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MEU SOBRINHO GOSTA DE ME VER COMPLETO

ola este conto e bastante longo porem tentei ser o mais franca e detalhista possivel, leiam ate o fim espero que gostem.



beijinhos



Meu sobrinho gosta de me ver fumar COMPLETO





Sempre me considerei uma mulher comum, quase banal. Me chamo Marcia, tenho 39 anos. Venho de uma tradicional família de classe média paulistana. Minha mãe, de origem italiana, era dona de casa, e cuidava quase que sozinha da educação das filhas. Meu pai era um militar gaucho de media patente que vivia viajando pelo país a trabalho. Não posso dizer que era um pai ausente, posto que quando estava em casa sempre buscava ser atencioso conosco. Mas seu jeito seco e austero criava uma barreira que nem eu nem minha irmã Valeria conseguíamos transpor.

Minha mãe era quem mais se ressentia da ausência de papai. Desconfiava que suas viagens prolongadas não se deviam somente a compromissos profissionais. Sabia que aquele homem atraente, apesar dos seus já quase cinquenta anos, não podia se contentar tão somente com as trepadas ocasionais que ela lhe proporcionava quando estava em casa. Ela mesma achava aquela frequência sexual insuficiente. Tanto é que se masturbava compulsivamente por aquela época, como me disse muitos anos depois. Não sei se chegou a ter outros homens, já que oportunidades não lhe faltavam, muito pelo contrario. Seus vestidos floridos, típicos da época, costumavam deixar generosas porções de suas coxas a mostra. Mamãe era uma atração por onde passava, uma espécie de Sophia Loren da Mooca. Chegava a causar vários torcicolos pelas ruas do bairro.

Meus amigos da escola, que antes da puberdade vinham a nossa casa para comer os famosos bolinhos de chuva da Dona Laura, depois que cresceram trocaram os bolinhos pelo bate papo na cozinha, movido a café e cigarros. Enquanto fumávamos não podia deixar de notar, com uma certa ponta de inveja, os olhares que os meninos da turma lançavam ao bumbum de mamãe cada vez que ela se levantava para buscar algo na geladeira.

Quando fiz 19 sai da casa dos meus pais e fui para o Rio de Janeiro, estudar jornalismo. Todos em casa ficaram bastante surpresos com a minha decisão. Creio que nunca haviam pensado que aquela menina meiga, de ar ingênuo e aparência frágil, pudesse um dia deixar a proteção do ambiente familiar e partir sozinha rumo a outra cidade. Ainda mais se essa cidade fosse o Rio, que esta para o imaginário da pequena burguesia paulistana assim um pouco como estava a babilônia para os judeus antigos. Esse porem era meu projeto de vida e meus pais, apesar de relutarem um pouco no começo, acabaram por me apoiar.

Cheguei ao Rio e me deparei com uma realidade totalmente diferente daquela a que estava habituada. Fui viver em um pensionato para moças práximo a universidade. Segui todo o roteiro previsto para as jovens universitárias que vão estudar longe da família. Perdi minha virgindade logo em uma das primeiras festas de calouros, com um rapaz do quarto ano de engenharia. Tomei a iniciativa e aproveitando que minha colega de quarto havia viajado a Curitiba, levei-o ao pensionato. Foi muito gostoso, apesar de ser a primeira vez. Em São Paulo nunca havia passado dos amasso no cinema com os namoradinhos. Apenas em uma única oportunidade tinha ido um pouco mais longe, quando sai com um vizinho mais velho chamado Jorge. Costumávamos ficar de amasso dentro de seu carro e um dia, a pesar da minha resistência, ele conseguiu tocar levemente a minha bucetinha por debaixo da calcinha. Foi a primeira vez que me lembro de haver chegado ao orgasmo.

No segundo ano da faculdade fui dividir um apartamento em Botafogo com uma colega de classe. Cecília, minha amiga, era muito parecida a mim. Tipo mignon, cabelos curtos, os dela negros enquanto os meus estavam tingidos de loiro. Tinha os olhos verdes e um sorriso amável, quase submisso. Não fazíamos enfim o estilo gostosona arrasa quarteirão, mas nossa vida sexual era bastante agitada, até pelo clima de libertinagem que reinava aquela época no Rio de janeiro, começo dos anos 80. Quem viu o filme do Cazuza pode entender melhor a que me refiro.

