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ESTUPROS EM SÉRIE - PARTE 3 - FINAL

Parte - 3 - Final





Segunda fase – Vivendo comigo.



No hospital onde Aline havia sido levada pela polícia, ela foi tratada e medicada.

Fizeram lavagem interna e cuidaram de suas feridas. Lá eles indicaram um psicoterapeuta para ajudá-la a superar os traumas. Alguns dias depois, Aline marcou uma consulta e foi para sua primeira sessão. Desde então ela tem ido duas vezes por semana ao terapeuta. Lá ela contou toda a sua histária, por partes, com todos os detalhes, que eram solicitados pelo terapeuta. Ele também pediu para Aline lhe mostrar o material feito por Edson e que ela havia guardado. Ele assistiu junto com ela durante algumas sessões e fazia várias perguntas.

Quando havia se passado duas semanas, esse terapeuta que é meu amigo me contou a histária dessa garota, pois ele queria a minha opinião. Fiquei curioso para conhecê-la, pois além da histária dela ser muito excitante, queria ver pessoalmente a beleza da garota que tantos elogiavam.

Na práxima vez que Aline fosse ao seu consultário, ele me convidou para auxiliá-lo e assistir à sessão. Quando Aline entrou e me viu ficou constrangida, mas ele logo a tranquilizou dizendo que eu era seu auxiliar e seria peça importante no tratamento dela.

E realmente estou sendo, pois depois que nos conhecemos, ela conseguiu superar quase todos os seus traumas.

Quando a vi fiquei maravilhado pela beleza daquela garota, que apesar de todo o trauma que viveu, conseguia ser uma mulher exuberante, linda e sensual. Seus cabelos loiros, cacheados, brilhavam e balançavam a cada passo e a cada virada de rosto. Seus belos olhos verdes faiscavam cada vez que olhava nos meus. Seus dentes brancos e perfeitos juntamente com aqueles lábios carnudos eram um convite para um beijo intenso. Sua pele era branca e suave, tão macia quanto uma pele de bebê. Tinha um corpo perfeito, seios médios e mesmo escondidos sob o sutiã e a blusa, atraíam o olhar de qualquer homem. Bunda redondinha e perfeita, pernas não muito longas, mas torneadas e lisinhas. Ela estava de saia na primeira vez que a vi. Quando ela tirou as sandálias para se deitar no divã, seus pezinhos de princesa com delicados dedinhos e unhas bem pintadas ficavam se mexendo, como se pedissem para serem beijados. E essa era a minha vontade quando os vi.

Acompanhei várias sessões, vimos novamente os vídeos do Edson e com isso Aline foi se soltando, ficando completamente à vontade novamente e contando tudo em detalhes.

Depois de acompanhar as sessões até o final do relato, o terapeuta sugeriu que Aline continuasse indo para acompanhamento, pois esse era apenas o começo da terapia.

Notei que nas últimas sessões, enquanto eu ficava encarando aqueles belos olhos verdes e admirando seu corpinho, Aline muitas vezes ficava me olhando fixamente, dentro dos meus olhos, mesmo quando falava com o terapeuta. Quando saímos do consultário, resolvi convidá-la para tomarmos um sorvete, mas ela não esperou nem eu terminar de falar, colocando uma mão sobre minha boca dizendo que aceitava.

Saímos para um shopping e ficamos na praça de alimentação tomando nosso sorvete e conversando assuntos diversos. Aline perguntava sobre mim e sobre minha vida. E eu perguntava sobre ela e sobre as outras coisas que ela não tinha contado nas sessões.

Descobri nela uma garota muito doce, inteligente, alegre, tímida e incrivelmente sensual. Mesmo apenas de calça jeans, camiseta e tênis ela conseguia atrair olhares tanto de homens quanto de mulheres.

Convidei-a para ir ao meu apartamento para ouvirmos músicas e ver um filme e ela prontamente aceitou. Ficamos conversando por horas e já era tarde da noite. Perguntei se ela queria que eu a levasse e surpreendentemente ela me perguntou se não poderia passar a noite ali comigo, pois ainda tinha muito receio de ir para seu apartamento.

Mesmo com a segurança reforçada, com patrulhamento constante na sua rua e tendo trocado a fechadura de sua porta e colocado uma corrente, ela tinha medo. Tudo ainda era muito recente.

Ofereci à ela a minha cama e disse que dormiria na sala. Arrumamos tudo e ela havia tomado um banho na minha suíte e eu no banheiro social. Eu estava deitado no sofá ainda, assistindo o noticiário da noite, quando Aline surge do corredor apenas com uma camisa minha, que eu havia emprestado para ela dormir, toda aberta, sem calcinha e descalça. Ela sem dizer uma palavra, deitou-se ao meu lado e me abraçou dizendo que não conseguia dormir. Olhei-a nos olhos e ficamos alguns minutos sem dizer nada, apenas nos encarando. Aproximei meus lábios aos dela e ela puxou a minha cabeça de encontro à dela e demos um beijo forte, cheio de tesão. Ela parecia que queria me engolir e eu à ela.

Eu estava somente com uma cueca box e meu cacete já estava totalmente duro. Tirei a camisa dela, deixando-a nuazinha, e fui beijando seu pescoço, seus ombros, até chegar nos seios que eu tanto admirei nos vídeos feitos pelo vizinho dela. Eram perfeitos.

Beijei e chupei os dois seios, mordisquei e fiquei brincando com os biquinhos por um bom tempo. Depois desci e fui beijando sua barriga, depois pulei para suas pernas e fui beijando até chegar em seus pés. Beijei e lambi aqueles lindos pezinhos. Depois subi de volta pelas pernas e fui beijando pela parte interna das coxas. Aline abriu suas pernas automaticamente, me dando total passagem para chegar até sua grutinha. Sua bucetinha era lisinha, ela não depilava, os poucos pêlos que ela tinha eram loiros naturais e lisinhos. Eles formavam apenas uma fina camada sobre seu montinho, o famoso capô de fusca. Na parte mais abaixo e ao lado dos grandes lábios não havia nenhum pelinho, dando a impressão de ser a buceta de uma garota de 19 ou 19 anos.

Beijei suavemente e passei a língua em toda a extensão daquela bucetinha que exalava um perfume delicioso. Aline gemia gostoso, ela emitia um som sensual que dava tesão até em defunto. Seu pequeno clitáris ficava um pouco escondido, mas minha língua o achou facilmente. Eu abri sua bucetinha e enfiei minha língua mais no fundo e depois enfiei um dedo. Mesmo tendo sofrido tantos abusos e tendo sido estuprada por vários cacetes de diferentes tamanhos e grossuras, sua buceta voltou praticamente ao normal.

Ela estava apertadinha e molhadinha. Meu dedo entrava justinho e eu fiquei imaginando como seria com o meu pau ali.

