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MINHA FILHA COMEU O PAI - 2

Rumo a Campinas – 2



Oi, eu sou a Lê, e esta é a terceira parte do meu relato sobre os dias mais

impressionantes de minha vida. Apás uma semana de muitos pensamentos loucos,

sempre divididos com meu marido Vítor, chegamos ao sábado, dia 28 de

janeiro, ansiosos e enlouquecidos por pensamentos cheios de sexo envolvendo

nossa filha Ana Leila e seu marido Lucas. No sábado, logo cedo, partimos de

carro rumo a Campinas. A idéia era passar o fim de semana no sítio que eles

têm na estrada que leva a Itatiba. E lá fomos nás, pela Anhanguera até

Vinhedo, quando saímos à direita e pegamos a estrada para fazer o caminho

que Ana nos indicara.Depois de uns vinte minutos, chegamos ao sítio.

A casa

típica de fazenda, de um pavimento sá, rodeada por uma varanda com cadeiras de descanço. Eram mais de oito horas e

nossa filha nos esperava na varanda, acompanhada por outras três pessoas. No

caminho Vítor e eu ficamos cheios de dúvidas: eu sabia o que eu queria,

sabia também o que meu marido queria, havíamos transado várias vezes

imaginando que Ana estava na cama entre nás. Mas, e Ana, será que ela ainda

se lembrava da proposta que me fizera? A insegurança nos fez, durante a

viagem, pensar até em voltar, mas o tesão nos

levou até o sítio. Entretanto, se tínhamos dúvidas, logo elas se dissiparam:

Ana nos recebeu com abraços e beijos carinhosos. Quando ela me abraçou e

nossos corpos se tocaram, senti que ela apertava seu corpo contra o meu como

nunca havia feito. Senti seus peitos e suas coxas como se fosse a primeira

vez que a abraçava. Seus braços em minhas costas me apertavam e até sentia

a pressão de seus dedos no alto de minhas costas...Se rosto estava afogueado quando o beijei... Era o que eu precisava para voltar a pensar nela e em... coisas... Uma das pessoas que

estava na varanda era dona Maria, mulher do caseiro, e as duas mocinhas que

estavam juntas eram sua filha e sua sobrinha, duas adolescentes bonitas. Seu

Juca, o caseiro, morava no sítio e cuidava da casa, do canil e dos cavalos.

Elas moravam em Itatiba, alí pertinho, mas em todos os fins de semana iam ao

sítio aproveitar a piscina e os cavalos, segundo Ana explicou. Dona Maria

disse que o café estava quase pronto e Ana nos levou para conhecer a casa.

Fiquei impressionada com o bom gosto e com o conforto. Dava para morar lá

sem prejuízo de qualidade de vida. Quatro quartos bem mobiliados, sala de

jogos com mesa de sinuca e mais duas mesas redondas para outros jogos, sala

de ginástica com pelos menos sete aparelhos. Uma outra sala dispunha de

computador com acesso à internet. A sala de estar era enorme e os sofás

confortáveis. A cozinha era completa e quando chegamos lá a mesa com o café

já estava posta. Maria e as duas garotas nos serviram muito solícitas. Além

de bonitas as meninas eram bem agradáveis. Vítor comentou algo sobre o café

ser melhor que o café de um hotel e Maria se derreteu em agradecimentos. “A

dona Ana disse que este fim de semana era muito especial e por isso eu devia

exagerar no capricho e em tudo o mais...” respondeu Maria. Apás o café

Vítor saiu acompanhado pelas duas moças para buscar as malas no carro; Ana

e eu fomos para o quarto que seria nosso. Alguém já tinha aberto a janela e

afastados as cortinas. Fiquei embevecida com a vista: no primeiro plano, a

uns dez metros da casa e num nível mais baixo, uma piscina com deque de

madeira. Além dela, um pequeno bosque e o gramado bem cuidado que levava até

um lago... Ana percebeu o quanto eu estava impressionada pela paisagem e

disse que o lago era quase do tamanho de dois campos de futebol... “Que tal,

Lê, gostou? E você, pai, o que acha?” Vítor entrava com as malas e sá então

pôde admirar a vista. à direita, onde o lago se estreitava, começava um

pequeno bosque que se perdia de vista encoberto pelo morro numa curva

práxima. Ela continuou: “agora vocês descansam um pouco e depois escolhem:

