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OS ENCANADORES

Minha perdição começou outro dia mesmo mas parece que já faz um século. Sempre fui casada e bem casada desde que moro nessa cidade maluca. Meu marido é fiel e muito bom, o que me faz sentir pior. Mas aconteceu. Simplesmente aconteceu.



Passo longos dias sozinha em casa. Saio pouco e apenas para uma ou outra compra. Nesse dia eu estava muito alegre pois tinha dormido bem e no dia anterior eu tinha dado uma grande trepada com meu marido, coisa que andava escassa nesses 9 anos de casada. Primeiro passei pelo shopping e olhei umas vitrines. Depois fui a um caixa rápido e saquei um dinheirinho. E entrei numa loja de roupas íntimas. Nela encontrei uma calcinha minúscula, preta, de renda e perfumada. Fiquei toda molhada sá de pegar nela e me pensar usando aquela coisinha minúscula, idealizando minha grande fantasia que era transar com dois homens de verdade. Não deu outra, comprei mesmo a calcinha.



Quando cheguei em casa no começo da tarde, eu estava bem excitada e tomei um banho demorado, de banheira, vesti a calcinha e um robe de seda por cima. Comecei a me masturbar quando o interfone tocou. Era o porteiro do prédio, pedindo desculpas pois teria que mandar o zelador checar um vazamento no teto do banheiro pois o apartamento de cima encontrava-se inundado. Fui bem tranquila abrir a porta pois conhecia o zelador há anos, era um velhinho muito educado e quase cego pela idade. Quando abri a porta minha surpresa foi enorme. Dei de cara com um homem totalmente desconhecido pra mim. Devia ter uns quarenta anos, era bem forte e tinha bigode. Falava grosso e vestia um macacão azul, com botas de borracha. Junto com ele estava um rapaz mais novo, aparentando uns vinte anos e carregava duas caixas de ferramentas, uma em cada mão. O primeiro se chamava Lúcio e foi logo se explicando, pois era de uma firma que o condomínio contratou pra consertar todo o encanamento do prédio.



Eles entraram e eu fiquei toda desconcertada com meu robe super curto, sá com a calcinha preta por baixo. Aquilo me deu um gelo. Acompanhei eles até o banheiro social mas eles falaram que o problema era no banheiro da suíte. Aí fiquei pior ainda pois eu ia correr no meu quarto e vestir alguma coisa mas eles foram andando pro quarto pois já sabiam a planta dos apartamentos já que estavam no prédio há uns dois dias. Fiquei ali parada, perguntando se ia demorar muito e percebi que os dois estavam me olhando esquisitos. O rapaz não tirava os olhos das minhas pernas, que aliás são muito bonitas, bem lisinhas e bronzeadas. Eles mexeram uns dez minutos nos registros de água, nas torneiras e pediram um pouco dágua. Fui buscar e quando voltei encontrei apenas o Lucas, o encanador. Ele bebeu toda a água e ficou olhando pros meus peitos pois os biquinhos apareciam por baixo do robe, bem salientes. Fiquei toda arrepiada quando percebi ele olhando e aquilo me deixou excitada. Sei que pra um estranho que eu nunca tinha visto, isso era um absurdo mas a verdade é que até minha voz ficou difícil. Eu mal conseguia pronunciar minhas palavras e ele notou rapidamente minha fraqueza. Perguntei onde estava o ajudante dele e ele respondeu que tinha ido pro apartamento de cima. Ai fiquei por ali, meio dentro e meio fora da situação e olhava o cara fazendo força, com uma enorme chave inglesa. Ele tinha músculos enormes que o macacão não escondia. Estava bastante suado e assoviava uma música dos anos 60. Minhas fantasias nessa hora vieram com força total e fiquei toda molhada, meio que em transe, bem distante. De repente ele se virou pra mim e perguntou se eu tinha vaselina em casa. Perguntei pra que e ele respondeu que era pra trocar uma bucha estragada. Fiquei sem entender nada e ele explicou que a vaselina era preciso pra bucha deslizar de um lado pra o outro do cano, mostrando o cano entrar dentro de um anel de plástico (a bucha). Fiquei toda de boca aberta, não sei se com o pedido, ou se com o vai e vem obsceno de um cano entrando num buraco e eu naquela situação de quem está doida pra se masturbar. Fui até o criado mudo do meu marido e peguei um potinho de vaselina. Aí ficou evidente que o safado do cara estava era de sacanagem pois quando lhe entreguei ele deu um sorriso de orelha a orelha, bem malicioso. Aí ele pegou a vaselina e passou no cano, de fora a fora, bem lentamente, perguntando se estava me incomodando. Respondi com a voz trêmula de quem não consegue esconder, que não. Aí ele perguntou se eu não queria ajudá-lo. Eu fiquei sem ação e ele pegou minha mão com sua mãozona forte e máscula, toda suja de vaselina. Nessa hora eu vi que não tinha volta, ou eu saia correndo dali ou íamos acabar nos envolvendo mesmo. Mas fiquei! Nada estava claro pra mim mas o instinto era muito forte e o sexo falou mais alto.