Mas Aline logo me puxou para cima e foi a vez dela passear com a língua por todo o meu corpo. Ela brincou com meus mamilos, lambeu minha virilha, mordeu minhas coxas e começou o melhor boquete que eu já havia recebido. Que boca macia e quente, que língua mais sapeca e atrevida. Ela descia por todo o meu pau e depois subia, lentamente. Abocanhava a cabeça e sugava com vontade, engolia tudo e depois voltava lambendo. Ela lambeu meu saco e acariciou minhas bolas. Enquanto isso punhetava meu pau e voltava a enfiá-lo todo na boca. Ela conseguiu enfiar mais da metade na boca dela, fazendo com que a cabeça encostasse na sua garganta. Era uma cena linda de se ver, aquela linda garota, com uma boquinha tão gostosa, engolindo meu cacete e me proporcionando um momento de prazer inesquecível. Ela conseguiu enfiar mais da metade na boca dela, fazendo com que a cabeça encostasse em sua garganta.

Ela chupava com vontade, parecia que queria me engolir inteiro. Passava a língua na cabecinha parecendo uma criança lambendo um sorvete, e movimentava as mãos me masturbando freneticamente. O olhar dela, fixo no meu, era de uma menininha sapeca implorando para tomar o meu leitinho. Foi impossível segurar o gozo, que veio forte e abundante. O primeiro jato foi direto em sua garganta, o segundo e terceiro encheram sua boquinha. Ela abriu a boca e deixou os demais lambuzarem seu rosto e seu cabelo.

Ela engoliu o que estava em sua boca, e o que estava em seu rosto começou a pingar sobre seus seios. Ela estava ainda mais linda toda lambuzada de porra, pois a felicidade estampada em seu rosto era de um tesão espontâneo, dessa vez ela não estava sendo obrigada a fazer nada disso.

Fomos tomar um banho juntos, onde ela novamente me chupou e eu a chupei todinha. Subi pelas pernas, beijei e mordi sua bunda, chupei sua bucetinha, lambi sua barriga, chupei seus seios, mordi o pescoço e as orelhas e beijei-lhe a boca. Depois fomos para a minha cama e ela logo veio por cima. Meu pau já estava duro novamente sá de imaginar o fogo daquela ninfeta. Ela encaixou sua buceta em meu cacete e deixou seu corpo cair suavemente. Foi entrando tudo, lentamente e sem parar. Quando eu estava todo dentro daquela buceta quente e apertada ela começou a se movimentar para frente e para trás, rodava rebolando aquela bunda maravilhosa, subia e descia, apertava os músculos internos da buceta mordendo meu pau. Não sei se instintivamente, levada pela experiência forçada adquirida, ou se pelo desejo aflorado, mas aquela garota que até então era praticamente uma virgem, se mostrou uma fêmea muito experiente e sedenta por sexo e por prazer.

Seus olhos se reviravam e ela gemia alto demonstrando todo o prazer que ela estava sentindo naquele momento. Ela estava dominando a situação, estava por cima, ela comandava os movimentos conforme era sua vontade. Fiquei sá admirando aquele corpinho cavalgando sobre mim, espetada na minha vara. Depois ela saiu de cima e ficou de quatro, pedindo para que eu metesse tudo em sua buceta. Aline abaixou encostando seu rosto na cama e com as duas mãos abriu sua bunda me dando uma visão do paraíso. Entrei no meio de suas pernas e enfiei meu cacete em sua buceta, com força mas sem machucá-la. Ela pedia mais, para ir mais rápido, para enfiar com mais força.

Ela gemia, ela gritava, dizia palavrões e pedia para não parar. Ela estava louca, louca de tesão. Aproveitei que seu cuzinho estava escancarado na posição que ela estava e enfiei um dedo movimentando e explorando aquele rabinho lindo e gostoso. Ela delirou, me xingando de puto, de cavalo. Ela pedia que eu gozasse dentro dela e a enchesse de porra. Ela queria sentir o meu gozo no fundo de sua buceta. Peguei ela pelos cabelos e puxei para trás, fazendo com que sua cabeça ficasse virada para cima. Com a outra mão a segurava pelo pescoço e metia forte. Ela rebolava e gemia adorando tudo. Virei seu rosto para mim, beijando sua boca. A língua dela buscava a minha e eu a dela. Depois a peguei pelos seios e fiquei olhando aquela bunda rebolando no meu cacete. Apertei os seios e belisquei os bicos. Depois a peguei pela cintura e comecei a puxar forte de encontro a mim, enfiando o mais que podia. Eu queria entrar todo dentro dela, para poder sentir mais o calor e maciez daquela buceta faminta. Não queria que aquele momento acabasse nunca, mas não consegui mais me segurar, ainda mais quando senti Aline apertando ainda mais meu pau com a sua buceta e ouvi ela gemer alto, anunciando um gozo como ela nunca tinha sentido na vida. Ela parecia que ia morrer de tanto tesão. Ela rebolava, parava, gritava, se movimentava pra frente e para trás, pedia para parar, pedia para enfiar tudo, pedia para ir mais rápido e mais forte. Seu gozo explodiu como um vulcão adormecido. Ela empinou seu corpo e colou sua bunda no meu. Nesse instante meu gozo também explodiu dentro dela. Os jatos de porra saíram com uma força e tesão que eu nunca tinha sentido antes. Aline disse ter sentido minha porra entrando em seu útero. Eu abracei com força, apertando ainda mais seu corpo ao meu. Ela ainda gozava e eu a beijava no pescoço e ombros. Aos poucos ela foi se desfalecendo e seu corpo ficou mole. Ela foi deitando na cama e eu a acompanhei.

Ainda estávamos encaixados e nossos corpos estavam suados. Foi maravilhoso.

Ficamos abraçados por alguns minutos e depois ela se virou me encarando e agradecendo. Simplesmente a beijei e ficamos com nossas bocas grudadas por um longo tempo.

Adormecemos abraçados, nus e melados, mas totalmente satisfeitos.

No dia seguinte acordei sentindo uma boca sugando meu cacete, que já estava totalmente duro. Olhei e vi Aline com meu cacete todo dentro de sua boca, lambendo, sugando e beijando. Quando ela viu que eu havia acordado, me deu um lindo sorriso e me desejou um bom dia. Eu disse a ela que essa era a melhor forma de acordar e que com certeza meu dia seria excelente. Ela subiu toda manhosa para me dar um beijo. Colamos nossos lábios e nossas línguas travaram uma batalha feroz. Ela passava a mão em todo o meu corpo e eu retribuía tocando cada centímetro daquele delicioso corpinho. Depois foi a minha vez de chupá-la e eu fui descendo pelo seu corpo. Parei nos seios onde fiquei um bom tempo beijando, lambendo, sugando e brincando com os biquinhos que já estavam duríssimos. Que delícia de seios. Desci e fui beijando sua virilha, suas coxas e logo já estava beijando e passando a língua em sua bucetinha. Enfiava a língua o mais fundo que podia, enfiava um dedo e depois voltava a lamber. O dedo melado invadia seu cuzinho que mordia e sugava querendo que ele entrasse todo. Sugava seu grelinho e brincava com ele entre os lábios e com a minha língua levando Aline à loucura. Ela gozou duas vezes seguidas.

