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MINHA CUNHADINHA E MINHA SOBRINHA VIRGEM

Sou casado há dez anos com uma mulher extremamente bonita. Tenho 42 e ela 35 anos. Temos uma vida sexual normal, fazendo sexo praticamente todos os dias e de todas as formas comuns. O interessante dela é que sua família também é formada por mulheres bonitas como ela. Tem duas irmãs louras e de olhos azuis com o corpo de fazer inveja. Uma delas mora em outro estado e outra mora em nossa cidade. Essa que mora em nossa cidade, que chamarei por Vânia era casada quando casei com a minha esposa, sendo que possuía uma filhinha com um ano na época. Essa filhinha, de nome Babi, era um anjinho, loirinha, olhos azuis e branquinha branca-de-neve. Sempre tivemos relações familiares muito intensas, convivendo praticamente em uma sá família, nás, minha cunhada e minha sogra. Durante a semana era comum visitas recíprocas à noite e aos fins de semana passávamos os dias inteiros em convívio prazeiroso. Eu tinha uma relação muito carinhosa com minha sobrinha Babi, pegando-a no colo, brincando, fazendo carinho, dando comidinha etc. Ela gostava de ficar comigo, pois ao me ver lançava-se para frente pedindo colo. Ela agia assim porque o pai dela era um irresponsável, que não cuidava da família, saindo para baladas, gastando o dinheiro com farras e mulheres. Apás algum tempo, ocorreu o inevitável, a minha cunhada Vânia separou-se do marido, indo morar com a mãe. Elas passavam por dificuldades financeiras imensas e eu ajudava as duas com o básico para a sobrevivência. Minha cunhada Vânia era a mais nova da família, com 24 anos na época, e era uma linda mulher, com 1,75 metros de altura, olhos azuis, cabelos loiros, e o corpo escultural,bem torneado, as pernas lisas e brilhantes, a cintura fina, as ancas bem mais largas, a bundinha perfeita como aquelas da Playboy, os seios médios, bem formados, lisinhos, eretos, bicos cor-de-rosa, como se nunca tivesse amamentado na vida. Era uma mulher de fazer qualquer marmanjo rodar o pescoço, além de ser agradável e simpática, sorrindo a todo momento e dona de uma voz meio rouca, sensual, com um papo muito “cabeça”. Eu sempre tive desejos por ela. Por um período ela veio morar conosco por causa da dificuldade que passava. Em casa eu ficava doido quando vestia um shortinho bem pegado no corpo e curtinho, sendo que repartia a sua xana em duas, deixando entrever o monte que sua boceta formava. Além disso, vestia um topzinho, bem curto mostrando sua barriguinha perfeita e com decote que deixava quase todos os seios de fora, escondendo somente os biquinhos dos peitinhos. às vezes eu brincava com ela, correndo atrás e aproveitando essas oportunidades para tocá-la, esfregando-me no seu corpo com o tesão que me possuía. Certa vez, eu cheguei em casa antes do fim do expediente, sem avisar. Procurei minha esposa e não a encontrei, sendo informado pela empregada que ainda não tinha retornado do serviço. Fui para o meu quarto, tirando a roupa, pois estava muito cansado do dia extenuante. Ao me dirigir para o banheiro, percebi que a ducha estava ligada e assim mesmo entrei. Qual não foi minha surpresa e meu encantamento. Minha cunhada Vânia estava tomando banho no meu banheiro. Ela estava de olhos fechados e não viu que eu estava dentro do banheiro. Aquela visão que tive era sensacional, maravilhosa. Minha cunhada estava totalmente nua, molhada, com os cabelos loiros escorrendo pelos ombros. O seu corpo era espetacular, os seios durinhos com os biquinhos rosados apontavam apara o céu e a qualquer movimento que ela fazia para se banhar eles balançavam firmes, rijos, perfeitos. A surpresa e admiração maior foi quando vi sua vulva: era loirinha, com pelos somente numa pequena parte de cima, sendo o resto da buceta todinha lisinha, depiladinha, parecendo xana de criança, com os grandes lábios bem recheadinhos, entreabertos, deixando entrever os pequenos lábios que sobressaiam para fora, aparecendo duas pétalas rosadas abertas com o fundo de um vermelho carne, vivo. Era maravilhosa a visão que tive da minha cunhada nua tomando banho. Como saída de um êxtase e me tirando de um sonho, minha cunhada Vânia abriu os olhos e me viu, levando os braços a taparem os seios e sua boceta e eu, tremendo de tesão, me retirei do banheiro rapidamente. Eu me arrependi depois por não ter avançado o sinal e agarrado Vânia pois acho que ela estava com vontade de transar com alguém o que não fazia desde que separou do marido. Uma outra vez estávamos em casa e resolvemos entrar na piscina. Como estava um sol muito forte, tivemos que passar filtro solar. Quando eu estava passando o creme em minha mulher, a Vânia chegou em casa com a minha sobrinha sendo convidadas a entrarem na piscina. Vânia falou que não tinha biquíni e a minha mulher emprestou-lhe um seu. Vânia vestiu o biquíni e apareceu na sala onde eu estava passando protetor solar na minha esposa. O biquíni que vestia era de lacinhos no lado não muito pequeno, mas bastante sensual. A parte de cima era também de lacinhos sendo que o pano que cobria os seios era uma cortininha que deixava ver quão eram bonitos. Minha mulher falou que era melhor que passasse o protetor solar. Eu dei uma risadinha e perguntei se ela deixava eu passar na sua irmã ao que respondeu-me prontamente que não tinha ciúmes e que me emprestava para ela. A princípio fiquei sem saber o que fazer e continuei passando creme na minha mulher. Ocorre que eu já estava muito excitado com a idéia de passar creme em Vânia que comecei a massagear minha mulher de uma forma muito sensual, passando as mãos lambuzadas de creme pelos braços, indo para os seios, no qual passava em toda extensão, por baixo, ao redor dos bicos, por cima e não aguentando mais, retirei o “soutien” ..Depois, comecei a alisar as pernas, indo e vindo, de cima para baixo, passando para as costas e por fim para a bundinha. Retirei a tanguinha da minha mulher, deixando-a peladinha na sala. Minha mulher também tinha um corpo fenomenal, parecido com o da Vânia, com diferença que estava toda depilada, sem um pelinho sequer na boceta. Enquanto