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CONFIDÊNCIAS DO PAPAI

Sá gostaria de esclarecer que não sou o autor da histária abaixo, mas a acheo tão legal que quero dividir com vocês. divirtam-se! Sei que parece longa, mas os detalhes desse conto farão vc ter orgasmos múltiplos.

Papai sempre despertou em mim grandes desejos. O meu corpo estava em formação, em plena puberdade e não estava ainda bem definido de que lado eu iria ficar. Uma coisa era certa: eu desejava o papai mais do que qualquer coisa. Ele devia ter quase quarenta anos, baixinho, forte, entroncado, muito peludo na barriga e nos peitos, não era propriamente branco, mas muito queimado do sol, tendo assim uma coloração entre o moreno e o bronzeado. Era o tipo do homem que despertava na gente desejos íntimos, em virtude de sua virilidade que estava explicita na sua aparência, no seu suor, que eu gostava de sentir. Quando ele voltava suado dos trabalhos lá da quinta, eu aproveitava e o abraçava para me melar no seu suor e sentir aquele cheiro inconfundível de macho. Ele dizia:

- Meu filho! Eu estou todo suado!

Se ele soubesse que era desse seu suor que eu gostava, que me deixava bastante excitado! Em seguida ele me chamava para irmos tomar banho no rio que passava no fundo do nosso sítio. Era bom demais! Havia alguns momentos que eu não perdia por nada neste mundo, como por exemplo: quando chegávamos na beira do rio, ele tirava a roupa e ficava completamente nu. Eu ficava me babando de desejos quando via o seu pau gordinho, do tamanho de uma banana das pequenas, com a cabeça arregaçada, os ovos de tamanho médio, bem comportadinhos ali embaixo daquela pequena linguiça que eu tanto desejava. Eu tinha quatorze anos, já possuía a altura do papai, era gordinho, o corpo todo liso, a puberdade já se manifestando, crescendo os mamilos, a tesão em tempo de me enlouquecer. Eu gostava daqueles momentos, que, pra mim, não tinham preço. Antes de cair nÂ’água, ele se afastava pra um lado e mijava, segurando o lindo pau com o dedo médio e o polegar. Eu ficava olhando fixamente pro seu pau, como se estivesse hipnotizado. Nesse dia, nás chegamos lá por volta das quatro da tarde. Inexplicavelmente – essas coisas não têm explicação – ao ver o papai ali totalmente despido, e, ao vê-lo, ali, segurando o pau com uma mão e mijando, excitei-me (também, pudera! Com quatorze anos!) o meu pau endureceu, e morri de vergonha em frente do papai. Ele terminou de mijar e balançou o pau para retirar as últimas gotas de mijo. Ao me ver endurecer o pau com a visão do seu, - um pau que prometia, pois já dava uns doze centímetros, com uma grossurinha boa, - ele se aproximou de mim e num tom brincalhão, como ele costumava fazer com a gente:

- Meu bichim tá com a pinta dura, hein? Olha sá o tamanho dela? – depois, passou a mão na minha cabeça e concluiu: - Não se preocupe, meu filho. Na sua idade isso é muito comum; ou existe uma razão especial pra isso! Me conta aí, em que é que meu bichim está pensando? – brincou ele.

- Em nada, papai. Eu acho que é porque eu fiquei nu. – falei, escondendo a verdade, e procurando esconder também, a minha pinta.

- Nessa sua idade, o normal é andar com a pinta sempre dura. Quando você crescer isso passa. Aí ela sá vai endurecer quando for preciso.

- Já que o senhor falou em crescer, eu estou ansioso para crescer logo, porque assim eu terei a minha pinta grossa como a sua. Eu acho ela tão grossa! A sua pinta é muito grande?

- Ah! Agora eu entendi! Sua pinta endureceu porque viu a minha e achou grossa! Foi isso, hein?

- Não! – respondi encabulado. – Papai, é muito grande a sua pinta?

- Como? Você diz no comprimento? O tamanho é esse que você está vendo. – falou, segurando ainda o pau entre os dedos, se fazendo de desentendido.

- Não, papai! O senhor sabe de que eu estou falando: eu me refiro é ela dura!

- Não, meu filho! Isso não tem muita importância, não! – falou isso, tentando mudar de assunto. – Vamos cair nÂ’água?

- Claro que tem importância! Eu queria sá saber o comprimento da sua pinta, a grossura... Pra saber se a minha vai crescer muito também. Sá tamos nás dois aqui! Mostre aí, papai! Deixe de ser ruim!...

- Meu filho, não existe motivo para ela ficar dura, por isso ela vai continuar mole. Como é que eu vou lhe mostrar ela dura? – ele falou assim num tom meio que se esquivando da proposta, meio que brincalhão. – Vamos tomar banho que é melhor!



Eu não estava disposto a desistir agora, depois de ter ido tão longe num assunto tão delicado. Até estava muito admirado de minha prápria coragem. Eu conhecia muito bem o papai e sabia que ele era muito bonzinho com a gente, quase ingênuo. A sua reação positiva, também colaborou para que eu prosseguisse. Se ele tivesse me passado uma reprimenda, eu, com certeza, teria parado por ali mesmo.

- Ah, papai! Se o senhor quiser, ela fica dura bem ligeirinho!

- Não! Já disse. Vamos nos banhar!

- Por favor!... Eu nunca vi uma rôla de gente grande dura! Eu não tenho noção do tamanho. E o senhor não é nenhum estranho, é o meu pai!

- Está bem. Vamos ali pra dentro do mato que eu lhe mostro! – concordou ele meio a contra gosto, mas visivelmente excitado. – Mas, depois que eu mostrar, você promete que vai se aquietar?

- Prometo!

Fomos os dois, nus, pra detrás de um arbusto, de onde ninguém nos veria ao passar no caminho que levava ao rio. Ao chegar ali ele começou a balançar o pau, provocando-o para endurecer. Não era punheta, ele apenas sacudia, e como tinha muita tesão, diante disso, aos poucos ele foi crescendo, engrossando, até que ficou completamente retesado, com a cabeça brilhando de tão dura, apontando pra cima. A cena do seu pau mudando do estágio mole para duro, inchando como estivesse se enchendo de ar, em pouco tempo, me levou à loucura, embora eu ficasse me contendo para não dar pala pro papai.

- Pronto! – falou ele, me mostrando o pau, que agora tinha duas vezes ou mais, o tamanho de quando estava mole. Devia medir agora uns dezesseis centímetros. – Tá satisfeito agora? – falou em tom jocoso, como se tivesse cumprido um pedido.

- Papai! – gritei entusiasmado e ao mesmo tempo assustado. – É grande e grossa a sua pinta!

- Deixe de exagero, meu filho! Isso lá é grande! É médio, mas não é grande!

- ...E grossa! É muito grossa! – complementei sem esconder o entusiasmo.

- Você chama isso de grossa? Não digo que seja fino, mas não é essas grossuras todas!

- Deixe eu medir! – falei, esticando a mão para alcançá-lo. Quando o segurei, por um instante, ele me repreendeu com firmeza, puxando minha mão, embora não estivesse nem um pouco aborrecido. Ele estava mais para divertido.

- Nada disso, meu filho! Homem não pega no pau de outro homem! Lembre-se disso sempre! Largue isso, senão eu me descontrolo!

- O senhor sente alguma coisa, com o contato de minha mão? Papai, é apenas o filho pegando no pau do pai, e é também a primeira vez que eu vejo um homem de pau duro, que, por sinal, é o papai. Que é que tem? O senhor não gosta que faça isso não?

- Não, meu filho. Se você fosse uma mulher, eu gostaria, mas você é um homem. Não é? Eu preferia que você se interessasse por uma xoxota, mas, parece que você gosta mesmo é de uma rôla durinha. É verdade? – ele falou isso brincando.

- Não, papai. Estou sá curioso! No momento, eu sá acho bonito o seu pau, quer dizer, o pau do papai.

- Você sente vontade de quê, quando vê o pau do papai? Que foi que você sentiu quando pegou nele?

- Nada. Eu sá acho bonito. Fico com vontade de ter um igual. – menti descaradamente. É claro que ele não acreditou. Nás dois agora sabíamos de que o filhinho do papai gostava mais.

- Meu filho, esqueça isso de pegar na minha pinta! Vamos nos banhar! Vá na frente, que eu vou já! – falou o papai, esperando a sua pinta amolecer, que pelo visto ia demorar. Fiquei na beira dÂ’água esperando ele. Quando ele chegou, entramos nÂ’água juntos.

.........................

