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SIRIRIQUEIRA

SIRIRIQUEIRA

Ora, se homem que gosta de fazer “covardia” (cinco contra um) é punheteiro, como é que fica a classificação de uma mulher, que, como eu, adora uma siririca? Deve ser siririqueira, não é? Pois eu, desde os meus 8 anos, quando, muito bobinha, aprendi a gozar com o auxilio dos dedinhos, com uma menina mais velha da minha rua, viciei numa boa siririca. A princípio era somente com um dedo, depois com dois, três, coisas como cabo de escova de cabelo, canto de mesa, e até salsicha já enfiei na buceta. Não sei como perdi o cabaço, mas acho que foi aos 19 anos com um cabo de vassoura envolvido por uma camisinha que roubei do quarto de meu pai. Lembro de ter enfiado uns 19 cm naquela vez. Hoje, tenho 39 anos, casada há 19 anos, viúva há 2, dois filhos, gosto de uma pica de homem, mas não abandonei meu “ vício”. Minha vida de casada era normal, meu marido compreendeu meu vício, eu precisava de pelo menos cinco gozadas por dia, ele me dava duas. Aí eu ficava liberada para complementar a minha necessidade orgânica, desde que contasse para ele como foi, onde foi. Era melhor do que eu arrumar um amante, ele dizia, além de excitá-lo com meus relatos onde eu floreava bastante. E esta mania já me fez ter átimas experiências.

Meu nome é Yolanda, sou professora de matemática e uma das coisas que adoro é, dando aula para meninos de 6ª a 8ª séries, 19 a 19 anos, todos com os hormônios aflorando, mandá-los resolver alguns problemas e, enquanto eles estão ali concentrados, encostar a buceta, mesmo por cima da roupa, num canto da mesa e ficar esfregando ali até gozar. É gostoso ver aqueles mais espertos, que manjam a situação, ficar doidos, quase babando, se punhetando disfarçadamente nas carteiras. Depois de gozar discretamente (sei fazer isto muito bem), chegar perto deles para examinar os exercícios e sentir suas respirações ofegantes, e, se alguem pedisse, deixá-lo ir ao banheiro. Nunca dei para aluno nenhum, aliás, nunca traí meu marido com outro homem, tendo feito sexo somente com um namorado antes de conhecê-lo, mas sei que já fui motivo de inúmeras punhetas completas nos banheiros depois da aula.

Outra coisa que gosto de fazer é, em festas, ir com saia tipo envelope, pesada e sem calcinha (ando sempre da saias, calça comprida atrapalha, não dá para colocar a mão por dentro). Aí, no momento que der, vou para um canto, enfio a mão na abertura da saia e, disfarçadamente, enfio os dedos na xoxota mexendo até gozar, às vezes até conversando com outras pessoas, pois sei fazer isto com um controle total, sem gemer nem fazer cara de estar gozando. Isto é muito excitante. Já me masturbei em concertos, teatro e cinemas, festas de casamento, de formatura, batizados, missas, enfim em muitos lugares públicos. Minhas roupas sempre têm uma abertura disfarçada no lado direito, como um bolso, por onde eu alcanço com facilidade a buceta. Muitos anos de experiência me fizeram aperfeiçoar os métodos de tocar uma siririca, principalmente em lugares onde há muita gente. Já me masturbei assim em pleno Viaduto do Chá, em Sampa, encostada na mureta, olhando o movimento do povão e também num show que teve no Pacaembu. No metrô então, nas horas de pico, dá para se tocar uma caprichada.

Se já fui pega alguma vez? Sou bastante discreta, mas fui surpreendida por minha mãe quando pequena, na cama, com dois dedos dentro e esfregando. Me distraí e quando vi, ou melhor, ouví, minha mãe estava dando a maior bronca. Passou pimenta nos meus dedos, me ameaçou com o fogo do inferno, etc. por uns dias fiquei sem fazer nada, mas o vício venceu e voltei a me masturbar (foi a primeira vez que ouvi este termo, masturbação, o verbo masturbar, pois minha colega falava siririca mesmo). Acho que tinha uns 19 anos, já tinha enfiado o cabo da vassoura na xoxota. Outra vez, depois de uma missa, o padre veio me falar que o que eu estava fazendo era pecado mortal, desrespeitando a igreja e os santos. Não sei como ele descobriu, mas neguei tudo, falei que estava coçando a perna e ainda disse para acabar com as pulgas do lugar. Acho que não colou, mas nunca mais ele falou comigo, se bem que ficasse me vigiando, mas mesmo assim eu fazia.

É, acho que posso ser classificada como “ siririqueira”, não é? [email protected]

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