continuava a esfregar o creme na minha esposa, Vânia assistia a tudo como se estivesse em êxtase, sequer piscando para não perder nenhum movimento do que acontecia. Eu passava as mãos nos seios e de repente descia alisando a vulva da minha mulher, sendo que ela abriu mais as pernas e eu abria a sua boceta passando o dedo nos pequenos lábios, enfiava-os dentro e massageava o clitáris bem devagarzinho, sob os olhares atentos de Vânia. Eu levantei-me e minha mulher abraçou sua irmã e retirou rapidamente o seu “soutien”, deixando os seios para fora e pediu-me que passasse o protetor nela. Vânia fez um gesto de não querer que eu a tocasse, mas antes dela falar qualquer coisa, já estava esfregando todo seu corpo com as mãos cheias de creme. Eu fui por trás dela e comecei a massagear os seios com bastante carinho, passando bem por baixo, agarrando-os com as palmas das mãos em forma de concha, depois passando as pontas dos dedos pelas auréolas, fazendo que eles ficassem mais eriçados ainda e minha cunhada suspirava com respiração rápida transparecendo estar com muito tesão. De repente, fui para a sua frente e tirei a tanguinha que ela vestia, mostrando aquela bocetinha com um pouquinho de pelos em cima e o restinho toda depilada. Não resisti e enchi a mão naquela fantástica vulva, enfiando o dedo médio dentro da rachinha e esfregando-o nos pequenos lábios, no clitáris e enfiando-o todinho naquela vagina apertadinha. Minha cunhada levou um susto tremendo nesse instante, ainda mais que minha sobrinha Babi, agora com seis anos, tinha entrado na sala e visto aquela cena fantástica: minha mulher peladinha, toda lisinha, cheia de creme, sentada numa poltrona com as pernas abertas enquanto eu passava as mãos na sua mãe e minha cunhada Vânia. A brincadeira acabou aí e eu corri para o banheiro, masturbando-me como se nunca tivesse feito isso na vida. Em outra oportunidade, eu tinha um dinheiro para receber que não podia ser depositado na minha conta bancária. Falei com Vânia e pedi que o dinheiro fosse depositado na sua conta e que eu lhe daria um presente pelo favor, sendo que ela concordou com a proposta. O dinheiro foi depositado e eu passei em casa para buscá-la e levá-la ao Banco para efetuar o saque. Chegando em casa encontro Vânia deitada na cama dizendo que estava com dores nas costas. Eu tinha que tirar o dinheiro naquele dia e precisava que ela fosse ao banco. Minha sogra apareceu e falou-me para fazer uma massagem nas costas de Vânia, pois sabia que fazia muito bem em minha esposa. Falei que se minha mulher visse dava separação, pois toda vez que fazia massagem eu ficava com o pau duro a ponto de explodir e que toda vez eu tinha que comê-la para acalmar o tesão. Minha sogra disse para fazer a massagem que ela ficava vigiando para que nada de mais ocorresse. Virei Vânia de bruços na cama, peguei um creme hidratante e comecei a massagear os seus ombros, bem devagar, passando as mãos lentamente sobre eles e subindo pelo pescoço em ao redor da coluna. Minha cunhada relaxou imediatamente. Pedi que ela dissesse onde doía e ela indicou a parte perto do cáccix, logo acima da bundinha. Pedi licença para minha sogra e tirei a blusa de Vânia, deixando-se sá de “soutien”. Enquanto massageava por toda costa de Vânia era visível que estava sentido alívio da dor e ao mesmo tempo sentia prazer. Disse-lhe que o “soutien” estava atrapalhando e abri as alças, deixando sá a parte que estava sob os seios. Massageava as costas com muito carinho, indo do alto do pescoço e descendo até encontrar a racha da bundinha, sendo que vez por outra, fazia que escorrega as mãos e entrava até certa parte daquela racha. Ela vestia uma sainha jeans bem curtinha, com o zíper que ficava na parte de trás. Olhei para minha sogra e disse que tiraria a saia para poder fazer a massagem de forma completa. Minha sogra sá falou para eu ver bem o que estava fazendo e para não extrapolar muito os limites. Tirei a sainha jeans e apareceu aquela bundinha perfeita, coberta por uma calcinha branca toda rendadinha, muito sexy. Eu me posicionei junto aos pés de Vânia e comecei a massageá-los, massageando depois as pernas, depois as coxas. Enquanto massageava as coxas minha mão subia pelo lado de dentro, indo até a virilha e passando os dedos em volta da tanguinha. Também não perdia oportunidade para pressionar sua boceta por cima da calcinha no que ela remexia para fazer eu parar. Eu estava vestido para sair e tirei as calças e camisa alegando que ia sujar com creme, ficando sá cuecas. Nesse momento tocou o telefone lá em baixo e minha sogra saiu para atender. Minha pica sob a cueca estava latejante, dura, não querendo ficar parada de forma alguma, querendo sair para fora da cueca. Falei para a cunhada Vânia que ia massageá-la por toda a costa novamente e subi sobre sua bunda enquanto massageava em toda extensão de sua coluna vertebral. Eu estava encostando minha pica dura na bunda de Vânia. Enquanto massageava suas costas com as mãos eu massageava sua bundinha com meu cacete duro. Comecei a passar as mãos por baixo, alisando os seios de Vânia que se fazia de desentendida, como se nada estivesse acontecendo. Meu pau saia da cueca quando eu esfregava na bunda de Vânia me levando à loucura. Não resistindo mais, tirei o pau completamente para fora e comecei a esfregá-lo no meio das coxas de Vânia que, como fizesse sem propásito, ergueu mais a bundinha e abriu mais as pernas para que meu cacete pudesse esfregar com mais intensidade nas suas pernas. Com o pau numa das mãos, levantei os fundilhos da calcinha de Vânia, aparecendo sua bocetinha que estava em carne viva, toda molhadinha e bem aberta, esperando ser possuída com muito carinho. Aí, botei a cabeça do pau, que estva vermelho e grande como nuca tinha visto antes, na portinha da gruta de Vânia e esfreguei pelos grandes lábios, pelos pequenos lábios, pelo grelinho e coloquei-o bem posicionado na entradinha da vagina, pronto para enfiar todinho, até as bolas naquela xana. Meu pau ficou alguns poucos segundos com a cabeça entrando na vagina de Vânia, quando minha sogra retornou de