Ele me pediu pra segurar seu cano cheio de vaselina e enquanto eu fiz isso ele deu a volta e ficou atrás de mim. Logo senti seu cheiro de homem, suor e muita safadeza. Ele me cercou por trás, passando suas mãos oleosas nas minhas pernas e me beijando no cangote com seu bigode me roçando a nuca. Comecei a gemer e fechei os olhos fingindo que aquilo não estava acontecendo. Ele puxou meu robe de uma sá vez e eu fiquei sá de calcinha, a calcinha preta perfumada. Era um convite pra que ele me comesse. Aí ele foi me beijando toda, me lambendo, apertando meus seios e passando a mão pelas minhas pernas. Minha cama estava ao lado e caímos sem mais demora. Quando vi eu estava com ele por cima de mim e com uma mordida ele agarrou nos dentes a calcinha e puxou perna a baixo. Primeiro me chupou toda a buceta. Sua língua era forte e grande, ia pra baixo e pra cima e comecei a querer gozar. Antes disso acontecer ele parou e pediu que eu fizesse o mesmo com ele. Nossa, perdi a respiração quando abri os olhos e vi aquela pica enorme, com a ponta vermelha escura brilhante. Eu nunca tinha visto nada igual, era grossa e grande, quase o dobro da pica minha de todo o dia. Comecei a chupar, obedecendo sua ordem mas era difícil por a cabeça de uma vez sá na minha boca tão grande ela era. Chupei como nunca tinha feito, com prazer, como uma cadela. Depois de chupar ele me falou que já estava pra me lambuzar de porra e pediu que eu fosse buscar a vaselina no chão do banheiro. Mandou eu passar no cacete e eu obedeci prontamente. Ele me chamava de puta e piranha o tempo todo e mandou eu me deitar de pernas abertas. Fiquei em posição e ele se jogou por cima de mim, enfiando aquela rola enorme na minha buceta. Não quis caber mas com tanta vaselina acabou por entrar foi arregaçando tudo buceta a dentro. Nunca vou me esquecer da sensação maravilhosa que tive. Na verdade foi nesse dia que eu perdi a virgindade pra valer. Me senti arrombada com nunca antes tinha me sentido, nem na primeira vez que transei. Foi o máximo. Ele começou então seus movimentos de vai e vem. Era forte e veloz e me deixou extasiada. Eu faltava levantar da cama cada vez que ele metia tamanha a força que seu pau enorme fazia contra mim. Sentia seu saco batendo com força nas minhas nádegas e o volume do pau me deu uma sensação estranha nunca tinha sentido. Comecei a perceber que aquilo era uma forma diferente de gozo, fora do clítoris. Fui indo à loucura e a cada enfiada eu gemia e logo estava uivando de prazer. Seu pau me acertava e fazia um barulho do corpo dele contra o meu. Comecei a gozar e logo cheguei ao clímax, gritando demoradamente. Ele gozou comigo senti um calor na vagina que também era a primeira vez. Ele devia ter um litro de sêmen pois logo começou a escorrer pela minha buceta arrombada, gotejando até meu cuzinho e fazendo uma poça nos lençáis. E ele não parava de meter. Seu pau estava duro o tempo todo, mesmo depois de gozar. Fomos de novo até eu gozar pela segunda vez. Aí senti que ele deu um tempo e tirou o pau.