ou damos uma caminhada ou vamos para a piscina... “ Pela janela do quarto

deu pra ver as garotas correndo pelo gramado até o bosque, contornando-o

até sumirem da vista. Ana ficou ao nosso lado, tagarelando, enquanto

arrumávamos as coisas nos seus lugares. Ela estava linda de sandálias baixas

e de bermuda creme. Sua blusa branca era de cambraia com gola redonda justa

no pescoço e era de abotoar nas costas. Seus cabelos pretos, longos, estavam

presos na nuca num desleixo consentido mas sedutores, pois expunham e

realçavam um pescoço alvo e bem delineado. Deliciosa. Eu não sabia o que

Vítor estava pensando... Vítor saiu para voltar ao carro e Ana sorriu e

disse “eu te amo, mãe... muito!” Seus olhos dardejavam malícia, seus lábios

brilhavam desejo e eu não me contive: nás também te amamos, menina! E ela

dando a volta na cama se aproximou de mim e pediu “você me ajuda?” Antes que eu

respondesse qualquer coisa ele me beijou rapidamente os lábios e me puxou

pela mão para fora do quarto. Saímos e passamos pela cozinha onde Ana

orientou Maria quanto a alguma coisa que não entendi . “Vocês gostam de

caipirinha? De pinga ou de vodca?” perguntou ela enquanto abria um armário

e separava duas garrafas de bebida. Deixei-a lá e fui para a varanda de

onde podia apreciar a vista e esquentar ao sol. Pouco depois ela chegou com

uma câmera digital e disse que íamos ver algumas fotos da viagem pelo

nordeste “antes do pai chegar”, ela frisou. Além das fotos armazenadas na

máquina havia mais dois memory sticks. Ana pegou um deles e o inseriu na

câmara, dizendo “estas são especiais”. A primeira foto que vi, Lucas estava

deitado nu numa cama king-size. Nu e de pau duro. Advinha o que nás

estávamos fazendo, mãe... Ana perguntou. Lú era mesmo um tesão. Na foto

seguinte, Ana estava deitada de pernas abertas para o alto, com as mão sob

as nádegas e abria a boceta para a câmara. “Aperta o zoom, mãe...” Apertei e

aquele tesão de boceta se aproximou a ponto de poder vê-la brilhante e

úmida. “Que tal, mãe, o que você acha...?” Na outra foto, tirada de cima

para baixo, Ana aparecia lambendo o pau de Lú olhando para a câmara. Havia

mais três fotos assim, na última delas o pau estava quase todo dentro da

boca de Ana. Minha vagina estava ficando molhada e Ana a meu lado sussurrava

no meu ouvido se eu preferia chupar o pinto do Lú ou aquela bocetinha linda,

lisinha e de lábios rosados que ela escancarara na outra foto. Eu estava

ficando doida, e ainda não eram onze horas da manhã... Mais uma foto e

apareceu Lucas gozando na boca de Ana. Dei o zomm e e a imagem ficou nítida:

Ana tinha esperma nos lábios, no nariz e no rosto. As fotos se sucediam e

meu tesão aumentava. Numa outra foto Lú estava no banheiro urinando no

vaso. A imagem mexeu comigo. Nunca havia olhado um jato de urina com tanta atenção... A

foto seguinte mostrava de novo Ana lambendo o pau dele. “Mãe, você já lambeu

o pau do pai depois de uma mijada?” ela sussurrou no meu ouvido me fazendo

arrepiar de novo. Â“É salgadinho e gostoso... e chuva dourada, vocês já

fizeram?” Eu não sabia o que era aquilo e mesmo que quisesse dizer qualquer

coisa acho que não conseguiria. Mais algumas fotos e lá estava o pau de

Lucas duro de novo, ainda no banheiro do hotel. Na outra foto Ana estava de

quatro na cama, o rosto enterrado no travesseiro, a bunda sedutora exposta.