repente, perguntando se ainda não havia acabado aquela massagem. Como estava de costas para a porta, escondi rapidamente meu pau duro na cueca e fingi massagear as costas de minha cunhada. Porém, minha sobra não é besta e viu o estado de tesão que havia no ar e reparou o volume de minha cueca, quando eu levantei, que por sacanagem a cabeça da pica saltou para fora, inchada, molhadinha, pulsando demonstrando o que estava prestes a rolar. Minha cunhada falou que a dor tinha passado e que podia ir ao Banco comigo, sendo que nos vestimos e saímos para rua. Vânia fez o saque do dinheiro que era de R$.50.000,00, um valor que nunca tinha visto antes na vida. Quando saíamos do banco, disse-lhe que eu precisava contar o dinheiro e separar em diversos valores para poder efetuar alguns pagamentos, além do que, eu tinha que cumprir a promessa do presente para ela. Eu disse que não sabia onde contar, pois estávamos longe de casa e na rua era muito perigoso fazer a contagem daquele volume de dinheiro. Ao passarmos diante de um motel, ela olhou para lá e me olhou, como se perguntasse por que não íamos lá. Perguntei se ela se importava de entrar no motel par contar o dinheiro e ela respondeu dizendo que era sá para contar e nada mais, absolutamente nada. Entramos numa suíte do motel que era muito bem decorado, com espelhos por todo lado, piscina, hidromassagem, veludos como cortinas, enfim muito luxuoso. Sentei na cama e abri o pacote espalhando dinheiro por todo lado e comecei a contar. Vânia sentou-se ao meu lado e contou o dinheiro da forma que eu pedia. Terminando a contagem, sobrou um pacote contendo mais ou menos uns R$.15.000,00, o qual eu peguei e balançando-o na frente de Vânia perguntava o que ela queria de presente. Ela sá respondia que não precisava de nada, que tinha feito um favor para mim, não merecendo ser paga. Eu comecei a rir e a brincar com ela, sendo que ela também ria e tentava escapar de minhas apalpadelas. Vânia vestia um vestidinho preto básico, curto, aqueles de sair à noite para as baladas. Levantei-me e coloquei as mão sobre os ombros dela que continuava sentada na cama, Levantou-se, ficando bem práximo a mim e pediu que fossemos embora porque já estavam contado o dinheiro. Fui até o frigobar e perguntei o que ela queria e ela pediu um Amarula. Dei uma garrafinha pra ela, que abriu e bebeu, mas o Amarula derramou um pouco sobre o vestido de Vânia que ficou desesperada, dizendo que aquela mancha não saía se não fosse lavada rapidamente. Virei-a de costas e baixei o zíper do vestido, tirando-o do corpo de Vânia rapidamente por baixo, pelas pernas, levando o vestido para o banheiro para enxaguá-lo. Saindo do banheiro com o vestido molhado é que pude reparar em Vânia que estava enrolada em uma toalha, toda tristezinha. Coloquei o vestido atrás do frigobar para secar e falei par ela que já sabia que presente lhe daria. Disse para escolher o vestido que quisesse em qualquer loja do Shopping. Ela ficou mais alegre com o presente. Enquanto ficamos esperando o vestido secar, assistimos televisão, ela enrolada na toalha e eu com vontade de agarrá-la. Ela falou do dinheiro, que nunca tinha visto tanto e eu disse que então ela iria tomar banho de dinheiro, o que dava muita sorte. Peguei um maço grande e joguei na banheira, espalhando-o por toda superfície, convidando-a a entrar e tomar banho de dinheiro. Ela ria muito e dizia que eu estava ficando doido, mas mesmo assim, topou a brincadeira e entrou na banheira. Eu também entrei e disse que nunca tinha visto alguém tomar banho com a toalha enrolada no corpo, sendo que de uma sá vez, puxei a toalha, deixando-a sá de calcinha na banheira. Ela tentava se esconder com o dinheiro par que eu não visse seu corpo, mas eu brincava com ela colocando notas sobre todo o corpo. Nás ríamos muito da brincadeira como duas crianças que tivessem ganhado o primeiro pirulito. Eu também tirei a roupa ficando de cuecas, e o meu cacete estava inflado, duro, até doendo de tesão. Não aguentei e puxei Vânia pelos braços e dei um forte abraço, esfregando meu corpo no corpo dela, esfregando minha pica na vulva dela, pressionando bem forte para que ela percebesse o quanto eu estava a fim dela. Ela também me abraçou, com a respiração rápida, ofegante, e me apertava bem forte enquanto eu esfregava nela. Levantei Vânia e carreguei-a, colocando na cama e pude observar aquela mulher deliciosa. Ela estava de tanguinha preta, bem pequenininha, com a parte de trás entrando na bunda e a parte da frente encaixando no rego da bocetinha. Os seios dela parece que estavam mais bonitos ainda pois estava deitada, ficando mais durinhos e os biquinhos mais enrijecidos, saltando para cima. Então deitei-me no lado e passei a fazer carícias naqueles peitos lindos. Tirei a calcinha, deixando-a nuazinha. Fiquei louco com o que estava acontecendo. Ela não falava nada, como se nada estivesse acontecendo. Aí ajoelhei-me na sua frente e esfregava a bocetinha. Não tive dúvidas e passei a língua na racha da boceta de Vânia, que contorceu-se toda como se nunca tivesse experimentado aquele prazer. Mergulhei de boca na grutinha da minha cunhada, chupando-a com a experiência adquirida por décadas chupando minha mulher. Vânia abriu as pernas o mais que pode e agarrava minha cabeça para que não parasse de passar a língua. Passava a língua no clitáris, rodeando-o e enfiava o mais que podia na vagininha apertadinha de Vânia. Eu estava com a cara toda lambuzada de líquido da buceta de Vânia e eu sugava a boceta dela com mais intensidade. Ela tremia todinha as pernas e os músculos da barriga e gemia baixinho, quase para esconder que estava gozando. Levantei o rosto daquela boceta encharcada e pude ter uma visão espetacular. Com as pernas toda aberta e levantadas para cima, a boceta de minha cunhada era como uma orquídea, com as pétalas abertas, mostrando os grandes lábios os pequenos lábios, o sininho e a gruta da vagina de um vermelho inigualável. Baixei a cueca e o pau saltou para fora, sendo que além de duro ele estava todo depilado, o que faz com que pareça bem maior e realça a cabeça da glande. Minha