu estiver muito excitada, sinto muito prazer ao engolir tudo. Adoro ir engolindo, à medida que vai saindo, é bom sentir os jactos quentes na boca.



- Você engole o pau todo?



- Depende do tamanho. No meu primeiro broche, não consegui meter mais que metade, hoje, enfio tudo até à garganta. Mais ou menos, 19 cm eu suporto, que é a medida do teu pai. Meto tudo, adoro ter o pau na boca, e tentar tocar nos tomates com a língua... - e sorri – Gostavas que te fizesse um broche agora?



- Adorava, quem me dera isso, mãe.



Excitada como estava, levantei-me, e comecei a despir, peça a peça, lentamente, até ficar apenas em cinto de ligas e meias. Sentei-me ao lado dele, desabotoei-lhe a camisa, deitei-me sobre ele, e beijei-o. Os seus beijos são maravilhosos, provocam em mim uma sensação deliciosa, excito-me tanto, que uma vez, ao fim de uns minutos a beijar, quase me vinha. Deitada sobre ele, beijo-lhe o peito, lambo o mamilo, mordo com os lábios, sugando em simultâneo, languida, vou passando a língua pelo seu corpo, descendo em direcção aquele chumaço, escondido nas calças. Desabotoo as calças, e beijo o pau sobre a cueca, olho a cara dele, e pergunto se posso continuar. O movimento da cabeça dele é afirmativo. Mal consigo esperar, desejo tanto ver aquele cacete. Desci um pouco as calças, e aproximo a minha cara, quase até encostar a boca na cueca, com uma mão tiro-o para fora. Que pau. Enorme, grosso, teso, glande arregaçada, delícia de cabecinha. Beijo-a, abro um pouco a boca, e meto a cabecinha na boca, uso a língua, mexo os lábios como se estivesse a puxar para dentro, e vou enterrando, devagarinho, aquele espantoso membro, erecto, boca adentro. Paro a meio, ponho a língua o mais que posso para fora, e nessa posição, vou enfiando mais, mais, mais... quase até ao fundo.



Chupei o Pedro, com calma, tentando que ele se aguentasse o mais possível, até que..... uma quantidade enorme de esperma, inundou a minha boca. Sabor diferente do habitual. Menos salgado, menos enjoativo e menos espesso. Por ser o primeiro broche que lhe fazia, não me apercebi da aproximação do êxtase. O Pedro, sá perto do fim, quando já se está a esporrar, é que tem espasmos, nunca tinha visto, mas adorei, engoli tudo, chupei, espremi, e, ainda com esporra na boca, mostrei-lhe como engulo, e de um gole, traguei tudo, mostrando o quanto gostei, com um gesto que ele adora: lambi os meus lábios.



Eu, quando estou desvairada, frequentemente uso termos, normalmente considerados obscenos. Excita-me muito falar palavrões. O Pedro é igual, o que é bom, assim nunca corro o risco de o melindrar com a minha linguagem, e nesse dia, dei aso à minha fantasia, e tudo o que falava, era como eu adorava. Dizer as palavras que normalmente não dizemos, provocam em mim, um estado de excitação permanente. O Pedro adora ouvir-me falar isso mesmo. Por exemplo: “fode-me, lambe-me, chupa-me, enraba-me”, podem provocar-lhe um orgasmo precoce, o que, diga-se de passagem, não é muito bom para mim, mesmo assim, e com a prática, eu consigo manter a sua excitação, falando tudo, sem que ele se venha, proporcionando-lhe um orgasmo mais gostoso para ele, e consequentemente, mais gratificante para mim.



Naquela tarde, apenas fizemos sexo oral, no dia seguinte, uma atmosfera pesada, pairava na nossa casa. Menos falador, o Pedro mostrou-se algo perturbado, eu, apercebendo-me disso, nada falei sobre o sucedido, e passaram vários dias, sem falarmos sobre o assunto, mas eu andava desejosa. Sem o ferir, fui-me expondo gradualmente, começando por todos os dias, quando ele descia para a cozinha, eu estar sempre, ou de t-shirt, sem cuecas, ou sá de cuecas, e fui progredindo até aparecer nua, e quando o beijava na despedida, acariciava-lhe sempre o pénis.



Um dia, sabendo eu que ele não tinha aulas, desci à cozinha em cinto de ligas, e uma camisa transparente. Pacientemente esperei-o, como tardava e o pequeno almoço estava pronto, resolvi servi-lo na cama, subindo silenciosamente as escadas, entrei no seu quarto, e vi como era belo, na sua inocência, dormindo tranquilamente.



