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MEU IRMÃO CAÇULA: A PUTA DA CASA

Olá, sou o Wallison; e vocês já acompanharam minhas transas com meu irmão, Nicolas, e com nosso pai, Edivaldo. Pois bem. Nosso pai, depois de nos comer, se separou de nossa mãe e nás ficamos com ele. Aí a putaria começou a rolar mais solta ainda; Nicolas e eu, mal chegávamos da escola e já começávamos a trepar; já esperávamos papai de cuecas e o jantar era uma enrabada. O Nicolas já estava ficando craque na dupla penetração e, algumas vezes, eu não resistia e deixava o papai me comer. Dormíamos os três na mesma cama e nosso quarto ficava sá de enfeite. O tempo foi passando e o Nicolas foi ficando mais gostosinho ainda: bundinha mais durinha, empinada e carnuda; lábios grossos e corpinho bem definido. Umas coxas grossas, até demais para a idade. Eu também ganhei massa, sem ficar marombado. Em mim, o que chamava a atenção era o tom arruivado dos pelos. Papai também se cuidava e estava um quarentão muito do gostoso: peitoral definido, pernas grossas, cara de macho e pelos muito bem distribuídos. Apesar de nos comer com a mesma intensidade, era notável que papai era TARADO no Nicolas. Por várias vezes, acordei pela manhã e, ao chegar na cozinha, o Nicolas estava na pia, lavando algo, e o papai chegava por trás e o acriciava com uma intensidade invenjável: morida-lhe o pescoço, colocava as mãos grandes e fortes por dentro da cueca, chupava a orelha do guri... ufa! Dava um tesão enorme.

à essa altura, eu já estava com dezessete anos e o Nicolas com treze. A tara de papai no garoto aumentou tanto, que ele decretou: além dele, sá eu podia comer o guri! E ainda me disse: se eu soubesse de algo, deveria contar para ele. O Nicolas prometeu "fidelidade", mas me olhou com um olhar sacana que eu nunca tinha visto até então. Um belo dia, Nicolas não foi ao colégio, alegando estar com gripe. Ao chegar em casa ao meio-dia e meia, ouvi uns barulhos no quarto que era meu e de meu irmão, mas que quase não usávamos. A porta estava entreaberta e, ao me aproximar, vi o Nicolas, de frango assado, dando o cu para o Pedro, um vizinho nosso da idade dele. O Nicolas estava posicionado de uma tal forma que via quem chegava à porta e me lançou o mesmo olhar sacana daquele dia em que papai exigira a tal "fidelidade". Ao me ver, intensificou os gemidos e ficou ajoelhado na cama. O Pedro se posicionou atrás dele, também ajoelhado, e mandou ver no cu dele, enquanto acariciava os mamilos do Nicolas. Me posicionei de modo que presenciava a cena, mas não poderia ser visto pelo Pedro. Apenas o Nicolas me encarava com aqueles olhos de fogo e lambia a boca do garoto. Terminaram a putaria com um urro do meu irmão, dizendo:

- Vai, Pedro! Goza no cu da tua putinha!

Me escondi no quarto ao lado e esperei o Pedro sair. Quando ouvi o barulho da porta, corri para a sala e segurei o Nicolas pelo braço:

- Você ficou maluco! O papai vai te matar!

- Sá se você contar - disse ele, com uma voz muito sensual - Quem o papai pensa que é, meu dono? Adoro dar a cu para ele, mas quero conhecer todos os pintos que puder. Eu adoro homem, adoro sentir cheiro de homem. O dia mais feliz da minha vida foi quando você rasgou o meu cu pela primeira vez com esse seu pinto maravilhoso!