cunhada Vânia pediu que não fizesse isso com ela que ela não queria ser penetrada, que não era justo enganar sua irmã. Eu disse que sá íamos brincar um pouco, tal como brincamos quando eu fazia massagem nela, que podia confiar em mim, que não faria nada que ela não quisesse. Vânia fazia cara de choramingar e eu quase senti pena dela. Mas o tesão foi mais forte eu abri o máximo que pude as pernas dela e coloquei meu cacete duro bem na extensão da racha da xaninha dela e comecei a esfregar a pica naquela bucetinha e ela ficava dizendo:- Para amor, para...Não enfia ele em mim...Eu não quero...” Mas enquanto ela dizia isso, ela remexia-se todinha, bamboleando os quadris, forçando mais a boceta contra meu pau. Meti a boca nos peitos, passando a língua por todo o lado, chupando os biquinhos bem suavemente, fazendo ela estremecer. Eu esfregava minha pica na boceta dela e de vez em quando colocava a cabeça bem na entradinha da vagina, o que dava para perceber que era bem apertadinha. Vânia não aguentava tanto tesão e puxou meu corpo com força, fazendo que meu cacete que estava na greta da xana, entrasse até a metade na sua vagina, sendo que ela rebolava, remexia as ancas, tentando fazer que entrasse tudo. Eu tirei a pica da boceta e afastei um pouco, dizendo que se ela queria de verdade, no que ela encolheu mais as pernas e abriu todinha a boceta pedindo que eu enfiasse tudo, até não caber mais nada. Botei a cabeça bem, na entrada e de uma sá vez e com toda força dei uma estocada, varando minha pica toda naquela boceta, sendo que comecei a tirar bem devagarzinho e metia com toda força. Dava para ver o pau entrando entre os pequenos lábios e quando saía, parece que formava um beiço para fora. Vânia chorava dizendo: - Não mete, Não mete, por favor, eu não quero...Eu gozei despejando quase um litro de esperma na boceta de Vânia, enquanto ela estava cansada como se tivesse correndo uma maratona. Descansamos um pouco e fomos embora do motel, sem nunca falar do acontecido. Apás certo tempo, Vânia casou-se novamente e o seu marido adotou o tipo de vida que levávamos, com muita relação familiar. Fazíamos churrascos, íamos acampar, viajávamos, íamos a festas juntos etc. Sempre deixávamos nossos filhos na casa deles e eles sempre deixavam a Babi em casa quando saiam ou para brincar com as crianças. Sempre tratei a minha sobrinha Babi da mesma forma, com muito carinho e atenção. Não tinha reparado que ela havia crescido, estando com 19 anos, sendo já uma mocinha. Sá fui notar que ela já era uma adolescente quando, ao chegar em casa ao final de uma sexta-feira, passando pela porta do quarto das crianças, que estava entreaberta, vi uma cena belíssima: a minha querida sobrinha Babi estava peladinha, recém saída do banho, encostada num cômodo do quarto. Olhei aquela visão e vi que os peitinhos de Babi estavam crescidos mas bem pequeninos, com os biquinhos cor-de-rosa iguais os da mãe. Também vi os pelos cobrindo sua bocetinha, que estava linda. Fiquei paralisado vendo aquela cena, sendo que ela abriu as pernas para passar a toalha e pude ver que a sua bocetinha estava inchada, sob aqueles tufos de pentelhos ralos. Corri para o banheiro e bati uma punheta com gosto, o que me arrependi depois, como se tivesse cometido pecado. Um belo dia, ela estava brincando de pular e eu ia passando por perto, e ela pediu que eu levantasse ela bem alto. Segurei-a pela cintura e levantei o máximo que pude. Por várias vezes ela me pediu que repetisse o ato e a levantasse. Numa dessas vezes, minha mão escorregou por debaixo de sua camiseta e eu coloquei as mãos sobre os seus peitinhos, fazendo carícias, massageando. Ela ficou paradinha enquanto eu acariciava os seios, sendo que não aguentei e abracei ela apertando minha pica no seu corpo. Ficamos assim por pouco tempo pois fiquei com medo. Em outro dia que ela ficou em casa, eu estava trabalhando e ela deixou de brincar com as outras crianças e ficou no escritário me observando. Eu não conseguia trabalhar com aquela menina me olhando com cara de pidona, querendo sabe-se lá o quê. Levantei e fui em sua direção perguntando se ela queria que a levantasse como da outra vez, sendo que respondeu afirmativamente. Ela vestia um shortinho bem curto de um pano bem fino e uma camiseta regata bem cavada. Nem sequer levantei a Babi, apenas fui por trás e abracei-a, enfiando as mãos sob a camiseta e fazendo carícias naqueles peitinhos de adolescente. Ela ficou parada e eu passei a mão na boceta, por cima do short, e ela respirava aceleradamente. Ouvi um barulho a larguei-a rápido. Alguns minutos depois, resolvo ir ao banheiro do meu quarto e ao entrar deparo com Babi embaixo do chuveiro, nuazinha, se esfregando, passando sabão na xoxotinha, encostada na parede. Recuei um pouco e tirei a roupa, entrei de sopetão no chuveiro junto com Babi, que assustou-se, cobrindo os seios e a boceta com as mãos. Eu falei para ela não se preocupar pois já tinha visto ela pelada em outro dia e que sabia que era mocinha e que já tinha pelos na xana. Disse que sá ia tomar um banho e que se ela não queria que eu esfregasse sabão nela. Ela nada respondia, olhando fixamente para meu cacete que estava levantado, duro, reluzente. Comecei a esfregar aquele corpinho de adolescente e enfiei os dedos no meio de suas pernas, enfiando na bocetinha até encontrar o grelinho que massageei com bastante carinho. Enquanto pegava no grelinho Babi abria mais as pernas. Como estava por trás dela, o meu pau roçava sua bundinha, até que entrou no meio das pernas, sendo que eu o levantei e ele se encaixou bem na racha da bocetinha de Babi. Então comecei a fazer movimento de vai-e-vem com a pica na rachinha dela, que tremia as pernas. Ela retirou o meu pau do meio das pernas, virando-se de frente para mim, fixando olhar no mastro duro. Peguei a mão dela e levei até meu pau e expliquei como devia fazer, e ela segurou com força, ora alisando, ora fazendo vai-e-vem. Se ajoelhou diante de mim e com o pau na mão encostava os olhos bem perto dele, como se quisesse vê-lo melhor, pois me falou que nunca tinha visto. Quase para gozar, levantei