Depois ela me puxou para cima me beijando e procurando meu pau com sua mão, encaixando ele na entrada da sua buceta. Forcei um pouco e ela se movimentou para cima para que meu pau entrasse logo. Ele deslizou deliciosamente para dentro daquela buceta que estava pegando fogo. Parecia uma fornalha. Enfiei até o fundo e fiquei parado. Ela se movimentava embaixo de mim como uma cobra. Rebolava, subia e descia. Gemia e dizia coisas sem nexo no meu ouvido. Pedia que metesse nela, que enfiasse com força. Acelerei os movimentos e ela começou a gritar. De repente ela gritou para que eu a estuprasse. Olhei para ela sem entender, e quase parei os movimentos. Ela percebendo disse para não parar, para continuar, para acelerar e estuprar ela olhando em meus olhos. Pelo jeito seus traumas estavam superados. Ela parecia sentir mais tesão ao imaginar que estava sendo estuprado, mas dessa vez por um cara que ela queria, que ela estava gostando.

Meti fundo com força, ela me olhava com uma cara de tesão que de deixava maluco. Ela me pediu para xingá-la de puta, de cadela, vadia e biscate. De repente ela levantou os quadris e apertou a buceta que parecia que ia arrancar o meu pau. Seus olhos começaram a revirar e ela deu um urro que todos os vizinhos devem ter ouvido. Ela estava gozando. Um gozo avassalador. Ela se contorcia e gritava. Ela pediu para bater nela. Dei-lhe uns tapas na bunda e ela pedia mais. Dei uns tapas em seu rosto e puxei os cabelos, chamando ela de vadia. Comecei a gozar também e ela ainda gozava. Sua buceta parecia que estava mamando o meu pau. Foi um gozo muito louco. Depois de alguns longos minutos ela foi se acalmando e me puxou dando um longo e forte beijo.

Deitei-me sobre ela e a olhei nos olhos. Ela me agradeceu e disse que foi o melhor gozo adisse que não sabia, mas que sentiu vontade de ser estuprada e xingada por mim e que isso aumentou mais ainda o tesão dela.

Então pensei que apesar de ter sofrido nos abusos que sofreu, no fundo ela sentiu tesão, mas o medo e a raiva devem ter travado seus orgasmos. Seu corpo sentiu prazer na dor e na dominação, mas sua mente se recusava a aceitar que ela estava gostando. Agora que ela estava se sentindo segura e com alguém em quem ela podia confiar, seus instintos estavam pedindo que ela passasse pelas mesmas coisas, mas agora sentindo muito prazer, um prazer maior do que o normal.

Conversamos sobre isso enquanto tomávamos um café, e ela achava que estava ficando louca, sentindo prazer em reviver o sofrimento, dor e humilhação que ela passou.

Nos dias que se passaram nos encontrávamos quase todos os dias e eu a acompanhava nas sessões de terapia. Ela contou essa situação para o meu amigo terapeuta que disse que isso era normal por estar em segurança e na companhia de alguém em quem pudesse confiar. Ele me olhou com um sorriso sacana no rosto.

Aline foi ao banheiro e meu amigo me disse:

- Então, seu filho da puta, você conseguiu comer essa linda heim? Seu safado. Pode dar um jeito de colocar ela na minha mão também. Senti o maior tesão por ela desde o primeiro minuto que a vi e estou louco para poder comer ela também. E pelo jeito ela é uma ninfomaníaca e não vai se satisfazer apenas com um homem não. Você vai precisar de mais paus para satisfazer essa garota, com certeza.

Eu disse à ele que primeiro ia aproveitar um tempo com ela, mas que eu já sabia que ela não ia ser sá minha. Eu já imaginava que ela precisaria de mais machos para satisfazê-la. Mas não podíamos forçar a barra. Ela é quem deveria pedir, e com certeza seu corpo ia acabar pedindo mais dia ou menos dia.

Aline saiu do banheiro e mudamos a conversa.

A sessão continuou e meu amigo terapeuta a incentivou a seguir seus instintos. Se ela estava sentindo vontade não deveria negar ao seu corpo o que ele estava pedindo. Reprimir seus desejos não seria bom para ela e nem para ninguém.

Aline disse que sentia medo de seus sentimentos, e confessou que ficou um pouco assustada com o seu comportamento quando transou comigo. Como ela poderia sentir tesão com situações que ela viveu em momentos de terror e sofrimento? Ela não conseguia entender. E sendo tímida como ela sempre foi tinha mais dificuldades ainda de seguir seus instintos, de fazer o que seu corpo sentia vontade.

Depois da terapia acompanhei Aline até seu apartamento. Ela ainda tinha medo de entrar em sua prápria casa, mesmo com o policiamento praticamente na porta de seu prédio e com o vizinho Edson e Tony e Chicão presos. Ela sabia que ainda havia outros de seus estupradores que sabiam onde ela morava e ainda estavam soltos.

Fiquei com ela algum tempo, mas tinha que voltar ao meu trabalho. Dei-lhe um beijo e saí.

à noite, voltei para ficar com ela. Ficamos nos beijando e começamos os amassos. Fui levando ela em direção ao seu quarto e enquanto eu tirava a minha roupa, ela abriu a janela e ficou olhando em direção ao apartamento do vizinho Edson. As luzes estavam apagadas. Será que ele estava mesmo preso? Ou será que ele estava solto e observando camuflado pela escuridão? Ela deixou a janela e as cortinas abertas e foi andando de costas em direção à cama. Ela se despiu sem tirar os olhos da janela e deitou-se com as pernas abertas em direção ao apartamento do vizinho.

Fiquei observando enquanto ela de olhos fechados acariciava o práprio corpo, alisando seus seios, sua barriga, seu pescoço, sua buceta, enfiando um dedo e alisando seu grelo com o dedo molhado com seu mel. Ela mexia em seus cabelos e puxava eles para trás, arqueando seu corpo, fazendo com que seus seios ficassem apontando para o teto. Os bicos estavam duros de tesão. Ela começou a gemer e dizer:

- Mete, mete em mim. Enfia seu cacete na minha buceta e me arromba. Me faz gozar e goza dentro de mim. Me enche de porra. Me come.

Deitei sobre ela e meti de uma sá vez, sem nenhuma preliminar. Ela já estava suficientemente excitada e molhada. Na primeira estocada ela já começou a gozar. Ainda de olhos fechados ela gemia e rebolava. Estaria ela pensando no Edson? Será que ela se acostumou a ser estuprada, de tantas vezes e por tanto tempo que foi violentada e agora estava sentindo falta? Não importava, ela queria e eu daria à ela tudo o que ela quisesse. Meti com força e com certa violência, puxando seus cabelos e mordendo seus seios. Ela me beijava com força, me mordia e me puxava de encontro ao seu corpo. Ela rebolava e metia igual uma louca. Ela gemia e ficava repetindo:

- Mete, me estupra, me faz de cadela, me bate, goza dentro de mim seu filho da puta...

Ela começou a gozar novamente, e entre pedidos para meter nela ela pedia por socorro, implorava para que eu a deixasse ir embora, que não a estuprasse, que não a machucasse, que não gozasse dentro dela...



Aline parecia em transe, parecia estar em conflito entre sentir prazer sendo estuprada e o sentimento de vítima, de medo, implorando para que eu não fizesse nada com ela. Seus movimentos diminuíam mas logo recomeçavam. Ela começava a gozar de novo. Ela estava tendo orgasmos múltiplos, emendando um gozo apás o outro. Foi lindo de ver isso e não aguentando mais segurar comecei a gozar junto, soltando minha porra dentro daquela linda bucetinha.

