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MENINA PERVERSA - 03 - NA COZINHA COM PRI E RÊ

Passei no meu quarto e peguei um cobertor limpo, mas quando cheguei na sala, porém, a TV estava desligada, para meu pesar. No curto espaço de tempo em que estive lá em cima com Carolzinha, eu pensei em mil loucuras que poderiam ser feitas com Pri debaixo do cobertor naquele mesmo sofá. A idéia de minha filha caçula, melhor amiga de Pri, estar por perto não me dissuadia, pelo contrário, me deixava ainda com mais tesão.



Ouvi vozes na cozinha, havia risos também. Quando cheguei, vi Pri e Renatinha juntinhas de costas para mim perto da porta. Ana Paula estava ocupada com as panelas.



Sentei-me na cadeira, pertinho de onde as duas estavam e comecei a conversar com elas, mas minha mão se esticou até tocar na perna de Pri, que sorrindo, chegou mais pertinho de mim.



Minha mão subiu lentamente pelo lado interno de suas coxas onde senti um filete melado. Ela estava tão molhadinha que seu suco já começava a escorrer pelas pernas. Meio desajeitado e com a mão esquerda, eu tirei meu pau para fora e já começava uma punhetinha lenta, enquanto minha outra mão se esgueirou por baixo da sua mini-saia. Ela estava sem calcinha e, tomei um susto quando percebi isso. E quando comecei a bolinar sua xoxota, ela levou a mão para trás e levantou a sainha para me mostrar sua bunda. E que bundinha linda ela tinha. Atravessei seu rego com meus dedos e, ao fazer isso, ouvi um gemido completamente tesudo e involuntário sair da sua boca. Foi tão forte e tão cheio de desejo que a conversa imediantamente parou e Ana Paula chegou a olhar para trás, para saber o que acontecia.



Estávamos meio que congelados na cena. Ela com a saia completamente levantada, mostrando a bundinha tesuda. A Rê abraçada nela, olhando com espanto para a amiga. Minha filha mais velha com a colher na mão e ar meio assustado, olhando para trás. E eu bolinando a bundinha daquela ninfetinha ruiva, a melhor amiga de minha caçula.



Elas olhavam para Pri, mas não enxergavam minha mão, escondida pela mesa e pelo seu corpo, metida na sua bunda. Minha respiração ficou ofegante em expectativa. Se havia um momento em que tudo poderia ir pra casa do caralho, era aquele. Se Renatinha olhasse para trás ou se sua mão escorregasse da cintura da amiga, ela sentiria a mão do seu papai na bundinha de sua amiguinha e a merda iria bater no ventilador.



Meu coração batia descompassado, mas minhas mãos trabalhavam mais febrilmente. A esquerda apertava meu pau naquela em uma das mais tesudas punhetas da minha vida e a direita apertava a bundinha de Pri ainda mais vigorosamente. Meu polegar, naquele exato momento, se enterrou no seu cuzinho fazendo-a ter um espasmo e mais um gemido cortou o ar. Ela chegou a se apoiar na mesa de tanto que suas pernas tremeram.



- Cê tá bem, Pri? - minha caçula perguntou.



Ana Paula, a mais velha, parecia ter reconhecido o tesão naqueles dois gemidos e ficou ao mesmo atônita e algo mais que não pude determinar. Ela chegou a apagar o fogo e fez menção de vir até onde estávamos, mas Pri foi mais rápida:



- Tô meia gripada... é sá isso... - sua voz saia entrecortada, falhando cada vez que meu polegar forçava seu caminho através do seu buraquinho apertado - já tomei remédio e logo melhora... hmmm...



Enquanto meu polegar se enfiava no seu cuzinho, meu dedo médio encontrou o seu grelinho e ficou brincando com ele.



- Está tudo bem mesmo? - quis saber Ana Paula - Se quiser eu posso te levar no médico.



- Tá tudo bem, Ana - Pri respondeu, meio ofegante.



- Você quem sabe. - Ana falou enquanto voltava para suas panelas.



Meti o dedo médio na sua xoxotinha com força e comecei a mexer os dedos dentro dela, o polegar no cuzinho e o médio na xaninha. Ela começou a rebolar na minha mão enquanto sussurrava alguma coisa no ouvido da Rê. Eu não conseguia ouvir, mas também não queria. Toda aquela situação estava quase me levando à outro orgasmo.



Sua boceta e cuzino se contraíram, mordendo meus dedos que se mexiam selvagemente nas entranhas de Pri, até que, em um movimento mais forte ela começou a gozar. Ao mesmo tempo em que eu senti os espasmos, eu vi Priscila enfiar a mão na bunda da minha caçula, apertando-a por cima do pijama. Os olhos de Renatinha se arregalaram e ela chegou a dar um pulinho, mas não reclamou, nem fez nada para tirar a mão da amiga de sua bundinha. Eu senti o suco da Pri melecando minha mão ao mesmo tempo em que via minha filhinha caçula ser bolinada por aquela vagabundinha. Nessa hora não aguentei mais e comecei a gozar, sujando o fundo da mesa e o chão da cozinha com minha porra.