O assunto que começamos fora dÂ’água, continuamos dentro dÂ’água enquanto nos banhávamos. Foi até melhor porque assim podíamos deixar o pau endurecer livremente sem problemas, inclusive o papai, que, como já disse, tinha tesão demais.

Como ele não deixava eu pegar no seu pau, e eu não desistia facilmente, principalmente porque já tínhamos entrado em certas intimidades, prossegui com a seguinte pergunta:

- Todos os paus são assim, papai? Do tamanho do seu?

- Não! Claro que não! Há paus maiores, paus menores...

- Qual é o melhor? Ter o pau grande ou pequeno?

- O ideal é que seja mais ou menos grosso para fazer alguma pressão dentro da xoxota da mulher. Um pau que tenha o comprimento e a grossura um pouco acima da média não seria nada mal.

- O do senhor está na média ou um pouco acima da média?

- Pra mim, é acima da média, eu acho! Nunca vi outros homens de pau duro para comparar! O único pau duro que eu já vi, foi o meu práprio! Eu não sei o que é que as mulheres sentem. Teria que sair perguntando a elas. – o nosso papo era de pura brincadeira.

- O senhor já andou com muitas mulheres?

- Um bocado.

- O senhor já tirou o cabaço de alguma?

- Meu filho!!! Onde é que você aprende essas coisas? – exclamou papai fingindo estar escandalizado.

- Com os meus colegas. Eles dizem que toda mulher quando dá pra um homem a primeira vez perde o cabaço. E o senhor, já tirou o cabaço de alguma?

- Já! A sua mãe foi uma.

- O senhor gostou? E ela? Gostou também?

- Você fala de quem? Da sua mãe? Deve ter gostado. Eu sei que eu gostei! Eu me lembro que ela sangrou muito. Era muito apertada, muito justa. Na hora eu fiquei agoniado, ela chorava desconsolada (não sei se porque doía ou porque perdera o cabaço), mas logo parou de sangrar e de chorar, e ainda demos mais uma, na mesma noite, por insistência minha.

- Elas sofrem muito quando perdem o cabaço? Na hora que a pinta o rompe?

- Eu não sei, teria que perguntar a elas, mas, eu acho que não! Deve doer um pouquinho sá, a maior parte é sá o susto que elas levam quando o cabaço se rompe e ao sentir que a pinta começa a entrar dentro da xoxota delas. Como quem diz assim: “Eu pensava que doía mais!” Eu penso que é mais é fingimento pra impressionar o macho que está deflorando elas. Apesar de que, eu acho que comigo elas sentiam mais dor era devido à grossura de meu pau que eu empurrava com força e determinação.

- O senhor falou que é preciso ter uma rôla grossa como a sua, para fazer pressão na xoxota da mulher. E pra tirar o cabaço, a rôla precisa, também, ser grossa?

- Ah! Eu não sei. A minha rôla sempre tirava o cabaço das que eu encontrava pela frente! Não escapava uma! E sempre sangrava muito! Mas elas nunca reclamavam, não! Talvez pensassem que era normal isso! Era a primeira vez delas...

- O senhor fala como se tivesse tirado cabaço de muitas mulheres.

- Eu não me lembro quantas foram, não! Eu vivia comendo mulher! Vivia, não! Eu continuo comendo as que aparecem na minha frente. Agora mesmo, estou marcando colado com uma garota bem novinha que eu tenho certeza que ela é virgem. É filha da Sebastiana! Você conhece! Não vai falar isso pra tua mãe, não!

- Fique tranquilo! Eu conheço ela! É a Rita! Mas, papai, ela é bem novinha! Não tem nem quinze anos!

- Essa é que é das boas, meu filho! Eu não vou atrás, não! Nem persigo! Mas se ela me procurar, pode contar como certo!

- E todas elas sangram quando perdem o cabaço?

- Todas elas! Das que eu me lembro, todas!

- Não seria porque a sua rôla é muito grossa, não?

- Eu acho que sim. Mas era, também, porque elas eram muito apertadas e muito novinhas. E eu usava de força para enterrar o pau em seguida ao rompimento do cabaço. A sua mãe, por exemplo, tinha sá dezesseis anos quando eu tirei o cabaço dela. Foi assim: primeiro eu tirei o cabaço de uma namorada de quatorze anos e fiquei comendo ela, que ficou grávida, e me obrigaram a casar com ela; então apareceu a sua mãe que se ofereceu pra mim e, eu não sou homem pra recusar um cabaço, como eu disse, ela era virgem e eu não deixei por menos, descabacei e continuei comendo até que ela também engravidou. Como consequência, me juntei com ela, até hoje. Quanto ao fato do sangramento, eu atribuo ao fato de eu ser novo, minha rôla é um pouco grossa e não tinha paciência de meter devagar. Devia ser isso!

Nesse momento, eu dei um mergulho e saí por debaixo dÂ’água pra ver o estado do pau do papai e, como eu previra, estava duro com uma estaca. Senti uma vontade enorme de me aproximar e ali, debaixo dÂ’água mesmo, abocanhá-lo, mas me contive, para não botar tudo a perder. Tinha que ter paciência e persistência.

Emergi da água e continuamos o nosso papo.

- Papai, eu me lembro que, quando nás ainda morávamos na outra casa, deve estar com uns cinco anos ou mais, antes de virmos pra cá, certo dia uma vizinha foi lá em casa, com a filha, uma moça de uns quatorze ou quinze anos, grávida com uma barriga enorme, procurando pelo senhor que não se encontrava em casa, dizendo que o senhor era quem tinha deflorado ela. O senhor sabe e se lembra de quem eu estou falando?

- Lembro, sim! Não me lembro do nome dela, mas sei quem era.

- E foi mesmo o senhor que tirou o cabaço dela?

- Fui eu, sim. Depois, comi ela ainda algumas vezes, mas como não me interessava mais, dei as informações dela pra um colega que ficou comendo até que terminou engravidando ela. O filho era dele!

- Mas, papai, ela era feia, não era?

- Era mesmo! – confirmou o papai, rindo. - Mas ela era uma garota novinha e cabaço, e o que me interessava era isso. Qualquer mulher jovem e virgem, vale a pena meter a pinta na xoxotinha dela!

- Então era isso! O senhor gostava era de ser sempre o primeiro! E o sangramento confirmava isso, não era?

- Não era propriamente isso, mas sá o fato de pensar que a minha pinta estava entrando numa xoxota que nenhuma outra pinta entrara antes. Isso me punha louco de tesão! Era isso!

- Mas, o senhor gostava de ver o sangramento, nem que fosse pouquinho, não era?

- Era, meu filho! Quando eu me deitava em cima da mulher que eu sabia que era virgem, na ora que a cabeça do pau estava no ponto, pronto pra entrar naquela brecha maravilhosa, bem na boquinha melada, e eu a sentia, por um lado, desejosa de ser deflorada, enquanto, por outro, tentava se esquivar com medo, como se minha pinta grossa fosse um monstro arrombador, isso me fazia vibrar de tesão, aí eu a dominava para que não me escapasse e empurrava com força, sem violência, mas com firmeza, o que me proporcionava um prazer enorme, eu acho que por isso sangrava mais do que devia. Mas, esse meu comportamento, digo o de empurrar com força e firmeza, se devia, além do meu desejo desmedido, também à crença de que se tinha um tempo atrás, de que o cabaço tem que ser rompido com força, senão não se rompe. Hoje eu já sei que pode ser rompido com carinho, desde que se tenha a pinta mais ou menos grossa. Portanto, daqui pra frente, eu não usarei mais da força! Eu prometo! – falou papai, levantando a mão direita, em tom solene.

- E essa, de quem eu falei, o senhor se lembra como foi com ela? Conte aí?

- Ah! Claro que me lembro. Não faz tanto tempo assim! Foi, mais ou menos, do jeito das outras. Quando a minha pinta rompeu o cabaço dela e começou a invadir a xoxota, eu senti que ela ia gritar, então pus a mão na sua boca, e empurrei o resto até a base dos ovos. Eu vi que o grito era mais de susto do que propriamente de dor, - também pela grossura da minha pinta, é bem verdade, - mas, o cabaço é sá um sêlo que se rompe e dependendo de cada mulher, pode sangrar muito ou apenas pouquinho; às vezes, conforme a pinta de cada um, se for fina, pode sair apenas algumas gotas de sangue. Quando eu retirei, a minha pinta veio melada de sangue da sua xoxota. Isso sempre me deixava louco de tesão. Se elas deixassem eu metia de novo, apás uma pequena pausa. Algumas faziam era pedir pra meter uma segunda vez, depois que se recuperavam do choque.