Quando finalmente ela parou de gozar, Aline abriu os olhos me dando um sorriso e logo depois olhando para a janela. Será que ela estava com esperanças de que Edson ou outra pessoa estivesse vendo a nossa transa? Ou será que ela estava imaginando que estava sendo estuprada pelo seu ex-vizinho?

Ela olhou para mim e começou a chorar me pedindo desculpas. Eu a abracei e disse que estava tudo bem. Ela estava dando vazão aos seus instintos, liberando seus desejos e isso faria bem para ela.

Aline me disse que se não fosse por mim, com a minha compreensão e cumplicidade ela não sabia como ela iria conseguir superar essa fase. Ela não teria coragem de se soltar e fazer o que estava fazendo se fosse com outra pessoa.

Perguntei à ela se ela estava imaginando que estava sendo estuprada pelo Edson ou se estava imaginando que ele a estava observando pela janela. Ela disse que não sabia ao certo e que era uma mistura de sentimentos. Uma hora ela sentia sendo estuprada pelo vizinho e outra hora ela sentia que estava sendo observada. Ela ainda disse que foi muito estranho o sentimento de tesão misturado com o medo, mas que ela sentiu muito prazer com os dois sentimentos. A confusão de sentimentos ainda faria parte de seu dia a dia por um bom tempo.

No dia seguinte não pude me encontrar com ela, mas depois ela me disse que passou o dia todo nua com as janelas abertas e o tempo todo ela ficava olhando para as janelas de todos os vizinhos para ver se alguém a espiava. Seu lado exibicionista estava se aflorando.

No outro dia, saímos à noite e apás o lanche, fomos ao cinema. Ela estava com uma saia curtinha, um top e uma blusinha branca transparente por cima do top. O cinema estava lotado, estávamos sentados bem no meio. Ela discretamente tirou a calcinha e jogou no meu colo. Olhei para ela sorrindo e com o braço sobre seus ombros apertei-a contra meu corpo. Chamei-a de safadinha práximo ao seu ouvido, e ela me disse que eu ainda não tinha visto nada. Ela então abaixou o seu top ficando apenas com a blusinha transparente aberta. Seus seios estavam visíveis para quem prestasse atenção. Então eu coloquei minha mão entre suas coxas e comecei a alisar sua bucetinha. Ela já estava encharcada. O cheiro de tesão se espalhava pelo cinema. Ela puxou sua saia mais para cima, deixando sua bucetinha aparecendo. Ao seu lado estava um rapaz com a namorada e ele já tinha percebido os movimentos de Aline. Ele devia estar vendo os seios dela e agora também via a bucetinha dela. Mas ele não podia fazer muita coisa, pois estava com a namorada do lado.

Meu dedo brincava dentro da buceta de Aline e ela se recostou na poltrona inclinando a cabeça para trás. As pernas estavam abertas o máximo que o espaço permitia. O rapaz do lado aproveitando a distração da namorada que estava concentrada vendo o filme, levou a mão até a coxa de Aline que não fez nenhum movimento de protesto. O rapaz sentindo o sinal verde, avançou a mão para a buceta dela encontrando a minha já com o dedo todo enfiado. Ele atrevidamente enfiou um dedo na buceta dela junto com o meu. Certamente ele pensou que eu era o namorado dela e que se eu estava deixando ela se expor daquela maneira não ia me importar também se ele tirasse uma casquinha. Na fileira de trás havia um grupo de rapazes que perceberam o que estava acontecendo e os dois que estavam logo atrás de Aline se aproximaram para ver de perto e se certificar do que estava rolando. Eles viram os seios de Aline sob a blusinha transparente que com a luz do filme estavam totalmente à mostra. Eles também viram a saia dela levantada e as duas mãos enfiadas na buceta da garota. Sem pedir licença eles avançaram as mãos e cada um apalpou um dos seios de Aline. Primeiro por cima da blusa e logo depois já por baixo. Eles apertavam, alisavam os bicos, beliscavam e diziam coisas obcenas no ouvido dela. Os outros garotos da fileira de cima começavam a se amontoar para ver e também passar a mão nos seios da garota que estava se oferecendo. Eles trocavam de lugar para que todos pudessem passar as mãos nos seios de Aline. O movimento começou a chamar a atenção de outras pessoas ali perto. Um senhor que estava o meu lado chegou para frente para ver o que estava acontecendo. Outras pessoas das fileiras de cima tentavam ver o que estava rolando. De repente Aline se levanta e sai deixando um bando de homens de pau duro e babando de tesão. Como ela não tinha levantado seu top, várias outras pessoas viram os seios que apareciam sob a blusinha transparente. Eu saí logo atrás dela e ao chegar na entrada do cinema ela me esperava com um sorriso de moleca. O top ainda estava em sua cintura e a blusinha aberta, deixando metade dos seios à mostra pela abertura e a outra metade à mostra sob a transparência do tecido. Ela me pegou pela mão e saímos pelo shopping. Enquanto eu pagava o estacionamento no caixa, Aline ficou ao lado olhando as vitrines. Um segurança viu e se aproximou para ver melhor, mas ficou na dele. Aline fingia não ver.

Ao sairmos pelo estacionamento para chegar até o carro outros seguranças pareciam estar nos esperando. Uns cinco praticamente nos escoltaram até o carro de olho nos seios de Aline.

Entramos no carro e nem bem o carro começou a andar Aline colocou meu pau pra fora e começou a chupar com muito tesão.

Saímos pelas ruas com ela mamando e me pedindo para ir para a Praça do Papa, local conhecido como área de namoros e amassos dentro dos carros em Belo Horizonte. Ela foi tirando a roupa ficando totalmente nua. Chegando na praça já havia vários carros estacionados. Não parei e segui mais adiante para uma rua mais vazia e escura, já imaginando as loucuras que Aline pretendia fazer. Sabendo de todo o tesão que ela estava sentindo e a vontade de colocar para fora todo o lado putinha e exibicionista que estava se aflorando nela, achei melhor que fôssemos para uma rua mais deserta.

E eu estava certo. Nem bem parei o carro e ela pulou para o meu colo enfiando a buceta no meu pau e cavalgando com vontade. Aline parecia em transe, apenas gemia e revirava os olhos. Depois ela saiu de cima de mim e saiu do carro, nua. Eu ainda estava vestido, apenas com o pau para fora e duro. Aline começou a andar rodopiando de braços abertos. Ela olhava para algumas casas que havia ali perto. Com certeza ela queria que alguém a estivesse olhando, mas infelizmente não havia ninguém.

Fechei o carro e fui atrás dela. Ela parou num lugar conhecido como Mirante. De lá tínhamos uma bela visão noturna da cidade. Há várias pedras no local e entre elas várias camisinhas jogadas no chão. Aline se apoiou em uma delas, ficando praticamente de quatro com a bunda virada para mim. Sem olhar para trás ficava rebolando com as pernas abertas. Como já estava de pau duro, cheguei metendo na buceta dela que estava pingando de tesão. Meti sem dizer uma palavra, não sabia o que ela estava imaginando. Talvez que um estranho a tivesse visto daquele jeito e estava se aproveitando. Ela gemia e rebolava. Depois pediu que eu enfiasse em seu cuzinho. Lambuzei o cú dela com o líquido que escorria de sua buceta e ainda cuspi por cima. Enfiei meu pau sem dá e ela gritava. Parecia que ela queria que os moradores das casas ouvissem ela gozando.