Quando, porém, eu ia tirar a mão da bunda da Pri, ela soltou da bunda da Rê e segurou minha mão com força. Sem entender, eu olhei para ela e vi que aquele sorriso de vadia estava no seu rosto. O mesmo sorriso que eu havia visto no quarto quando ela chupava aquele estranho. Ela começou a puxar a minha mão, forçando-me a ficar na ponta da cadeira, levando-me em direção à Renatinha. Na mesma hora eu soube o que ela queria e sei que deveria ter rejeitado aquela idéia, mas o tesão falava mais alto e, embora eu tivesse gozado já duas vezes, minha pica teimava em não baixar e a febre louca que se apoderava de mim, teimava em não me deixar. Logo, eu estava apalpando a bundinha da minha menininha. A maciez do seu pijaminha e a firmeza de sua bunda me deixaram extasiado. Renatinha, de olhos fechados, sá curtia o momento. Eu não a agarrei com a mesma força com que havia feito com a Pri, faltava-me coragem para aquilo, mas também não deixei de apalpar carinhosamente sua bundinha.



Levantei da cadeira, posicionando-me atrás da Pri, com a pica dura encostando nas suas costas, enquanto a mão bolinava a bunda da minha caçula. Abaixei-me fazendo com que a minha rola passasse a resvalar na sua bundinha, eu não sabia se olhava para a bundinha perfeita da minha filhinha sendo apalpada por minha mão, ou para a expressão de prazer que ela fazia com os olhinhos fechados.



Eu encaixei a minha pica sedenta na entrada da bocetinha da Pri, apoiando-a com meu braço esquerdo, depois forcei a entrada. Ela era muito mais apertada do que eu imaginava. Minha pica era comprimida por sua carne molhada em um abraço vigoroso. Ela olhou para trás e começou a falar comigo:



- Vai devagar... é muito grande...



Aquelas palavras junto com os suspiros e gemidinhos baixos que saíam daquela boquinha deixavam-me louco. Saber que a minha caçulinha já começava a rebolar de prazer na minha mão me levava à outro estágio de tesão. Um estágio proibido por Deus e pelos homens. Eu me sentia um criminoso, um monstro e ao mesmo tempo queria mais é que se fodesse.



Minha pica entrou na Pri, forçando seu caminho na carne apertada e melada. Cada centímetro era uma explosão de prazer. O proibido. Ela era nova demais e eu velho demais. Eu forçava minha pica dentro da sua xana com o mesmo vigor com que eu forçava minha mente a quebrar todos os tabus que não me permitiam extrair daquela experiência todo o prazer que eu poderia. A Pri estava totalmente entregue e, praticamente, largava seu peso em cima da minha vara. Renatinha, coitada, nem abria os olhos enquanto rebolava e empinava a bundinha para eu bolinar e apertar.



Em algum momento, eu senti que havia entrado tudo. Senti que o último tabu se rompia.



Comecei a bombar vagarosamente, enquanto apertava com cada vez mais vontade a bundinha da minha caçula.



Pri se apoiava na mesa e no ombro da Rê.



Eu comecei a meter mais rápido, com mais força. A boceta dela mordia meu caralho, quase machucava de tão apertada. Minhas pernas já doíam por causa da posição, mas eu continuava movimentando os quadris, bombando naquela nifetinha safada. Ao mesmo tempo, minha mão finalmente entrou no pijaminha da Rê e meus dedos encontraram seu cuzinho. Ela abriu os olhos e olhou-me diretamente nos olhos, mas não disse nada. Sua expressão era um misto de terror e tesão. Ela ofegava e rebolava na minha mão. A Pri já estava começando a gemer mais alto. Minha caçula apertou meu braço com sua mãozinha delicada e falou "Ai, papai" de um jeito tão dengoso e tão tesudo que eu começei a gozar travando os dentes para não urrar aquele prazer proibido para que a vizinhança inteira ouvisse.



Tombei na cadeira, exausto. A Pri também não aguentou ficar em pé, sentando na minha perna e largando o corpo em cima de mim. Renatinha chegou a vacilar, com as pernas moles, mas se apoiou na mesa.



Ana Paula terminou finalmente o jantar. E jantamos. E não trocamos mais nenhuma palavra.



Havia o cheiro inconfundível do sexo no ar. E era impossível que minha filha mais velha não tivesse ouvido os gemidos. Ninguém comentou a respeito.

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