Babi e enxuguei-a, sendo que ela saiu do banheiro. Quando pensei que havia terminado aquele ato, ao sair do banheiro vejo Babi deitada na cama, nua, me olhando, sem falar nada. Deu vontade de sair correndo daquela tentação, mas não resisti e parei na sua frente, ajoelhei no pé da cama, abri mais suas pernas e comecei a bolinar naquela bocetinha virgem. Com os dedos abria os lábios para ver o clitáris rosadinho, bem pequenininho, via a vagina bem apertadinha sendo que o hímen era perfeitamente visível, pois estava intacto. Deitei ao seu lado e abracei Babi com carinho e prazer, sendo que meu cacete duro enfiou-se sem querer no meio de suas pernas, e eu mexia e ela me abraçava mais forte. Fui para a frente e enfiei a língua na bocetinha de Babi, que deu um pulo de susto, pois cheguei até o cabacinho. Mas ela estava gostando de passar a língua na sua xana. Não aguentei, levantei e botei a cabeça da pica na entrada da gruta forçando um pouco, o que fez Babi fazer cara de choro. Retirei e esfregava a pica na boceta e ela gostava muito. Alguém grita chamando por Babi o que faz eu correr do local, com medo de ser pego. Fiquei com receio de que ela falasse algo para sua mãe ou para minha sogra, o que seria o meu fim. Os dias passaram e ninguém falou nada, o que quer dizer que Babi não falou pra ninguém sobre nás. Apás alguns meses, eu estava em casa quando minha cunhada ligou procurando minha mulher. Como esta não estava em casa, minha cunhada perguntou se podia deixar sua filha Babi em casa enquanto ia para uma reunião de negácios. Ela deixou Babi em casa sendo que a empregada saiu logo em seguida. Eu fiquei admirando aquela ninfetinha loira, de olhos azuis, com apenas 19 anos de idade, linda como um anjo. Ela vestia uniforme da escola, calça e camiseta. Ficou assistindo televisão e eu me afastei dela para evitar tentação, indo para o escritário fingindo trabalhar. Apás alguns minutos ela aparece pedindo para entrar na piscina pois estava com calor, recebendo o meu consentimento. Ela foi pegar um biquíni de minha esposa emprestado e foi para a piscina. Apás certo tempo, ela volta toda molhada pedindo toalha no que indiquei o vestiário do meu quarto. Ela foi buscar a toalha e não resisti indo logo apás. Ao chegar no quarto ela já havia tirado o biquíni e estava se enxugando dentro do vestiário. Voltei para o escritário para não vê-la pelada novamente. De repente ela abre a porta do escritário enrolada na toalha e me pede para buscar sua roupa no outro cômodo. Quando me levanto peço que ela me mostre os peitinhos que eu gostava de acariciá-los. Ela sai correndo, parecendo assustada, e eu, com medo, vou atrás dela no quarto. Lá chegando encontro Babi se olhando no espelho com a toalha semi-aberta, admirando o seu corpinho. Eu vou por trás dela e abraço-a pegando seus peitinhos nas mãos e alisando-os. Ela se assusta e tenta se enrolar na toalha novamente, o que não permito. Pergunto se ela tem namoradinho, se já beijou alguém e ela nega, eu digo que vou ensinar e junto minha boca na dela, roçando os lábios, e coloco minha língua na sua boca e peço para ela colocar a língua na minha boca. Ficamos assim algum tempo e meu pau fica duro de tesão. Babi pede para ver minha pica novamente, a qual tiro para fora da calça sendo agarrada por ela com as duas mãos. Ela fala que é grande e dura, e que já viu o seu padastro meter a dele todinha na boceta de sua mãe quando fingia dormir. Ela falou que a sua mãe fica de quatro na cama e o padastro vem por trás com a pica um pouco maior que a minha e enfia todinho no traseiro de sua mãe e que ela fica gemendo e falando:-Ai, amor, não coloca amor...Eu falo que se a pessoa gosta da outra a boceta se abre e consegue agasalhar a pica do tamanho que for. Babi diz que o seu buraquinho é muito pequenino para aguentar uma pica desse tamanho. Eu peço para ela mostrar sua xana que vou explicar algumas coisas a ela. Ela senta na cama e abre a toalha ficando nuazinha. Eu digo que vou fazer uma massagem bem gostosa nela e começo lambendo os dedos de seu pezinho, um por um, passando a língua pelas pernas, subindo e a virilha, depois lhe beijo com língua e chupo seus peitinhos. Com uma mão passo os dedos pela bucetinha, massageando o clitáris bem devagar. Peço para abris bem as pernas e ela escancara a sua xoxotinha para mim. Eu passo a língua por toda a xana e ela se contorce tremendo as pernas de vez em quando. Quando a bucetinha está encharcada, levanto e coloco a pica bem no rego da boceta, colocando suas pernas sobre meus ombros para ter uma visão completa dela. Coloco a cabeça da glande na vagina, fazendo movimentos leves de vai-e-vem. Ela diz que dái um pouquinho e que não quer que eu meta a pica nela. Não forço a barra e paro um pouco, deito-me de costas na cama e digo para ela vir brincar de cavalinho comigo. Ela segura meu cacete abaixando-o e senta em cima de mim, colocando a pica enfiada na rachinha, sem penetrar. Fica se mexendo todinha, esfregando a pica por toda a bocetinha e diz que é gostoso ficar brincando assim. Sá que vai esfregando com mais rapidez e mais força, quase gozando, e s e levanta um pouco, colocando a cabeça da pica na vagina, abrindo o máximo as pernas e enfia a cabeça dura na vagina, levando susto e retirando de imediato. Digo para ela ficar como a mãe, de quatro, quando o padastro enfia a pica nela. Ela fica de quatro, encosta a cabeça no travesseiro, empina bem a bundinha e abre totalmente as pernas. Vou por trás e vejo a xoxotinha toda aberta, com visão total, com o cuzinho bem ráseo logo acima. Encosto minha pica na bocetinha e vou enfiando devagarzinho enquanto ela fala:- Não tio, não cabe aí nesse buraquinho...Não coloca esse pinto grande dentro que vai doer...Tio, eu não quero que meta, é grande...Enquanto fala ela não faz nada para que eu pare. Pelo contrário, ela se vira, segura minha pica e coloca novamente na entradinha da gruta e me puxa com força, sendo que o cacete vai entrando aos poucos e de uma vez sá dou uma estocada enfiando até os bagos. Babi faz cara de dor a princípio, mas eu fico com o pau todo enfiado nela e bombeando, o