Enquanto metia nela uma luz iluminou todo o local. Eram os faráis de um carro que se aproximava. Fiquei com medo de ser uma viatura de polícia. Mas o carro parou a poucos metros de nás e desligou o motor. O farol continuava acesso de modo que eu não via quem estava no carro, mas com certeza não era a polícia. Aline não estava nem aí e começou a rebolar, então eu voltei a meter, sem importar com nossa platéia. Metemos por um bom tempo e eu ouvia gemidos de dentro do carro. Com certeza era um casal que tinha ido para lá para transar e acabou nos flagrando. A cena deve ter deixado eles com mais tesão ainda e começaram a transar vendo a nossa transa.

Quando gozei saí e chamei Aline para irmos para o carro, mas ela disse que já ia e que eu podia ir na frente. Ela continuou na mesma posição mostrando a buceta e cuzinho para o casal do carro.A porra escorria do cuzinho e ela empinava a bunda e levantava a cabeça. Passei ao lado do carro e vi a garota seminua com os seios de fora e de saia, sentada no colo de um senhor de uns 45 anos. Entrei no carro e fiquei esperando Aline terminar de se exibir. Depois de uns cinco minutos ela veio rebolando e passou devagarinho ao lado do carro. O homem a viu e deve ter chamado ela, pois ela foi em direção à janela e parou. Vi o homem apalpando os seios dela e depois mamando. Ela arqueou o corpo oferecendo os seios para o cara e colocando a cabeça para trás. Depois o cara colocou o braço para fora e enfiou a mão na buceta de Aline que ficou rebolando de pernas abertas. O cara gozou com a garota cavalgando o pau dele e ele com a mão atolada na buceta de Aline.

Aline então veio para o meu carro e entrou. Ela continuou pelada e com um sorriso de satisfação no rosto. Ela disse que queria dar umas voltas do jeito que estava. Já era tarde da noite e as ruas estavam tranquilas. Andamos por alguns quarteirões e vimos alguns homens: mendigos, usuários de drogas, trabalhadores voltando pra casa, vigias, taxistas e travestis.

Vendo esses homens ela se lembrou do dia em que teve que andar de carro com o Edson, vestida de colegial sendo obrigada a se exibir para homens de todos os tipos e idades. E vendo os mendigos também se lembrou do mendigo que a estuprou quando estava amarrada.

Tem mulheres que reagem de formas diferentes, quando sofrem abusos e estupros, algumas podem se recolher e não querer saber mais de homens, ficam com nojo deles, etc. Mas outras acabam descobrindo o prazer e se liberando sexualmente. Parece que esse é o caso de Aline. Tudo o que ela viveu, os abusos, os estupros e humilhações viraram motivos para ativar o seu tesão. Não são fantasias, nem vontades, mas uma necessidade que seu corpo passou a sentir. Ela tem tesão e goza com sexo normal, mas ser estuprada, abusada e humilhada a faz gozar muito mais forte. É uma sensação que ela não sabe explicar, sá sabe que não consegue pensar direito e nem controlar o seu corpo.

Ao passarmos por um bando de mendigos ela pediu para parar o carro. Eles estavam debaixo de uma sacada de uma loja. Eles tinham feito uma espécie de abrigo com caixas de papelão. Eram 3 homens, todos mais velhos, barbados, sujos e com roupas rasgadas. O mais novo devia ter uns 40 anos e o mais velho uns 60.

Ela pediu que eu ficasse dentro do carro, mas por perto. Aline desceu somente de saia, sem calcinha e com a blusinha branca transparente. Quando os mendigos a viram ficaram babando, de boca aberta e olhos paralisados. Eles pensaram que ela devia ser uma dessas mulheres que saem nas ruas fazendo trabalhos sociais, levando sopa para os desabrigados. Mas ao verem a roupa dela, com certeza mudaram de opinião.

Aline se aproximou deles e ficou de lado para mim, para que eu pudesse ver o que ela estava fazendo e o que eles poderiam fazer com ela. O mais novo se levantou e ficou andando em volta dela, parecendo não acreditar no que estava vendo. Aline o encarava e passava a língua em seus lábios, provocando aquele pobre homem, que não devia ver uma mulher decente há muito tempo. Os outros dois se aproximaram, mas continuavam sentados no chão. O que estava em pé, passou a mão nos cabelos de Aline, vendo qual seria a reação dela. Como ela não fez nenhum movimento, ele entendeu que poderia seguir em frente. Então a outra mão apalpou a bunda de Aline por cima da saia. Aline fechou os olhos e isso foi o sinal verde para os outros dois se levantaram e começarem a assar as mãos no corpo daquela linda garota. As mãos logo já alisavam e amassavam os seios por baixo da blusa. O que estava atrás enfiou a mão por baixo da saia, alisando a bunda. Um dos mendigos tratou logo de arrancar a blusa de Aline e o que estava atrás tirou a saia deixando-a nua em plena rua. Eles pararam para admirar o corpo daquela garota que estava toda exposta, à disposição deles. Provavelmente era a mulher mais linda que eles já tinham visto nua, e também a mais nova. Aline continuava de olhos fechados, o que ela estaria imaginando?

Os mendigos vendo que ela não reagia, começaram a mamar seus seios e o que estava atrás abriu suas pernas e enfiou a cara entre as nádegas dela. Ele estava lambendo o cuzinho e a bucetinha dela. Aline levantou a cabeça ainda de olhos fechados, apenas sentindo seu corpo ser bolinado por três homens desconhecidos, três mendigos sujos e fedorentos.

Os três mendigos tiraram suas roupas e deitaram Aline por sobre um pedaço de papelão, onde eles dormiam. De repente Aline abriu seus olhos vendo aqueles três mendigos nús com os paus duros prontos para meterem em todos os seus buracos, ela deu um grito. Parecia ter acordado de um pesadelo. Ela se encolheu tentando esconder sua nudez daqueles homens desconhecidos. Os três não entenderam nada, mas estavam tarados e com o tesão à flor da pele para pararem nesse momento. Um deles a puxou pelas pernas, abrindo-as e caindo de boca na bucetinha dela. Ela esperneava e pedia para a deixarem em paz, para não fazerem nada com ela. Então os outros dois se abaixaram e seguraram cada um em um dos braços, puxando seus cabelos e tampando a sua boca. Eles a imobilizaram, deixando-a à mercê do que estava chupando sua bucetinha. Logo ele cuspiu em seu pau e se posicionou para enfiar na buceta de Aline. Ela chorava e tentava fugir. Eu não sabia se ia lá para salvá-la ou se aquilo fazia parte da fantasia dela. Como ela não olhava para o lado onde eu estava, como pedindo pelo meu socorro, continuei apenas observando.