Se aproximou de mim e me lascou um beijo lascivo na boca. Nunca senti a língua do Nicolas tão quente. Quando dei por mim, estávamos pelados, sentados no sofá, e o Nicolas cavalgava meu pinto de um jeito louco, frenético! As minhas bolas batiam com total violência na bunda dele. Eu apertava sua bunda e ele pedia mais; eu batia em sua bunda e ele pedia mais; eu mordia seu pescoço e ele pedia mais! O coloquei violentamente de quatro no sofá e comecei a enrabá-lo com toda a força, enquanto puxava seus cabelos. Gozamos juntos. Ao terminarmos, Nicolas repetiu o beijo e me disse:

- Se papai ficar sabendo, nunca mais você me come!

Decidi ficar calado e, naquela noite, o Nicolas também deu para o nosso pai de um modo muito forte. A partir desse dia, o Nicolas passou a gostar do perigo e começou a transar com todos os homens por quem sentia tesão: e fazia isso em nossa casa, sempre para que eu flagrasse e bem perto da hora em que papai chegasse; nessa brincadeira, ele deu para o porteiro, para vários vizinhos e até para um entregador de pizza: treparam no banheiro da área de serviço, enquanto papai banhava no banheiro social: o cara sá tirou o pinto ra fora, Nicolas afastou a cueca e o morenão mandou ver no cu do meu irmãozinho.

Um belo dia, papai precisou hospedar por dois dias um colega seu em nossa casa, Afonso: um coroa grisalho, de olhos bem azuis, mas um corpo sarado, com tudo em cima e peludo. Por conta disso, precisamos fazer o teatro da "família normal". Nicolas e eu dormiríamos em nosso quarto e papai no dele. O Afonso, no de háspedes. Logo no jantar, percebi os olhares que o Nicolas lançava para o Afonso. Fomos dormir e, na madrugada, acordei e percebi que o Nicolas não estava em nosso quarto. Me levantei e ouvi vozes na cozinha, chegando lá, percebi que o Nicolas conversava com o Afonso. Nicolas estava de cueca branca, bem apertadinha, que deixava sua bunda ainda mais desejável. O Afonso estava de samba-canção e dava para ver que seu membro estava em brasa. Papo vai, papo vem, o Nicolas disse:

- Você tem um corpo muito bonito.

- Você também - disse o Afonso.

- Seu pau deve ser tão bonito quanto o resto...

Logo em seguida, já estava com o pau de Afonso na boca. Ouvi barulhos vindos de dentro e me ocultei atrás do sofá da sala. Papai, ao entrar na cozinha, flagrou o Nicolas levando vara do Afonso, em cima da mesa. O coroa enfiava até a bolas baterem na bunda do maninho e seus pentelhos roçarem a entrada. Papai. como era de se esperar, deu um escândalo e tirou o Afonso do cu do Nicolas a pescotapa. O coroa saiu correndo de casa, sá de cuecas. Nicolas assistia a tudo impassível. Papai, com os olhos em chamas, disse-lhe:

- Eu não te disse que seu cu era sá meu? Sá eu posso te comer! Sá eu!

Nicolas se aproximou de papai, o beijou e pendurou-se em seu pescoço. Papai o segurou e começou a roçar a mão em sua bunda, tal era sua tara no guri. Nicolas olhou para ele e disse:

- Se não trouxer o Afonso para terminar o serviço, nunca mais me come! eu vou à delegacia e te acuso de estupro. Quem não acreditará em um pobre garoto de treze aninhos...

Papai ficou desnorteado! Mas jamais pensou na possibilidade de não poder nos comer. Desceu às pressas e, vinte minutos depois, estava de volta com o Afonso, dizendo que aquele grande mal-entendido deveria ser superado. Embora fosse madrugada, decidiu sair "para comprar uma pizza". Assim que ele saiu, Nicolas retomou a brincadeira com o coroa, que estava mais aceso ainda. Eu que me dei bem: entrei na brincadeira e fizemos um dupla penetração no Nicolas. E agora é assim: papai finge que não sabe de nada; Nicolas dá para quem quer e eu enrabo vários carinhas com ele. E o melhor de tudo: as trepadas entre eu, papai e meu irmãozinho caçula estão cada vez mais quentes!

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