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MARATONA SEXUAL I (O INÍCIO)

Sou Débora, 24 anos, morena pele branquinha, olhos castanhos esverdeados, cabelos castanhos, 1,74m e 62kg bem distribuídos pq malho muito, corpo 93x64x103 e pra quem não entende de medidas isso significa seios normais pra grande, cinturinha fina, bumbum normal pra grande tb mas bem redondinho. Mas o que mais me orgulho é da xana que é fofinha e greluda, e valorizo isso depilando completamente do grelo pra baixo e deixando apenas um bigodinho quadrado (Hitler) muito bem aparado acima. rnrnNamorava desde os 19 anos (noiva há 2 anos) com o Vítor, 19 anos mais velho que eu, advogado, herdeiro de um grande escritário, inteligente e lindo. Já fui ?preparada? ao longo da vida pra ele. Desde que me lembro por gente íamos ficar juntos, pois nossos pais sempre falavam isso, e realmente aconteceu. Quando eu era adolescente, ele era o meu modelo de homem perfeito e me senti realizada quando começamos a namorar. Eu não era virgem mas era inexperiente. O sexo era bom, mas longe de ser o vulcão que eu desejava. Quando o namoro entrou na rotina fiquei um pouco decepcionada pois ele era sério demais. Quando ficamos bastante íntimos em relação a sexo eu queria expandir os limites mas ele não correspondia, e isso me frustrou. Aparecia de vez em quando com fantasia de sex shop (enfermeira, estudante, empregada), brinquedinhos, mas ele não dava corda e eu me sentia reprovada. No dia que eu apareci com um consolo pra ele brincar em mim pensei que ia me bater. Sá faltou me chamar de puta. Chorei e tudo. Ele exagerou e se arrependeu, mas serviu para termos uma longa conversa sobre nossa sexualidade. Percebi que nosso ?santo? sexual definitivamente não batia quando ele ficou visivelmente decepcionado quando eu contei que me masturbava fantasiando coisas loucas, tinha fantasia de fazer menage com outra garota (pra ver se botava uma pilha nele, já que dizem que todo homem fantasia isso), etc. Disse que achava que minha fantasia seria transar com ele na praia, numa cachoeira, pendurada numa corda... coisas desse tipo. Vivíamos em mundos completamente diferentes. Eu era muito mais tarada que isso, me masturbava muito mais do que confessei, assistia pornô, lia contos eráticos, e fazia sexo virtual. Eu o amava e queria ficar com ele, por isso não revelei minha verdadeira fantasia, que era mesmo fazer um menage, mas com outros homens... dois, três... quanto mais melhor!rnrnDepois de um tempo, com nossas diferenças superadas, me propôs marcarmos a data do casamento. Eu vivia num angústia danada entre passar o resto da minha vida com um príncipe encantado, que não me excitava, ou largar tudo e aproveitar a vida, pois achava que havia aproveitado pouco. Quando noivamos foi a mesma coisa mas resolvi encarar. Desta vez tomei coragem e disse que não, que era jovem e precisava de mais experiências antes de me amarrar definitivamente. Claro que foi muito mais dramático do que isso, essa é a versão simplificada. Pra minha surpresa, ele ficou desesperado e não queria me deixar. Me senti toda poderosa, pq não esperava isso! Ao final da novela, aceitei que fosse apenas um ?tempo? mas eu sá voltaria se assim decidisse, sem pressão. Foi quando minha histária começou.rnrnO baque foi tão forte que aproveitei pra dar uma guinada na minha vida. Trabalhava em um escritário de advocacia que era parceiro do escritário dele. Pensei em pedir as contas pra quebrar qualquer vínculo, mas coincidentemente fui promovida na semana seguinte. Saí de casa pra morar num pequeno apê que meus pais tinham no perto da Paulista, com a justificativa de que ficava mais perto do trabalho, mas na verdade era pra não ter que dar mais satisfações a ninguém. Me senti livre, libertada, fogosa, achando que daria vazão a todo fogo acumulado, e resolvi ir atrás do tempo perdido. Voltei a cuidar de mim, pintei o cabelo (de preto). Queria viver de baladas, viagens, diversão, paixões curtíssimas, queria realizar minhas fantasias... e queria dar muito!rnrnFiquei frustrada pq não tinha mais companhia. Algumas amigas estavam namorando firme ou já casadas, e havia perdido contato com a maioria delas por conta do longo tempo que me dediquei ao relacionamento, principalmente com minhas amigas mais piranhas da época da faculdade, a quem eu primeiro fui procurar. Acabei amargando fins de semana em casa. No trabalho não criei amizade com ninguém, até pq eu achava que todos eram espiões do ex. Depois vi que exagerei. Tinham muitos moços da minha idade, advogados em início de carreira ou aspirantes, sempre bem vestidos, muitos bonitos até, que passaram a dar em cima quando descobriram que eu estava solteira, mas nunca dei a menor brecha a ninguém.rnUm dia uma colega do inglês me contou que ia em uma certa balada famosa na região de Pinheiros. Me lembrei do nome pq uma colega da faculdade (uma do ?chifre furado?, como diria minha mãe) me contou que deu pra um cara DENTRO desse lugar. Era uma balada de dançar e tal, mas era escura pacas então rolava de tudo. Era essa mesma! Eu queria fazer algo do tipo, logo de cara, pq uma aventura memorável iria me libertar de vez. Tinha medo, mas me sentia como no momento de saltar de paraquedas: ?pula de uma vez!?. Nem tinha amizade direito com ela mas quase PEDI pra me deixar ir junto!rnrnNem precisava cuidar da depilação pq eu mantinha sempre em dia, apesar do noivo mal aproveitar (o que me deixava revoltada), mas resolvi dar uma caprichada. Deixei quase nada, sá um triangulinho BEM ralinho. Cuidei de arranjar uma roupa elegante, bem sensual sem ser vulgar: uma blusa branca que fazia um xis nos seios e deixava a maior parte das costas de fora. Uma saia clara não muito curta, mas que caía muito bem. O tecido era fininho e deixava o bumbum, que é bastante saliente, bem destacado. Caprichei na lingerie sexy e minúscula, calcinha e soutien finíssimos de renda preta, e calcei uma sandália de salto alto. Antes de sair de casa, liguei pra menina pra combinar horário e ela disse que estava indo com um visual ?muito puta?. Pra não ficar atrás resolvi tirar meu soutien. Meus seios ficaram soltos, muito mais sensuais, mas aquele negácio de ?sem ser vulgar? já não era mais tão sério.rnrnQuando nos encontramos vi que o visual ?muito puta? dela era apenas uma maquiagem pra lá de carregada e um decote maior que o convencional. Que tonta! Fiquei com raiva que junto dela estavam as 3 meninas mais chatas do mundo, patricinhas esnobes que me olhavam com reprovação. Sabe quando num grupo de meninas sempre tem a mais biscate? Acabou sendo eu, né? Mas eu não podia reclamar, afinal sá queria companhia pra sair. rnrn* * * * *rnBalada barulhenta, lotada e cheia de luzes coloridas. As meninas eram um porre! Fiquei meio de lado. Saía fora toda hora pra pegar bebida, ir ao banheiro, dar uma volta, conhecer os salões. Num desses meus passeios descobri outro salão não tão bombado de gente. Passeando por ele descobri uma passagem para um outro salão no fundo, muito escuro, com um globo e uma fraca iluminação de cor azul e roxa. Uau, acho que era o tal cantinho da putaria. Tava tudo normal, não tava abarrotado de gente, e pensei se realmente teria coragem de fazer coisas ali.rnrnNa volta encontrei uma mesinha vazia no salão do meio, pedi outra bebida, e ali começou minha noite. Dois moços encostados no bar me olhavam, um deles mais ousadamente. Sorria e comentava coisas com o amigo. Há muito tempo não passava por aquilo e me sentia uma adolescente, mas estava adorando voltar a paquerar depois de tanto tempo. Os dois muito altos, muito bem vestidos e gatos. Sorri e eles se aproximaram. Depois das apresentações o outro já estava ensaiando sua saída de cena, quando eu puxei duas cadeiras e convidei os DOIS pra sentar. Eles eram mais novos que eu. O que me olhava era o Andrei (22 anos), cabelos castanho claro e sarado, tinha um jeito de garanhão e uma cara de cachorro. O Caio (20) era bem mais alto e magro, cabelo claro quase loiro, carinha de anjo, que passava canfiança. Eram jogadores de basquete, federados e tal. Eles e mais 2 amigos vieram de Americana pra jogar num time de São Paulo. Eu tentava seduzir os dois, na verdade queria testar se minhas armas de