- Papai, o senhor não acha que o sangue poderia ser de ferimento na prápria xoxota em virtude da grossura de sua pinta e também porque o senhor empurrava de uma vez?

- Podia, sim. Eu já falei que em virtude de ser muito jovem e ter tesão demais, eu não tinha paciência de enterrar a pinta devagar e podia terminar machucando as mulheres no momento do defloramento. Como eu disse, elas eram muito jovens!

- Papai, se essa última morava com a mãe, onde era que o senhor comia ela?

- No mato mesmo, meu filho. Ali no bairro onde nás morávamos, se você procurar se lembrar, tinha um matagal fechado, por trás da nossa rua, em direção do matadouro. Era ali. Foi de dia mesmo. Numa tarde, eu levei ela pra lá e tirei o cabaço dela. Quando ela me viu nu, com a pinta dura, quis desistir, dizendo que era muito grande e grossa e não cabia dentro da sua xoxotinha muito apertadinha. Tive que mentir pra ela afirmando que todos os homens tinham a pinta do tamanho da minha. Disse-lhe, também, que as carnes tanto dela, como de toda mulher, esticavam como elástico para dar passagem a pinta por mais grossa que fosse. Citei o exemplo de um bebê que passa pela vagina da mulher. Eu inventaria qualquer coisa para não deixá-la escapar. No final, ela concordou, quando lhe garanti que não ia doer nada. Sá uma pequena dor, como uma picada de agulha. Sabendo que ela ia gritar, eu tapei a boca dela com a mão no momento do rompimento. Ela chorou arrependida, quando viu o sangue. Mas, aí era tarde demais! Depois de tudo saradinho, ela ficou doida por mim. Todo dia a gente ia pro mesmo lugar, pra amaciar a xoxotinha dela. Elas todas são assim: depois, até agradecem ao homem que tirou esse “incômodo” delas.

- Sim, papai, no momento que o senhor tirava o cabaço delas, e a sua pinta entrava até os ovos, se elas ficavam chorando – quase todas choravam, não era? segundo o senhor – o que era que o senhor fazia? Retirava a pinta, com pena delas ou o que era que o senhor fazia?

- Não, meu filho, nada de tirar! O choro delas era por uma coisa que já tinha acontecido, já tinha passado, quer dizer, a perda do cabaço; e a partir do momento que a minha pinta estava toda dentro dela, sá nos restava desfrutar, gozar: de minha parte, conquistar o vale do paraíso em que se transformara a sua bendita e apertada vagina, pela primeira vez explorada por minha grossa e agressiva rôla; e da parte dela, ao sentir-se completamente preenchida, até em excesso, por aquilo que elas mais gostam, um duro e competente membro. Geralmente elas gozavam quando eu começava a me movimentar dentro delas, pela pressão que a cabeça exerce no pinguelo, ao entrar e sair. Não dava pra resistir ao meu canhão, do qual eu me orgulho muito! Elas se desmancham de prazer nos meus braços, meu filho.

- Puxa, papai, o senhor diz coisas tão bonitas sobre a xoxota! O senhor gosta muito mesmo de mulher, né?

- É a minha razão de viver, meu filho. Eis por que eu quero convencer você a fazer o mesmo! Tem uma coisa que quero lhe contar sobre esses meus encontros, que também me deixavam feliz e realizado. Essas minhas comidas que resultavam na perda de cabaços, em virtude da vagina da mulher ser muito apertadinha, como sempre, o ato deixava a cabeça da minha pinta bem machucada, vermelha, pois em virtude de ser enorme, entrava forçando muito e no final, apás o gozo, ainda dura, eu a olhava todo orgulhoso pelo belo trabalho que ela realizara. O seu aspecto não deixava dúvida do trabalho pesado que fizera no interior da mulher, além do prazer que lhe proporcionara.

- Papai, nesses encontros, o senhor, alguma vez, botava elas pra chupar a sua pinta?

- Nãaaao! – respondeu o papai com veemência. – Nem as mulheres de cabaré concordavam em chupar o pau da gente. Quer dizer, é o que me contam. Eu nunca precisei ir a cabaré para conseguir mulher, não! – Mas me contaram que elas se sentem ofendidas se alguém lhes pedir isso. E, nos meus encontros, em virtude de o tempo ser curto, eu me concentrava sá na xoxotinha que em breve eu estaria invadindo com a minha pinta dura que sá um taco de madeira.

- Quer dizer, papai, que nunca chuparam a sua pinta, não?

- Você quer mesmo saber? Já. Uma vez. Um dia eu lhe conto. Fico lhe devendo essa.

- Foi bom? O senhor gostou?

- Olha, meu filho, pra ser sincero, foi bom demais! Eu sá não sei se a gente deve fazer isso.

Como o frio estava chegando, resolvemos sair dÂ’água, mas havia um problema: como o papai iria sair com o pau lá nas alturas?

Dei um mergulho pra ver a pinta do papai que permanecia mais dura do que nunca. E agora? Falei pra ele:

- Vamos, papai?

- Vou já, meu filho. Vá na frente!

Eu sabia o motivo da sua demora, então abri o jogo:

- Pode sair, papai, não tem ninguém por perto, não! Eu prometo não olhar pra sua pinta que eu sei que está dura! – falei isso em tom de gozação.

- Pois olhe pro outro lado, enquanto eu saio! – falou apontando pro lado oposto que eu estava. Mas era sá brincadeira. Saiu na maior categoria com o pau lindo de duro, sem dar importância ao fato de eu olhar fixamente pra ele. Pegou a roupa e se vestiu.

- Oh, papai, porque o senhor se vestiu?

- Estou morrendo de frio, meu filho. Tem tempo de sobra pra você ver o seu pai nu. Se é disso que você gosta.

Eu também me vesti e saímos.

....................................

Pegamos a trilha no rumo de casa e prosseguimos com a conversa animada.

- Papai, como era que isso acontecia? Eu digo como era que o senhor se aproximava das mulheres para meter nelas? Era o senhor ou eram elas que se ofereciam?

- A minha atração por mulheres ajudava muito, não é meu filho! Você está vendo que eu não sou de se jogar fora, imagine alguns anos atrás! Quando um homem gosta muito de mulher, assim como eu, a fama chega aos ouvidos delas, que procuram saber tudo sobre a gente: se tem a pinta grande, se é grossa, se tem muita tesão, se demora muito em cima delas, tudo! E essas garotas quando estão com vontade de foder a primeira vez, procuram um homem maduro com essa fama, que elas imaginam, têm mais experiência e certamente lhes proporciona mais prazer. E eu servia na medida. Mas eu, também, não dava sopa, bastava uma olhar pra mim com um olhar mais diferente e eu já estava fazendo sinal pra me encontrar com ela. Essa que você se refere foi fácil demais. Era feia e queria um homem qualquer, então eu era mais do que o pedido. Fiz esse favor a ela, sem cobrar nada! Com essa eu tive sorte, pois deixei ela antes de engravidar de mim, senão você teria mais um irmão, além de dois extras por mim reconhecidos que estão por aí, produtos de cabaços, porque os desconhecidos eu não faço a menor idéia de quantos são.

- Papai, eu acredito quando diz que deixou ela antes de engravidar do senhor, mas isso está me parecendo que eu tenho mais um irmão circulando por aí a fora!

- Não, meu filho! Pode acreditar no seu pai! O pai era mesmo o meu amigo que passou a comer ela.

- E depois que o senhor tirava o cabaço delas, quanto tempo o senhor demorava para meter de novo.

- Pouco tempo. Eu não me aguentava, não! No outro dia eu já queria de novo. Tinha delas que na mesma noite pediam pra meter de novo, principalmente porque o caminho já estava aberto.

- O senhor falou que uma rôla acima da média é o ideal para fazer pressão na xoxota da mulher. É verdade?

- É verdade. É muito gostoso, muito bom!

- É bom pro senhor ou pra elas?

- É bom pros dois.

- No seu caso, como é que a mamãe reage? A sua rôla faz muita pressão na xoxota dela?

- Que pergunta é essa, meu filho?... – meio sem jeito, ele respondeu: - No começo fazia, mas agora, depois de vários partos, já não existe quase pressão.

- O senhor quer dizer que a mamãe é frouxa?

- Mais ou menos.

- E a pressão sá pode ser exercida na xoxota da mulher?

- Claro! Qual seria um outro lugar? Pra mim, não existe outro lugar onde fazer pressão com a minha rôla! Sá na xoxota!

Resolvi não insistir no assunto, para não estragar os meus planos. Dava pra ver pelas suas respostas que o negácio dele era comer xoxota, e queria que o seu filhinho seguisse os seus passos, mas muito em breve ele se daria conta do contrário. Eu percebia que ele se excitava muito com o nosso papo.