Coloquei a bandeja na mesinha de cabeceira, e, com o máximo cuidado, destapei-o. Que homem! Que macho!



Cuidadosamente, curvei-me sobre o seu sexo, e, sem lhe tocar com as mãos, usando apenas a boca, comecei a chupar. Totalmente absorta na felação, não me apercebi que o meu amante tinha acordado, ficando pacientemente, a saborear a minha arte de chupar, até o deixar completamente erecto. Nesse dia, estava decidida, se fosse preciso, a “pedir-lhe” que me fodesse, tal era o meu desejo. Precisava tanto de uma foda, que estava disposta a tudo fazer por isso. Queria ser possuída, penetrada, fodida, enrabada, humilhada. Andava com tesão, desde o dia em que lhe fiz o primeiro broche, tesão constante, todo o dia, todos os dias, sá um pensamento; dar-me a ele, ser dele, deixar de ser mãe, e passar a ser mulher, esposa, puta.



Sentada na cama, ao lado do meu filho nu, curvada sobre ele, continuei a chupar. Como estava de costas voltadas para ele, não lhe proporcionava uma visão do broche, que desvairada, eu lhe fazia.



- Mãe, deixe-me ver como você chupa.



Parei e perguntei:



- Queres ver como faço broche?



- Adorava, gostava de a ver a chupar.



Levanto-me, deixo cair a camisa de dormir, e fico nua diante dele, apenas de meias e ligas. Sento-me aos pés da cama, junto ás suas pernas peludas, debruço-me, ficando com a cara bem à vista para ele, bem juntinha do seu enorme pau, seguro-o com a mão, e recomeço, mostrando todos os meus movimentos bocais. Propositadamente, sá meto meia piça na boca, esperando aumentar a sua curiosidade, e forçando-o a falar. Adoro quando ele me pede para fazer algo.



- Vai até ao fundo mãe, quero ver quanto podes engolir.



Com meia piça na boca, olho-o nos olhos, e vou metendo. Curiosamente, quase consegui tudo na boca, mas ele é enorme, e ficaram uns 3 cm de fora.



- Não consigo mais.



- Mete outra vez, o mais que possas, e pára lá no fundo, para eu te apreciar.



Enfio tudo de novo, e tento, com o pau na boca, tocar com a língua nos tomates, mas não consegui. Decidi então fazê-lo esporrar-se, e retomo as minhas perícias orais. Com movimentos cadenciados, chupo até se vir. Senti o orgasmo dele, quando ele me segurou a nuca e me fodeu violentamente até se vir. Deixei escorrer alguma esporra pelo pau abaixo, tal foi a quantidade que jorrou, mas depois de engolir tudo à medida que se vinha, lambi o que escorrera, deixando aquela piça vermelha e reluzente ir diminuindo de tamanho e grossura. O Pedro, mesmo flácido, é bem grosso. Nota-se mais o comprimento do que a grossura, relativamente ao estado de erecção à flacidez.



- Gostas-te?



- Adorei. Obrigado mãe.



- Não agradeças. Eu também tive prazer.



Enquanto lhe servi o pequeno-almoço, mantive-me junto dele, ambos despidos de roupas, e agora também de preconceitos, fomos falando. Respondi com sinceridade a tudo quanto me perguntou. Curioso sobre a minha sexualidade, quis saber se eu senti prazer durante o broche.



- Claro, eu tenho prazer ao chupar. Não chupo sá por saber que gostas, eu também gosto. Dá-me muito tesão fazer broche, e se for uma destas...



E segurei-lhe na verga com as duas mãos.



- Você vem-se a chupar? Fica satisfeita?



- Ás vezes venho-me.



- E sente-se satisfeita quando se vem? Não precisa de mais?



- Bem, eu estou sempre pronta para mais. Mesmo que me venha, mesmo que me sinta satisfeita, tenho necessidade de mais, é normal isso em mim, creio que é assim com todas as mulheres. Com vás homens é diferente. Depois de vos virdes, acabou, não tendes mais tesão, mas eu não, sou capaz de fazer sexo durante muito tempo.



- Eu também estou pronto para mais.



E sorriu. De facto, reparei que ele não tinha ficado totalmente flácido. Ficou – como ele diz- a meio-pau.



- Queres mais?



- Quero vê-la.