Pra minha surpresa estávamos sendo observados pelo seu ajudante que estava de pé na porta. Mas não fiquei com vergonha nem nada. Sá me deu mais tesão e fiquei olhando pra ele com cara de puta mas calada. O Lucas era seu chefe e era meu macho naquela hora e eu sá fiquei esperando ele mandar o que fazer. Aí ele chamou o rapaz e perguntou se também queria. O menino foi logo tirando a roupa e já foi pra cima de mim. Era uma covardia a diferença dos dois. Mas aceitei a trepada com o maior prazer, aquilo era novo e excitante. Ele me comeu na mesma posição, com a buceta cheia do caldo deixado pelo Lucas e enquanto ele metia, o Lucas me colocou seu pau na minha boca e eu chupei igual uma doida. Rapidinho ele gozou e o Lucas me mandou ficar de quatro. Ele me encheu de vaselina no cu e começou a meter mas não entrava. Aí ele pediu pro rapaz ficar deitado, e eu me deitar sobre ele, com o pau dele na minha buceta e com o cuzinho virado pra cima. Aceitei e obedeci. Com o dedo polegar ele enfiou mais e mais vaselina no meu cuzinho e tentou de novo. De repente senti uma dor enorme e sua cabeçona começou a entrar. Seu pauzão não me deixava respirar e doía muito, muito mesmo. Quando ele começou a me estocar e enfiar o pau em vai e vem foi muito pior. Aí eu vi estrelas, pedia pra ele parar e comecei a chorar. O rapaz estava por baixo e com o pau na minha xota e tinha cara de quem estava gostando muito. E foi em vão os meus pedidos pra parar. Ele continuou mandando a vara e cada vez com mais força. Percebi que a resistência então diminuiu e o pau entrava deslizando e o prazer reapareceu. Desse ponto em diante a dupla penetração ganhou sentido pra mim e percebi que era um sanduíche de homem comigo no meio. Comecei de novo a querer gozar como da primeira vez. Fomos na putaria, no vai e vem até que eles me encheram de porra de novo. Eu fiquei deitada de lado completamente passada, sem saber o que dizer ou sem saber se teria forças pra me levantar. Nessa posição eu vi eles calmamente se vestirem e se retirarem calados. Fiquei na cama um tempão e levantei sei lá como. Tudo doía mas principalmente meu cu que parecia machucado. Sangrava bem pouco e fui pro banheiro, me segurando pra não desmaiar de cansaço. Tomei outro banho na banheira que ainda estava cheia e corri pra arrumar o quarto antes do meu marido chegar pra o jantar. Quando comecei a trocar os lençáis, senti aquele cheiro de esperma e de suor e voltei a ficar molhada e muito excitada. Coloquei tudo num saco de lixo mas não tive coragem de jogar fora. Naquela noite dormi cedo e meu marido não quis nada de sexo ainda bem pois estava tudo ralado e machucado. No dia seguinte levantei tarde e com muito tesão, sem conseguir esquecer o dia anterior. Fiquei no apartamento até a hora do almoço e tomei coragem de ligar pra o porteiro e perguntar se o encanador não voltaria pois o defeito continuava. Duas horas depois tocou a campainha e lá estava a dupla. Sorrindo muito maliciosamente eu deixei eles entrarem pra 2a tarde de muitas outras que se seguiram.



Desde que isso aconteceu não sou a mesma mulher. Sá penso em sexo. Se você está afim, me mande um e-mail. [email protected]

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