Então o mendigo encostou a cabeça do pau dele na entrada da buceta de Aline e começou a enfiar. Aline tentava se soltar, mas eram três homens contra uma mulher. Quanto mais ela se debatia, eles riam e diziam para ela ficar quietinha que eles iriam fazer uma festinha com ela. Afinal ela é quem tinha ido lá e provocado eles. O pau do mendigo foi entrando e abrindo a bucetinha da Aline. O mendigo se movimentava pra frente e para trás, enfiando cada vez mais. Quando o pau entrou todo, ele se deitou sobre ela e começou a beijar a sua boca. Aline se debatia. O mendigo fedia e tentava enfiar aquela língua nojenta na sua boca. Um dos mendigos puxou o cabelo dela para trás e o outro apertou o maxilar dela, obrigando-a a abrir a boca para a língua invasora do mendigo. O mendigo metia e a beijava, enquanto isso os outros dois se divertiam com os seios dela.

Passaram alguns carros na rua mas nenhum deles parece ter notado o que estava acontecendo, ou se viram, devem ter achado que era uma transa entre mendigos, que a moça deitada sobre aqueles homens também devia ser uma mendiga. Todos passaram direto. Os mendigos não estavam nem aí para quem passava na rua. Dois travestis passaram à pé e ao verem a cena, pararam para olhar. Eles devem ter achado estranho porque a garota que estava entre os mendigos era branquinha e estava limpinha. Eles devem ter notado que ela não era uma mendiga. Eles ainda chegaram um pouco mais perto, e viram Aline chorando. Eles devem ter percebido que os três mendigos estavam pegando ela à força, mas por mais incrível que pareça, não fizeram nada para ajudar a moça. Apenas saíram rindo e comentando.

Os dois travestis me viram parado dentro do carro, afinal eu estava a poucos metros dali, e vieram na minha direção. Eles ficaram se exibindo e perguntando se eu não queria me divertir um pouco com eles. Eles queriam fazer um programa. Eu disse que não estava alí para isso, e que estava apenas observando a garota com os mendigos. Então eles me perguntaram seu eu conhecia a moça e eu disse que sim. Eles ficaram espantados e perguntaram porque é que eu não ia lá salvá-la, pois parecia que ela estava sendo estuprada pelos três mendigos. Eu perguntei à eles, porque é que eles não a ajudaram quando passaram do lado. Eles disseram que não tinham nada a ver com a histária e que a garota deveria estar se divertindo com três homens comendo ela. Eu perguntei à eles se eles não viram que ela estava chorando e se debatendo, tentando fugir dos mendigos que estavam estuprando ela. Foi aí que eles disseram que se ela estava naquela situação, era porque ela tinha provocado, e merecia ser estuprada. E me perguntaram porque é que eu não ia lá salvar a garota se eu a conhecia. E me perguntaram se eu era marido ou namorado dela. Não tive coragem de dizer que era namorado, disse apenas que era amigo dela e que estava sá cuidando para que eles não passassem dos limites e começassem a bater nela ou querer matá-la. Mas que não ia interferir na transa, pois era uma fantasia dela.

Os dois travestis começaram a rir e saíram em direção aos mendigos. Ficaram parados um tempo observando a cena. Os mendigos olharam para eles, mas nem se importaram. Continuaram metendo na Aline, se revezando. Cada hora era um que metia e beijava ela na boca. Eles gozaram dentro da buceta dela e quando o último gozou, eles a colocaram sentada e a fizeram chupar seus paus para limpar a porra que estava pingando. Eles metiam o pau até o fundo da boca, fazendo com que Aline se engasgasse e tivesse ânsia de vômito, principalmente por causa do mau cheiro. Apesar de toda essa situação, Aline gozou várias vezes. Quando Aline achou que ia poder se levantar para ir embora, eles a colocaram de quatro e começaram novamente. Um se posicionou atrás dela e começou a meter na bucetinha dela, outro colocou o pau para ela chupar e o terceiro se deixou para chupar os seios da Aline. Ela pedia para eles a deixarem ir embora, mas eles a puxavam pela cintura e pelos cabelos, mandando ela ficar quietinha. Ficaram se revezando, depois que um gozava, ia dar o pau para Aline chupar e outro se posicionava para meter. Depois de um bom tempo, o dia já começava a clarear. Logo as ruas estariam cheias de gente indo trabalhar, indo para as escolas e etc.

Preocupado fui até eles e mandei eles saírem de cima dela e a peguei pelos braços. Aline estava esgotada, mal conseguia se levantar. Peguei-a no colo e a levei para o carro. Os mendigos pegaram a blusa e a saia dela como lembrança.

A levei para sua casa nua e pensando em como entraria com ela naquele estado. Se os vizinhos vissem ficariam assustados. Como ainda estava cedo, consegui subir as escadas sem que ninguém nos visse.

Coloquei Aline debaixo do chuveiro e dei um banho bem quente e demorado nela. Esfreguei com força para tirar toda a sujeira que ficou pelo corpo dela. Ela estava cheia de marcas das mãos sujas dos mendigos. A buceta pingava porra e tive que tirar o chuveirinho da mangueira e enfiar a mangueira dentro dela para lavar. Não queria que ela engravidasse daqueles mendigos ou que pegasse alguma doença. Apesar que, se ela estivesse fértil, já não adiantaria de nada. E se algum deles tivesse alguma doença, também não adiantaria muito.

Falando em gravidez, alguns dias apás esse acontecimento, Aline começou a ter enjôos e passar mal. Ela sentia seu corpo cansado e sentia muito sono. Suspeitei que ela estivesse grávida e sugeri que fizesse o teste de farmácia. Ela arregalou os olhos e disse que isso não podia estar acontecendo e parece ter caído em si. Ela foi estuprada várias vezes, por vários homens e nenhum deles usou camisinha. Foram 20 homens diferentes, e todos gozaram dentro dela, várias vezes. Ela tomou a pílula do dia seguinte duas vezes, mas por ter tomado muito tempo depois, pode não ter surtido efeito. Ainda teve o negro da bicicleta na rua, que gozou na entrada da buceta e um pouco da porra acabou entrando. E ainda tinha a possibilidade dela estar grávida de mim, pois já estávamos transando há quase um mês.

Aline fez o teste da farmácia e deu positivo. Ela sentou-se no chão e começou a chorar, desesperada. Quem seria o pai da criança? Algum dos bandidos que a estupraram? Foram tantos. Seria ele negro? Mulato? Loiro? Ou seria o filho da puta do Edson, seu vizinho? Talvez o mendigo ou um dos três garotos que se aproveitaram dela no terreno abandonado. Se fosse eu, menos mal. Aline iria adorar. Mas as chances eram pequenas.

Os três mendigos também gozaram dentro dela, mas foi há poucos dias. Certamente ela já estava grávida quando eles estupraram ela.

Aline não queria ir ao médico, assim ela ficaria na esperança de que o filho pudesse ser meu. Mas não teve jeito. Ela teria que fazer vários exames para saber se pegou alguma doença, se a criança estava perfeita, se a saúde dela estava boa, e muitas outras coisas. Ela ia acabar sabendo, mais cedo ou mais tarde.

Fui com ela ao médico, que me parabenizou por ser o pai, mal sabe ele.

Pelo tempo de gravidez, com certeza não é meu. Aline chorou muito ao saber que o filho pode ser de algum dos bandidos, do vizinho, do negro, do primeiro mendigo ou ainda dos três garotos traficantes.