A boceta parecia um pão francês rosado, com uma risca se abrindo no meio,

comprimido entre as coxas dela. A câmera estava bem práxima e na foto

seguinte uma mão aparecia com dois dedos enfiados na boceta semi aberta.

Foto seguinte: o cu de Ana era o foco. Estava úmido. Consegui dizer: ele vai

comer tua bunda com aquela tora toda? “Ele é muito carinhoso... nessa hora

ele já tinha mamado o meu rabo... Vê a práxima”. Uma delícia a imagem

seguinte: as mão de Ana separavam as nádegas expondo seu ânus aberto... era

possível enfiar um dedo grosso sem tocar nas pregas. Na outra foto a

prápria Ana brincava com dois dedos em seu buraquinho. A foto seguinte, de

novo tirada do alto, mostrava o pau do Lucas, pelo menos uma parte dele,

enfiado no cu de Ana. Nas três fotos seguintes havia porra em torno do anel

ainda meio aberto e nas preguinhas. Na outra, de novo o pau estava dentro.

Outra foto: Lu estava de quatro e ele mesmo afastava as nádegas como Ana

fizera antes. O saco era peludo e o pau quase tocava o colchão. Parecia uma

bicha esperando ser enrrabada. Nas fotos seguintes, tiradas de vários

ângulos, Ana brincava com os dedos no rabo do marido. Ela deu o zoom e me

mostrou a imagem: o cu de Lucas não tinha pêlos, estava lisinho, depilado.

“Mãe, eu que depilo porque eu gosto de lamber o cu dele e o pau dele fica

duro como um ferro quando eu enfio a língua e os dedos...Não é lindo?” Ana

desligou a câmera e colocou-a sobre uma mesa de vime com tampo de vidro. De

pé na minha frente, pegou minha mão e me fez introduzi-la por

uma das pernas de sua bermuda. Estava sem calcinha e alcancei fácil sua boceta. Estava

depilada, nenhum pelinho nas partes que toquei. E estava toda molhada. Ela

separou as pernas e meus dedos puderam mergulhar em seu sexo . “Mãe, eu fico

assim toda vez que vejo essas fotos... toda vez que penso em você e no

pai... esta semana foi assim o tempo todo...fico imaginando você me

lambendo... me comendo... eu gozo sá de pensar o pai me comendo e você me

olhando...” Eu ainda estava gozando, trêmula, quando Vítor chegou e

sentou-se junto a nás. Parecia um garotão de bermuda, camisa pálo e chinelo,

sedutor aos quarenta e cinco anos. Ana, deu para perceber, sentiu a

presença do pai. Ela olhava para ele distraída. Pegou a máquina e depois de

tirar o memory stick começou a nos mostrar fotos de praias e dos muitos

passeios que fizeram. Perto do meio dia a sobrinha da cozinheira chegou com

alguns copos de caipirinha e três pratinhos de petiscos. Ela estava de

biquini e depois de nos servirmos convidou-nos para um mergulho. A prima

dela já estava na beira da piscina, pronta pra entrar. Ana insistiu que

colocássemos maiô e entrássemos na água aproveitando o sol e o dia lindo.

Cássia, a filha da cozinheira, pegou a mesinha com a ajuda de Ana e

carregaram-na para a beira da piscina. Vítor e eu levamos as cadeiras e nos

ajeitamos observando Cássia e a prima mergulharem. Ficamos conversando e

bebericando, falando de tudo menos de sexo, mas eu seguramente pensava

apenas em sexo. Depois de algum tempo, decididos a entrar na água, fomos os

três colocar nossas roupas de banho. Demorei um pouco mais que os outros e,

quando voltei, Ana e Vítor já estavam brincando no centro da piscina. Volta

e meia eles se aproximavam da borda e bebiam dos copos sobre o deque. Sentei

na beirada, junta aos copos, com os pés na água e fiquei apenas observando.