que faz ela fazer cara de que está gostando. Tiro de uma vez a pica e meto novamente com força na greta de minha querida sobrinha Babi, e ela dá gritinhos e urros, perguntando:- Ta dentro, tio? O senhor colocou todo o seu pinto lá dentro? Enfia mais, tio, coloca ele na minha bocetinha que ta gostoso...Eu não aguento mais e chego ao orgasmo que parece não ter fim, ejaculando dentro da vagina que chega a vazar para fora. Ela também deve ter gozado muitas vezes, pois tremia, sussurrava, dava gritinhos, rebolava, me apertava, enfim fazia tudo o que uma menina que está sendo fodida pela primeira vez faria no orgasmo. Descansamos um pouco, tomamos banho e vestimos as roupas depressa, antes que chegasse alguém na casa e fomos para a sala assistir televisão como se nada tivesse acontecido. Eu ficava meio maluco com esses fatos, pois pensava a todo instante na minha sobrinha Babi, imaginava as mais eráticas situações, chegando a pensar em abandonar a família para poder curtir essa paixonite pela ninfeta. Passava o tempo e nunca mais tive oportunidade de ficar sozinho com ela, por mais que tentasse não dava certo as tentativas de ficar junto a ela. O pior era que parecia que Babi não ligava mais para mim, não ia mais em casa, e quando eu a via ela evitava olhar para mim. Desisti desse caso porque era realmente uma loucura. Eu podia ser preso por estupro porque ela sá tinha 19 aninhos. Porém, um belo dia, meu cunhado nos convidou para viajar para uma fazenda de um seu conhecido. Aceitamos o convite e fomos toda a família. Lá chegando, a casa sá tinha um cômodo para todos dormirem. Na primeira noite fiquei ao lado de minha esposa e do outro lado a minha sobrinha Babi encostou-se em mim, cobrindo-se com o meu cobertor. Minha mulher dormiu rapidamente pois estava cansada e eu não conseguia pegar no sono. A Babi ao meu lado estava fingindo dormir pois abria os olhos de vez em quando para ver quem dormia. Falei baixinho para ela dormir e ela respondeu tirando a bermuda que estava vestindo por baixo da coberta, tirando também a calcinha, ficando peladinha. Achei que ela estava ficando louca, mas Babi encostou-se mais em mim, abriu as pernas e entrelaçou minhas coxas esfregando sua bocetinha em mim. Com muito cuidado enfiei a mão por dentro da camiseta e fiquei apalpando seus seios durinhos enquanto ela me lambuzava a perna esfregando sua xoxotinha em mim. A mão naquela xaninha melecada e enfiei dois dedos em sua grutinha, mexendo com movimentos rápidos. Parece que Babi não gostou porque tirou meus dedos de dentro da sua boceta e continuou esfregando-se na minha perna. Peguei a sua mão e coloquei no meu pinto que tava duro e latejante, sendo que ela agarrou-o e bateu uma punheta, que já havia aprendido das outras vezes. Babi então cobriu-se toda com a coberta e sem que eu percebesse a sua intenção, pegou minha pica e colocou em sua boca. Mas Babi nunca tinha chupado um cacete antes, e essa tentativa quase que esfola meu pau, pois ela usava aparelho nos dentes e minha pica roçava em seus dentes. Mesmo assim estava muito gostoso, principalmente quando ela chupava a cabeça do pau e depois enfiava quase ele inteirinho na sua boca, porque não cabia todinho nela. Tirei a sua boca de meu pênis e desci um pouco, ficando lado a lado dela, aí ela abriu as pernas e encostou sua vagina no meu pinto duro, fazendo movimento de vai-e-vem. Ficava com medo de alguém perceber aquele movimento todo e assustava-me a todo momento, mas estavam todos demais cansados para perceberem o que ocorria. Babi esfregava-se no meu pau enquanto eu tentava colocá-lo dentro da vagina. Elas desvencilhava quando já estava para entrar na buceta, parecendo fazer isso para me provocar ainda mais, ficando doido de tesão. Babi então, brincando comigo, abriu mais as pernas e botou a cabeça do meu pau na portinha de entrada de sua xana, ela mesmo fez força e fez meu cacete entrar na sua boceta. Sá que entrou sá um pouco, pois a posição que estávamos não permitia que entrasse mais. Mesmo assim ela se remexia, se rebolava, e assoprava baixinho no meu ouvido: - Tio, coloca mais um pouco em mim, ta...Tio, não coloca aquela gosma na minha bocetinha de novo, ta?...Ai, tio não me machuca com esse pinto duro...Será que ele vai caber de novo na minha xaninha, heim tio? Eu ficava parado com medo de me mexer e acordar minha esposa ao lado, mas Babi fazia isso direitinho, enquanto todos dormiam. Babi abriu mais um pouco a perna, passando-a por cima da minha e fez movimento que enfiou minha pica dura todinha na sua vagina. Com meu pau todo entalado dentro de Babi, fiquei parado, fazendo movimento de bombeamento com ele. Como meu pau estava apertadinho dentro de Babi, eu conseguia fazer com que ele pulsasse, controlando a entrada e saída de sangue no pau, do mesmo modo como fazem as mulheres no “pompoir”. Lágico que minha sobrinha sentia todo meu cacete pulsando dentro da vagina, e a cada pulsação ela ofegava baixinho no meu ouvido. Ficamos assim por um bom tempo até que ela abraçou-me mais forte e mordeu meu pescoço com violência, quase tirando pedaço. Ato contínuo, não consegui segurar o gozo e ejaculei um montão naquela bocetinha. Fiquei com o pau dentro por uns bons minutos e quando tirei, veio junto o esperma que havia ejaculado, molhando todo o lençol do colchão. Vestimos as roupas e dormimos. No dia seguinte, saímos para passear na fazenda, para ver bois, cavalos etc. Eu pedi para ficar na casa e preparar a comida enquanto eles passeavam. Aí, a minha cunhada, mãe da Babi disse que ia ficar também para me ajudar na cozinha. Todo mundo saiu e ficamos eu e Vânia na casa e começamos a arrumar a cozinha. Vânia reclamou que tinha muito mosquito na fazenda e que iria ficar toda marcada pelas ferroadas. Sugeri que passasse um repelente, sendo que Vânia aceitou e começou a passá-lo no corpo. Pediu que eu passasse nas suas costas pois as mãos não alcançavam o que aceitei prontamente. Vânia estava vestida de calças compridas por causa dos mosquitos e com uma camiseta simples, e eu lhe disse que era bom passar repelente nas pernas, pois os mosquitos entravam por