sedução ainda funcionavam (rsrsrsr) assim poder escolher quem mais me agradasse.rnQuando a conversa apimentou eu abri o jogo e disse que era minha primeira saída depois de um longo relacionamento e tava ali pra recuperar o tempo perdido (entendessem isso como quisessem). Andrei disse brincando que viu vingança em meus olhos e que eu iria agarrar os dois se eles não se cuidassem, e eu disse ?quem sabe!? já considerando a oportunidade!!! rnrnNisso apareceu um outro amigo deles dizendo que eles tinham conseguido uma mesa muito mais tranquila numa área VIP. Era lindo de morrer! Quando fomos apresentados, Celo foi extremamente simpático, segurou minha mão e deu um sorriso lindo que me deixou encantada, e senti um delicioso perfume quando beijou meu rosto. Ele tinha 27 anos, lindos cabelos pretos e lisos, tb era alto, tinha um corpo sarado e atlético. Os dois iam recusar pra ficar ali comigo, mas me levantei rapidamente e comecei acompanhar o Celo dizendo ?oba, área VIP, que legal!?. Fomos todos pra lá. rnrnLá estava o outro amigo segurando a mesa. Era o Dil, simpático, cabelos castanhos e era atlético mas corpulento, e era o mais velho deles, tinha 29 anos, com cara de sério. Ao sermos apresentados me segurou pela mão, me olhou dos pés à cabeça, e fez um sinal de aprovação com a cabeça sem o menor constrangimento. Tinha bastante gente nessa área mas não estava abarrotada como o salão, e dava pra dançar perto da mesa. Pro meu azar o serviço de atendimento era eficiente e ninguém ficava sem bebida. Conversamos animadamente como amigos. Não sei como 4 gatos, que não teriam a menor dificuldade de se dar bem numa balada dessas, ficaram comigo por tanto tempo. O Andrei comentou brincando que eu estava ?a perigo? e que talvez agarrasse não mais os 2, mas agora os 4. Fiquei envergonhadíssima... rnrnLevantei pra ir dançar e puxei o Celo junto comigo, e já que estava de pilequinho (um pouco fingido) pretendia tirar uma casquinha dele. Dançamos um pouco separados, depois ele me abraçou pra dançarmos juntos, apesar de não ter nada a ver com aquele tipo de música. Adorei ser abraçada por homem tão cheiroso, me segurando nos braços fortes, me girando e me encoxando, passando o rosto pelo meu pescoço. Fiquei muito excitada e vulnerável. Faria o que ele quisesse alí. Quando achei que seria beijada sinto alguém me abraçando por trás. Era o Andrei. Me assustei e olhei rápido pro Celo buscando sua reação, mas ele apenas sorriu e incentivou! Eu estava acostumada com comportamento possessivo, diferente do que rolou ali, e estava curtindo a situação. O Andrei se aproveitou de mim me abraçando bastante, mas não reagi achando que estava no controle. Ficamos os 3 assim dançando abraçados, e ele disse rindo ?vc não disse que iria agarrar quantos pudesse??. Aí fiquei molinha e passamos a dançar sensualmente, com eles me encoxando e passando as mãos pelo meu corpo, costas, laterais do corpo, pescoço, barriga. Minha saia fina proporcionava um contato bem sensual. Então o Andrei sumiu. Que pena! Eu estava ficando excitada e começando a me acostumar com a ideia.rnrnEm seguida voltamos pra mesa. O Dil estava me esperando com um drink feito com tequila que havia pedido pra mim. ?Beba isto. Vai adorar!?. Depois de descansar um pouco ele me cobrou de não dançar com ele. Aceitei e ele me fez virar o copo. ?Beba tudo aqui pq vamos pro outro salão?, e chamou os outros pra irem junto pra pista. Era o tal salão que tinha uma iluminação esquisita e fraca. Gostei pq achei que aquela dancinha a 3 se repetiria em várias formações, mas o que aconteceu foi ainda mais ousado. Comecei a dançar e eles fizeram uma roda em volta de mim. Fiz uma coreografia meio sensual e debochada, meio brega, eles riam e incentivavam. Dil me puxou pra perto dele me segurando pela cintura, requebramos um pouco e me soltou, me empurrando pro lado do Caio. Ele me segurou com volúpia e levantou minha coxa, como num passo de tango. Eu tava adorando aquilo, não sá pelo efeito da bebida, mas sendo o centro das atenções daqueles machos que já tinham olhares de desejo. A coisa foi esquentando. Eles se revezavam, e quem dançava comigo não tinha a menor cerimônia em se esfregar em mim, alisar minhas costas desnudas e sentir meu corpo com as mãos. Fui agarrada por 2 ao mesmo tempo várias vezes, apertada e ensanduichada. Estava morrendo de tesão e decidi não olhar pra pessoas em volta e curtir aquilo. A roda fechava apertada em volta de mim e eu sentia o corpo de todos colados a mim ao quase mesmo tempo. De repente Dil me puxou pra um canto daquele salão que era realmente escuro, sendo acompanhado pelos outros. Dançando dentro da rodinha refeita, o álcool começou a fazer efeito, sentia meu corpo queimando e já me esfregava sem pudor neles. Decidi degustar um a um. Fui pro Andrei, peguei-o pelo pescoço, aproximando a boca da dele, sem beijar, dançando com olhar sensual. Fiquei de costas pra ele e puxei seu corpo contra o meu puxando-o pela nuca, enquanto ele beijava meu pescoço. Ele me segurou forte pela cintura pra encoxar forte e senti como estava excitado. Aquilo mexeu com meus instintos e me fez rebolar naquele pau. O Celo, que tava na minha frente, veio e me beijou na boca, aí fiquei louca de verdade. Ser beijada por ele era o meu objetivo inicial mas não podia imaginar que isso aconteceria enquanto eu era encoxada. Ele me beijava e alisou meus seios por cima da roupa. Hmmm, que delícia ser apalpada nos seios assim sem soutien. Quando beijo acabou, eu larguei eles e fui pra outra dupla. Virei pro Caio, e fiz aquela mesma dança da sedução pendurada no seu pescoço, depois me virei de costas pra ser encoxada, enquanto o Dil me bolinava pela frente. E continuei girando. Aí foi a vez do Celo, onde eu caprichei, pq ele era o meu favorito. Quando virei de costas pra ele, e era beijada na boca pelo Andrei, senti aquele pau me cutucando forte, botei a mão pra trás pra agarrar e sentia tudo na calça de sarja. E que pau! Fiquei encantada com o tamanho e a grossura dele. Na vez do Dil, o líder da alcateia, ele já veio me agarrando e beijando, enquanto o Caio me encoxava por trás. Ele me virou de forma bruta pra me encoxar com vontade, quando os outros grudaram em mim massageavam meus seios, bunda e coxas sem cerimônias. Tava uma delícia ser tateada assim naquela roupa fina que eu usava. Pensava ?meu deus, o que to fazendo??, mas não reagia, sá curtia e rebolava pra eles. No escuro me soltei mais e esfregava naquelas pirocas duras à vontade. Enquanto eles buscavam tatear minha xana com as mãos, alisando minhas coxas e levantando a saia, eu queria sentir aqueles paus com as mãos, enfiando dentro da calça ou pela braguilha que já estavam abertas. Meu deus, que delícia. Achei o máximo quando segurei 2 aos mesmo tempo, um em cada mão, enquanto era completamente apalpada. O Celo fez algo que adorei: passou seu dedo indicador nos meus lábios então chupei, e reconheci o gosto de caldinho de cacete. O safado recolheu a gotinha do pau e me deu pra chupar. Eu tava quase caindo de boca naquele cacete, mas num lampejo de lucidez parei pq ia ficar muito na cara. Andrei já me segurava pelo pescoço me puxando pro pau dele, eu tomava coragem pra ceder, os outros diziam ?