Saiamos constantemente. Íamos a todas as festas da faculdade e não perdíamos um show no Circo Voador. Conhecia todo o pessoal das bandas da época, desde as que ficaram famosas até aquelas que não passaram de meia dúzia de shows por ali mesmo. Transavamos com os músicos e também com a galera que frequentava os shows. Raramente voltava sozinha ao apartamento depois de uma noitada. Foi a época em que me realizei sexualmente. Transei com dois e até três homens de uma vez sá. Cheguei a fazer sexo com mulheres, mas na verdade nunca me senti realizada na ausência de um pênis.

Um dia, as vésperas da formatura, ganhei um presente de Cecília. Um enorme vibrador vermelho a pilhas, uma novidade na época. Cecília me deu o presente e ao mesmo tempo me agarrou com força. Me confessou que a muito tempo tinha vontade de transar comigo, que já me havia visto com outras mulheres e que se masturbava sempre lembrando do que havia visto. Minhas pernas tremeram na hora. Não sei se foi pela surpresa ou pelo tesão. Me senti molhada, mas preferi não me entregar. Tinha em Cecília uma espécie de Irma, sentia que aquilo seria quase um incesto, e não queria estragar as coisas entre nás. Mas foi exatamente isso que aconteceu. Nossa relação depois disso nunca mais foi a mesma. Decidi então que já não fazia muito sentido permanecer ali, e voltei a São Paulo.

Já formada com meus quase 23 anos e em São Paulo, comecei a trabalhar como repárter em um pequeno jornal de bairro. Enquanto isso minha Irma mais nova, Valeria, havia se casado. E grávida! Ninguém poderia esperar isso de minha Irma. Talvez de mim sim, claro, mas com certeza nunca lhes havia passado pela cabeça que Valeria poderia casar-se grávida, ainda mais de um pobre motorista de ônibus! Papai, agora um coronel reformado, passava os dias em casa resmungando e assistindo TV, mas mamãe parecia mais aliviada com o termino de suas constantes viagens, e não parecia se aborrecer com sua presença, muito pelo contrario.

Dois anos se passaram e um dia veio uma noticia para a qual nunca ninguém esta preparado: papai falecera. Havia ido comprar o jornal como fazia todos os dias pela manha e ao atravessar a rua foi atropelado por um carro que vinha em alta velocidade. O motorista ainda parou para lhe prestar socorro, mas já não havia mais nada a fazer.

Mamãe ficou inconsolável. Não suportava a ausência do homem com que tinha compartido sua cama durante quase toda a vida. Minha Irma passou então a dividir seu tempo entre sua casa e a casa de nossos pais. Quando não podia ficar com mamãe deixava seu filho Pedro de 19 anos para que este lhe fizera companhia. Acabou por matricular Pedrinho numa escola práxima a casa de mamãe, e ia buscá-lo todas as noites quando saia do trabalho. Assim mamãe passava as tardes cuidando de Pedrinho e se distraia um pouco.

Eu acompanhava tudo isso um pouco de longe, pois embora estivesse vivendo em São Paulo morava em um bairro afastado, longe da casa de meus pais. Até que um dia minha mãe escorregou no piso úmido da cozinha, caiu e fraturou a perna esquerda. Como minha irmã trabalhava o dia inteiro em uma loja de calçados, sobrou para mim a tarefa de cuidar da minha já quase anciã mãe. Sua recuperação poderia chegar a tardar mais de seis meses. Por conta disso, entreguei o apartamento em que estava vivendo e voltei para casa dos meus pais, quase 5 anos depois de haver saído pela primeira vez.

O bairro havia mudado muito nesse tempo. Tentei buscar alguns velhos amigos, mas muitos haviam se mudado dali ou tinham uma vida totalmente diferente da minha. Acabei ficando isolada. Passava os dias em casa vendo TV, muitas vezes acompanhada do meu sobrinho, que por essa época estava entrando na puberdade.

Pedriho era um menino esperto e bastante bem desenvolvido para sua idade. Começamos a pegar intimidade rapidamente, e logo já nem parecia que havia estado tanto tempo longe dele. Ele era muito carinhoso comigo. Adorava deitar no meu colo enquanto assistíamos TV. Ficávamos assim durante horas, ele deitado enquanto eu acariciava seu cabelo e suas costas. Sentia por ele um carinho maternal.

