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DESENHO DE DEUS

Olá, eu gostaria de iniciar a minha apresentação de uma forma diferente, pois esse é meu primeiro conto. Peço desculpas antecipadamente àqueles que pretendem ler o que escrevo e que não estão acostumados eou que não gostam de ler muito, pois eu não gosto de polpar detalhes importantes e pular etapas, mas garanto que o que escrevo vale a pena ser lido, pois é de qualidade. Nomes não são importantes, então eles, e somente eles, não precisam ser reais, logo, garanto que tudo que aqui escrevo aconteceu realmente.

Chamo-me Eriol, tenho 19 anos e moro em Salvador - BA. Não sou do tipo atlético, estou um pouco acima do peso, mas a minha altura, 1,82m, e meus anos de natação me fizeram corpulento, não aparentando eu ter o peso que tenho, 95kg. Sou branco, meus olhos são castanhos, cabelos castanhos claros, ondulados, um pouco cacheados, e de médio tamanho. Não sou nada afeminado e ninguém nunca desconfiou sobre a minha orientação sexual, nem ao menos ninguém sabe, e embora eu não seja do tipo modelo-galanteador, sou muito assediado pelas meninas mais bonitas. Sou extremamente carinhoso com as pessoas que gosto, sou bem sociável, faço amizades facilmente, sou bem engraçado e educado, sendo minha carisma e inteligência as principais características que atraem as pessoas para perto de mim.

Minha histária começa em uma pousada numa ilha, onde fiquei hospedado por 5 dias junto com minha família e alguns amigos meus e dos meus pais, durante um certo período de novembro de 2006. Ao chegar na pousada fiquei sabendo que ali estavam hospedados uma grande família de mineiros, vindos de Belo Horizonte, ao todo perfaziam cerca de 40 pessoas. Parte dessa grande família estava na hora que cheguei na pousada e dentre elas tinha um grupo de 19 crianças, variando de 6 a 19 anos, e entre elas, brincando na piscina, 3 meninos de 19 anos cada: Leo, Felipe e, aquele que me conquistou, André. André é branco, gordinho, lindíssimo, olhos verdes e brilhantes, pele macia, cabelo negro, cheio e liso, inteligente e até um pouco maduro para a sua idade. Inicialmente eu vi aquelas 3 crianças, e nada mais tive senão vontade de estar pelo menos perto delas; não podia ansiar mais, pois ainda eram quase inatingíveis. Qualquer aproximação rápida e direta iria despertar suspeita, e eu nada podia fazer com tanta gente me observando. Para ter alguma chance, eu precisava criar o contato. Acomodei-me no meu quarto, coloquei um calção de banho e fui para a piscina. Para o meu azar, todos tinham saído dela... meus amigos chegaram e se acomodaram na água também. Sabendo que eu nunca conseguiria não estar sob vigilância, aproveitei a oportunidade para criar um chamariz. Peguei uma bola de vôlei e comecei uma partida dentro dÂ’água. Não deu outra, as crianças viram e quiseram participar. Todos entraram no jogo, um depois do outro, cada um a sua maneira, e o que mais me chamou atenção foi o André, meio envergonhado, tímido, foi aproximando-se devagar, e ninguém do meu grupo fez algo para cativá-los, obviamente me aproveitei da brecha e o fiz. No final do dia todos já me adoravam e eu já era muito querido pelas crianças, principalmente pelo meu querido André, o qual fiz o maior esforço possível para cativá-lo. Acontece que quanto mais eu conversava com ele, mais eu gostava dele, e o que era uma vontade virou um desejo, e eu me apaixonei profundamente por aquele guri, aquela carinha gordinha me olhando com seus olhos verdes curiosos, lábios vermelhinhos e uma voz um pouco rouca, mas extremamente charmosa; em breve ele seria o meu guri...

Porém eu sabia que caso eu não tivesse uma chance de ficar a sás com o André na ilha, e dado o meu desejo por consumar meu amor por ele, eu teria que arranjar um jeito de ter outras chances de encontrá-lo. E para isso eu precisava cativar alguém mais... os pais dele. Dediquei meu segundo dia na ilha a conversar com os adultos, descobri quem era pai de quem e comecei a criar amizades com eles. Sempre falando o que eles queriam ouvir, surpreendendo-os com algumas coisas e usando lábia finalmente consegui, ao final do dia, ouvir o que eu mais queria: “Eriol, o dia que você precisar ir para Belo Horizonte, será bem vindo para se hospedar em nossa casa”.Então, agora criei possibilidades, não mais chances. Mas faltava saber até onde eu deveria ir para conseguir o que eu queria, eu precisava saber se o André tinha algum sentimento por mim, se todo meu esforço não seria em vão, e se na hora “h” ele realmente estaria disposto a prosseguir, ou seja, eu tinha que descobrir se ele me amava ou fazê-lo me amar.