é mals, vamos levá-la pra outro lugar?. Quando ouvi ?vamos pra casa!? minha cabeça rodou. Isso ia resolver o meu problema, pq eu estava morrendo de tesão, minha xana estava encharcada e eu estava desesperada pra ser comida, mas ao mesmo tempo senti medo de ir pra um casa desconhecida à mercê de 4 homens descontrolados e ávidos por sexo... o quê seria de mim?rnrnMas era tarde pra racionalizar. Meu corpo estava na febre de sexo e eu sá me deixei levar sem dizer qualquer palavra. Pagaram minha conta e quase na porta eu parei ?Espera!?. Tive a consciência de ir avisar a amiga. Ela estava conversando com um carinha com jeitinho de playboy metido. Pedi pra amiga dela avisar ?Não quero atrapalhar. Depois avisa a Lê que eu arranjei carona?. Saí dali imaginando como me dei bem em sair fora daquele grupinho, senão estaria ali sendo paquerada por um moleque desses do tipo que ?se acha?.rnrn* * * * *rnEles moravam em um apê no Sumaré e fomos todos pra lá no carro do Dil. Nem comentei que eu tinha ido de carro pra não estragar o esquema. Sentei no banco de trás entre o Caio e o Andrei. Mal o carro arrancou eles já começaram a me bolinar. O Andrei me beijava na boca e alisava minha coxa enquanto o Caio tirou meus seios pra fora e chupava com volúpia. Minha cabeça rodava. Era apenas uma fantasia muito louca que nunca poderia imaginar um dia poder realizar. Não conseguia imaginar como seria, se eu aguentaria ou se sairia inteira dessa. Eu seria o abate de 4 machos! Eu tirei os paus dos dois pra fora com a ajuda deles e punhetava devagar, apalpando e sentindo, escorregando o polegar na pontinha das glandes babadas. Eram muito grandes, principalmente do Caio! Me virei pro lado dele pra sentir aquilo na boca enquanto o Andrei alisava minha bunda e minha xana por trás por baixo da minha saia. Fiquei alucinada com aquele pau. Era o maior que eu já tinha visto. Chupei sá um pouco pq queria ir pro outro também. O pau do Andrei era muito gostoso tb, menor que o do Caio, mas maior do que os que eu já havia experimentado. Eu estava adorando isso.rnEu não estava acostuma com ?tamanho?. Meu noivo era normal, deveria ter uns 19 ou 15cm (nunca falou). Antes do meu noivo eu sá tinha transado com um namorado, que era mais bem servido, devia ser uns 18cm. Ele sim me deixava louca na cama, mas infelizmente fez umas cachorradas comigo, então o namoro durou apenas uns 3 meses, me deixando com saudades do sexo.rnrnO Celo virou pra trás e enfiou a mão entre minha coxas até chegar na calcinha e tocou meu grelo. Estremeci e soltei um longo suspiro. ?Nossa, como vc tá molhada!?, tirou o paninho ensopado de lado e começou a dedilhar. Eu abri as pernas e me larguei no banco pra dar mais acesso a ele. Ele esfregava os dedos ao redor do meu clitoris enquanto eu sentia uma boca em cada seio, e pedia pra eles me lamberem gostoso. Minha buceta estava tão molhada que os dedos escorregavam nela. Ele me masturbava igual eu mesma fazia em mim, massageando circularmente ao redor do grelo, me deixando louca. Meu gozo veio rápido e forte. Levantei o quadril, segurei nos cabelos dos dois que me mamavam, revirei os olhos e gemi suspirando profundamente quando meu corpo estremeceu. Eles ficaram alucinados com meu gozo. O Celo disse ?eu sabia que vc era uma putinha ninfomaníaca?. Nunca tinha sido tratada assim (exceto em sexo virtual) e adorei. O Dil, que tava louco de vontade sá dirigindo e apertando o pau disse ?quando chegar a minha vez vou te comer de jeito, vou gozar dentro de você, sua vadia?. ?Opa?, eu disse. ?Sem camisinha ninguém goza dentro de nada?. Foi um balde de água gelada. Eles tentaram argumentar e insistir mas não recuei. Fiquei com medo de eles contrariarem minha vontade à força. Falei ?vocês podem fazer o que quiser comigo, mas com camisinha, senão eu desço AQUI!?. Eles acabaram gostando de ouvir isso! Eu até tomava anticoncepcional mas tinha medo de doenças da promiscuidade. rnrnO Dil encostou o carro na primeira farmácia que apareceu e desceu pra comprar. Fiquei satisfeita. Se eles respeitavam isso, eram gente de bem, e eu não tinha mais medo da situação.rnrnNo elevador, que não tinha câmera, eles voltaram a me bolinar novamente, como na pista de dança, sá que desta vez sem censura nenhuma. Era um apartamento antigo e grande. Mas eu não consegui observar isso direito naquela hora. Assim que a porta foi fechada eu já fui cercada. Tinha uma boca na minha, mãos seguravam meus seios, esfregavam minha coxas, apertavam minha xana, tiravam minha roupa. 8 mãos em mim me desnudando e me apalpando vorazmente, ficou confuso! Tentei organizar afastando todos. Eu já estava sá de sandália. Foi quando eles pararam pra ver meu corpo nu. Sentia os olhares no meu corpo ali nua entre 4 machos sedentos ainda vestidos. Eles começaram a me girar e elogiar meu corpo fazendo aquela cara de babão. Fiquei encabulada e comecei a me mover sensualmente mexendo no pau deles, esfregando o corpo, enquanto murmuravam ?caralho, vc é muito gostosa?. Acho que gostaram mesmo de mim. Abaixei no meio da roda e comecei a abrir a calça do Dil, pq ele pedia dizendo que era o único que ainda não tinha ganhado nada. O pau estava de lado esmagado em uma cueca branca, com uma grande mancha de baba na glande. Alisei, grosso demais, e mordi, raspando os dentes nele por cima do tecido. Ele me segurava pela cabeça e o pau dava guinadas. Eu não aguentava mais de tanta vontade de chupar, coisa que ainda não tinha feito direito. Eu sabia fazer isso muito bem, uma das poucas coisas que meu noivo aproveitava, e queria mostrar minha habilidade. Segurei nos cás da cueca e baixei com as duas mãos, enquanto um tronco caía na minha cara. Era um monstro! Um pau grande (20cm, como descobri depois) impressionantemente grosso, reto, de pele mais escura, a cabeça era achatada e acompanhava a largura do corpo. Aquele era um cacete de verdade, muito largo e tinha um canal bem saliente embaixo que parecia um dedo. Segurei ele mas minha mão não fechava, beijei, cheirei e olhei pra ele sorrindo enquanto esfregava o polegar na babinha que saída da pontinha da glande, e ele comentou minha cara de satisfação. Arregacei a cabeça e fui com a boca recolher todo aquele melzinho que acumulava. Ele babava MUITO, e o sabor era delicioso. Era grosso mesmo e fiquei com medo do estrago que aquilo poderia fazer em mim. Enquanto chupava com volúpia senti outro pau batendo na minha cara. Era o Celo já com o dele pra fora trazendo minha boca pelo queixo ?Mama aqui tb, putinha?. Olhei pra ele e sorri aprovando aquele tratamento. Quando olhei pro pau, ainda não estava duro, mas... meu deus, era muito grande. Ele estava semi rígido ainda largado pra baixo sobre um saco com bolas impressionantemente grandes e pesadas. Quando segurei e dei umas poucas mamadinhas ele enrijeceu completamente. Aí eu comecei a rir de verdade, não sei se de felicidade ou de nervosismo (acho que os dois), mas segurava dois paus que juro que não esperava encontrar fora dos filmes pornôs. ?Será que é pré-requisito pra ser jogador de basquete??. O Celo tinha um pau lindo, grosso, cabeçudo, cheio de veias salientes, ligeiramente curvado pra cima, e era de longe o maior (24cm). Ele não babava tanto quanto o Dil mas o melzinho era delicioso. Eu engolia o tanto que podia e punhetava o restante com as duas mãos. Depois o Andrei me puxou pra ele. Ele tinha um pau de 19 pra 20cm lindo, curvado pra cima, com uma cabeça grande, maior que o corpo, bem desenhada de abas largas, e tinha o saco grande. Depois pro Caio, que tinha um pau fino e reto, e comprido (22cm), de cabeça pequena e era branquinho como a pele dele. Adorei todos e fiquei fascinada com aquilo, pq eles eram maiores do que os que eu havia experimentado antes. rnEnquanto eu chupava e punhetava os 4 alternadamente, o Andrei se ajoelhou ao meu lado e alisava minhas costas e minha bunda. Escorregava a mãos desde a nuca descendo até passar pelo reguinho até o final e tocar minha buceta. Eu estava ajoelhada com um joelho no chão e a outra apoiando o pé, então minha xota ficava exposta. Sentia ela escorrendo uma cachoeira e o grelo tava muito inchado. rnrnEnquanto isso o Caio tentava lamber meus seios, quase sem posição, mas não desistia. Me levantei e eles trataram de tirar as roupas tb, todos ali onde estávamos, a 1 metro da porta de entrada ainda, atrás de um sofá. Me colocaram deitada em cima do encosto do sofá. Era um sofá grande, com muitos lugares e dava pra deitar no encosto largo. Assim que me colocaram, caíram de boca, os quatro. Eu, de barriga pra cima, tinha bocas sugando meus seios, meu pescoço, minha barriga, coxas, tudo. Como isso é bom!!! Dil tomou a iniciativa de afastar minha coxas e cair de boca na minha xana. Tomei um choque quando seus lábios envolveram meu grelo. Pirou no meu clitáris. Falava ?Greluda safada. Olhem o tamanho do grelo dela!?. Ele me chupava maravilhosamente bem. Fazia uma sucção que o engolia todo aí relaxava e o liberava, depois sugava de novo pra dentro da sua boca, num ritmo alucinante. Sentia líquidos vertendo da minha buceta se misturando à baba da boca dele, tornando essa chupada muito prazerosa. rnrnEu não queria gozar. Queria que aquela sensação de estar sendo muito bem chupada com todas aquelas bocas no