Sá nos afastamos um pouco nas raras ocasiões em que pegava um cigarro para fumar. Nessas ocasiões ele costumava manter uma certa distancia. Comecei a notar porem, que mesmo a distancia Pedro não tirava os olhos de mim. Era na verdade com um misto de fascinação e desejo que o menino me fitava. Parecia que ao acender um cigarro eu me transformava. Deixava de ser sua meiga titia e me tornava uma fêmea lasciva, uma mulher sensual. No começo, resolvi deixar de fumar dentro de casa e em qualquer lugar onde estivesse Pedrinho. Me senti melhor assim por algum tempo, mas depois o tédio e o vicio da nicotina, que me consumiam, me fizeram voltar a fumar dentro de casa mesmo.

Havia também, é claro, outra motivação. Desde que voltei a casa de minha mãe não havia saído com ninguém. Me sentia então frágil como mulher. Era como se de alguma forma voltar a casa dos meus pais representasse também uma volta a um período anterior a descoberta da minha prápria sexualidade. Me sentia, enfim, como a adolescente estranha e pouco desejada que tinha sido outrora, e apenas os olhares insinuantes de meu sobrinho conseguiam despertar a mulher que havia dentro de mim.

Pensei que aquilo podia ser uma maneira de me distrair. Um jogo de sedução. Não haveria nenhum perigo, jamais me deixaria envolver por um adolescente de 19 para 19 anos, ainda mais meu sobrinho. E poderia voltar a me sentir desejada, coisa que estava necessitando ha muito tempo. Passei então a provocar o menino de maneira intencional. Me produzia toda, apenas para assistir TV com meu sobrinho. Colocava algumas saias curtas que costumava usar no verão carioca. Usava sandálias de tira e uma maquiagem provocante. E para completar, um batom vermelho vivo que realçava meus lábios carnudos, herança de mamãe. Era toda uma putinha dentro de casa.

Um dia comprei um maço de cigarros longos, no melhor estilo diva de cinema americano, para criar um clima de sedução sofisticada. Me produzi como de habito e me sentei diante da televisão. Acendi o cigarro. Pedrinho logo veio sentar-se no outro sofá, que ficava numa posição exatamente oposta em relação ao que eu estava sentada. Comecei a dar leves tragadas, enquanto observava a carinha ainda infantil de meu sobrinho se encher de tesão. Podia notar seu pau crescendo por debaixo da bermuda, até formar um volume assustador para um garoto de sua idade.

Evidentemente excitado, Pedrinho passou a abrir e fechar as pernas de maneira ritmada, como se estivesse se masturbando com suas práprias coxas. Estava lívido e tinha os lábios levemente entreabertos. Fiquei preocupada e por alguns instantes pensei que poderia estar levando aquilo longe demais. Afinal, se tratava de um garoto, de apenas 19 quase 19 anos. Mas a vontade de seduzir, o instinto de puta, era mais forte que qualquer sentimento maternal. Me aproximei do garoto e entre ingênua e irônica, lhe perguntei o que estava sentindo.

_ Ai tia, não sei, é uma coisa estranha aqui embaixo, uma durinha que não passa respondeu o menino, visivelmente constrangido.

_Hmmm, que estranho Pedrinho! Faz assim: tira o calção e deixa a tia dar uma olhada!

Pedro tirou a bermuda e ficou sá de cuequinha. Eu já estava diante dele, um pouco sem ação diante da imagem daquele jovenzinho ainda menor do que eu em altura, mas com um pau de fazer inveja a muitos adultos. Dei mais um pega no cigarro e soltei a fumaça devagar.

_Tira a cueca também, lhe disse com voz decidida. Pedro tirou a cueca e deixou se ver por inteiro, nú. O pau duríssimo. A cabecinha vermelha, inchada como eu nunca tinha visto antes em minha vida. Ao que parece o menino nunca havia ejaculado, e por isso aquele tesão todo provocava algum incomodo.

Dei a volta e me coloquei por trás do garoto. Todo ele estava duro e tenso. Cheguei a sentir um pouco de pena outra vez, afinal era meu sobrinho, podia até ser meu filho. Cheguei bem perto de sua orelha e disse para ele ter calma, porque sua titia Márcia iria ajudar. Apaguei o cigarro. Colei meu corpo ao seu, deixando meus seios tocarem suas costas. Fiquei assim massageado meu sobrinho com os peitos, fazendo círculos ligeiros com as tetas em suas costas. Logo passei a acariciar seu peito com as mãos e fui descendo até chegar ao seu saquinho, que estava inchado e muito quente. Quando o toquei de leve com minhas unhas, Pedrinho gemeu

_ai tia aiiii!!