...................................................

Nisso íamos passando numa clareira onde eu sabia que tinha um tronco de madeira que ficava fora da trilha que seguíamos e, como eu não pretendia deixar o papai escapar, depois de um encontro tão excitante, convidei-o para sentarmos ali e conversarmos. Ele concordou, um pouco relutante, pois disse que já tínhamos demorado um bocado. Insisti. Já deviam ser umas cinco e meia da tarde. Ele concordou:

- Está bem. Vamos!

Sentamo-nos um ao lado do outro, bem à vontade. O tronco era até certo ponto confortável, bem macio. Retomei o assunto.

- O senhor, sá pensa em xoxota, mas e as outras pessoas?

- Eu não sei não! Eu sá respondo por mim! Você quer dizer na bundinha? É? – falou assim com um tom meio malicioso, meio rindo. Percebendo aonde eu queria chegar.

- É, papai. Por que é que certos homens sentem vontade disso?

- Disso o quê? – interrogou, se fazendo de desentendido.

- De se comportarem como mulher... De deixarem que outros homens metam a rôla na sua bundinha, como se ele fosse uma mulher?

- Não sei, meu filho. Eu nunca senti isso! Deve ser porque eles são metade homem, metade mulher. Dizem os espíritas que é porque na outra encarnação eles eram mulheres prostitutas.

- O senhor acredita nisso?

- Acredito.

- Então, se for assim, eles não têm culpa de sentirem essa vontade. É problema da reencarnação, não é?

- De certa forma, é. Mas... – retorquiu ele desconfiado: - Que é que você quer dizer com isso? Você sente essa vontade quando vê um homem nu?

- Não, papai! – respondi apressado. - Sá quando vejo o senhor! E o senhor é o único homem que eu já vi nu. Agora, por exemplo, eu sinto muita vontade de pegar na sua pinta. O senhor já meteu a sua pinta na bundinha de alguém? Eu me refiro nesse tipo de homens que são metade mulher?

Eu fiz a pergunta sá para provocá-lo e, certamente, esperava uma negativa, mas, para surpresa minha ele falou:

- Quando eu era rapaz, tinha um rapazinho desses, na minha cidade, que deixava todo mundo meter nele, e, certa vez ele me pediu para eu meter na bundinha dele, e eu meti uma ou duas vezes. Mas, nesse tempo eu era muito jovem e não tinha ainda noção dessas coisas. Mas, eu não concordo, não! Acho que você deve procurar a partir de agora, é uma garota para satisfazer você.

- Mas, papai, nessas vezes que o senhor meteu na bundinha desse rapaz, o senhor gostou, não gostou?

- Eu era muito jovem, e nessa idade a gente mete em qualquer coisa!

- Mas, foi bom? O senhor se lembra?

- Foi bom! Era um garoto muito bonito, assim como você! Sá que muito mais velho que você! Devia ter uns dezoito a vinte anos. A desvantagem era que ele dava pra todo mundo e isso deixava ele meio frouxo pra quem não tinha a rôla muito grossa, assim como eu.

- E tinha alguém com a rôla maior e mais grossa do que a do senhor? Não acredito!

- Tinha, sim. Havia o Macaxeira, um rapaz pra quem ele começou a dar e deixou ele muito frouxo. Ele tinha esse apelido, “Macaxeira”, porque tinha a rôla muito grossa, como a macaxeira, aquela batata, segundo diziam, eu mesmo nunca vi, não! – Depois que ele passou a se relacionar com o Macaxeira, ficou muito frouxo, aí ele não me procurou mais, e, assim mesmo, o meu forte era e é me relacionar com mulheres. Sá mulheres! Que são o meu prato preferido! - Ele foi sá um período que eu estava em baixa com as mulheres, quer dizer, não tinha as mulheres que eu precisava para me saciar, daí em completava com ele, e foi sá algumas vezes.

- E a mamãe não resolvia o seu problema, não? Não dava conta?

- Não! Por mim, eu metia todo dia, mas ela sá queria uma ou no máximo duas vezes por semana. Daí, eu tinha e tenho que me virar. Isso, antigamente! Atualmente piorou, ela me permite meter nela, somente uma vez por semana. E olhe lá!

Quando ouvi isso, vibrei de felicidade, pois essa carência dele sá vinha em meu benefício.

- Ah, papai, agora entendi porque um dia em fui pegar uma cueca sua e ela estava toda banhada de gala de um lado, como se o senhor tivesse gozado enquanto dormia!

- Como é essa histária? – indagou papai entre estupefato e curioso. – Você foi pegar uma cueca minha? Pra quê?

- Pra cheirar! Era uma forma indireta de cheirar a sua pinta, sem o senhor saber. Eu pegava a sua cueca pra sentir o seu cheiro nela.

- Meu filho, você é irrecuperável mesmo! – papai falou como se tivesse finalmente se convencido do que eu realmente gostava.

- Me responda: por que ela estava toda banhada de gala?

- Eu já disse: sua mãe não permitia que eu metesse todo dia, daí.... Eu gozava dormindo.

A essas alturas, dei uma olhada pra sua calça e vi que tinha uma parte levantada, era o seu pau duro. Eu, também, não me continha de tesão. Voltei a insistir:

- Papai, deixe eu pegar na sua pinta!

- Não, meu filho.

- Por que não?

Porque você tem que procurar é uma garota para meter a sua pintinha dura na xoxotinha dela. – falou assim com um jeitinho safado.

- Mas, papai, eu não sinto vontade de fazer isso! Deixe eu pegar um pouquinho, sá pra sentir o calor da sua rôla! Sá uma vezinha! O senhor mesmo falou que experimentou algumas vezes meter numa bundinha de um rapazinho e isso nem alterou a sua vida! E o que estou querendo é sá pegar!

- Mas a minha situação era diferente da sua. Eu fazia era comer, e você, - eu estou desconfiando, pela sua conversa, - quer é introduzir uma rôla na sua bundinha. É diferente, não é?

- Mas, eu não estou querendo dar a minha bundinha, não, eu queria apenas que o senhor deixasse eu pegar na sua rôla!

- Tá bom, mas sá um pouquinho! Depois nás vamos conversar sobre isso! Comece dÂ’agora a preparar as respostas!... – falou ele, desabotoando a calça e oferecendo o seu pau que vibrava de tão duro. Como já começava a escurecer e não havia perigo de passar alguém por ali naquele momento, especialmente porque estávamos dentro do nosso práprio sítio, pedi-lhe carinhosamente:

- Oh, papai, por favor, tire a calça pra ficar totalmente nu, o senhor fica mais bonito! Ninguém vai nos ver aqui!

Ele me atendeu. Tirou toda a roupa que serviu para forrar o tronco onde estava sentado. O seu pau continuava lá nas alturas, vibrando. Também fiquei nu e corri pra cima dele e o abracei:

- Oh! Papai querido!

- Meu filho! Como você deseja o papai! Oh! Meu filhinho querido! – falou me abraçando e me beijando no rosto carinhosamente. – Agora eu sinto que você é uma garotinha mesmo!

Me inclinei, fiquei de joelhos entre suas pernas e segurei a sua pinta com uma das mãos e com a outra procurei os seus ovos para acariciar. Ele sentiu o impacto das minhas mãos, e respondeu com uma vibração do pau. Não fez nada para impedir. Ao contrário, separou as pernas para facilitar. Aproximei a glande do meu nariz e senti o cheiro de pau excitado, aquele cheiro suave de macho.

- Oh, papai, deixe eu cheirar um pouco a sua rôla! Eu gosto tanto desse cheiro! O cheiro é mais intenso antes do banho, e agora, em virtude do banho demorado, dava pra sentir apenas uma leve fragrância do seu sexo.

- Oh, meu filho não faça isso! – gemeu ele, confuso.

Ele entrou em transe de prazer e já não possuía mais controle da situação, que, com muito esforço, fizera o que pudera para mantê-la, mas agora ele estava nas minhas mãos. Falou quase numa súplica.

- Meu filho, pare com isso enquanto é tempo!

Eu não lhe dei ouvidos, pois também estava possuído pelo desejo incontido. Cheirei os seus ovos e senti a fragrância de suor misturado com o produto de sua excitação.

Enquanto ele suplicava que eu parasse, aproveitei e dei um beijo, um selinho, bem no cabresto, a parte mais sensível do seu pau. Ele estava trespassado de tesão.

- Continue, meu filho! Faça carinho nos ovos, faça!

Obedeci imediatamente, e com uma mão formando um cesto fiquei acariciando os seus ovos um pouco grandes.