meu corpo durasse para todo o sempre. Me segurei, juro, mas não aguentei, e gozei num espasmo enorme na boca do Dil. Quando eu gozava de verdade meu corpo chacoalhava escandalosamente. Minha respiração ficava completamente fora de controle, a vibração dos meus quadris se estendiam pelo corpo todo, e quando o gozo vinha eu suspirava profundamente e gemia igual um jogador de tênis sacando. ?Você é um tesão gozando!?, disse Celo.rnrnO Caio se posicionou pra me penetrar. Seu pau se encaixou na entradinha da minha xana e ele fez o movimento. Minha buceta tava tão molhada que entrou pelo menos metade sá na primeira estocada. Parecia que minha xana sugava a rola. Eu precisava de um cacete de verdade dentro de mim. Também... quase 3 meses carente, e aquela situação toda... Quando eu tava fechando os olhos pra curtir finalmente ser fodida, os outros seguraram ele ?calma, calma, primeiro eu?. Kkk resolveram brigar pra ver quem ia me comer primeiro! Estavam discutindo pq estavam todos desesperados, como eu. O Andrei argumentou ?fui eu que conheci primeiro!? e o Caio gritou ?então sou o segundo? e a discussão recomeçou. Eu acabei decidindo que esse critério era justo e que Andrei seria o primeiro. Na verdade naquele momento eu não tinha preferência nenhuma, eu sá queria ser comida logo por quem quer que fosse. Ele vestiu a camisinha, se posicionou, puxou meu corpo pra minha bunda ficar bem pertinho do canto do sofá, minha xana ficava na altura do pau dele, segurou minha pernas levantadas. Ao invés de meter logo, ele ficou escorregando a glande entre os lábios e brincava com a baba que formava entre o toque do pau na xana. ?Olha como ela tá molhada?. Eu não aguentei mais e gritei ?me come logo, por favor! Mete, vai... mete... mete...?. O puto ainda brincou mais com o pau na portinha antes de enfiar. Ficou pincelando o pau no grelo, metia apenas a glande e depois tirava. Eu tive que apelar pq não aguentava mais. Olhei nos olhos dele e disse séria ?por favor, eu to implorando... ME FODE!?. Aí sim, ele me encarou, mordeu os lábios e meteu com vontade. rnrnAquele cacete desbravou minha vagina. Entrou quase inteiro e na terceira estocada já atingia o fundo dela. Que caralho gostoso! Parecia que ia me partir ao meio. A posição era favorável. Eu ficava completamente arreganhada e ele com o pau na posição pra penetrar completamente sem resistência. Ele tirava quase todo pra fora, até ficar sá a glande dentro, depois voltava a escorregar tudo completamente pra dentro, num movimento não tão rápido, mas vigoroso. Umas poucas estocadas e eu já tava gemendo igual quando ia gozar. Estranhava pq nunca tinha entrado em êxtase assim tão rápido, mas não conseguia me segurar. O Dil e o Celo já posicionaram os cacetes na altura da minha boca à disposição, e o Caio voltou pros meus seios (depois confessou que é encantado com eles). Eu não conseguia fazer um bom trabalho naqueles cacetes do jeito que eu sabia muito bem, mas chupava, beijava, lambia, do jeito que dava, e deixava tudo babado. E o Andrei bombando forte. Certa altura eu parei de dar atenção àqueles paus deliciosos (que pecado), fechei os olhos, e esperei o gozo chegar. O Andrei acelerou os movimentos e quando eu ouvi ele gemendo não pude mais me conter e gozei violentamente de novo. Eu gritava a plenos pulmões e meu corpo tremia tanto que sá não caí de cima do sofá pq os corpos deles me escoravam. Já tinha gozado duas vezes antes, mas estava precisando gozar assim com o pau na buceta. Sim, eu estava contando!rnrnEu nem bem abria os olhos direito e o Caio já posicionava meu corpo no sofá, ajoelhada no assento e apoiada no encosto, pra me comer por trás. Mal fiquei na posição e ele já veio vorazmente me penetrando. Ainda bem que eu já tava toda melada senão ia me machucar no desespero do menino. Ele meteu tudo de uma vez, tamanho o tesão, me assustei mas foi gostoso. Minha buceta é apertadinha (eles dizem), mas não ofereceu resistência nenhuma àquele pau fino e de cabeça pequena. Senti uma penetração profunda e firme até onde nunca nenhum pau havia chegado. Aquele pau é bem comprido. Meu corpo entrou em transe. Acho que quanto mais se goza mais o corpo quer gozar, e eu estava assim. Eu não sabia disso pq nunca tinha gozado tanto, nem em quantidade muito menos em qualidade. Os dois ainda colocavam os paus na minha boca, e desta vez eu consegui chupá-los como se deve, por causa da posição. Eles são grandes e grossos, e eram saborosos demais! O pau do Dil babava tanto que eu passava nos meus lábios como se fosse baton e eu recolhia com a língua. Eu apertava com a mão desde a base e conduzia o líquido até a pontinha, quando sorvia todo aquele caldo espesso, salgadinho e delicioso. O pau do Celo era um sonho: bonito, grande e grosso. Perfeito pra chupar mas duvidando que ia aguentar quando chegasse a hora dele. Ele me segurava pelos cabelos e fazia uma leve pressão pra eu engolir o dele inteiro. Eu me esforçava mas não chegava nem perto disso. ?Um dia eu vou conseguir!?. O menino me segurava forte pela cintura e bombava impiedosamente. Eu estava feliz de estar sendo fodida violentamente por um pau daquele. Queria sentir ele gozando dentro de mim, mas ele usava camisinha por exigência minha. Pena que o Caio gozou rápido. Quando fui reclamar ele já tinha até tirado de dentro. Meninos!rnrnEu estava no cio por causa daquela foda interrompida antes do meu clímax. O Celo veio e queria deitar sobre mim, tipo papai-e-mamãe. Eu rapidamente joguei o corpo dele deitado no sofá e me posicionei pra montar. Não ia ser fodida embaixo daquele corpo gigante furioso de tesão com aquele cacete imenso. Montando eu podia controlar. Segurei na base daquele gigante, brilhante da minha saliva, e sentei lentamente naquele caralho, engolindo deliciosamente centímetro a centímetro na buceta. Senti minha buceta completamente empalada mas ainda faltava o tanto que a minha mão segurava do pau dele. Eu tirei a mão e fomos nos ajeitando pq eu queria sentí-lo todo. Quando entrou quase todo ele ficou imável esperando minha vagina se acostumar. Sentia uma pressão de dentro pra fora, e aquela glande rombuda no colo do meu útero. Não deu tempo pra mais nada... meu corpo entrou em convulsão novamente, desta vez mais violenta. Ele me segurava pela bunda e começou a bombar rápido enquanto eu gozava sem parar. Fiquei desfalecida sobre o corpo dele enquanto ele me fodeu por muito mais tempo. Despertei com o Dil atrás de mim querendo meter no meu rabinho. Não deixei! Queria muito, mas estava assustada com o tamanho daquelas coisas. Ele insistiu, me chamando de regulada. Olhei sedutoramente pra ele e disse ?calma, vou dar bem gostoso pra você?, pra compensá-lo. Chupei um pouco mas voltei a curtir aqueles maravilhosos centímetros do Celo, que ainda não havia gozado. O Dil ao lado, assistindo a foda de pertinho, colocou o dedo no meu cuzinho e ficou brincando enfiando e tirando sá a pontinha, me fazendo entrar em transe. Nunca imaginei que fosse tão gostoso ser fodida com um dedo no cuzinho sá provocando. Ele acelerou os movimentos e falava no meu ouvido como tava gostoso me comer, e eu respondia como era gostoso ser comida por ele, por aquele cacete grosso. ?Seu amigo tá enfiando o dedo no meu cuzinho?, ?e eu aposto que vc tá gostando, né, sua vadia?? ?to adorando ser fodida assim, com um dedo no cu?, então ele não resistiu e gozou gemendo profundamente. Pena que não senti os jatos que saíam daquelas bolas por causa da camisinha. rnrnEu adorava sentir o semen quentinho dentro de mim, chegava a gozar junto. Deitei no sofá e o puxei o Dil pra cima de mim ?vem me comer, vem, gostoso?. Ele enfiou aquele pau grosso com dificuldade, apesar de estar muito molhada. Enfiava um pouco e esperava eu relaxar, demorou pra conseguir enfiar inteiro, mas consegui recebê-lo todo. Desconfortável. Minha buceta ficava esticada, e os lábios acompanhavam o movimento de entra e sai. Minha vagina começou a verter líquidos novamente, acho que pra acomodar aquele bruto. Colou a boca em meu ouvido e ficava dizendo obscenidades, me chamando de cachorra, vadia, putinha, e eu correspondia dizendo entre gemidos ?me fode de verdade, esse caralho tá me matando, me faz gozar gostoso?, e ele metia mais forte a