_Que foi Pedrinho, a tia ta te machucando?

_não tia, acho que ta melhorando, continua.

Sorri e lhe dei um beijo no rosto. O menino era ingênuo, mas definitivamente não era bobo. Larguei o saco e agarrei o mastro duro como uma estaca. Comecei o movimento de vai e vem bem devagar, para não assustar meu sobrinho. Sua boca aberta denunciava todo o tesão que sentia naquele momento, e também que seu gozo não tardaria em chegar.

Beijos na orelha e no pescoço. Pedro gemia baixinho, quase assustado. Notei que se demorava um pouco de mais, apesar do tesão evidente. Resolvi incentivar-lo:

_Goza, goza Pedrinho! Goza na Mao da tia vai!

Sussurrei essas palavras no seu ouvido e logo depois beijei sua boca, virando-o de frente para mim. No mesmo instante em que nossas bocas se separaram senti seu primeiro jato de porra em minhas coxas. Continuei beijando porque tinha certeza que de que se largasse sua boca os gemidos dele acabariam por despertar mamãe, que dormia na parte de cima da casa. Pedrinho gozou, gozou muito, parecia que nunca acabaria de soltar porra. Finalmente senti que seu pau tinha terminado de expulsar o liquido seminal. Limpei minhas coxas na saia, mas minha Mao continuava cheio de seu liquido branco. Mandei Pedrinho colocar a bermuda, subi e me meti na ducha. Estava completamente molhada. Sentia o cheiro do seu gozo nos meus dedos. Coloquei a Mao na boca e senti seu gosto suave e doce.

Terminei o banho e desci rapidamente. Pedrinho anda estava na sala assistindo TV. Parecia mais feliz agora, e me olhou com um sorriso cúmplice. Terminei de limpar o resto de esperma que havia pelo chão e fui conversar com ele. Pedi que mantivesse tudo em segredo. Ele disse que não havia nenhum problema, que não contaria a ninguém. Sorri e lhe dei um beijo carinhoso na testa. Logo depois chegou sua mãe, que vinha buscá-lo. Fiquei sozinha em casa, e sá aí me dei conta de que ainda queria muito mais. Acendi um cigarro e aproveitando que estava usando apenas um baby doll, comecei a me masturbar na sala mesmo. Não demorei mais que dois minutos. Ao pensar no gosto do esperma de Pedro, gozei na hora. Um gozo forte, como ha muito tempo não sentia. Um gozo demorado, que me relaxou completamente. Levantei-me e fui ao meu quarto dormir, pensando como poderia terminar aquela historia.

No dia seguinte acordei cedo. Na verdade não tinha conseguido dormir bem pensando no ocorrido na noite anterior. Sentia um pouco de remorso e não conseguia entender como as coisas puderam chegar a esse ponto. Mas ao mesmo tempo ficava completamente molhada sá de lembrar da expressão do meu sobrinho enquanto gozava na minha Mao.

Resolvi que não deveria levar aquilo a frente. Tinha que ser forte, resistir aos meus impulsos sexuais. Não era possível colocar em risco a saúde psicolágica de um menino e até mesmo a união de uma família por um mero capricho erático. Decidi então viajar ao Rio, onde passaria algumas semanas até colocar a cabeça no lugar. Marquei a passagem para o mesmo dia. Disse a minha mãe que precisava visitar um amigo doente e sai depressa, antes que meu sobrinho voltasse da escola.

Minha estada na capital carioca foi mais longa do que havia planejado inicialmente. Acabei ficando por lá mais de dois meses. Nesse meio tempo Pedrinho completou 19 anos, não pude estar presente em seu aniversario por conta de minha viagem mas comprei-lhe um presente do Rio de Janeiro e enviei pelos correios. Não há nada melhor para relaxar a mente do que o clima gostoso do verão carioca. Foram muitos dias de praia, gente bonita, e claro muita cerveja e biscoito globo. Conheci também um rapaz muito interessante, um baiano, praticante da capoeira. Tivemos uma relação breve mas muito intensa, com um gozo sexual muito forte, talvez em função do sentimento de que aquela relação era proibida, em função da diferença étnica e também de classe que havia entre nos. No final, voltei para São Paulo certa que tinha tomado a melhor decisão ao por um ponto final aquela relação incestuosa antes que alguém acabasse se prejudicando.