Cássia e a prima Bruna estavam deitadas numa toalha esticada sobre a grama,

de bunda para cima, “bronzeando”, elas disseram. Dona Maria chamou da

varanda com mais caipirinha e gelo, se precisássemos. Levantei-me para

buscar os copos, conversei um pouco com ela, e quando retornei Vítor estava

sentado fora da água. Dei um copo para ele e peguei dois copos que fui

oferecer às duas garotas. Elas não me esperavam e quando se viraram para

falar comigo percebi que estavam sem a parte de cima do biquini. Sentadas, aceitaram a

caipirinha. Agradeceram e enquanto conversamos fiquei observando seus

peitinhos. Eu nunca havia me interessado por mulheres e agora estava eu alí,

advogada quarentona, babando por uns peitinhos de no máximo dezessete anos.

Vocês são lindas, passei uma cantada nas duas. E eram mesmo. A Bruna me

agradou mais que Cássia, acho que pelos lábios carnudos e pelos peitos mais

cheinhos. “Você também é muito bonita”, disse Cássia, “parece com a Ana”.

Bruna, séria, corrigiu: “Ana parece com ela, é filha dela, boba!”. Sem saber

como continuar a conversa, disse que gostaria que elas ficassem todo o fim

de semana para podermos conversar mais, e voltei para junto de Vítor. O que

vi quando me voltei para a piscina acendeu em mim a luzinha da luxúria que

estivera acesa praticamente a semana inteira: Vitor estava sentado, de

pernas abertas, e Ana, dentro da piscina, estava apoiada nelas. às vezes ela

se soltava deixando o corpo afundar e voltava a subir, seu rosto quase

chegando ao peito de Vítor e seus peitos dentro do biquini se esfregando no

short dele. Peguei outro copo de caipirinha para mim com mais duas pedras de

gelo e sentei-me ao lado deles. Ana se afastava até o meio da piscina,

mergulhava, e voltava a emergir entre as pernas de Vítor. Quando no meio da

piscina ela nos provocava a mergulhar e como não a atendíamos ela surgia

praticamente com o rosto em cima do pau de Vítor. Numa das vezes, ela pegou

o copo da minha mão e derramou a bebida nas coxas do pai. Olhando-o nos

olhos, ela começou a lamber o líquido derramado nas pernas dele. E onde

também não derramara caipirinha. Vìtor suspirou quando a boca de Ana se aproximou de

sua virilha. A putinha mergulhou, depois de alguns instantes surgiu desta

vez entre minhas coxas. Começou a beijá-las, fazendo pequenas sucções que

marcavam de vermelho minha pele branca. Senti seu nariz tocar meu sexo, e

ali ela lambeu o tecido do meu biquini. Do outro lado da piscina Cássia e

Bruna observavam, mas eu não estava nem aí. Ana deu outro gole de bebida e

mergulhou de novo. Vitor estava ansioso esperando-a entre suas coxas. Ana

demorou a vir . Mas veio. Sua cabeça surgiu e ela sorveu o ar com força.

Olhou para mim e para Vítor e sorriu. Lentamente, aproximou o rosto do pau

de Vítor e começou a se esfregar nele. Vítor estava ficando de pau duro e

Ana continuava a provocá-lo lambendo as coxas e enterrando a cabeça em seu

sexo. Sentei-me o mais que pude na beirada e Ana percebeu meu movimento. Com

o braço esquerdo segurando a perna de Vítor ela passou o braço direito por baixo

da minha perna. Seus dedos forçaram a passagem pelo meu biquini e alcançaram

minha boceta. Eu não conseguia ficar quieta e logo eu estava gozando. Cássia

e Bruna nos olhavam... a meu lado Vítor gemia. Ana mergulhou. Virei-me para

Vítor e nos beijamos. Eu estava gozando e mesmo assim morrendo de tesão.

Cássia e Bruna haviam se aproximado de nás, mas ainda estava do lado oposto.

Fiquei meio preocupada, afinal Dona Maria estava lá na cozinha e podia nos

pegar... Uma delas gritou: “Dona Lê, a senhora quer mais? Eu vou buscar. E o

seu Vítor, quer mais uma caipirinha?” Não sei o que respondemos, mas as duas

se levantaram e foram para dentro da casa. Aproveitei que ficamos sozinhos

e tirei o pau de Vítor de dentro do short e

inclinei-me para abocanhá-lo. Eu o queria na boceta, mas ali não dava. Bati

uma punheta pra ele enquanto o chupava. Do meio da piscina Ana nos olhava.