cada frase. Agora tava gostoso pq estava bem lubrificado e comecei a gemer a cada bombada forte dele. Ele deu um urro quando gozou gostoso. rnrn* * * * * rnEstava ardida por causa das camisinhas, meu corpo estava trêmulo e minha vagina formigava. Passei a mão e senti minha xana cremosa, por causa daquela meteção toda e do tanto que eu havia gozado na noite. O Caio e o Andrei já estavam refeitos, e mal me levantei já me abraçaram um de cada lado. Eu pedi um tempo pra tomar um banho e descansar. Eles disseram ?ahhh? mas prometi que voltava. Tomei uma ducha demorada. Minha ficha não caía... 4 gatos gigantes (comparados a mim) e deliciosos... todos sá pra mim! Eu merecia! E estava orgulhosa por ter dado conta dos 4. Missão cumprida!rnrnNão tranquei o banheiro pq não fazia sentido, e quando percebi os dois taradinhos estavam entrando no box junto comigo, dizendo que eu tava demorando muito. O espaço era grande. A ducha ficava dentro de uma banheira com box, que parecia um deck. Tinha um degrau pra subir no deck, depois se descia até a banheira. Um charme. Foi uma delícia ser ensaboada por 4 mãos escorregando pelo meu corpo inteiro, abraçada entre dois corpos atléticos daqueles escorregadios me apalpando toda. Eles alisavam meus seios, as coxas, a bunda e brincavam com meu grelo, que logo começou a inchar de novo, ou nem desinchou na verdade. Meu grelo é definitivamente meu botão de ligar. Quando é tocado minha xota já ensopa acendendo meu tesão e fico louca. Não sabia que era possível depois de trepar tanto. O Andrei ficou esfregando os dedos ensaboados no meu grelo durinho enquanto o Caio me abraçava por trás segurando meus seios e escorregava o cacete duro entre meu rego. O Andrei deixou meu corpo em chamas, e quando estava quase gozando, pedi pra ele me comer ali mesmo. Ele esfregava o cacete na pontinha do grelo e nos lábios me deixando louca, quando eu implorei pra que ele metesse tudo. Ele enterrou aquele cacete de maneira lenta e vigorosa, enquanto o Caio me prendia pelos braços e pincelava sua glande ao redor do meu cuzinho. Sá não desmoronei pq estava segura, pq minhas pernas bambearam quando ele entrou inteiro até o fundo de uma vez, de tão gostoso. Claro, era a primeira vez na noite que eu sentia um cacete de verdade, sem o látex. Tirava quase todo e voltava a enfiar vigorosamente. Estava muito gostoso e eu queria gozar de novo, ainda mais com aquele cacete duro esfregando no meu anelzinho, me pirando. Sem dizer nada apontou a cabecinha no buraquinho e começou a pressionar. Se eu queria dar, mas tinha medo daqueles cacetes imensos, a hora era ali, chuveiro, com sabonete e jeitinho. Aquele pau era enorme mas era o mais fino deles. Perfeito. Resolvi deixar. A cabecinha passou fácil e eu comecei a gemer. Mas quando ele empurrava o restante o pau dele desencaixava. Ele era muito alto e naquela posição ficava difícil, ainda mais com o outro já me comendo e dominando meu corpo. Quando comecei a gemer ronronando, o Andrei anunciou que ia gozar, então lembrei assustada que ele não usava camisinha. Tirei o pau dele de dentro na hora certa, e ele gozou um jato forte, caudaloso e espesso na minha barriga. Que desperdício aquele leitinho perdido, pensei. Queria ter tomado ele na boca ou no fundo da vagina. Aí o Caio saiu de trás de mim, sentou na beira da banheira e me puxou pra cima. Que pena, estava gostando, agora que achei que poderia me dedicar a experimentar aquele pau no meu rabinho, ele desistiu. Acho que ia curtir experimentar duas pirocas em mim ao mesmo tempo. Ele era muito tarado e não tinha a paciência que eu precisava.rnrnAquele pau comprido apontado pra cima... montei, colocando os seios na cara dele, que me mamava com verdadeira devoção. O Andrei ensaboou minha bunda e ficava esfregando a mão no meu reguinho enquanto eu rebolava tentando em vão engolir aquele pau todo. Ele enfiou um dedo ensaboado que escorregou fácil. Meu corpo acendeu na hora e eu comecei a gemer. Tava começando a gostar desse troço de estímulo anal enquanto tomava na buceta. Caio me segurava pela bunda e me jogava pra cima pra eu engolir aquele cacete todo. Ele fez uma careta e começou a bombar forte, do jeito que dava. Estava esperta de sair de cima antes de ele gozar, pq ele não usava camisinha. Acontece que eu não tinha gozado ainda nessa segunda rodada e já tava ficando descontrolada. Quando ele anunciou o gozo, quase perdi a hora de sair de cima, pq não conseguia me apoiar no piso molhado, e pq estava querendo gozar tb.rnrnMe enxuguei correndo e fui pra sala. Estavam o Celo e o Dil largados no sofá de cuecas e tomando cerveja. Quando me viram sorriram e me chamaram pra sentar perto deles. ?E aí, putinha? Veio atrás de mais rola peladinha assim, né??. Falei ?quero, mas parece que vocês não estão a fim?. O Dil disse ?a gente tá afim sim, mas vamos relaxar primeiro?. ?Relaxar??, pensei. ?No fogo que eles me deixaram??. Sentei entre ele, tomei um pouco de cerveja geladinha dos copos deles, e sem cerimônias já fui esfregando aqueles dois cacetes ao mesmo tempo por cima das cuecas. Eles responderam rapidinho. ?É uma vadiazinha mesmo?. Eu estava com tesão de verdade, desesperada. Esfregava aqueles cacetes olhando fixamente nos olhos, um de cada vez. O do Celo endureceu primeiro e eu já botei ele pra fora e caí de boca. Mamei muito, mamei forte, mamei gostoso. Botei a bunda na cara do Dil pra ver se ele me atacava e não deu outra. Ele enfiou o polegar na minha xana molhada e ficou rodando aquele dedo dentro dela enquanto o resto da mão pressionava meu grelo, me fazendo molhar ainda mais. O saco do Celo já tava todo melado de tanto que eu babava. O Dil abriu minha bunda com a outra mão e começou a lamber meu rego. O Dil deixava a língua pontuda e dura e ficava desenhando um círculo ao redor do meu cuzinho, subia e descia pelo meu reguinho, ia de um lado pro outro. Encostava a língua levemente no meu anelzinho e tirava pra lamber outra parte. Me judiando até que pedi ?pelamor... enfia logo a língua no meu cuzinho?. Até que pás a ponta da língua no meu cu e ficou enfiando sá nele. Nossa, que delícia! Eu piro com isso mas era muito carente. Meu noivo fez algumas poucas vezes, depois de eu praticamente implorar. Ele obviamente não curtia então eu nem pedia mais. Dil passou a foder o meu cuzinho com a língua, cada vez mais profundamente, e eu nem dava mais atenção ao coitado do Celo. Virei pra ele e pedi :rn-Me come, por favor!rn- Quer que eu coma seu cuzinho?rn- Não, fode a minha buceta. Com vontade!rn- Mas eu quero comer seu cuzinho. Quando vai dar ele pra mim?rn- Prometo que dou, mas não agora. Agora eu preciso de uma cacete grosso e gostoso como o seu fodendo a minha buceta.rnrnNem me reconhecia falando assim, mas o efeito disso nos homens era devastador, e eu era atendida prontamente. Ele vestiu o preservativo e colocou tudo brutamente. ?Aaaai?, gemi alto, quando aquela tora entrou me abrindo. Parecia que eu estava sendo deflorada naquele momento. Com umas poucas estocadas aquele bruto já se ajeitava completamente no fundo da minha vagina. ?Mete forte? eu pedia alucinada. Ele segurava na minha bunda e dava trancos no meu corpo. Voltei pro pau do Celo. Apesar de estar sendo chacoalhada queria dar a merecida atenção que aquele caralho delicioso merecia. Ele segurava na minha cabeça e pressionava levemente pra baixo, pra eu engolir o máximo possível, que era muito pouco. Punhetava com as duas mãos, brincava com seu saco. Até que levantei meu corpo e pedi pra ele lamber meus seios. Meu gozo estava vindo e queria gozar sendo mamada. Gozamos praticamente juntos e desfaleci. O Celo segurou meu corpo em seus braços (eu parecia uma criança nos braços dele) e ficava me fazendo cafuné pedindo ?e eu? tb quero...?. Sem abrir os olhos (estava realmente cansada) sentei naquele pau em riste, de costas pra ele, e comecei a rebolar, encaixando e tentando engoli-lo, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro e requebrando. Ele adorou a visão. Sabia fazer isso muito bem pq meu noivo adorava. Me agarrou pela cintura e conduzia meu sobe e desce naquele cacete. Ele me preenchia completamente, sorte que minha buceta estava ensopada. Ele gozou logo pq eu já havia deixado ele louquinho com