todo lado. Tentei subir a perna da calça mas não consegui, dizendo que era melhor ela tirar a calça para passar o repelente. Vânia olhou para os lados para ver se havia alguém vendo e tirou a calça comprida. Ela estava com uma calcinha azul, bem cavada, sendo que na frente mal cobria s vulva e atrás estava enfiada na bunda. Perguntei porque usava esse tipo de calcinha e ela respondeu que fazia de tudo para despertar desejo no seu marido, porque ele era muito devagar, enquanto ela gostava de transar muito mais vezes. Disse que mesmo assim era apaixonada por ele, embora sentisse falta de mais sexo na sua vida. Passei o repelente nas pernas de Vânia, esfregando por toda parte e quando chegou nas coxas, fiz questão de ficar passando o creme na sua virilha, perto de seu sexo. Vânia estava de pé e eu de cácoras passando repelente, quando consegui afastar um pouco a calcinha, descobrindo parte da sua xoxota, fazendo Vânia ficar tensa. Passei a mão sobre sua boceta, esfregando com os dedos dentro, passando no pinguelinho e indo até o cuzinho, quando fazia que ia meter e saía para esfregar novamente na xana. Vânia estava tendo tremedeiras com essa situação, e saiu para vestir sua calça comprida, para evitar maiores complicações. Fizemos de conta que tudo estava normal e preparamos a comida na cozinha, sendo que de vez em quando eu vinha por trás de Vânia, abraçando-a, dizendo que ia ensiná-la a fazer qualquer coisa e ficava roçando meu pau na sua bunda. Apás terminarmos o almoço, Vânia resolveu banhar-se porque estava suja. O banheiro era aqueles de fazenda, com a porta dando oportunidade para qualquer um enxergar para dentro. Ouvia o chuveiro caindo água e fui conferir o banho de minha cunhadinha.

Olhei pelas frestas da porta e vi Vânia peladinha e molhadinha embaixo do chuveiro. Toda vez que via Vânia nua parecia que era a primeira vez, pela beleza de seus seios de sua bundinha e porque sua bocetinha era maravilhosa. Aliás, era a única boceta que tinha pelos louros de verdade, embora que bem poucos. Vânia pegou um frasco de shampoo e colocou um pouco nas mãos e foi direto para a boceta esfregar. Ela encostou-se na parede do banheiro, colocou uma perna para cima, escorada no lavatário e ficou se masturbando de olhos fechados. Eu daria tudo para saber o que ela estava pensando naquele momento de fantasia. Tirei o pau para fora e também fiquei me masturbando vendo aquela cena erática. Sem querer fiz barulho fazendo Vânia abrir os olhos e perceber que estava sendo observada. Ela virou-se dês costas para a porta, meio envergonhada, e agiu como se estivesse tomando banho apenas. Para despistar a sua atenção, bati na porta do banheiro e falei que ela havia esquecido a toalha. Vânia abriu a porta para pegar a toalha, colocando apenas a cabeça para fora. Quando ia saindo, percebi que, apesar dela ter tentado fechar a porta, não tinha conseguido porque o ferrolho estava estragado, deixando a porta do banheiro aberta, apenas encostada. Voltei a olhar pelas frestas da porta e vi novamente Vânia com as pernas abertas tocando uma siririca com gosto. Não pude me conter e tirei a roupa e entrei no banheiro já com o pinto erguido, assustando Vânia ao me ver. Disse que não se incomodasse que ia somente ajudá-la a se masturbar, sendo que ela disse que eu estava pirado pois a qualquer hora alguém podia chegar. Disse que ainda faltava tempo para eles voltarem já que sabia que o lugar era longe. Fui para cima de Vânia, apertando-a contra a parede do banheiro e ergui sua perna colocando novamente no lavatário para que ficasse bem aberta. Ajoelhei diante de minha cunhadinha e fiquei frente à frente com aquela xoxotinha fantástica, que já estava bem vermelhinha de tanto ser esfregada. Meti a boca na vulva, passando a língua por fora que estava bem lisinha, toda depiladinha. Enfiei a língua entre os pequenos lábios, passando perto do períneo indo até o clitáris. Quando chegava no clitáris eu envolvia com minha boca e sugava todinho o sininho do prazer, passando a língua em sua volta. Vânia sá ficava resmungando e dizendo:- Não quero aí...Para com isso...Não faz mais isso...Eu não deixo você fazer isso....Para com isso que é ruim, é pecado....Está errado isso...Não quero...Ai, meu amor, por favor deixa eu ir.... Vânia já havia gozada várias vezes com minha chupada, sendo que minha língua já estava dormente. Levantei e coloquei a mão dela no meu pau, ela apertava ele e batia punheta, e se agachou colocando-o na sua boca, chupando com força a cabeça e depois enfiando tudo na boca, indo até a garganta. Também levantou meu mastro e começou a chupar meus bagos, colocando cada testículo dentro de sua boca e chupando-o, lambendo-o. Como se não bastasse, ela foi passando a língua até chegar no meu cu, passando a língua em volta do buraquinho e de repente, enfiou a língua dentro do meu cu. Nunca tinha experimentado aquela sensação tão gostosa, ao mesmo tempo que fiquei com medo de alguém saber que Vânia tinha enfiado a língua no meu cu e que eu havia gostado. Quase para explodir de tesão, levantei minha cunhadinha e coloquei-a de costas, abri suas pernas e ela arrebitou muito bem a sua bundinha. Coloquei meu pau na sua vagina e fui metendo até não caber mais nada, tirando e colocando e ela também se mexendo, enquanto eu pegava em seus peitos, puxava seus cabelos, metia os dedos em sua boca e ela continuava a falar, quase chorando:- Vai, tira daí...Não, para, não quero mais...Não enfia esse pinto em mim, que eu amo meu marido...Está errado, tira a pica da buceta...Nesse momento eu vi estrelas, quase desmaiei de gozo, esporreando dentro d boceta de Vânia em jatos fortes. Apás gozar, vesti a roupa e fui embora enquanto Vânia terminava o banho. O pessoal chegou e reclamou que a minha sobrinha Babi não acompanhou o grupo, tendo retornado para a casa. Aí deu um estalo. A Babi viu tudo o que eu e sua mãe fizemos e agora sabia de tudo. Sá que ela havia sumido, pois não estava em casa. Saímos à sua procura, cada um para um lado. Apás caminhar uns dez minutos, encontrei minha sobrinha Babi sentada perto de um cárrego, olhando para o