Aline quis abortar, mas conversando comigo e com o terapeuta, achamos que o risco para ela é grande, além de ser contra nossos princípios. Ela me perguntou se eu a ajudaria a criar a criança, se eu assumiria como pai. Fiquei em dúvida, pois não pensava em me casar ou juntar com Aline. Estava apenas aproveitando para comer aquela garota tão linda. Não a amava. Apenas sentia muito tesão e tinha carinho por ela. Talvez pena também. Mas casar ou juntar e assumir um filho que não é meu está muito acima do que eu pensava quando comecei a transar com ela.

Não respondi nada e mudei de assunto. Afinal ainda queria comer essa garota por algum tempo, e se desse uma resposta agora ela poderia ficar com raiva e não querer mais saber de mim.

Continuei vendo Aline quase todos os dias. Ia com ela ao médico, acompanhava aos exames e dava todo o apoio que ela precisava. E também continuei transando com ela quase todos os dias.

A barriga dela estava crescendo, já estava bem visível mas ainda pequena, com 4 meses. Comer ela grávida me dava mais tesão ainda. O terapeuta ficou com muito tesão também e me pediu para comer ela também. Eu fiquei com um pouco de ciúmes, será que estava começando a me apaixonar por Aline?

Para afastar esse sentimento eu concordei que o meu amigo terapeuta também transasse com ela. Afinal ele sabia que eu não estava afim dela, sá queria transar. Mas com certeza a Aline não ia concordar com isso, afinal para ela, eu era seu companheiro, talvez pensasse até que éramos namorados, embora a gente sempre falasse em amizade.

Meu amigo disse que seria fácil, desde que eu o ajudasse. Ele iria hipnotizá-la durante a sessão de terapia e assim poderia transar com ela sem que ela soubesse.

Na primeira sessão depois de combinarmos, ele a hipnotizou. Ela adormeceu e ele a fez imaginar que ela iria transar comigo ao invés dele. Eu resolvi ficar do lado de fora, para não ver a cena.

Depois ele me contou que tinha sido maravilhoso, que ela era muito gostosa e muito fogosa. E como ela pensou que estava transando comigo, fez de tudo e gozou muito. Ele disse que adorou meter nela com aquela barriguinha. Fiquei meio puto, mas não disse nada. Afinal não queria demonstrar que estava com ciúmes.

Meu amigo propôs transarmos os dois com ela da práxima vez. Eu disse que ia ser átimo.

Fomos para a minha casa e Aline estava átima, satisfeita e toda sorridente. Fiquei pensando, se ela estava assim por ter achado que teve uma transa átima comigo ou se ela sabia que tinha transado com o terapeuta e ficou na dela.

Depois de dois dias voltamos ao terapeuta. Ele a hipnotizou novamente e ele começou a tirar a roupa dela. Ela ficou toda nua e eu apenas observando. Meu amigo tirou a roupa e começou a chupar os seios de Aline e a acariciar todo o corpo dela. Ela retribuía os carinhos e parecia não estar me vendo. Enquanto ele beijava e passava a língua na buceta e no cuzinho dela, ela se contorcia e gemia falando o meu nome. Acabei ficando com muito tesão e tirei a roupa. A abracei pela frente e a beijei. Depois chupei seus seios e fui descendo. Enquando eu chuupava a buceta dela pela frente, meu amigo lambia o cuzinho dela por trás. Ela gemia muito e estava adorando. Não sabia o que ela estaria imaginando sentindo duas línguas nela.

Meu amigo a puxou para o divã e colocou ela sentada por cima dele. Ela enfiou o pau dele na buceta e estava rebolando. Olhando aquela bunda linda subindo e descendo não resisti e me encaixei por trás e meti no cuzinho dela. Ela enlouqueceu. Gemia e rebolava como louca. Depois mudamos, eu a coloquei sentada em cima dele de costas para ele, enfiando o pau dele no cuzinho dela. Ele apertava os seios e brincava com os bicos. Eu fui pela frente, por cima e meti na bucetinha dela. E a beijava. Ela apertava meu pau a cada vez que meu amigo metia no cuzinho dela. Ficamos um bom tempo nessa posição até que meu amigo começou a gozar dentro do cuzinho dela. E eu logo em seguida comecei a gozar dentro da sua buceta. Aline já havia gozado umas duas vezes e começou a gozar novamente.

Já não estava mais sentindo ciúmes do meu amigo. Tinha adorado comer Aline a dois. Aline estava deitada no tapete e meu amigo foi colocando o pau dele na boca dela para ela chupar. Logo ele estava de pau duro novamente e a colocou de quatro, metendo na buceta dela. Eu coloquei meu pau para ela chupar e logo também estava de pau duro. Meu amigo demorou uns 19 minutos para gozar e encheu a buceta dela de porra. Eu a fiz ficar deitada no tapete e meti olhando para aquela barriguinha saliente. Meu amigo mamava os seios dela. Virei ela de lado e meti nela com uma perna levantada. Nessa posição a barriga dela parecia maior, me dando mais tesão ainda. Ela veio por cima e ficou cavalgando. Era lindo ver ela por cima, rebolando e gemendo. Depois a coloquei no divã de quatro e meti na sua buceta. Gozei dentro enquanto ela chorava de prazer.

Depois ao chegarmos em casa, ela me disse que estava sentindo uma coisa estranha. Eu perguntei o que era preocupado com a sua gravidez. Ela me disse que estava com uma sensação de ter transado comigo mas sentindo um tesão muito maior. Sendo que ela estava com uma sensação de ter sentido dois paus dentro dela ao mesmo tempo enquanto transava comigo. Despistei dizendo que ela devia estar com muito tesão na hora e por isso devia estar com essa sensação.

Á noite transamos na minha cama e ela me disse que estava com a sensação de que nossa transa estava diferente. Eu perguntei o que ela estava achando diferente e ela me disse que estava sentindo que estava faltando alguma coisa, mas não sabia o quê.

No outro dia fui ao apartamento dela e ela me disse que estava sentindo seu corpo diferente. Eu disse que era por causa da gravidez, mas ela me disse que era uma outra sensação.

Perguntei se ela estava sentindo falta de alguma coisa e ela me perguntou se eu não ficaria com raiva se ela me dissesse o que estava sentindo. Deixei ela à vontade para me contar, já imaginando o que poderia ser. Ela então me disse que essa sensação que estava sentindo talvez fosse a falta de ter mais um ou dois homens transando com ela ao mesmo tempo, pois ela havia sido estuprada várias vezes por dois homens ou mais ao mesmo tempo. Ela estava achando que seu corpo estava sentindo falta disso, mas que ela não queria na cabeça dela. Ela estava satisfeita comigo e não achava legal ter mais uma pessoa. Eu disse à ela que eu era um cara de cabeça muito aberta e que ela poderia contar comigo, pois não tínhamos nenhum compromisso um com o outro. Ela então abriu um sorriso e me deu um longo abraço.

As transas a 3 com o meu amigo terapeuta afloraram no corpo dela a vontade de ter mais paus metendo nela. Ela sá não entendia por quê. Eu sabia desde o começo que ela não ia ficar satisfeita apenas com um homem. O lado putinha dela estava bem aflorado. Ela já havia demonstrado isso.