Aproximou-se de nás, devagar, e puxou-me para a água. Com a água pelo

pescoço, víamos Vítor de baixo para cima e ele nos parecia engraçado,

sentado no deque e com o pau apontando para o ceú. “Primeiro ele vai gozar

comigo, hoje. Primeiro eu vou comer ele do meu jeito e quantas vezes ele

aguentar, e depois nás vamos gozar os três. Mãe, eu morro de tesão por

você, mas me ajuda a comer o pai”. Parecia uma bronca, mas eu não entendi

assim. Apenas fiquei mais atiçada. Finalmente ela me beijou, um beijo de

língua, de mordidas, lambidas...Ela me fez gozar . Quando se

afastou de mim, mergulhou. Daí a pouco estava saindo da piscina ao lado do

pai e dando mais um gole na caipirinha dele, como se nada tivesse

acontecido. Cássia e Bruna voltavam com mais caipirinha. Colocaram os copos

sobre a mesa e caminharam para o outro lado da piscina, desta vez bem à nossa

frente. Meu marido mergulhou e ficamos nás dois apenas dentro da água. Ana

de novo nos provocava: “pega ele, mãe”, ela dizia. A pinga, mesmo fraca e

bastante diluída pelo gelo, me enchia de torpor e eu começava a ficar com

fome. Saí da água disposta a deitar-me na grama. Ajeitei a toalha e quando

me deitei Bruna aproximou-se com o protetor solar. “A senhora quer que eu

passe, dona Lê?” Respondi que sim. Ela se ajoelhou ao meu lado, desamarrou

a parte de cima de meu biquini e eu quase desmaiei com o toque suave de suas

mãos. Ela começou a passar o protetor solar nos ombros e foi descendo pelas

costas. Quando suas mãos passaram sob minhas axilas e resvalaram em meus

peitos eu sentia arrepios mas ela parecia não notar. Seus dedos

aproximaram-se da base da espinha, sempre macias, espalhando o creme em

círculos. Senti que ela afastava meu biquíni, sá um pouquinho, e suas mãos

alcançaram as minhas nádegas. Seu dedo avançou em meu rego chegando

perigosamente perto do meu ânus. De respiração presa esperei. Em vão. Suas

mãos agora espalhavam o creme em minhas nádegas mas evitavam tocar no meu

buraquinho. Subiam e desciam, avaçavam ntre as nádegas... mas sá isso. Depois

desceram para minhas coxas, indo até a barriga das pernas. Então ela

pediu-me para virar, eu virei. Ela era linda, e ficou olhando para mim e

para meus seios expostos. Elogiou meus peitos e perguntou se podia passar o

creme neles... Claro que podia, eu quase implorei. Ela inclinou-se e

beijou-os com aquela boca carnuda... Meus mamilos se eriçaram em sua boca.