Cheguei em casa bem na hora do almoço. Minha mãe veio me receber com um abraço apertado, cheio de saudade. Era como se tivesse se desacostumado a minha ausência. Elogiou meu bronzeado e disse que minha aparência estava maravilhosa. Devia ter arrumado algum namorado, me disse ela enquanto me piscava o olho e uma maneira muito pouco sutil. Fui levar as malas até meu quarto, e ao passar pela sala notei que a TV estava ligada. Era Pedrinho que estava ali, jogando videogame, totalmente alheio ao mundo ao seu redor. Disse olá, e ele me respondeu quase que sem tirar os olhos da tela. Fui ao meu quarto e me deitei na cama. Fiquei por alguns instantes meditando sobre como pude me deixar levar pelo desejo por uma criança como Pedrinho.

A rotina voltou a se estabelecer em minha vida. As monátonas tardes em frente a TV, os passeios no shopping com mamãe, o cinema de quarta feira com os amigos do curso de pintura. Da agitação e do calor carioca agora sá restavam um restinho de bronzeado, que contrastava fortemente com a pele morena dos meus seios. Estava entediada novamente, e com isso os antigos pensamentos proibidos voltaram a rondar minha cabeça.

Uma tarde minha mãe foi ao medico fazer alguns exames. Me pediu para ir junto com ela, mas eu me recusei alegando que sentia dor de cabeça. Fui ao me quarto e me tranquei. Sabia que logo meu sobrinho chegaria da escola e não queria encontrá-lo, pois se isso acontecesse acabaríamos terminado o que deixáramos incompleto da outra vez.

Sentia um calor enorme percorrendo o meu corpo. Tentava me concentrar em uma atividade qualquer, mas era impossível. Coloquei uma musica no aparelho de CD e comecei a dançar, na esperança de liberar um pouco minhas energias sexuais reprimidas. Dançava em frente ao espelho, um velho habito dos tempos de adolescente. A musica foi enchendo o quarto, o ritmo cada vez mais intenso. Me deixei levar. O calor aumentava enquanto eu movia os quadris no balanço do ritmo cada vez mais frenético. Comecei a tirar as peças de roupa que prendiam meus movimentos. Com uma volúpia sobrenatural, arranquei a camiseta larga que vestia e a arremessei sobre a cama. Seguindo o movimento das batidas musicais, baixei a saia curta que vestia, balançando o quadril maliciosamente até que ela chegasse aos meus tornozelos. De costas para o espelho toquei meu sexo úmido, roçando sobre o tecido fino da lingerie. Descia e subia com a Mao, empinando a bunda e admirando meu práprio corpo refletido no espelho. Finalmente arranquei o sutiã e a calcinha, e fiquei completamente nua. Comecei uma masturbação furiosa. Os orgasmos vinham como ondas, cada vez maiores e mais fortes. Tapava a boca para não gritar de tanto tesão. Ainda assim, não havia maneiras de me auto satisfazer. Sabia que sá havia uma maneira real de acabar com aquele estado de excitação selvagem, mas estava paralisada entre o desejo e o temor.

Lembrei-me então de algo que há muito tempo estava guardado em meu armário. Uma peruca cor de rosa, estilo Chanel, uma antiga relíquia dos tempos das festas no diretário acadêmico. Coloquei-a e me admirei no espelho. Parecia outra mulher. Para completar, coloquei um sapato salto de agulha, com quase dez centímetros. Agora já não era meu reflexo que contemplava no espelho. Era uma puta, uma puta cara, pronta para seduzir qualquer homem que estivesse no meu caminho. Naquele momento, obtive a desculpa que necessitava para praticar meu pequeno delito incestuoso. Acendi um cigarro e abri a porta do quarto.

Caminhei lentamente até a sala, onde Pedrinho continuava jogando videogame. Chamei seu nome e o menino então se virou em minha direção. Seus olhos quase saltaram da orbita quando me contemplou encostada no batente da porta completamente nua, usando apenas uma peruca e a sandália branca de salto.

Soltei a fumaça do cigarro devagar, deixando a boca bem aberta. Passei a língua pelos lábios vermelhos e lhe sorri maliciosamente. Sabia que isso o enlouqueceria. Meu sobrinho largou o controle do videogame e continuou olhando fixamente para mim, ainda embasbacado.

_vem aqui, disse a ele, vem aqui que a tia quer te ensinar uma coisa.

Pedro se levantou e veio em minha direção. A julgar pela maneira com que me olhava, parecia que iria me agarrar e me possuir ali mesmo. Dei outra tragada no cigarro, sem deixar de olhar em seus olhos.