o trabalho que fiz com minha boca. rnPedi uma manta e me enrolei nele do jeito que estava, deitei no sofá e pedi licença pra dormir. Eles apagaram a luz e me deixaram.rnrn* * * * *rnAcordei cedo com barulho e claridade batendo na minha cara, cedo pra hora que fui dormir. Eu estava sozinha na sala. Tentei voltar a dormir mas não parava de pensar em toda essa aventura que tinha rolado, na sorte de ter conhecido QUATRO caras do bem, gatos e tesudos. Não sá aguentou todos, como fiz 2 vezes! E no quanto eu gozei, 5 vezes, não pela quantidade mas pela qualidade. Não tinha experiência de sentir prazer nesse nível. Sexo pra mim já estava na rotina, na necessidade fisiolágica. Fazíamos sexo silencioso, apenas com suspiros. Não digo que não gozava, mas era sá nas especiais. Gozar tanto assim e em seguida, meu corpo não conhecia, e teve um efeito devastador em mim. Fiquei tesuda, safada, querendo muito mais. Eles estavam loucos pra gozar em mim, e eu tb desejava isso (adoro sentir), mas não podia deixar que eles descobrissem, senão não conseguiria segurar isso por muito tempo. Enquanto tivesse consciência não ia permitir, a não ser que passasse a confiar neles. Eles tb queriam comer meu cuzinho. Dei poucas vezes na minha vida. Meu ex-namorado, aquele cachorro, era fissurado. Topava mais pra agradá-lo mas ele era muito afoito e me deixava machucada. Meu noivo pedia mas eu regulava, por causa da experiência ruim com o ex-namorado. Um dia cedi com a promessa de que fosse muito delicado. Meu medo acabou atrapalhando o tesão. Muito tempo depois fizemos de novo. Ele foi tão delicado com medo de me machucar que ficou chato. O pau dele perdeu a rigidez no meio e foi um desastre tão retumbante que nunca mais tentamos. Mas não podia segurar isso por muito tempo entre 4 homens tarados! Nem eu queria passar por uma aventura dessas sem tentar. Queria ser a putinha completa! Ainda mais que aquela brincadinha no chuveiro me deu coragem. O problema eram os tamanhos, e o desconforto da camisinha, que me deixava irritada.rnrnLevantei, vesti uma camisa que estava largada no canto da sala. Era do Celo, reconheci pelo perfume gostoso. Parecia um vestido em mim. Não quis vestir minha calcinha melada, então a guardei na bolsa. Dei uma passeada de reconhecimento pelo apê. Eles dormiam nos seus quartos, o Caio e o Andrei no primeiro com duas camas de solteiro, o Celo sozinho num quarto igual tb com duas camas, e o Dil no quarto do fundo, que era um quarto maior com uma cama de casal. Faminta, resolvi preparar uma mesa de café da manhã especial pra eles em agradecimento. Fucei na cozinha e caprichei. Nada luxuoso (até pq não tinha nada especial no apê de 4 homens), mas montei uma mesa bonitinha. O toque feminino que o lugar estava precisando. Fiz um bilhetinho bonitinho com meu número de telefone, agradecendo e dizendo que tinha adorado tudo, que seria inesquecível pra mim e tal, e tava pegando minhas roupas pra ir quando o rnrnCaio apareceu no corredor. Parecia uma assombração. Cabelo desmanchado, de cueca, olhando com cara assustada e sem responder... acho que tava dormindo em pé. Mal cheguei perto dele ele me abraçou já me apalpando toda. Ele era um moleque tarado. Depois de um longo abraço, sem dizer nada, me virou e me abraçou por trás, abraçou meus seios por debaixo da camisa e percebi que não ia soltar mais. Não pensava em transar aquela hora, mas aquelas mãos, sentindo o pau endurecendo e cutucando minha bundinha por baixo da cueca... até que não seria uma má ideia. (rsrsr) Não era do meu feitio ser uma ninfomaníaca, mas acho que gozar tanto acendeu meu corpo e me fez querer aproveitar ao máximo aquele playground de homens! Eu já enfiava a mão dentro da cueca procurando aquele cacete duro e botando pra fora. Quando ele tocou meu grelo com os dedos ele já tava ensopado. Um minuto depois estávamos fodendo de novo no sofá, eu sentada no encosto virada pra trás, e ele em pé metendo e me mamando igual um bebê. Quando gozou disse ?que delícia acordar assim? e me mostrou a camisinha cheia. rnrnO Dil estava na porta da sala olhando tudo, olhava pra mesa posta na cozinha, olhava pra mim, pelada e recém comida, e disse ?vc ainda tá aí? Pensei que tivesse ido embora?. Foi um balde de água fria. Eu disse ?sá vou tomar um banho e já vou?. Quando saí do banho, tava um silêncio. Percebi que o Celo e o Andrei ainda dormiam e o Dil e o Caio deviam ter saído. Achei que podia tirar uma casquinha daqueles dois antes de ir, já que nunca mais os veria. Estava enrolada na toalha e entrei no quarto com duas camas onde o Celo dormia sozinho. Dormia de cueca semicoberto com um lençol, de barriga pra cima. Ele tinha um corpo maravilhoso. Alisei aquele peitoral definido e ele se mexia, mas ainda ferrado no sono. rnrnComecei a alisar aquele volume sobre a cueca. Demorou pra perceber o que estava acontecendo, sem abrir os olhos sorriu, e o pau começou a endurecer. Abocanhava aquele pedaço de carne e esfregava os dentes de leve por cima do tecido da cueca, sentindo o formato dele, cada detalhe do desenho da glande. Uma gotinha começou a melar a cueca na ponta e eu passava a língua. Puxei a cueca e aquele poste subiu cambaleando diante do meu rosto. Abocanhei e mamei aquele cacete, que ficava cada vez mais duro. Como mamei! Sem dá, sugando tudo, babando, lambendo o saco, fazendo sucção na cabecinha sorvendo o caldinho dele. Fiquei muito tempo naquele boquete e ele imável sá permitindo eu satisfazer minha tara por chupar um caralho delicioso como aquele. Segurei com as duas mãos e punhetava junto. Aí ele pirou e resolvi judiar. Qdo ele dava sinais de gozar, eu parava de punhetar e ficava sá sugando a cabecinha e sá voltava a punhetar quando ele se acalmava. Fiquei nesse ciclo até ele perder o controle, gemendo muito e tentando segurar minha cabeça. O gozo dele veio forte acompanhado de um gemido gutural. Que delícia fazer um macho gozar assim. O primeiro jato acertou no céu da minha boca mas eu cuspi. Fechei a boca mas fiquei com a cara ali recebendo todos aquele jatos quentinhos até acabarem. Ele gozou vários jatos espessos, era muita porra na minha cara, pescoço, escorrendo pelos seios e pelas coxas e saco dele. Que desperdício. Adoraria ter degustado aquela porra.rnrnEle disse que ia ficar um pouco mais na cama. Quando saí com a toalha na mão encontrei o Andrei no corredor. Não sei se foi coincidência ou se ele estava nos espiando. Ele estava pelado, o safado. E eu tb! rsrsr Ele perguntou ?onde vc vai assim toda gostosa??, então respondi que ia tomar banho. ?Me acompanha??. Eu não precisava de banho, tinha acabado de tomar, mas precisava de rola... eu tinha feito dois gozarem mas eu não tinha gozado. Sá queria arrastá-lo pro chuveiro e repetir aquela foda que foi tão gostosa. Liguei o chuveiro e quando olhei pra trás ele já estava excitado. Segurei e senti o pau duríssimo. Que delícia deixar um homem excitado assim! Tomei a iniciativa de beijá-lo na boca voluptuosamente. Eu estava afoita. Ele esfregava meu corpo inteiro com as mãos e eu sentia aquele cacete duro espetando minha barriga, minhas coxas. Pedi pra ele sentar na beirada da banheira pq eu queria montá-lo mas ele queria brincar um pouco com meu corpinho. Me ensaboou inteira e ficou me esfregando toda, explorando cada centímetro do meu corpo com as mãos. ?Caralho, como você é GOSTOSA!? falou de boca cheia, agarrando meus seios por trás, esfregando os mamilos ente os dedos deliciosamente, e com o cacete latejando alojado nas minhas nádegas escorregadias. Nossa, como fiquei excitada! Adorei ouvir essa frase, e em retribuição respondi ?gostou do meu corpinho, é? Vc pode usufruí-lo do jeito que quiser. Ele é seu!?rnrnAjoelhei, tirei o sabão do pau dele e comecei meu boquete. Queria dar o máximo de prazer possível àquele homem e satisfazê-lo de todas as formas. Mas ele não queria gozar na minha boca, quando o tesão intensificou ele me colocou de bruços apoiada na beirada da banheira com pernas afastadas, ?quero te comer, tesuda?. Eu estava tesuda mesmo. Estava louca pra ser penetrada assim por trás por aquele macho gostoso. Disse ?vem, me come meu gostoso, fode a sua tesuda?. Estava fora de mim. E ele me comeu com gosto. O pau dele entrava completamente e