Levantei-me, e mostrei-me. Pus-me diante dele, e como ele estava sentado, imaginei que ele me via, mas como sou peludinha, nada de exagerado, o normal numa mulher que não se rapa, levantei uma perna e coloquei o pé em cima da cama, ficando escancarada para ele. Os meus lábios vaginais não são muito grandes, mas vêem-se quando abro as pernas. Ao vê-lo tão admirado, perguntei:



- Nunca viste assim uma mulher?



- Não, é você a primeira.



- Queres ver melhor?



Deitei-me, e deixei que ele explorasse todo o meu corpo. Começou por me acariciar os seios, médios, um pouco descaídos, bicos erectos, escuros, rodeados por uma auréola de igual cor. Barriguinha a condizer com a idade. Como não sou gorda, tenho um barriguinha pequena. Umbigo normal, bem desenhado, com uma cavidadezinha bem delineada. Pernas esbeltas, coxas grossas. Pintelheira original, sem pelos nas coxas, apenas as virilhas mostram alguns pêlos. Lábios ligeiramente expostos, escuros. Clitáris pequeno. Mesmo quando excitada, preciso abrir-me com a mão, para o expor.



Apás apreciar-me, o Pedro deteve-se práximo da minha cona. Olhou como se estivesse a procurar algo. Nesse momento, senti-me totalmente dele. Afastei as pernas, levantei ligeiramente os joelhos, permitindo que ele se colocasse em posição de me ver. Ali estava eu, mostrando o meu sexo ao meu filho querido. O estado de excitação era grande. Sentia o latejar dos lábios inferiores. Coloco uma mão sobre a barriga, puxo levemente, por forma a expor ainda mais os escuros lábios vaginais, e perguntei:



- Gostas? Diz-me o que achas?



A sua ignorância era total



Beijou-me a cona, ligeiramente sobre mim, subiu e beijou-me na boca. Acariciei-o no rosto enquanto nos beijamos. Introduzi a minha língua na sua boca. Senti a sua língua na minha. Desencostamos os nossos lábios, e ficamos a tocar-nos com as línguas, enquanto a minha mão percorria, lentamente, a pele suave das suas costas. Estava novamente louca de desejo. O tesão apoderara-se novamente do meu frágil corpo. Bruscamente, ele fala:



- No outro dia, mãe, quando a lambi, você disse para eu lamber o grelo. Mostre-mo agora, quero ver o que é.



- Sério? Tu não sabes o que é?



- Não.



Sorri, embora me apetecesse rir.



Abri a cona com as mãos, expondo o grelo, e disse-lhe:



- Vês isto aqui? - apontando com o indicador. Aqui onde começam os lábios da minha cona, não parece o botão de uma flor? É isto o clitáris, o grelo. É aqui que eu gosto de ser tocada.



Ele colocou-se entre as minhas pernas, e começou a lamber-me. Apesar da pouca experiência que demonstrou possuir, fez-me vir rapidamente. Não me contive e entreguei-me instantaneamente.



Apás uma pausa, tomei a iniciativa e posicionando-me, iniciamos um 69 fantástico. Eu depois de me vir fico num estado, que uma simples carícia me mantém excitada permanentemente, muito mais prazer tive sendo lambida por ele.



Quando, depois de alguns minutos a chupar-lhe a piça, desejosa como estava, deitei-me na cama ao lado dele, e supliquei-lhe que me fodesse.



- Querido, vamos foder! Põe-te em cima de mim.



Ele coloca-se entre as minhas pernas, eu totalmente aberta, seguro-lhe o pau, aponto e peço-lhe que meta devagar. Apesar da excitação, apesar de estar completamente lubrificada, adoro que a primeira vez que entra a piça, seja devagar, gosto de sentir cada centímetro do sexo a entrar lentamente, sá depois de me sentir toda preenchida é que gosto de violência.



As palavras proferidas por mim, aumentaram o prazer dele. Eu disse tudo o que me veio à cabeça. Tratei-o por “querido”, “amor”, “macho”, “fodilhão” etc. Fodemos em várias posições. Durante a foda gozei muito. Ter o Pedro dentro de mim foi a sensação mais gostosa que tive. Apás longos minutos, já exausta, pedi-lhe que se viesse dentro de mim. Longos espasmos. Fortes estocadas. Pau grosso, grande, viril. Quando se começou a esporrar, sem me conter, cruzei as minhas pernas sobre ele, apertei as coxas e fiz eu os movimentos, proporcionando a mais profunda penetração daquele delicioso cacete na minha cona. Senti os colhões baterem-me no cú. Senti que o tinha todinho dentro de mim. Gritei bem alto. Tive um orgasmo divinal. Durante o relax conversamos, e fiquei a saber que ele nunca se tinha vindo dentro de uma mulher. A namorada sá o chupava, por isso, senti-me como se tivesse sido a sua primeira mulher. E fui. Foi comigo que ele perdeu a virgindade, apesar de ele já se ter vindo com a namorada.



