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MINHAS FILHAS

Minhas filhas



Capítulo 1ª. - “O reencontro” – amigos leitores, este conto é um relato de parte da minha vida e foi escrito com autorização dos participantes e, ábvio, nomes e lugares foram trocados.

Chamo-me Richard e tenho 40 anos, minha altura é 1:75 e meu peso é de 70 kg. Acabei de conhecer minhas duas filhas Suellen (17) e Jeinny (15). Elas são filhas de um relacionamento que não deu certo e a mãe delas, Linda (36), por motivos de ciúmes de uma antiga namorada, pegou as duas quando eram pequeninas ainda e foi embora pro Nordeste. Durante todo este tempo, nunca mais as vi e nem sabia onde estavam. Agora, apás todos esses anos, um irmão meu me liga e diz que Linda está no Rio e quer se encontrar comigo. Inúmeros pensamentos se passaram em minha cabeça, inclusive os tais pagamentos de pensão alimentícia, mas como ela é quem foi embora me despreocupei um pouco. Marcamos num shopping e um dia antes do encontro combinado, neste mesmo shopping eu estava almoçando quando ela me viu e veio falar comigo. Ainda bem que eu estava sozinho porque minha mulher Érica (31) é muito ciumenta e, apesar de saber de toda a histária, não acreditaria numa coincidência destas, mesmo porque nossa única filha Michelle (14) é a nossa paixão.

Começamos a conversar minha primeira pergunta: onde estão as meninas?? como estão elas?? Meninas??? São duas mulheres lindíssimas, apesar de diferentes. A Suellen é alta (1:75), grandona, pernas longas, lindas e muuuuuuito gostosa. A Jeinny é baixinha (1:51), cabelinhos curtos, toda pequenininha mas mesmo assim, aquele filezinho que chama a atenção e todos dizem que é um docinho. Eu, rindo disse: acho que foi aquela última empurradinha, quando nás a fizemos, lembra?? No Pão de Açúcar, lembra?? faltou isso pra ela.. e rimos um pouco. Perguntei se estava casada e ela disse que não. Tentou duas vezes um relacionamento, mas tinha medo de colocar homem estranho dentro da casa dela. A vida dela era para as meninas e agora estava de férias no Rio e ia voltar pra Aracajú, a cidade onde vivia. Eu quis saber mais, conhecer as meninas, curtir um pouco elas e combinamos de nos encontrar na sexta-feira. Indo embora fiquei imaginando que a Linda estava muito gostosa, muito bonita e eu lembrei de todos os nossos bons momentos, nossas loucuras...

Na sexta estava ansioso e nervoso, com expectativa de como seria esse reencontro. Quase cai de costas ao ver não uma, mas três mulheres lindíssimas me esperando.. As meninas me abraçaram, me beijaram e a Linda também.. passamos praticamente a tarde inteira juntos e depois de muito insistir, convidei-as para um final de semana comigo em Angra dos Reis e disse que minha mulher ia pra São Paulo com minha filha e poderíamos ficar a vontade. As meninas insistiram, quase brigaram até que Linda concordou. Elas disseram que nunca haviam esquecido de mim porque haviam muitas fotos minhas na casa delas e que elas sabiam que um dia iriam me encontrar.

Chegamos a Angra e apás deixá-las à vontade, fui trocar de roupa e ajeitar a casa. Minhas filhas me pegaram e uma de cada lado, quiseram dar uma volta comigo pela praia. Estavam lindas com vestidinhos soltos e bem leves. Linda a todo instante olhava pra nás três, sorria e tirava fotos... Jeinny me abraçava mais na cintura e Suellen no ombro. Andamos muito, rimos bastante e falamos de tudo. A noite, estávamos na praia deitados olhando as estrelas. Jeinny virou-se pra mim e perguntou: papai, você pensava em mim?? Eu respondi: nunca deixei de pensar um minuto sequer em você meu amor. Ela me deu um beijo no rosto bem demorado e seus lábios tocaram o canto dos meus. Havia tanto amor, tanto carinho, fiquei arrepiado e excitado no mesmo instante. Eu tenho um cacete que não é extraordinário, é do tipo normal, mas o suficiente pra que Linda tivesse gostado muito, que outras mulheres e minha atual mulher nunca tivessem reclamado. Virei-me de barriga pra baixo, porque o volume da bermuda aumentou muito e achei que elas tinham percebido isso.

A Linda e a Suellen disseram que iam andando. Fiquei ali com Jeinny, minha filhinha, envergonhado e sem saber o que fazer. Ela me abraçava e me beijava o rosto com amor e suas mãos em minhas costas me alisando... eu estava arrepiado e estava com muito tesão. Ela perguntou se eu a achava linda e eu disse que tinha sido a coisa mais bela que havia feito e que havia feito com muito amor e carinho.

Ela disse: paizinho... me abraça com força. Eu estava excitado demais pra poder me virar e levantei o braço pra poder abraçá-la, mas ela falou: assim não paizinho, me abraça por inteiro. Não tive alternativa e me virei colocando o braço embaixo do corpo dela e, de lado, abracei aquela menininha pequena que me olhava chorando. Ela colocou as pernas dela no meio das minhas e, sentiu o tamanho do meu cacete enorme. Ela se ajeitou mais e ficou encostando nele. Eu sabia que ela estava sentindo o tamanho e a dureza dele. Apertei meu abraço e ao levantar a cabeça, seus olhos ainda estavam úmidos e não resistindo, comecei a beijá-la por todo seu rosto. Ela começou a tremer e apertava suas pernas nas minhas, eu já não conseguia mais me controlar direito. Minha filhinha, meu amorzinho.. o que está acontecendo eu pensava... Ela me deu um selinho demorado olhando dentro dos meus olhos. Precisávamos ir embora mas eu não podia levantar e ela pediu pra apertá-la mais e mais, porque queria se sentir segura e compensar todos os anos em que esteve longe de mim. Me apaixonei por minha filhinha ali, naquele instante. Ela me cativou de tal maneira que não sentia mais nada no mundo.. sá minha filhinha Jeinny. Consegui relaxar um pouco e fomos embora. Chegando em casa, Linda e Suellen estavam vendo uma fita e ficamos os quatro sentados no sofá. Depois do filme fomos deitar e como minha casa sá tem dois quartos, as meninas brincaram dizendo que mamãe e papai iriam pra um quarto e elas pra outro... mas Linda não quis, então Jeinny disse: eu vou dormir com o papai. E fomos deitar.

Continua. . . . . . ([email protected])

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