saía quase todo. Adorava o jeito que ele metia. Gozei e já estava quase no segundo gozo quando ele foi desacelerando os movimentos. ?Não pára agora? implorei, mas ele disse ?deixa eu comer sua bundinha??. Eu estava ofegante de tanto tesão que sentia. No chuveiro, com o corpo ensaboado... ?Débi, chegou sua hora!? pensei. Ainda mais que era com o menor pau daquela gang. Se fosse um daqueles cavalos talvez eu recusasse. Mesmo assim era um senhor cacete, maior dos que eu tinha conhecido na vida. Disse que sim na condição de que ele fosse muito cuidadoso e que lubrificasse bem. Ele começou a alisar meu anelzinho circularmente até ele relaxar e poder enfiar a ponta do dedo. Eu ia conduzindo dizendo ?enfia? e ?para? até ele enfiar dois dedos inteiros e ficar brincando no meu cuzinho. Assim tava gostoso. Enquanto isso eu ensaboava aquele cacete. Ele tava latejando de tão duro, não meia bomba como meu noivo. Pincelou aquele caralho duro pelo meu rego pra cima e pra baixo. Não conseguia abrir as nádegas pra ajudá-lo pois estavam escorregadias, mas não precisou. O pau dele ia deslizando pela minha bunda lentamente, até atingir meu cuzinho, e foi cutucando e abrindo o anel já relaxado. A cabecinha entrou gostoso... adorei a sensação... mas depois parou de entrar. Ele já estava forçando impaciente e eu incomodada, forçando sem entrar, quando mandei parar. Mandei ele deitar no chão e me posicionei pra subir em cima de costas pra ele. Eu tinha que conseguir de qualquer jeito, ajoelhada ia sentar controlando, e queria lhe dar o prazer de ter uma boa visão vendo minha bunda por trás, coisa que deixava o meu ex namorado, o cachorro, maluco. Ele segurou seu pau apontando pra cima e eu sentei até a cabecinha entrar. Depois fui forçando corajosamente e aquele cacete foi sendo engolido centímetro a centímetro até o final (ou quase). Foi gostoso sim, mas o mais gostoso foi dar prazer a ele, pois gemia gostoso, falava sacanagens, segurava minha bunda, ?porra, que bunda gostosa, perfeita?, ?que delícia ver sua bunda engolindo meu cacete inteiro?, ?senta nesse caralho, sua putinha?. Comecei até rebolar e ele me mandou parar pq não queria gozar ainda. Me colocou ajoelhada me apoiando na beira da banheira de novo, e voltou a me penetrar por trás. Avisei ?qdo for a hora vc tira e goza fora?, ele começou a argumentar pq queria gozar dentro, e eu emendei ? vc goza dentro eu vou embora e vc NUNCA MAIS me vê. Se fizer do meu jeito vai poder me comer sempre?. Ele levantou meu corpo pra acessar meus seios, colou o corpo no meu e metia seu pau inteiro agora escorregando pela minha bunda adentro. Tava uma delícia e eu esfregava meu grelo pra gozar. Percebi que ele tava segurando gozo pra curtir mais minha bunda difícil. Pedi pra ele gozar. Queria que ele tirasse pq meu cuzinho inexperiente já tava ardido. Ele tirou no último segundo e senti ele gozando na minha bunda e nas costas. Também gozei deliciosamente naquela minha siririca quando senti os jatos na minha pele. Depois ficou alisando minha bunda espalhando aquela porra nela toda. Estava satisfeita e orgulhosa. Mais uma missão cumprida! Pedi pra ele deixar eu terminar meu banho sozinha ?senão eu não paro de dar e não vou terminar esse banho nunca? rsrsrsrsrrnrnApás o banho fui pra sala enrolada na toalha e estavam os quatro conversando, o Dil com meu bilhete nas mãos. Peguei minhas roupas e minha bolsa e me perguntaram aonde eu ia. Avisei que iria embora pra casa. Respondi que ia descansar e sair com uma amiga à noite, mas na verdade eu ia ficar sozinha largada até a hora de dormir. Então me convidaram pra passar o resto do dia ali. ?Mas não era pra ir embora?? perguntei olhando pro Dil. Ele falou que entendi errado, não era nada disso e tal. Os outros ficaram insistindo ?vamos pra piscina, depois a gente sai?. Então topei. O Dil trouxe um bikini do seu quarto, eu nem perguntei de quem era. rnrn* * * * *rnNão tinha ninguém na piscina do prédio, deitamos ao sol e ficamos batendo um papo agradável e bebendo cerveja, sá o Celo não desceu. O Caio e o Dil, que estavam na água brincando com uma bola me chamaram pra entrar e o Andrei subiu pro apê. Brinquei um pouco com eles de bobinho. O Caio taradinho não perdia a chance de abusar de mim, e eu deixava com naturalidade, pq já estava animada. Comecei a agarrar ele tb pra pegar a bola, mas quando eu agarrava o Dil ele saía fora. Uma hora ele me agarrou por trás pra tirar a bola de mim mas eu não deixava sá pra provocá-lo com aquela encoxação. Ele ficou me encoxando por mais tempo que o necessário e percebi o pau dando sinal de vida na sunga. O Caio tb já estava animado. Eu dava um jeito de mexer no pau dele sempre que dava. Quando eu abraçava o Dil percebia que ele ficava constrangido e olhava para as janelas do prédio, mas não resistia qdo eu pegava no pau dele, e deixava. Então sempre que vinha tirar a bola de mim, dava um jeito de não me abraçar muito, mas sim de encaixar seu pau na minha bunda com as polpinhas de fora pq o bikini ficava enterrado. ?Safado? eu dizia. ?Não resisto, sua bunda é muito gostosa!?, e eu respondia ?não resista.? Então ele falou pra sairmos da piscina e irmos comer. No elevador eu pegava no pau deles sem resistências. Mal entramos no apê ele me puxou pelo braço pro seu quarto, baixou a sunga, mostrou o pau duríssimo e pediu pra chupá-lo. Eu não podia negar, olhava pro volume que aquela tora fazia na sunga e salivava. Ajoelhei no chão e mamei aquele cacete com ele em pé mesmo. Ordenhava o pau e chupetava a glande pra sair mais daquele caldinho delicioso em que eu tava ficando viciada. O Caio veio atrás e qdo eu vi ele já estava pelado ao meu lado com o pau apontando pra minha cara. O Dil resmungou mas não mandou ele embora. Parecia que todos eles eram parceiros na sacanagem, ou pelo menos já tinham conversado sobre isso. Sem largar o do Dil com uma mão, com a outra eu segurei no saco do Caio e abocanhei o mais que eu podia, deixando toda a extensão daquele caralho molhada, e passava a língua na cabecinha como num beijo. O Dil me fez voltar pro dele me segurando pela cabeça. Mais um minuto e o Caio reclamava. Então resolvi fazer o Caio gozar pra poder me dedicar ao Dil. É fácil fazer ele gozar rápido, masturbando aquele pau com as duas mãos sugando bem forte com a boca. Rapidamente ele avisou que ia gozar então tirei a boca e terminei numa punheta rápida e forte, fazendo os jatos espirrarem forte no meu pescoço e no meu cabelo. Então eu fui caprichar o boquete do Dil. Era meio que a compensação por ele ter me convidado pra ficar. Eu fiz uma chupeta exatamente como tinha feito na noite anterior, punhetando e chupando forte até ele dar sinais de que ia gozar, qdo então eu relaxava e ficava sá chupando de leve, esfregando o cacete na minha cara, lambendo. Adoro judiar assim e deixar os caras malucos. Ele implorou e fui até o fim, fazendo ele derramar aquele sêmen espesso na minha cara toda, melando meu queixo, minhas bochechas, meu nariz, tudo. Fiquei com a cara toda lavada de porra tamanha a quantidade. Ele ficou visivelmente satisfeito. Aí tomamos banho (eu sozinha, senão não ia dar) e saímos todos pra almoçar.rnrn* * * * *rnFomos todos de carro pra uma hamburgueria ali perto. O Dil pegou uma bermudinha jeans do seu armário misterioso que tinha roupas de mulher e eles me emprestaram um camisa deles. E fui sem calcinha. Ficamos um tempão no restaurante, comendo, bebendo, batendo papo e rindo. Gostei que fiquei sentada do lado do Celo, que me tratava como a namoradinha dele. Me contaram que vieram pra São Paulo pra jogarem basquete em um clube (não importa o nome) mas apenas o Andrei e o Caio se dedicavam exclusivamente. O Dil já tinha parado e se dedicava a tocar a filial de uma loja de carros da família na capital. O Celo ainda jogava, mas era sá por hobby, pq tb trabalhava com carros. O Caio tinha 2,05 de altura, o Celo 1,98, o Dil 1,95 e o Andrei era o mais ?baixinho? com 1,89. Eles eram bem práximos. Celo era primo do Andrei e meio parente do Dil. Caio morou na mesma rua de algum deles, e eles todos o conheciam desde que nasceu.rnrnDaí deu um cinco minuto no Caio pq ele queria voltar pra ver futebol na TV. Mal chegamos o Caio ligou a TV e se instalou no sofá ocupando