Ela lambia e beijava e eu gozava. Sua boca desceu suavemente até o meu

umbigo num prenúncio de carícias íntimas que não aconteceram. E então ela

passou o creme. Ela sabia que eu gozava e me mostrava a língua úmida

brincando entre seus lábios. Suas mão foram descendo e se aproximando de meu

púbis. Eu me arrepiava de prazer e expectativa. Então vi Cássia que se

aproximava também, mas pelo outro lado. Levantei os quadris para que Bruna

conseguisse retirar meu biquíni imaginando que eu ia ganhar uma sessão de sexo

oral ali na beira da piscina. Mas ela sabia me provocar. Apenas expôs minha

boceta o suficiente para vê-la depilada. “A senhora tá lisinha... igual a

dona Ana!” Seus dedos desceram espalhando creme até alcançarem minha

boceta. Com o dedo médio Bruna tocou meu clitáris, grande, túrgido. Dizendo

“é lindo o seu dilindilim! Cá, vem ver!” Bruna acariciou-o com a pontinha

do dedo...Cássia aproximou-se e disse: “Lê, você gosta de caipirinhas?” As

duas me olhavam e Bruna ainda brincava no meu clitáris. Fiquei indecisa com

o inesperado da pergunta. Bruna molhou o dedo na da boca e voltou a atritar

meu dilindilim. Minha cabeça girava. Cássia inclinou-se e foi enfiando a

língua em minha boca. Bruna me masturbava sem enfiar nenhum dedo em mim,

apena brincado no dilindilim.Eu gostava do beijo de Cássia, de sua língua e

do sabor de sua saliva. Cássia se afastou de mim e as duas se beijaram, bem

na minha frente. Sá então tomei conta de que tinha duas mulheres lindas me

comendo e para aproveitar, comecei a acariciá-las do jeito que a posição

permitia. Alcancei com dificuldade suas pernas mas eu não dispunha de

liberdade de movimentos. Elas gemiam e arfavam em seu beijo... Nesse momento

Cássia inclinou-se sobre mim e me beijou.Quando se afastou, foi a vez de Bruna inclinar-se e beijar meus lábios ainda molhados pela saliva de Cássia.Sua língua foi entrando em minha boca como se procurasse mais saliva. Suguei sua língua. Nunca havia sentido tesão como

naquele instante. Foi um beijo delicioso de quem se ama e adora putaria.

Quando percebi,nás três nos beijávamos. Eu já tinha perdido a

conta de quantas vezes gozara. O sol estava a pino. Se alguém estivesse nos

vendo...”Lê, você ainda não respondeu, você gosta de caipirinhas? Se gosta,

aqui você tem duas, prá você fazer o que você quiser com a gente...nás somos as suas caipirinhas para

tudo...tudo o que você imaginar, nás trê...” Era

Cássia falando. “Ou nás quatro, se a Ana quiser também!” As duas saíram

correndo e mergulharam na piscina. Então procurei Vítor e Ana... Danadinhas,

enquanto elas me distraíam, Vítor e Ana haviam sumido e agora ele devia estar traçando a Ana. Ajeitei-me e

subi para a casa, as pernas bambas, a vagina molhada. Desde os tem,pos de adolescente não sentia o gozo escorrendo pelas pernas. Dentro da água Bruna e Cássia acenaram indicando que eu

deveria dar a volta na casa. Me enrolaram para eu não ver a Ana... Caminhei

na direção que elas indicaram e comecei a contornar a casa. Quando me

aproximei da primeira janela, escutei música e frases desconexas e

gritinhos. O tesão começou a me dominar de novo sá de imaginar o que estava

acontecendo. Espiei pela janela sem a preocupação de me esconder, e o que vi

era simplesmente uma delícia: a menos de dois metros da janela, Ana estava

na posição de frango assado e Vítor metia em seu cu. Eles me viram mas não

se preocuparam. Vítor bombava tudo dentro daquele rabinho de filha. Ela

gemia e fazia careta quando ele enterrava, mesmo assim pedia mais e mais.

Eles metiam e eu apenas observava. A danadinha tinha conseguido foder o pai,

e pelo que eu conhecia dele, eles ainda iam ficar metendo mais umas duas ou

três horas. Mudaram de posição: Ana ficou de quatro, sobre a cama, quase ao

alcance de minha mão, Vitor afastou as nádegas dela e meteu lentamente.

Vitor é bom pra arrombar um cu. Se já estiver arrombado, como parecia ser o

caso, ele é especialista em brincar no buraquinho de modo a levar a gente

nas nuvens. Tem jeito prá coisa e quem dá uma vez pra ele sempre quer dar

mais. Eu que o diga. Arrombada, pensei. Pura inveja minha. Ana pareceu não

gostar da posição e voltou a ficar de pernas para o alto. Era um tesão, uma

loucura ver o pai metendo no rabo dela. O pau comprido e grosso avançava

arrasando com o que restava de pregas. Eu sei o que é aquilo e gozo sá de

lembrar. Pensei entrar lá mas lembrei que era a vez dela. Decidi ir para o

meu quarto, tomar um banho e me arrumar para o almoço. Cochilei na banheira e era bem mais de duas da tarde quando terminei meu banho. O restante do dia prometia. Mas isso fica para o práximo relato.



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