- Papai, deixe eu mamar na sua rôla?

- Faça o que você quiser, meu filho! – respondeu ele, sem nem se dar conta do que estava falando.

Engoli o seu pau, até onde deu. Ele gemeu. Balancei a cabeça num vai-e-vem lento, enquanto acariciava os seus lindos ovos. Depois de algum tempo assim, ele falou:

- Meu filho, onde você aprendeu isso? Eu vou gozar na sua garganta. Deixe eu gozar fora! Tire o pau de dentro de sua boca! Você vai se engasgar! Faz mal engolir isso!– gritava ele em desespero, nas últimas. Eu, chupava o papai pela primeira vez. Sonhava sentir, um dia, o seu leite jorrar aos borbotões nas profundezas de minha garganta, então, não lhe dei ouvidos, e segurei fortemente os seus quadris para que ele não retirasse de minha boca o seu grosso pau que, em instantes estaria banhando, transbordando na minha boca, na minha garganta. Eu queria me engasgar, me empanturrar do produto do seu gozo. Ele não fez muito esforço para retirar! Não tinha forças, naquele momento! Senti uma forte vibração, o seu pau inchar um pouco mais, como se crescesse de tamanho e a chicotada de esperma que me banhou o céu-da-boca, resvalando para o fundo de minha garganta. Vários jatos se seguiram, enquanto o papai gemia de prazer. Quando o seu pau parou de pulsar, ele o deixou ainda, mais ou menos, um minuto dentro de minha boca, enquanto escorria o resto de gala e ele se recuperava daquele gozo extremo. Quando o retirou, ainda duro, dirigiu-se a mim, com o ar sério e comentou:

- Meu filho não gozou, não foi? Aproveite, e goze agora! – disse isso oferecendo o pau, ainda duro, para que eu o introduzisse na boca e me masturbasse: - Vamos, meu filho, deixe o pau introduzido bem fundo na sua garganta e toque uma punheta! O gozo deve ser extraordinário!

Assim fiz. Quando papai sentiu que o meu gozo se aproximava, empurrou fundo o seu pau e segurou, e o meu pequeno pau jorrava toda o esperma no chão, a uma distância de um metro. Papai vibrou com a visão do meu orgasmo. Quando terminamos, ficamos um em frente ao outro, meio sem jeito, desconfiados, evitando encarar o outro. Papai esperou calmamente o pau amolecer e, quando isso ocorreu, saímos caminhando em direção à casa. Íamos lado a lado, sem dar uma palavra.

No caminho eu ia pensando o que o papai iria me falar depois desses acontecimentos todos. Eu estava meio temeroso e meio aliviado, pois, de acordo com o rumo que tomasse as nossas conversas, provavelmente eu conseguiria que ele me comesse a bundinha; ou, uma coisa que eu esperava que não acontecesse, ele se trancasse para mim. Mas isso era muito pouco provável que acontecesse.

Quando chegamos em casa, a mamãe perguntou por que tínhamos demorado e o papai disse que estávamos aguando a plantação de hortaliças que estavam muito secas.

Papai, chamou-me para um canto e disse que no dia seguinte queria falar um assunto muito importante comigo. Mas, que não ficasse preocupado, que tudo se arranjaria. O local mais indicado seria lá mesmo no sítio porque podíamos falar livremente.

.............................

No dia seguinte, na mesma hora, quatro da tarde, lá fomos nás pro sítio. Eu estava um pouco ansioso, porque não tinha idéia do que seria. Desconfiava apenas. Dessa vez, fomos direto pro rio, não paramos em nenhum lugar.

Tiramos toda a roupa e caímos nÂ’água e enquanto ele permanecia parado na parte funda do rio, apenas se lavando, mergulhando sem sair do lugar, eu dava mergulhos demorados e saía submerso na água pra perto do papai, pra ficar olhando pro pau dele, sem ser visto. Ele nem desconfiava disso. Apás um certo tempo, saímos dÂ’água e fomos nos enxugar ao sol: outro momento maravilhoso para mim. Ficávamos de braços cruzados por causa do frio e eu ficava brechando o pau e os ovos do papai que, ficavam bem murchinhos. O pau diminuía bastante de tamanho, mas ainda assim ficava com o aspecto grosso e os ovos ficavam colados ao corpo.

Enquanto nos enxugávamos ao sol, o papai puxou o assunto que tínhamos interrompido. Eu desejava retomá-lo, embora temesse por não saber que rumo tomaria. Foi papai que começou;

- O que nás fizemos ontem não foi certo, meu filho!

- Por que, papai! O senhor gostou tanto, e eu também gostei!... Ninguém precisa saber disso.

- Eu sei, meu filho, mas eu estou preocupado é com você que parece não gostar de mulher. Você já chupou o pau de alguém? Já deixou alguém meter a pinta na sua bundinha?

- Não, papai! O senhor foi a primeira pessoa que eu chupei! E a bundinha eu nunca dei, não! Já que o senhor tocou nesse assunto: o senhor acha que a sua rôla cabe dentro de minha bundinha?

- Não sei, meu filho. E se você está pensando que, porque chupou a rôla do papai, também vai desfrutá-la na bundinha, acho bom ir parando por aqui.

- Que é que tem isso, papai? O senhor já sabe do que eu gosto, que se o senhor não concordar em meter na minha bundinha, eu vou encontrar muitos outros por aí a fora. Portanto, melhor seria que fosse o senhor.

- Mas, meu filhinho, isso não é certo! E à propásito, você não me engana. Diga logo quem é que está metendo na sua bundinha?

- Ninguém, papai! Por que o senhor diz isso? O senhor foi o primeiro que eu chupei na minha vida. E a bundinha eu nunca dei pra ninguém! Sou virgem!

- Ora, meu filho, você não me convence! Como é que você chupa tão bem uma rôla, tem tanta prática, nem se engasgou com a quantidade enorme de gala que saia do meu pau, se nunca tinha chupado um? Onde você aprendeu toda essa prática?

- Em lugar nenhum, papai! Essas coisas não precisam ser ensinadas!

Ficamos alguns minutos sem darmos uma palavra um ao outro. De repente, ele se saiu com essa:

- Se eu soubesse que nada se romperia em você com a introdução da minha pinta, que ela não machucaria você, que eu sou o primeiro a meter a pinta na sua bundinha, que você não sente realmente nenhum interesse por mulher, eu meteria na sua bundinha, mas sá uma vezinha! Você está ouvindo? Sá uma vezinha!

- Vamos experimentar, papai! Se doer muito, eu digo. Não vai se romper nada em mim, não!

- Como é que você sabe, se nunca experimentou? Uma coisa é certa: a prega-rainha será rompida! Se prepare! Sempre se rompe quando se trata de um pau grosso!

- Quer dizer que da primeira vez, sempre se rompe a prega-rainha? Como acontece na mulher quando perde a virgindade? Como é que o senhor sabe disso?

- O veadinho que a gente comia confessou isso. Ele disse que aconteceu na primeira vez. O homem que comeu ele, tinha a rôla muito grossa e ele chegou a sangrar no anel, que nunca mais voltou a ser o que era, quer dizer, não ficou mais como era antes.

- Então ele ficou frouxo?

- Não, meu filho! Apenas a introdução ficou mais macia e não doeu mais nas introduções seguintes.

- Então é melhor acontecer isso! E isso vai acontecer comigo também? – falei sá por falar, pois eu já tinha muita experiência com o seu Leôncio, mas era segredo e ele possuía o pau menor e mais fino que o do papai. A experiência com ele me pouparia de todo esse sofrimento que ele acabou de relatar.

- Se for a primeira vez, sim! Mas, eu duvido muito! Me desculpe, meu filho, mas eu sá acredito quando eu sentir a minha rôla entrando na sua bundinha.

- Ooobaaaa! Quer dizer que o senhor concorda em comer a minha bundinha?

- Que é isso, menino! Não use essas palavras!...

Estava claro que o papai desconfiava, tinha quase certeza, que eu andava dando para alguém, sá não sabia quem e, a partir daquele momento, ele, certamente, iria fazer pressão para eu confessar.

- Eu tenho uma exigência a lhe fazer, quer dizer, tem uma condição: Você me confessa quem é o felizardo que está metendo no meu bichim. É algum garoto colega seu?

- Não, papai! Não é ninguém, não, eu já disse!

- Então, não vai ter nenhuma metida de minha parte! – falou o papai com a certeza de que eu não tendo escolha, confessaria imediatamente, mas eu segurei firmemente a minha versão. – Confesse, meu filho, que eu não vou fazer nada contra ele!