quase todos os lugares. O Celo juntou uns almofadões pra deitarmos no chão, entre o sofá e a TV. O Dil pediu licença e foi pro quarto dele assistir na TV dele e dormir. Eu deitei entre o Andrei e o Celo. Pensei ?que saco ver futebol qdo podíamos estar aproveitando melhor o tempo!?. Eles sá voltaram a me dar atenção no intervalo do jogo. O Celo me beijava e conversava comigo mexendo nos meus cabelos, sem sacanagem sá com ternura. O Andrei me abraçou por trás me encoxando e alisava meu corpo. Mas quando o segundo tempo começou voltaram a me largar. ?Que saco!?. Não dá pra competir!rnrnQuando aquele jogo chato e empatado estava quase acabando, e os dois já não estavam mais tão entretidos assim, começaram a me fazer carinhos, enroscar as pernas nas minhas, e quando fui ver o Celo já tava e beijando de língua. O Andrei alisava meu corpo, mesmo eu estando de costas pra ele. Me beneficiei desse companheirismo deles em repartir o pão... rsrsr. Passava a mão nos meus seios por debaixo da camiseta e tentava enfiar a mão na minha bermuda mas era apertada. O Celo abriu o botão pra facilitar pro amigo tirá-la fora. Beijava as laterais do meu corpo, minhas coxas, a bunda, levantou minha perna e começou a dedilhar minha xana. Já estávamos íntimos o suficiente pra eles fazerem o que quisessem com meu corpo sem nem pedir, e eu estava adorando essa intimidade. Eu logo estava molhada e ele brincava com meu grelo saliente pela posição. Aí eu virei pra ele e ele já estava de pau pra fora. Segurei e punhetava devagar enquanto ele me beijava na boca. Agora era a vez do Celo curtir meu corpo por trás. Encaixou a cabeça entre minha pernas e chupetava meu grelo deliciosamente. Deixava ele bem molhado e esfregava seus lábios, tentava pegá-lo com a boca e deixava escapar, me provocando espasmos. Arrumei meu corpo pra conseguir chupar o Andrei. Não era um boquete pra fazê-lo gozar. Ali EU curtia explorar cuidadosamente o formato daquele pau perfeitinho. Deixava ele todo babado e com os lábios sentia as abas da glande, descia a boca até a base, chupava as bolas, subia de volta pra cabeça, enfiava a língua na buraquinho... Tava um delícia chupar e ser chupada. Me satisfaço tranquilamente sá com sexo oral. Adoro! O Celo me pediu pra chupá-lo, então formamos um 69. Aquele pau apontado pra cima era a minha perdição. Continuei chupando igual, devagar... deixava a glande toda babada e sentia com os lábios o formato daquela cabeçona, degustando o caldinho delicioso. Ele me chupava vorazmente e alisava gentilmente minhas coxas e a bunda (depois me confessou que as adorava). O Andrei se posicionou atrás de mim e enfiou a cara entre minhas nádegas. Deu algumas lambidas no rego e já enfiou logo a língua no meu cuzinho. Isso realmente me deixa louca! Até perdia a concentração em chupar o Celo. Fechei os olhos e fiquei sá curtindo aquelas duas bocas em mim. O Celo mamando meu grelo deliciosamente e o Andrei enfiando a língua no meu cu. Ele enfiava o máximo que conseguia depois tirava num ritmo lento me fazendo ir ao céu. Por mim ficaria ali até o dia seguinte. Ficamos muito tempo assim, a meu pedido. O Caio percebeu que não tinha sobrado espaço pra ele, ficou assistindo um pouco, mas depois saiu, respeitando aquele momento delicioso entre a gente. O Andrei parou de me lamber e senti ele pincelando seu pau no meu cuzinho, como que pedindo autorização. Ele chegou a enfiar, e como eu não protestei ele se sentiu autorizado. Eu não era nem louca de regular nada naquela hora, tendo o grelo habilmente mamado. Então ele rapidamente saiu e voltou com um gel lubrificante, e começou a passar aquilo em mim. Fez uma penetração delicada e aguentei tudo bonitinha. Aliás adorei, tanto o gel quanto a sensação de ser penetrada sem dor. O Celo saiu debaixo de mim e assistiu o amigo acelerar os movimentos pra gozar. Sem eu dizer nada ele tirou na hora e gozou nas minhas costas de novo. Eles estavam ficando domesticados! rsrsr Ele limpou aquela porra toda com a prápria camiseta. O Celo disse ?também quero. É minha vez!?, mas eu proteste ?tá louco? Olha o seu tamanho. Fora que não vou aguentar dois na sequência?. Mas ele insistiu, fez chantagem emocional e prometeu ir devagar e pararmos se eu quisesse. Fiz uma força pra não recusar e deixei, mas com a condição de que eu fosse por cima pra conduzir. Ele me encheu de lubrificante e passou no pau tb. Deitou no tapete, coloquei meus joelhos por fora das pernas dele com a bunda virada pra ele, e vim sentando devagar. Ele pincelava aquela cabeçona no meu anelzinho, enfiava um pouquinho e tirava, e estava uma delícia, acho que pq eu já estava um pouco laceada da foda anterior. Vim sentando cada vez mais até hora que parei ?sá até aqui?, e ele reclamou ?não foi nem um terço?. ?Azar o seu!?. Mas brincamos gostoso assim, pelo menos pra mim, e ele tb deve ter curtido, pq não parou de apertar minha bunda, dizer que adorava ela e dar uns tapinhas. Aí ele ficou selvagem, me tirou de cima, e se posicionou pra terminar de me foder de 4. Nessa posição eu não mais controlava, então supliquei pra ele não me machucar. Pedi tb pra ele colocar a camisinha, pq eu não tinha autoridade sobre ele como tinha com o Andrei. Ele vestiu o preservativo, me lambuzou mais com o gel e montou em mim. Foi gentil algumas bombadinhas apenas, pq quando se empolgou ele enfiou com vontade que vi estrelas. Senti o pau dele deslizando pelo meu reto adentro, uma boa porção a mais. Eu gritei e choraminguei pra ele tirar e ele me fez colocar a mão pra comprovar que não tinha ido tudo ainda. Realmente ainda faltava cerca de um terço. Mas ele se contentou em não passar dali e eu fui relaxando e aguentando firme e forte. Queria me superar e um cacete daquele tamanho era a prova final! E, passado o susto, eu estava até gostando. Eu estava agora me esforçando pra superar um antigo medo de sexo anal, sá por estar no meio daquela sacanagem com vários machos me fodendo luxuriosamente. Eu estava virando uma devassa! Comecei a gemer por causa do ritmo acelerado, sentindo aquele caralho mostruoso tentar se aprofundar cada vez mais no meu reto. Percebi que ele tinha desrespeitado o limite quando sentia as bolas batendo, sinalizando que tinha entrado tudo, mas eu tava gostando. Sentia aquela cabeçona rombuda deslizar dentro de mim. O Celo arfava segurando minha cintura, dava tapas na minha bunda e dizia ?vou gozar na sua bunda, sua vadia?, e se veio num gozo durante um urro longo e profundo, me deixando orgulhosa por estar fazendo-o gozar tão gostoso no sexo anal, que era meu tabu. Deixou a cabeça sobre minhas costas pra descansar e perguntou com eu estava, se tinha aguentado bem. Eu sorri ?foi difícil mas to viva?. Então ele tirou aquilo tudo de dentro de mim e tive a sensação de que eu estava vazia por dentro. Quando levantou me disse ?agora sim você é uma puta de verdade!?.rnrn* * * * *rnBotei a roupa logo senão eles não iam mais parar de me comer. Ainda bem que o Caio não viu aquilo senão ele ia querer aproveitar meu cuzinho tb. Anunciei que precisava ir embora e eles falaram pra eu pedir pro Dil me levar até meu carro. Me limpei e fui até o quarto dele chamá-lo. Ele estava cochilando com a TV ligada, descoberto, sá de cueca. Quando entrei ele despertou então perguntei se aquela proposta de me dar carona estava em pé. Ele disse ?deita aqui comigo que eu vou te mostrar o que vai ficar de pé?. Safado! Eu estava exausta. No meio daquele sexo anal todo eu não tinha gozado, e precisava de pau dentro de mim, então parto pra saideira. Alí percebi que virei uma puta! Tirei a bermuda e deitei meu corpo por sobre o dele. Ele me beijava na boca e alisava minha bunda, minhas coxas com sofreguidão. Estava tarado com meu corpo ali a seu dispor. Senti o volume do seu pau se formando abaixo da minha xana. Tirei sua cueca e voltei a deitar por cima, posicionando minha xota em cima do seu pau e o sentia ao longo dos lábios. Ela logo se molhou toda e eu esfregava circularmente em cima dele. Escorregava pra cima e pra baixo por toda a extensão daquele cacete. Era deslumbrada pela grossura. Segurava minha cintura tentando controlar meus movimentos e dizia ?assim vc vai me matar de tesão

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