Nesse dia, apás o almoço, saímos os dois. Fomos tomar café. No bar, estivemos com naturalidade, embora me apetecesse demonstrar publicamente que éramos amantes. Sensação agradável, mas estranha. Um amigo dele, da mesma idade, sentou-se na nossa mesa, e conversaram sobre o desporto que ambos praticavam, enquanto eles falavam, eu pude apreciar o amigo, e imaginei coisas absurdas com os dois. A minha fantasia era essa, dois homens para mim. Sonhava frequentemente com essa situação. A dupla penetração era uma fantasia que se estava a tornar num desejo, mas eu sempre tive a noção da dificuldade em o conseguir, daí eu apenas me deliciar com a imaginação.



Quando regressamos depois do café, mal entrámos em casa senti uma apalpadela no rabo. Maravilha. Gosto de ser apalpada no cú. Parei de costas para ele, como que a pedir-lhe que continuasse, curvei-me ligeiramente, empinei o traseiro, e sinto ele encostar-se. O seu sexo endurecia rapidamente. Sentia-o apesar das calças dele e da minha saia. As mãos dele prendem-me pela cintura. Estou de novo nas suas mãos. Desejo ser dele outra vez. Naquela posição, curvada para a frente com ele a segurar-me pela cinta e a pressionar a piça contra o meu traseiro, viro a cara e olho-o nos olhos. Adoro aquela expressão dele, de dominador, quando me possui. Com as mãos subi a saia, ele desce-me um pouco as calcinhas, tira o pau, aponta, e sem lubrificação, começa a penetrar-me, lentamente. Sinto que me puxa os pintelhos. Tento abrir-me, mas naquela posição não posso. De pé, curvada, apoiada nos meus joelhos, sinto aquele maravilhoso caralho penetrar-me a cona de novo. Lentamente foi metendo, metendo, até se enterrar todo em mim, depois, iniciou uma foda violenta, mas muito boa. A dor que sentia e o querer soltar-me sem poder, obrigaram-me a um relaxamento tal, que senti perder as forças nas pernas, sendo segurada por ele. Que loucura. Sem poder resistir, fui usada como mulher-objecto, senti-me sua escrava, com vontade de o servir como se fosse uma puta, paga para o satisfazer. Que sensação espantosa. Se antes eu já havia gozado a sensação de o dominar, agora estava a delirar sendo eu a dominada. Quando faço broche, sinto-me dominadora. Adoro ter o homem na boca, sinto-o frágil, sempre tive esse sentimento na felação. Na penetração, apesar de me entregar completamente, nunca tinha sentido tanto prazer em ser dominada. Adoro ser dominada durante a foda, mas aquele homem-filho, é demais. Quando me segura pela cintura, enlouqueço. Ser puxada por aquelas mãos enquanto sou penetrada, provoca em mim um tesão tão grande, que é impossível descrever. Naquela posição depressa me cansei. Com esforço, levantei-me e tentei beija-lo. Segurei-me, apoiando-me no seu pescoço, curvada e torcida, beijei-o na boca enquanto ele, sem parar, continuava a foder-me por trás. Sinto-o cada vez mais duro, prevejo que se vai vir. Contorcendo-me, consigo que pare, e tiro aquele maravilhoso cacete reluzente, grosso e duro, de dentro de mim. De cácoras começo a chupa-lo. Ele, com as mãos, segura-me a cabeça, mete-mo todo na boca e começa com movimentos violentos de vai-e-vem. Tentei parar, mas não consegui. Ele, desvairado, continuou até se vir. O primeiro jacto quase me engasga, mas depois de me concentrar, deliciei-me com a sua esporra. Puxei-o para mim, com a piça toda na boca, usei a língua e senti, bem no fundo da garganta, muita quantidade de esperma. Não foi muito bom para mim, mas sei que para ele foi delicioso. Encostado à parede, ele relaxou um pouco, enquanto eu terminei o meu “ trabalho”, limpando com a língua qualquer vestígio de esporra que ficou no sexo dele. Levantei-me, encostei-me submissa a ele, pousei a minha cabeça no seu ombro, e sinto-o a querer beijar-me. Mostrei-lhe a boca, como que a dizer-lhe que não, mas ele beijou-me na mesma. Sei que ainda tinha, na minha boca, o sabor da esporra, mas ele nada disse. Enquanto nos beijamos, acariciei-lhe o pau com a mão, e depois pedi-lhe que entrasse-mos na cozinha.