_sabe fumar? Perguntei cheia de veneno. Ele disse que não e então estendia a Mao em sua direção, oferecendo-lhe o cigarro. Pedro não quis pegar o cigarro, e eu então me aproximei de sua boca e soprei um pouco de fumaça. O menino abriu sua boca, talvez desejoso de sentir meu hálito mais perto. Não o deixei esperar muito e toquei seus lábios com minha língua, lentamente, lambendo cada centímetro de sua boquinha úmida. Imediatamente notei que sua rola crescia dentro do shorts. Meti minha coxa entre suas pernas e comecei um esfrega e esfrega gostoso, enquanto seguíamos beijando, cada vez mais descontroladamente. Parei por um instante para tirar sua camiseta. Mordi sua orelha, beijei seu pescoço e suguei de leve seus pequenos mamilos. Meu sobrinho gemia baixinho, suspirava. Coloquei-o de costas para mim. Mordi sua nuca e fui descendo com a língua até seu cocix. Pedrinho agora suplicava para que continuara a massagem, como ele dizia. Beijei seu cuzinho enquanto tocava suas bolas. Seu pau pingava de tanto tesão.

Nesse momento creio que a masculinidade do garoto havia sido despertada. Ele se virou de frente para mim e com um movimento brusco, abocanhou um dos meus seios. Mamou com força, como que por instinto. Ao mesmo tempo meteu o dedo dentro de mim e começou um mete saca selvagem. Não consegui conter o grito e um orgasmo espetacular inundou minha buceta:

-aaaaaahhhhhh, Pedro, a tia ta gozando, que deliciaaaa!!! Fode a tia Pedro, fode.

Pedro continuou me fudendo com o dedo, violentamente. Largou meus seios e beijou minha boca, enfiando a língua como um desesperado. Tentava controlar sua fúria, mas não conseguia. Finalmente consegui com que parasse por um instante. Estava delicioso aquela putaria, mas eu queria algo mas contundente, digamos. Peguei-o pelas mãos e o levei até a cadeira de balanço de mamãe. Disse a ele que se sentara na cadeira e me ajoelhei a sua frente. Seu pau duro não era enorme, mas para um menino de sua idade era maior que qualquer outro com certeza ate de se fazer inveja a muitos homens já adultos e desenvolvidos. Era mais do que suficiente, ainda mais para sua idade. Lambia a cabecinha e fiquei provocando um pouquinho, antes de enfiar todo aquele cacete duro na boca. Pedro se agarrava aos braços da cadeira com força, e gemia já descontrolado, enquanto eu alternava as chupadas com uma punhetinha lenta:

-assim tia beija ele todo beija sua putinha puta!

Quase gozei ao ouvir meu sobrinho me chamando de puta. Sabia que Pedrinho também não aguentaria muito mais, pois seu pau já começava a latejar em minha boca. Não queria que o menino gozasse antes de me penetrar. Segurei seu pau com força, impedindo-o de gozar. Me levantei e me pus de costas para ele. Nessa posição, esfreguei meu cuzinho na cara do meu sobrinho, rebolando como uma vagabunda de quinta categoria. O menino aproveitou o rebolado e me meteu sua língua na minha xana, que aquela altura parecia a nascente de um rio, dada a quantidade de líquidos que escorriam pelas minhas pernas. Sentia outro orgasmo se aproximando:

¬¬_Pedro! Você ta fazendo a tia gozar de novo, Pedro lambe a xota da tia, chupa meu cachorrinho Gostoso, tesaoooo ahhhhhhhhhhh!!!

Ainda um pouco tonta por causa do tremendo orgasmo, fui descendo lentamente até encaixar a rola do meu sobrinho na entrada de minha buceta.

Comecei a dar leves mexidinhas para que ele se encaixa-se dentro de mim.

Cada mexida que eu dava ele entrava e podia sentir cada centímetro de seu pau entrando dentro de mim o que foi delicioso. Quando por fim senti seus pelos roçarem a entrada da minha vagina e entrelaçarem com os meus. Nossa!! foi puro êxtase. Estávamos completamente encaixados um no outro e ele muito fundo em mim, sentia ele todo dentro de minha buceta seu volume inteiro quente e úmido parecendo ferro em brasa.