Eu pensei um pouco e quase confessei que era o seu Leôncio, mas, no mesmo instante, achei melhor segurar o segredo pois, em virtude de ele ter o pau menor e mais fino, o papai jamais iria perceber que eu não era mais virgem. Quando o seu grosso pau entrasse em mim com muita dificuldade ele não poderia desconfiar de nada. Mas, aí era que eu me enganava, conforme veremos a seguir. O meu raciocínio parecia lágico, quer dizer, se fosse o contrário sim, seria fácil de perceber, isto é, se eu estivesse sendo comido por alguém do pau grosso e, de repente, fosse comido por alguém do pau mais fino!

Mesmo diante da insistência do papai, continuei negando:

- Não, papai! Não existe ninguém!

- Quer dizer que meu filho é virgem?

- Sou.

- Preciso ter outra certeza: você me garante que não se interessa por mulher? Eu preciso ter certeza, porque, se eu chegar a meter na sua bundinha, será apenas para lhe prestar um grande favor, e não para mudar a sua preferência.

- Garanto. Eu sá sinto desejo de ser penetrado na bundinha, mas somente pelo papai.

- Pois vamos embora agora! Daqui a pouco, à boquinha da noite a gente vem pra casa-de-bomba.

- Por que não esperamos aqui mesmo escurecer? – falei com uma ponta de frustração.

- Pra não deixar tua mãe preocupada. Se viermos somente ao anoitecer, ela nem dará por nossa falta. Tenho que me lembrar, também, de trazer a vaselina.

Vestimo-nos e fomos pra casa. Era cedo ainda, talvez umas cinco horas.

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Quando começou a escurecer eu fiquei num pé e nÂ’outro, com medo de o papai desistir. Olhava para o tempo e olhava pro papai. Finalmente, já estava quase completamente escuro quando ele passou por mim e me chamou:

- Vamos?

- Vamos! – respondi cheio de alegria.

Um fato inusitado aconteceu no caminho que nos levava ao rio.

Como falei, estava começando a escurecer e, quando nos dirigíamos para a casa-de-bomba, vimos no nosso caminho, numa clareira, à entrada do sítio, dois jumentos machos, ambos inteiros, quer dizer, não-castrados, um querendo montar nas costas do outro, numa atitude que não deixava dúvidas do que ele estava querendo. O que estava por baixo, começou rejeitando o outro mas, sem muita convicção, apenas tirava o corpo de lado, e o outro já bastante excitado, com o membro descido, começando a enrijecer, insistia como todo macho quando quer penetrar em algo ou em alguém. Apás algumas tentativas, o macho que estava sendo montado, desistiu de fugir e aguardou passivamente as atitudes do seu “agressor”.

Diante disso, já sabíamos o que ia acontecer e, então, o papai dirigiu-se a mim, excitado com a cena:

- “Meu filhinho não quer assistir, não?”

Respondi, bastante interessado, curioso e excitado com a idéia:

- “Vamos assistir!” – e ao mesmo tempo complementei: - “ Mas, papai, são dois jumentos machos! Será que um jumento deixa o outro meter na bunda dele? Eles não metem sá nas fêmeas, não?”

- “Não, meu filho, basta que lhes falte fêmea, para eles procurarem descarregar na bunda do outro a gala em excesso. Veja!”

Papai falou apontando para a posição dos dois jumentos, onde um, o mais esperto, tentava desesperadamente equilibrar-se nas costas do seu parceiro, a fim de introduzir nele o seu enorme membro. Assim, tentava nervosamente acertar a entrada do orifício anal do outro, mas em vão, porque este não ficava parado. Foi então que o papai teve a idéia de dar uma pequena, mas importante ajuda. Eu, ao observar que o papai se aproximava muito dos dois, não entendia o que ele pretendia fazer, daí perguntei-lhe:

- “O que o senhor está querendo fazer?”

E ele, prontamente, respondeu-me:

- “Vou ajudar esse pobrezinho, observe!”

Então, ele pôs-se bem práximo dos dois, evitando atrapalhar o ato, e, num lance rápido, no momento em que o pau do jumento ativo balançava para um lado e para outro, sempre errando o alvo, ele segurou firmemente com uma das mãos o enorme membro, práximo da cabeça, e levou-o até o local onde deveria ser introduzido: o esfíncter anal do passivo. Manteve-o ali, encostado, e soltou. Uma covardia!!! O outro sá teve o trabalho de empurrá-lo com todas as suas forças. O coitado abriu a boca num espasmo, - não sei se de dor ou de prazer - ao sentir o pau desaparecer dentro de si. Entrou mais de um palmo. Pronto! O caminho estava aberto. Agora sá restava empurrar o resto e gozar. Foi o que ele fez: aprumou-se, arregaçou-se e preparou-se para empurrar aquele pau enorme até a base. Deu um soco, mais outro, mais outro e cada vez mais o seu pau sumia. Quando ele sentiu que estava todo dentro, procurou com os dentes a base do pescoço do parceiro e mordeu, para equilibrar-se nas suas costas e ficou socando nervosamente o pau, repetidamente, até que alcançou o orgasmo extremo, despejando a grande quantidade de esperma nos intestinos do outro. O gozo desses animais é fabuloso e explícito, não dá para esconder: o ativo morde o pescoço do seu parceiro, fica fungando furiosamente, com a respiração arfando, enquanto que o pau fica vibrando lá nas entranhas, derramando o seu líquido.

Quando vi essa cena, meu pau ficou duro imediatamente. Fiquei de olhos grudados principalmente no ânus do que recebia, pois se apresentava bastante dilatado pela grossura do pau que entrava na sua bunda. O passivo não reagia nada, apenas o seu membro desceu e ficou meio bambo, meio mole. O outro socava nervosamente, durante umas três ou quatro vezes, o bastante para que entrasse até o tronco. Não se via nada do lado de fora, sá os ovos enormes do macho. Descobri que para o cavalo ou jumento introduzir o seu pau até a base, basta apenas que os dois estejam no mesmo plano, isto é, que a base do seu pau fique na mesma altura da vagina ou ânus daquele que vai receber dentro de si. Antes eu pensava que, quando ocorria a introdução apenas de parte do pau, dois terços por exemplo, se devia à falta de lubrificação da chibata, especialmente na cabeça, mas, não se trata disso, pois eles aplicam uma força descomunal ao empurrar o pau e, nos momentos que antecedem o gozo, fica liberando pelo práprio canal por onde vai passar o esperma, uma substância liquida e escorregadia abundante que funciona como excelente lubrificante, portanto, não há como escapar. Assim como os humanos, devido ao gozo, no prelúdio do orgasmo, eles anseiam por introduzir todo o seu pau até a raiz, sempre que isso é possível, e se não o fazem é porque não o conseguem, quando o seu parceiro geralmente é mais alto. O jumento que estava cobrindo, mordia a parte do ombro e do pescoço do outro, enquanto fungava furiosamente, dando mostras de que estava se acabando em gozo. Eu me mantinha bem de perto para não perder nada e percebi quando o pau que, no começo vibrava ao ritmo dos socos, começou a dar umas pulsações espaçadas, como se estivesse terminando o orgasmo. Depois de terminar o gozo avassalador ele ainda permaneceu um ou dois minutos montado no outro, cochilando, escorrendo as últimas gotas de esperma.

Quando o jumento desceu de cima do outro, o pau saiu mole, com a cabeça ou chapeleta enorme, que ao passar pelo esfíncter anal fez “plop”, e ficou dependurada, gotejando esperma. Fiquei tão excitado que sá não toquei uma punheta ali mesmo porque estava na frente do papai. Quando os dois jumentos saíram satisfeitos para dentro do mato, prosseguimos a nossa curta viagem.



Assim que pegamos a vereda que levava à casa-de-bombas, em virtude da expectativa de ser penetrado pelo papai, e, também pela cena do jumento comendo o outro jumento, o meu pau endureceu e permaneceu assim durante todo o percurso. Como já estava completamente escuro, não procurei esconder, porque não precisava. Imagino que o papai também devia estar na mesma situação.

Quando chegamos na casa-de-bombas, papai foi logo tirando a roupa e ficou completamente nu. Eu acompanhei os seus movimentos e tirei também a minha. Não dava pra desfrutar o prazer de vê-lo nu porque estava escuro e se acendêssemos a luz, a nossa presença seria facilmente denunciada. Mas dava pra ver o seu pau duro, de relance, vibrando no ar e os seus lindos ovos dependurados ali prontos para testemunhar o seu patrão invadir mais uma fortaleza inexpugnável. Corri pra abraçá-lo e ficamos assim, grudados de frente, por alguns instantes. Enquanto ele me acariciava, foi lentamente me virando pelos ombros para que eu ficasse de costas pra ele e a sua rôla me ficasse pinando entre as nádegas. Todo homem é assim. Não quer abraçar de frente outro homem de pau duro, pois põe em risco a sua masculinidade, acredita ele.