Apesar de me sentir bem por lhe ter proporcionado um orgasmo, eu queria mais. Quando ele me penetrou por trás, o que realmente eu desejava nesse momento, era uma penetração anal. Naquela posição em que me coloquei diante dele, de cu empinado, era mesmo para isso, mas ele não mostrou nada quer me fizesse pensar que me queria no ânus. Fiquei na dúvida se ele não percebeu, ou então, percebeu e não quis. Mas eu queria, desejava tanto ser possuída analmente, que arrisquei tudo. Na cozinha bebemos um copo, fumamos um cigarro, e conversamos sobre nás. O meu receio que ele não me aceitasse de livre vontade, foi logo sossegado quando ele me disse que estava a passar o dia mais feliz da vida dele. Disse-lhe que gostava da fazer amor com ele. Elogiei-o chamando-lhe fodilhão. Disse-lhe que agora era dele:



Sou tua, meu amor. Quero que faças tudo o que desejares comigo. Já te tinha dito que faço tudo no sexo. Já te fiz broche, já me fodeste, sá falta fazer-mos anal. Quando me quiseres no cu, é sá dizeres.



Ele estava sentado, e convidou-me para me sentar no colo dele. Sentei-me. Beijou-me. Acariciou-me os seios. Desabotoei a blusa, tirei um seio de dentro do soutien e deixei-o chupar-mo. Despi a blusa, tirei o soutien, levantei-me e despi a saia. Sá em calcinhas, ponho a perna dele entre as minhas, e sentei-me na sua perna. Ele acaricia-me as coxas. Tenta tocar-me na cona, mas não consegue. Levantei-me, virei-me de costas, curvo-me para diante, exponho o meu rabo, e peço que me dispa as cuecas. Ele vai despindo e acariciando as nádegas. Já nua, abro as pernas, e juntando as dele, sentei-me ficando de pernas abertas, totalmente desprotegida. Ele afasta um pouco as pernas dele, obrigando-me a ficar ainda mais aberta. Com a sua mão, começa a acariciar-me a cona. Meteu-me um dedo. Tirou-o e passou-o pelo meu grelo. Em seguida meteu dois dedos, depois três. Com os dedos enfiados, coçou-me o grelo. Que tesão! Naquela posição, senti um desejo muito grande no ânus. Comecei a acariciar-me no cú. Encostei-me para ele e beijamo-nos. Enquanto nos beijávamos, senti a sua mão a aproximar-se do cú. Toda eu estremeci. Estava prestes a sentir uma carícia dele no meu ânus, mesmo no “olho do cú”. Mal ele tocou, logo me relaxei. Senti que me abri. Sentia-me pronta a ser tomada por ele. Quando ele enfia um dedo, e começa a meter e a tirar, senti os espasmos do orgasmo a aproximar-se. Rebolei-me. Pedi que não parasse, que me desse mais. Quando os seus dois dedos me penetraram, e continuaram a foder-me o cú, descontrolei-me e toda relaxada, exposta e receptiva a tudo, comecei a vir-me. Gemi, gritei, disse palavrões. Nunca tinha sentido tanto prazer. Foi diferente de tudo o que havia experimentado antes.



Depois do orgasmo, fiquei ali sentada nos dedos dele, completamente aberta, sem dor, como se fosse a coisa mais natural deste mundo. Os movimentos que ele fazia com os dedos, mesmo durante o período em que adoramos relaxar, eram tão agradáveis, que eu nem queria que tivessem fim, mas a posição dele era incámoda para ele, e não durou muito tempo.



Levantei-me e agradeci-lhe com um ternurento beijo.



Fui buscar uma manta que coloquei dobrada no chão aos pés dele, afim de me proporcionar uma confortável posição, para satisfazer o meu desejo. Ajoelhei-me diante dele, entre as suas pernas, tirei o cacete e chupei-o durante alguns minutos. Naquela posição, pela primeira ve

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