Não me contive rebolava naquele cacete gostoso, aproveitando o balanço que a cadeira proporcionava. Subia e descia no ritmo daquele movimento gostoso, apertando o maximo que podia aquele cacete grosso. Meu sobrinho Segurava minha cintura e estocava o Maximo que podia, metendo fundo na buceta da sua titia. Me chamava de puta, vagabunda e socava cada vez mais forte. Os gritos aumentavam. Começou a puxar meu cabelo e a bombar muito forte. O ruído que seus testículos faziam cada vez que encontravam minha bunda aumentava com a velocidade das estocadas. Senti que seu gozo estava práximo o meu também estava, cavalguei ainda mais forte em seu cacete quando senti seu primeiro jato de porra ir bem fundo dentro de mim. Não me contive dei um grito de tesão enorme com uma cavalgada forte e parei e comecei a gozar muito forte e intensamente no pau de Pedrinho que também gozou forte. Cada jato de porra que sentia Pedrinho soltar dentro de mim parecia que pegava fogo de tão quente que era e parecia ir fundo dentro de mim parecia atingir meu útero, o que fez com que meu orgasmo fosse ainda mais intenso ao mesmo tempo em que o dele.

Pedrinho arfava e sua respiração estava muito forte devido ao gozo que teve, minhas pernas também amoleceram e ficaram bambas na hora que mal pude me mexer, apenas deitei meu corpo para traz encostando-me em seu corpo mas sem me desencaixar de Pedrinho. Virei à medida que pude meu rosto para ele e começamos a nos beijar gostosamente, parecíamos que já éramos amantes a tempos, ficamos assim alguns minutos onde pude notar que apesar de já ter gozado Pedrinho se manteve em riste com seu pau já recomposto percebi que queria mais. Eu ainda estava tremula e com o corpo mole mas também queria mais de Pedrinho que me fez gozar tão gostosamente.

Parei nosso beijo e me levantei vagarosamente nos desencaixando lentamente, sentia ele saindo de mim aos poucos ate que por fim nos desencaixamos por completo o que me fez sentir um vazio dentro de mim, sentir a falta do pau de Pedrinho me ocupando me completando.

Quando me levantei por completo pude notar que Pedrinho havia gozado muito intensamente e muita quantidade dentro de mim, pois senti descer de dentro de mim em grande quantidade melando minhas pernas e pingando no chão.

Sorri para Pedrinho que ainda estava sentado na cadeira com seu penis já recomposto, peguei em sua mão guiando-o ate o sofá onde me deitei puxando Pedrinho junto de mim. Começamos a nos beijar Pedrinho não perdeu tempo em abocanhar meus seios, realmente Pedrinho estava se transformando em um amante perfeito.

Alternando entre chupadas e lambidas Pedrinho mamava meus seios de uma forma tão gostosa que eu logo já estava completamente molhada e pingando, aproveitando esta empolgação que estávamos não perdi tempo, com a Mao por baixo segurei o pau de Pedrinho que já estava super duro e passei sobre minha buceta humida dando leves pinceladas em minha racha.

Pedrinho sentindo meu calor em seu pau tentou afoitamente se encaixar dentro de mim, o que tratei de ajudar o mais rápido possível colocando-o bem na entrada de minha buceta. Pedrinho que não e nada bobo bombou forte e em duas metidas já estava completamente dentro de mim novamente, retirei minha mão de seu pau dando livre acesso para que ele me penetrasse como quisesse e as coloquei sobre seu ombro segurando com força e dizendo. ¬¬_Vai Pedrinho fode a titia fode haaaaaaaaaaaaa!! Assim querido fode a titia meu amor que sou toda sua todinha sua, me faz gozar de novo querido.

Pedrinho ao me ouvir falar isso começou a meter como podia muito rápido e forte compassadamente o que fazia uma gostosa harmonia de nossos sexos se encontrando.

Ficamos fodendo assim um pouco onde tive grande prazer que minha buceta sentia escorrer como a nascente de um rio.

Com a mão em seu peito afastei um pouco Pedrinho tirando de dentro de mim por alguns instantes para trocar a posição, me posicionei de 4 no sofá apoiando os seios no encosto arrebitando bem a bunda para que minha xana ficasse bem exposta.

Com ar de puta chamei Pedrinho vem meu amor, vem aqui meu macho me foder de 4.

Pedrinho mais que depressa atendeu veio atrás de mim e já acertou meu sexo com uma estocada forte e profunda, gritei de prazer ¬¬_Fode a titia fode meu macho, fode de 4 a puta da titia haaaaaaaaaaa delicia querido.

¬¬_Pode deixar vou te foder sim sua puta .