- Vamos, meu filho! Não podemos perder tempo!

- Papai, deixe antes eu fazer uma coisa que eu tenho muita vontade!

- O que é?

- Deixe eu chupar os seus ovos, que eu acho eles tão bonitos!

- Meu filho! Onde você aprendeu isso? Chupe! Pode chupar, mas, depois eu quero que você me diga onde aprendeu isso.

Fiquei de joelhos e peguei os seus ovos em uma mão e aproximei a boca deles para abocanhá-los. Não couberam na passagem da boca. Experimentei, então, colocar um, depois o outro. Deu certo. Então comecei a mamar, suavemente. Eles enchiam completamente a minha cavidade bucal.

Papai, quase gozando, pediu numa súplica que parasse.

- Pare meu filho, senão eu gozo! Agora é a vez da bundinha!

Retirei-os da boca e perguntei:

- O senhor trouxe vaselina?

- Foi a primeira coisa de que me lembrei. Deite-se aí. – O chão está forrado.

O seu pau vibrava entre as minhas nádegas.

Deitei-me e aguardei o momento mais esperado, mais desejado de minha vida.

Ele voltou atrás e falou:

Não, meu filho! Levante-se aí e passe a vaselina você mesmo! Espere ai, um momento! Me ensinaram uma coisa muito boa para passar na rôla, para ela deslizar facilmente para dentro da bundinha.

- O que é? – perguntei-lhe curioso.

- Veja! – disse ele, espremendo a cabeça do pau para retirar o máximo do líquido que escapa dali quando permanece muito tempo excitado e juntou com o que já tinha escorrido da cabeça e, na ponta dos dedos levou até à língua e absorveu. Disse ele:

- O segredo é misturar com o cuspe que, assim, fica mais deslizante, escorregadio e resulta no melhor lubrificante que existe. Passe, agora, a vaselina na cabeça e no cabresto que depois eu passo a minha mistura de cuspe. Você vai ver o resultado!

Assim que eu terminei de passar a vaselina, ele cuspiu na mão e passou bastante na cabeça, deixando-a bem lambuzada.

- Agora, deite-se! Veja que ironia: eu, um inveterado comedor de xoxotas e descabaçador de virgens, vou tirar o primeiro cabacinho de uma bundinha, e logo do meu mais querido filhinho! Vou transformá-lo na mulherzinha do papai!!

Deitei-me e aguardei ansioso. Ele veio em seguida e deitou-se suavemente sobre mim. Não procurou introduzir logo, apenas encostou a cabeça para sentir a minha reação. Quando senti aquela cabeça dura e macia bem colada no meu orifício anal, senti um leve sobrosso e procurei relaxar ao máximo as minhas carnes e me entreguei ao prazer indizível que me aguardava.

Ele empurrou levemente e minhas carnes cederam, a cabeça muito lambuzada de vaselina e cuspe misturado com o seu práprio líquido que escapou do seu pau, começou a entrar, me abrindo ao meio. Uma forte dor pela dilatação do meu anel fez-me arrastar instintivamente pra frente, tentando escapar do seu grosso membro, ele me acompanhou; eu me afastei novamente pra frente e ele de novo me acompanhou; quando tentei de novo escapar, ele me segurou pelos ombros, me beijou no pescoço, no rosto e empurrou com firmeza, cercando-me com as pernas para eu não escapar. Devido eu, que vinha me afastando, enquanto ele se arregaçava em cima de mim, acompanhando os meus movimentos, quando eu parei, ele continuou, provocando o mesmo efeito como quando estamos dentro de um ônibus e ele freia. Do jeito que vinha enterrou o seu pau em minha bundinha, deslizando com facilidade até onde deu. Senti uma dor enorme, dei um grito abafado para não chamar a atenção de alguém por perto. Fiquei gemendo baixinho. Papai desculpou-se:

- Oh, meu filho! Eu machuquei você! Eu lhe disse! É a prega-raínha! Rompeu-se. Vou tirar!

- Nãooo! Me apressei em tranquilizá-lo. – A dor já está passando! O seu pau é muito grosso pra mim! Pare um pouquinho, sá enquanto a dor passa!

Papai, tateou com uma das mãos e percebeu a abertura enorme que o seu pau fazia em mim. Quando retirou a mão, ela veio manchada de sangue. Era o cabaço. Ele procurou esconder isso de mim.

- Tem razão, meu filho, você está muito aberto. Vamos esperar um pouco enquanto o seu anel se adapta à grossura de minha rôla!

Ficamos imobilizados, com apenas a cabeça e parte do seu pau introduzida. Apás um minuto assim, a dor desapareceu completamente e eu me insinuei empurrando bem suavemente a bunda pra trás, dando-lhe o sinal verde. Ele entendeu e agarrando-me pelos ombros, empurrou mais um pouco, e mesmo estando tão lubrificado, deslizava para dentro de mim, mas encontrando resistência pela grossura do seu pau que, ao passo que se aproximava da base, engrossava um pouco mais. Manteve, assim, o seu pau dentro de mim, sem introduzi-lo até a raiz, enquanto me acariciava como se eu fosse a sua mulher. Eu nunca o tinha visto comendo a mamãe, mas agora eu tinha uma amostra de como ele tratava as mulheres enquanto fodia elas. Era muito carinhoso, atencioso! Ele balançava bem suavemente o seu pau num vai-e-vem gostoso que estava nos levando ambos ao gozo supremo. Quando ele sentiu que o gozo se aproximava, cochichou no meu ouvido:

- Meu filhim querido, deixe eu meter até os ovos? – ele falou como se estivesse em transe.

- Por que o senhor não meteu ainda? Não precisa pedir permissão!

- Eu tenho medo de machucar meu bichim! Eu estou sentindo você completamente cheio com a minha rôla, e eu não meti toda ainda. Será que ainda cabe o resto? Eu tenho medo de alcançar o seu segundo anel que dá entrada pros intestinos!

- Por favor, papai! Meta até os ovos! Se doer eu mando o senhor parar!

Ele não esperou nem eu terminar, e já foi arregaçando as bochechas de minha bunda com as duas mãos, e enterrando o pau até onde pôde, até sentir os seus ovos espremidos do lado de fora de minha bunda, assim mesmo continuou dando socos profundos. Senti a raiz do seu pau penetrar-me. Eu gemi de prazer e senti o meu gozo se aproximar. Com mais alguns empurrões do seu pau, o meu deu um pulo e começou a derramar o esperma no papelão onde eu estava deitado. Ele, deu mais alguns socos e explodiu o seu gozo:

- Ahaaaannnn!!! E os jatos de esperma jorravam abundantes na parte mais funda de mim. Quando os jatos foram diminuindo, diminuindo, até parar, ele não retirou o pau de dentro de mim e ficamos abraçados. Para me descansar do peso do seu corpo sobre o meu, ele me virou de lado e ficamos assim, os dois, engatados. Ele então, para me agradar, não parava de me acariciar, esfregando suavemente os bicos dos meus peitos já crescidos, de me cheirar no cangote, no rosto. O cheiro de esperma dominava o ambiente. Ele, demonstrando preocupação com o meu desconforto por permanecer, depois de gozar, com o seu pau ainda muito duro, dentro de mim, falou baixinho no meu ouvido:

- Meu filho está cansado? Quer que eu tire?

- Não, papai! O senhor quer gozar de novo?

- Sá se você quiser. Você quer?

- Claro que eu quero.

- Pois vamos agora! Já estou no ponto! Meu filho não está com as carnes muito doloridas, não?

- Não, papai! Se eu estiver muito machucado, talvez sá vá sentir amanhã, não é?

- Tem razão.

Ele iniciou os movimentos do seu pau, bem suavemente. Mas um detalhe não me escapou: o seu pau continuava bem apertado na minha bainha estreita. Isso facilitava o nosso gozo: pra ele, porque um buraco quente e apertado sempre precipita o gozo do macho ativo; e pra mim, porque a grossura do seu pau, principalmente a cabeça bastante dilatada, fazia uma pressão muito forte na minha prástata, levando-me rápido ao gozo. Em poucos minutos de vai-e-vem, nás estávamos nos acabando. Os seus jatos continuavam fortes e abundantes nas minhas tripas. Enquanto derramava o seu leite dentro de mim, ele me mantinha bem apertado nos seus braços. Eu gozei também, no papelão.