Perguntei à ela o que ela pensava em fazer. Mas ela estava sem graça de me pedir para incluir outro homem nas nossas transas e além disso ela não conhecia mais nenhum outro homem em quem pudesse confiar. Sugeri à ela então o terapeuta. Ela se assustou e ficou calada. Não sei o que ela estava pensando, talvez já tivesse pensado nele, afinal como terapeuta era bem práximo dela. Sabia de toda a vida e intimidade dela. Além disso seria um homem totalmente confiável, já que era um profissional e não ia sair contando para os outros e provavelmente não ia ficar se aproveitando dela. Mal sabia ela de que ele já estava se aproveitando dela.

Na práxima sessão ela iria contar isso à ele. Chegando lá, ele iniciou a sessão piscando o olho pra mim pensando que iria hipnotizá-la novamente para poder comer Aline. Ele nunca ia imaginar o que estava para acontecer.

Logo no início Aline já foi falando do sentimento e da sensação que sentia no corpo, e quando transava comigo estava sentindo falta de alguma coisa. O meu amigo olhou para mim dando um sorriso achando divertida a histária de estar transando com ela sem ela saber. Mas logo em seguida Aline abriu o verbo e disse à ela que queria sentir novamente dois paus metendo nela ao mesmo tempo. Meu amigo se assustou, pois não imaginou que ela iria dizer uma coisa dessas. E quando ela falou que queria transar com ele e comigo ao mesmo tempo ele até arregalou os olhos e olhou para mim. Eu acenei com a cabeça concordando e ele então ficou todo feliz. Aline olhou para mim e eu fiz sinal para ela começar. Ela arrancou as suas roupas ficando nua para nás dois. Ela ficou se exibindo e fazendo poses em cima do divã. Tiramos nossas roupas e começamos a beijar e chupar aquele corpinho todo. Meu amigo estava feliz pois ia poder comer ela sem ter que hipnotizá-la. Ele ia transar com ela com ela sabendo que estava transando com ele, e porque ela queria. Para ele isso foi o máximo.

Transamos por quase duas horas no consultário dele e depois marcamos outras transas para a minha casa e para a casa dela. Na casa do meu amigo não poderia porque ele é casado.

Ficamos transando a três por quase um mês. Transávamos sá eu e Aline também. Ela estava muito satisfeita e sua barriga crescia cada vez mais e isso sá aumentava nosso tesão. Ela já estava com 5 meses de gravidez.

Um dia porém aconteceu uma tragédia. Aline estava andando na rua quando viu um carro que parecia segui-la. Ela pensou que pudesse ser um dos bandidos que a havia estuprado e começou a correr. Desesperada ela atravessou uma rua sem olhar e foi atropelada por um carro.

Ela foi levada à um hospital pela viatura do resgate. Ela ficou desacordada por vários dias. Eu não tive notícias do que tinha acontecido à ela e fiquei preocupado com o seu sumiço. Meu amigo terapeuta também. Procuramos por todos os lados, perguntamos aos vizinhos dela mas ninguém sabia o que tinha acontecido à ela.

Como ela estava sem documentos e estava desacordada não havia como identificá-la e chamar por parentes ou conhecidos.

Depois do terceiro dia, já tendo procurado pela polícia, vários hospitais e até no IML, conseguimos localizá-la. Ela ainda estava desacordada e havia fraturado o braço esquerdo, duas costelas e estava com traumatismo craniano. Apesar disso ela estava fora de perigo de morrer. Quando perguntei ao médico sobre a criança, ele apenas se calou abaixando os olhos. Então quando ele me olhou eu fiquei triste, pois sabia que ela tinha morrido. Eles tiveram que fazer uma cirurgia e tirá-la da barriga da Aline. Mesmo sabendo que era filho de um bandido, resultado de um estupro e que assim seria melhor para a Aline, eu fiquei muito triste. E tinha a certeza de que ela também não ficaria feliz.

Acompanhei ela no hospital por uma semana, ia todos os dias, até que um dia ela acordou. Ela não se lembrava de nada do que tinha acontecido. Nem sabia que tinha perdido a criança, pois sua barriga ainda estava muito inchada.

Depois de dois dias, quando ela já estava melhor e já podia ter alta, o médico que a operou teve que contar à ela que ela tinha perdido a criança, que era uma menina. Aline no começo chorou, me abraçou e depois que o médico saiu da sala ela me olhou e disse:

- Talvez tenha sido melhor assim. Eu não ia conseguir viver sem lembrar todas as vezes que olhasse para ela, das coisas que passei. Sabendo que ela era filha de um bandido que me estuprou.

Depois de um tempo calada olhando para cima, ela ainda disse que Deus sabia o que estava fazendo, e que achava melhor ela ter ido. Ela não ia querer que a filha dela passasse pelas mesmas coisas que ela passou. Ela disse que nunca vai querer ter filha mulher. Que o mundo é muito selvagem.

Depois de tudo isso, Aline decidiu que não iria mais ficar em Belo Horizonte. Ia abandonar a sua faculdade e voltaria a morar com seus pais no interior.

Perguntei se ela iria contar para eles tudo que ela passou. Ela disse que nunca ia ter coragem de contar à eles tudo, mas ia dizer que ficou grávida de um rapaz e que perdeu o filho. E que o rapaz tinha sumido. Sem entrar em muitos detalhes.

Então, depois de uma semana se recuperando, ela juntou suas coisas e se despediu de mim. Disse que era uma pena não podermos nos despedir com uma bela transa, pois ela não estava em condições.

Ela me agradeceu muito por tudo o que eu fiz por ela. Por ter sido amigo e apoiado ela em tudo e ajudado ela a se recuperar de todos os traumas.

Ela preferiu não manter contato. Pois queria virar a página e se continuasse em contato comigo isso não seria possível, pois eu estava ligado à todos os fatos que aconteceram com ela.

Não sei se fiquei triste em perder o contato com essa garota linda e maravilhosa ou se fiquei aliviado por não ter que assumir um compromisso com ela e acabar tendo que ajudá-la a criar a sua filha.

Estava triste por perder uma garota linda e gostosa que podia comer a hora que eu quisesse e que fazia tudo o que eu queria, mas estava feliz por me sentir livre, sem culpa.

Agora ia voltar a comer outras garotas.

Meu amigo terapeuta também ficou triste por perder uma gostosa e uma cliente. Mas o safado sempre comia muitas garotas, e muitas delas clientes dele.

Essa é a histária de Aline, uma garota linda, nova, gostosa, indefesa e que sofreu tantos estupros e abusos. Esta é uma histária verídica, de uma garota que sofreu estupros em série, e sobreviveu para contar todos os detalhes.



Resolvi contar essa histária em sites de contos eráticos, pois ela é muito excitante para ficar apenas entre eu e meu amigo terapeuta, que me ajudou a escrever me lembrando de vários detalhes.

Fiquei com todo o material feito pelo velho Edson, vizinho de Aline. Ela não quis ficar com isso e me pediu para jogar fora. Resolvi guardar para poder assistir sempre e relembrar de tudo.



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