Pedrinho me chamar e puta me fazia quase gozar de tesão. Abaixei a cabeça para olhar por baixo e poder ver Pedrinho me fodendo que foi a coisa mais linda que já vi ver por baixo seu pau entrando em mim e ver minha boceta pingando de tanto tesão juntamente com o barulho forte que fazia do encontro de Pedrinho com suas estocadas fortes fazia quando encontrava minhas nádegas, não me contive anunciei meu orgasmo ¬¬_Pedrinhoooo a titia vai gozar de novooo me fode forte querido me fode forte que quero gozar com seu pu enterrado todo dentro de mimmmm.

Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa to gozandooooooooooooo..

Ação consumada tive o gozo mais forte e intenso que jamais tive em toda minha vida mesmo com meus parceiros que tive no rio.

Mole e completamente exausta pelo tremendo gozo Pedrinho deu mais umas bombadas onde anunciou que também gozaria, ¬¬_ Vou gozar titia.

Ver ele mesmo depois disso que passamos me chamar de titia como um adolecente ainda puro e cheio de dengo me encantou.

Não me demorei sentia que ia gozar logo e rapidamente tirei seu pau de dentro de mim. Me coloquei de joelhos diante dele e comecei a masturbá-lo. Abri a boca para receber todo seu gozo em minha boquinha. Pedro uivava como um animal:

_Goza Pedro, goza na cara da sua titia puta, piranha enche minha cara de porra! Ahhh, isso, assim, assim, bom menino .Que delicia de porra.

Engoli sua porra e depois limpei seu pau com a língua. Limpei tudo que havia de porra em minha cara com os dedos, e chupei-os um por um, para deleite de meu sobrinho, que seguia de pau duro. Quando pensei que poderíamos seguir com aquela maravilhosa foda, ouvi o característico barulho de chave na fechadura da porta de entrada. Era minha mãe, que voltava mais cedo do medico aquele dia.

Dei um salto e me escondi atrás do sofá. Pedrinho rapidamente vestiu a bermuda, bem no instante em que minha mãe entrou na sala. Detrás do sofá, podia notar a expressão de desconfiança de minha mãe quando foi dar um beijo em Pedriho. A sala inteira exalava o inconfundível odor de sexo. Meu sobrinho conseguiu dissimular bem, disse que estava de saída, que iria jogar futebol com os amigos. Saiu rapidamente, mas minha mãe ainda ficou alguns minutos ajeitando a sala. Foi quando encontrou, ao lado da cadeira, minha peruca jogada no chão e alguns respingos do gozo de Pedrinho que tinha despejado em grande quantidade em meu rosto e boca que acabou por pingar no chão da sala perto de minha peruca que no balançar de nosso sexo caiu de minha cabeça de tão intenso e gostoso que foi nosso sexo . Deu um leve sorriso e se foi para a cozinha.

Aproveitei a oportunidade e voei para meu quarto. Me meti na ducha e respirei aliviada, debaixo da ducha relaxando comecei a pensar mais racionalmente e com Pedrinho não usei nenhuma proteção havia passado de todos os limites, e Pedrinho gozou dentro de mim muito intensamente e não tomava nenhuma pílula nem nada contraceptivo pois quando estive no rio usei camisinha com todos meus parceiros, e pelas minhas contas estava entrando no período fértil.

Então naquele instante milhões de espermatozáides de Pedrinho poderiam estar tentando fecundar meu ávulo de sua prápria tia.

Terminei meu banho fui a meu quarto me deitei e pensando nisso dormi profundamente devido ao esgotamento físico.

Mas ainda queria mais. Queria foder com meu sobrinho de muitas maneiras ainda, queria transformar-lo no homem que me daria prazer dentro de casa. O que não sabia era que essa maravilhosa transa que tivemos teve como consequência uma gravidez de uma menina linda ANA JULIA que nasceu 9 meses depois com 58 cm 3,200 kg muito saudável. Mas antes mesmo de saber que estava grávida de Pedrinho que descobri apenas quando estava indo para o terceiro mês, transamos diversas e maravilhosas vezes e muitas outras nesse período E agora também sabia que poderia contar com a cumplicidade de minha mãe que depois de achar minha peruca na sala nada disse e para ela minha filha e de um carioca que tive relação quando fui ao rio a passeio.

Então estamos bem e levando a vida e Pedrinho e eu estamos tendo relações lindas as quais contarei num práximo conto



Ate mais



beijinhos Marcia

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