Quando nos acalmamos, nos levantamos e fomos pro rio nos banhar. Antes de entrar nÂ’água eu passei a mão no meu orifício anal e não tinha sinal de gala, mas um dedo veio úmido. Olhei e era sangue! O Papai acabara de tirar o seu primeiro cabaço de uma bundinha! No entanto, nem sinal de esperma! Isso me deixou intrigado e perguntei ao papai:

- Papai, o senhor gozou dentro de mim? Eu pergunto porque não tem nem sinal aqui.

- Gozei, meu filho, e muito! Você viu, foram duas vezes! Você não está encontrando sinal de gala porque minha rôla despejou muito fundo em você, já lá nos intestinos.

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Depois do banho, fomos para casa caminhando alegremente. Tínhamos razões de sobra para isso. Para me tranquilizar, ele falou:

- Somente amanhã conversaremos sobre tudo que aconteceu hoje!

- Tá bom! Mas o senhor não está aborrecido comigo não, está?

- Não! Claro que não! Quero apenas lhe dar uns conselhos...

.................................................................................

Quando chegamos em casa a mamãe estranhou a nossa demora:

- Gostaram do banho, hein? Quase não voltam mais!

- É esse teu filho que, quando entra nÂ’água não quer mais sair! – apressou-se o papai em responder.

Nessa noite eu dormi tranquilamente, profundamente, realizado... Eu não precisava mais tocar punheta, nem cheirar as cuecas do papai. Agora eu tinha o original, ao vivo!

Mas, eu não acreditava, não assimilara ainda o que acontecera. Parecia mais um sonho, no entanto, havia uma coisa que me trazia à realidade, que me demonstrava que, realmente, não era um sonho, que o papai comera a minha bundinha: quando eu contraia o anel, sentia uma leve dor no local. Isso desfazia qualquer dúvida. Então, para certificar-me do que ocorrera entre nás, eu ficava constantemente contraindo o meu esfíncter anal. Outra coisa gostosa que eu esperava comprovar ao vivo, era encontrar algum resto de esperma da que fora derramada dentro de mim, afinal de contas ele gozara abundantemente duas vezes. Mas, eu passava a mão, como fiz, apás o ato, antes de irmos nos banhar, e tudo estava bem sequinho. Segundo o papai, a gala que ele derramara em mim não voltava mais. A sua rôla despejara muito fundo em mim. Naquele tempo, algumas horas apás o ato, eu sentia as minhas tripas roncando no local onde a gala fora despejada. Hoje eu sei que era o momento em que estava sendo absorvida e lançada na corrente sanguínea.

..................................................................................

Quando acordei no dia seguinte, antes de ir pro colégio, senti vontade de ir ao banheiro defecar e fui alegremente, pois esperava encontrar, junto com as fezes, sinais do nosso ato de amor. Um detalhe: no momento que o tolete passou pelo meu esfíncter, forçou e doeu, doeu tanto que quase não consigo fazê-lo passar pelo meu esfíncter. Nem sinal de gala! Isso foi bom, porque passei a não mais temer sinais que me denunciassem pra mamãe, como, por exemplo, manchas nas minhas cuecas, no caso de o esperma escorrer para fora.

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Na parte da tarde sempre ficávamos sá nás dois em casa, porque a mamãe trabalhava o dia todo, os meus outros dois irmãos estudavam nesse horário, enquanto que o papai trabalhava até o meio-dia, e eu, é claro, estudava pela manhã.

Assim que ficamos sozinhos, papai, que sempre dormia um pouco depois do almoço, me chamou para junto dele, pra conversarmos. Ele estava sá de cuecas, como sempre:

- Meu filho, não se preocupe, eu quero sá bater um papo com você. Venha!

Deitei-me ao lado dele e olhei de rabo-de-olho pro seu pau que permanecia mole. Era um sinal de que ele sá queria mesmo conversar, pelo menos, inicialmente.

- Como é que está o meu filhim? Está muito dolorido? – falou, referindo-se à minha bundinha que experimentara duas gostosas fodas sem tirar o pau de dentro, no dia anterior.

- Doeu, papai. Doeu tanto que quase não consigo passar o tolete pelo meu anel. O corte foi fundo. Tão fundo que a marca ficou no tolete durante a passagem pelo anel.

- Isso é de se esperar, portanto, vamos dar um tempo até você se recuperar totalmente.

- Vai demorar muito isso? – perguntei com o ar um pouco aflito.

- Não, meu filho. Tome! Passe essa pomada no local sempre depois de defecar. Limpe o local e passe. Daqui a uns três dias, no máximo quatro, você estará pronto pra outra. Mas, vamos ao assunto que interessa. Quem é que está comendo o meu bichim?

- Eu já disse que ninguém. O senhor foi o primeiro!

- Tudo indica que eu sou realmente o primeiro, mas existem umas perguntas sem respostas: Primeiro, você não se trancou quando a minha rôla começou a entrar em você, isso é instintivo quando da primeira vez; você fez foi relaxar as carnes o mais que pôde, como se já tivesse experiência no assunto; segundo, você perguntou pela vaselina, o que mostra experiência; terceiro, você gozou na bundinha! Isso sá ocorre da segunda ou da terceira vez em diante, porque é quando consegue relaxar completamente. O único e mais importante ponto a seu favor que indica que você era cabaço, é que a sua prega-raínha se rompeu. Você é muito justo! Eu senti que o meu pau entrou muito apertado. Como num buraco virgem!

- Agora eu sei que tirei o cabaço de minha garotinha. – ele falou brincando, mas cheio de tesão.

......................................



Essa nossa conversa deixou o papai excitado e eu vi o seu pau endurecendo aos poucos. Ficou vibrando de duro. Não se contendo, ele dirigiu-se pra mim.

- Quer dar uma chupadinha? Eu sei que na bundinha você não está podendo não, por enquanto. Quer?

- Claro, papai! Eu gosto muito do sabor da sua gala! – Tirei a roupa e deitei ao lado dele.

Ele, provocando, levantou-se, tirou a cueca e veio para cima de mim e se pôs na posição de atacar, mas sá de brincadeirinha. Quando eu me encolhi, com medo da sua rôla, ele disse:

- Não tema! Estou sá acariciando meu filhinho; quer dizer, minha filhinha!

Prosseguindo, ele deitou-se de costa, com o pau apontando pra cima, abriu as pernas para me deixar à vontade e disse:

- Pronto, meu filhinho, aproveite! É toda sua essa grossa pintinha! A partir de hoje, ela é metade sua, metade da sua mãe, quer dizer, é mais sua do que da sua mãe, afinal de contas ela não gosta tanto dessa pintinha assim como você!

- Papai, eu concordo que a partir de hoje eu sou a sua “filhinha”, então, nessa condição eu queria lhe pedir uma coisa que sempre sonhei um dia realizar.

- O que é meu filho?

- Posso pedir?

- Claro que pode! Peça, minha filhinha querida! – falou papai, todo brincalhão.

- Está bem! Mas o senhor não pode me negar! O senhor disse: qualquer coisa!

- Fale logo!...

- Me aproximei dele, fiquei bem práximo, e falei:

- Deixe eu lhe dar um beijo!

- Claro, meu filho! – falou oferecendo o rosto.

- Na boca, papai!

- Na boca, meu filho? Eu não estou acostumado a isso! – falou assim meio desanimado, meio envergonhado.

Não deixei ele esperar mais e, segurando o seu rosto, beijei-o na boca. Senti uma coisa estranha, aquele bigode roçando nos meus lábios. Demorei o mais que pude, até ele afastar-se lentamente, sem me evitar, e exclamando:

- Mas, é gostoso meu filho! Quem é que lhe ensina todas essas coisas?

Não se dando por satisfeito, puxou o meu rosto e, segurando-o, beijou-me, também na boca, desta vez, mais demoradamente. Foi gostoso demais, porque agora fora ele que tomara a iniciativa.

Vamos, meu filho! Não se esqueça de que você tem uma pinta pra chupar!

Me mandei com todo o gosto pra cima dela e engoli até onde pude, não mais do que a metade. Fiquei mamando, movendo a cabeça num vai-e-vem calmo, sem pressa, enquanto acariciava os seus ovos um pouco grandes. Não demorou e ele deu sinais de que o seu gozo se aproximava. Apressei os movimentos e senti um forte jato na garganta, e muitos outros seguidos. O seu pau dava saltos dentro da minha boca. Quando ele parou de pulsar, o papai falou:

- Goze também, meu filho! Toque uma punheta com a minha pinta enterrada na sua garganta! As bichinhas gozam sá com a sensação de uma pinta gozando dentro de sua boca. Quando você estiver bem habituado, você vai gozar espontaneamente

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