vazio. Cheguei práximo e perguntei no que ela pensava, e ela respondeu que tinha visto tudo o que eu e sua mãe fizemos no banheiro da casa, e me perguntou se fazíamos aquilo sempre. Respondi que foi uma fatalidade, que tinha sido um acontecimento inesperado que não tínhamos conseguido controlar. Que era errado e que tal fato não ia mais ocorrer, que ela ficasse despreocupada. Babi me olhou com cara de choro e eu lhe dei o colo, sendo que ela encostou-se em mim e resmungava que viu meu pinto entrando inteirinho na sua mãe, que viu ela engolir meu cacete passando a língua nele, que viu eu puxar os cabelos de Vânia e meter o pau na sua boceta. Dizendo isso, Babi botou a mão em cima do meu pau, alisando-o, apertando-o com força. Se agachou e disse que também queria chupar meu pau, tirou-o para fora, ainda mole, e meteu em sua boquinha, fazendo um suga-suga e passando a língua por baixo da glande, fazendo ele endurecer rapidamente. Ela levantou bem minha pica que já estava dura e quis repetir o que sua mãe havia feito, passou a língua no saco e colocou meus bagos dentro da boca, chupando, sugando, que até doía. Ela levantou também o saco e começou a passar a língua no espaço que fica entre o saco e o cu, o que me dava imenso prazer. Eu pedi que ela fizesse igual sua mãe e enfiasse sua linguinha dentro do buraquinho do meu cu. Babi olhou-me meio assustada, não acreditando muito que sua mão tivesse feito isso, mas não titubeou, e meteu sua língua no meu cuzinho, metia e tirava, enquanto com a mão batia uma punheta. Babi fez com eu tremesse dos pés à cabeça, num orgasmo sem igual. Fiz ela se levantar e voltamos para casa. Depois desse episádio, ocorreu outro que faz eu me lembrar sempre. Minha mulher proibiu meus filhos de entra na piscina naquele sábado como castigo. Minha cunhada, seu marido e minha sobrinha Babi vieram para minha casa passar o dia. Quando ela se juntou com as crianças começou a pedição insistente para deixar entrar na piscina e a minha mulher não arredava pé de seu castigo. No meio da tarde minha mulher e sua irmã resolveram ir no Shopping comprar coisas e pediram para que meu cunhado fosse com elas, convidando-me também. Recusei o convite pois estava com vontade de ficar deitado o dia inteiro. Eles saíram, mas não sem antes recomendar-me que não permitisse que as crianças entrassem na piscina. As crianças partiram para cima de mim me perturbando a paciência para que eu deixasse eles entrarem na piscina e eu retrucava que era ordem da mãe deles e que não deviam desobedecer. Minha sobrinha Babi juntou-se ao coro da perturbação pedindo para mim e fazendo carinha de choro. Naquele instante ela era apenas uma criancinha, sem malícia nenhuma. Foi tanto pedido que tive que achar uma saída. Propus então que tomassem banho na hidromassagem do meu quarto e que assim não estariam desobedecendo a minha mulher. Eles toparam a idéia e pediram para mim enchê-la de água e ligar a bomba, o que fiz de bom grado. Eles saíram correndo para vestirem biquíni. Minha sobrinha pediu que eu pegasse um de sua tia para ela vestir e eu fui buscar um que eu mesmo tinha comprado num sex-shop. O biquíni era bem pequenino, sendo a tanguinha branca com apenas uma fita de renda atrás estilo fio-dental e na frente era de renda com uma abertura que se fechava com dois lacinhos. A parte de cima era dois minúsculos pedaços de renda triangulares. Babi saiu e voltou usando aquele biquíni fazendo que eu suasse e meu pau endurecesse de repente. Eles entraram na banheira e começou aquela algazarra, brincadeira de crianças. Quando Babi molhou o biquíni ele ficou transparente, mostrando os peitinhos e sua bocetinha. Convidaram-me a entrar naquela superlotada banheira e eu aceitei, tirando a bermuda, ficando apenas de cueca. Fiquei brincando com as crianças um bom tempo, sendo que sempre que podia eu tocava em Babi, abraçava-a, apertava seu corpinho. Meus dois filhos se cansaram de tanto brincar na banheira e resolveram fazer um lanche, convidando Babi para irem pra cozinha. Babi não respondeu e ficou na banheira junto comigo. Quando meus filhos saíram levantei e tranquei a porta do banheiro e ao voltar para o banho Babi estava de pé, mostrando o biquíni transparente. Tirei a cueca e abracei Babi, tirando sua roupa. Ela segurou minha pica e puxou em direção de sua vulva, encaixando toda a vara no seu reguinho enquanto se mexia com muita pressa. Sabendo que não teria muito tempo para ficar a sás com Babi, resolvi comê-la imediatamente. Pedi que ela se virasse e tentei enfiar por trás, não conseguindo porque a gruta estava muito apertadinha. Ela então ajoelhou-se no chão, abriu o máximo que pôde as pernas e ficou de quatro, encostando o rosto no chão e empinando a bundinha, fazendo que sua bocetinha debrochasse, mostrando toda sua abertura. Segurei na cintura e botei de uma sá vez minha pica na bocetinha de Babi que sá deu um urro bem abafado. Fiquei estocando meu pau na bocetinha enquanto via o cuzinho de minha sobrinha que era bem pequeno, ráseo, que ficava se contraindo cada vez que eu empurrava a vara na buceta. Tirei o pinto todo molhado da boceta e coloquei a cabeça no cuzinho de Babi, forçando para que entrasse. Babi ameaçou gritar de dor mas não teve jeito pois eu estava enlouquecido de tesão. Meti a mão na boca dela e fui empurrando o caralho no seu cu. Vi entrar a glande e forcei mais enfiando até o meio. Babi mordia minha mão de dor mas não deixei ela gritar e empurrei o cacete todo naquele cuzinho rosado e comecei a mexer freneticamente até explodir em gozo total. Quando tirei a mão da boca de Babi ela chorava de dor. Vi que escorria um filete se sangue do seu cuzinho. Acho que fui muito violento com ela e me arrependi na hora do que tinha feito. Lavei minha sobrinha e disse para ela que podia pedir qualquer coisa, qualquer presente que eu daria. Ela me olhava com os olhos cheios de lágrimas e vermelhos. Aí ela falou que nunca mais brincava comigo porque eu tinha machucado. Peguei uma pomada e passei no seu ânus que tinha parado de sangrar e Babi saiu do

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