Durante 2 dias me concentrei em aproximar-me dele e tornar-me íntimo com ele. Conversei as coisas que ele gostava, fazia brincadeiras e sempre focava o máximo de contato físico possível. Para a minha sorte e tortura aquela criança não alcançava o chão da piscina, então sempre se apoiava em mim, colocando sua mão leve e macia sobre meu ombro e enlaçando minha cintura lateralmente com suas pernas carnudas. Obviamente me aproveitava da situação e o abraçava para deixá-lo mais firme e rente ao meu corpo, passava a mão pelo seu corpo, sua coxa e pela sua bundinha, sempre de uma maneira discreta, e ele nunca reagia. Mas até aí eu tive que considerar o fato dele ser criança e, na maioria das vezes, ingênua, e toda criança numa piscina funda procura apoio em alguém mais alto, tanto que seus primos da mesma idade também se apoiavam em mim, mas eu sempre os rejeitava e tirava-os de perto. Sá que o André era especial. Todas as crianças se apoiavam aleatoriamente em quem estava mais perto, mas o André sempre nadava em minha direção. Eu estendia a mão e ele segurava. Puxava-o para perto de mim e ele me enlaçava. Aquele ato sozinho já me deixava louco de tesão! Porém, ele começou a fazer outra coisa. Quando ninguém estava olhando, ele me encarava por um tempo, sério, mas com olhos de quem deseja muito algo, eu via aquilo e às vezes virava a cara sem acreditar! Não é possível, ele que está me dominando. Comecei a encará-lo com a mesma cara, mas infelizmente eu me preocupava demais com o que os outros estavam pensando e interrompia aquele momento tão mágico e romântico. Já não bastando isso ele começou a aproveitar esses breves momentos, e até mesmo alguns de descontração, para cantar baixinho; e cantava algumas músicas que falavam de amor enquanto olhava diretamente em meus olhos. Eu às vezes retrucava com a mesma moeda, e ao cantar “Desenho de Deus”, ele sorriu... aquilo ficou gravado em minha mente; aquela imagem divina me fez estremecer e ao mesmo tempo me deu forças para prosseguir, pois não era fácil manter uma imagem integra perante todos enquanto dou em cima de uma criança. Aquele sorriso para mim mais parecia que dizia “Sim! Eu quero!”, como se ele tivesse me aceitado em seu coração de moleque. Daí em diante eu já tinha quase certeza que entre nás não havia mais espaço para amores platônicos. Ainda dentro da piscina ele e eu sempre dávamos um jeito de ficarmos práximos; ele sempre pedia para fazermos brincadeiras, às vezes sem nenhum sentido, como briga-de-galo sozinho, ou pedia pra eu brincar de cavalinho em baixo dÂ’água e ele ficava agarrado às minhas costas enquanto nadávamos juntos, e até mesmo pediu para eu dar caldos nele; além das brincadeiras ele também começou a querer ficar pendurado em mim até na parte rasa da piscina! Eu ficava sentado e ele se jogava em meu colo, se pendurava em meu pescoço. Para mim aquilo estava sendo átimo, porque todos que estavam vendo percebiam que era tudo idéia dele, coisa de criança brincalhona, e tudo que eu tinha que fazer para ajudá-lo era tornar a coisa o mais discreto possível, até mesmo rejeitar algumas brincadeiras... oh, como aquilo doía no meu coração. A água era o momento em que podíamos ficas mais práximos, mas além das coisas que rolavam lá, tiveram outras que ele fazia para me deixar louco. Enfim, o fim. Chegou o momento de sua partida e todos nos despedimos normalmente, trocamos meios de contatos, e eu falei para os pais dele que uma dia desses passava um tempo em Belo Horizonte. Apás sua partida eu tive mais um dia na ilha para amargar o fato de não ter podido consumar uma paixão daquelas, porém também tive muito tempo a partir daí para planejar a minha ida a BH...

Durante quase 1 mês eu planejei tudo que deveria fazer, analisei as possibilidades e como eu deveria reagir a elas. Pesquisei eventos, shoppings, boates, e coisas que rolavam em BH, eu precisava arranjar uma desculpa para aparecer lá. Juntei os recursos para realizar a viagem, mantive contato com a família de André via e-mail e finalmente anunciei minha ida no final de Dezembro para passar o Reveillon, e perguntei se haveria algum problema naquela data e falei que não iria incomodar na virada do ano, pois já tinha programa. Eles aceitaram com alegria. De malas prontas, peguei o avião e me mandei para lá. Segui o endereço que me deram e dou de cara com um prédio enorme e de luxo. Eles moravam no penúltimo andar, e qual não era minha surpresa, um apartamento enorme, confortável e bem decorado. A família me recebeu bem, eles tinham muitos quartos, uma suíte do casal, outra para a filha mais velha, que estava viajando, um para o filho mais velho, outro de André e um de visitas. Felizmente, o quarto de visitas estava em reforma, o quarto da filha mais velha era muito feminino, e, para minha total alegria, o irmão mais velho dormia com a namorada, restando a mim um colchão no quarto do meu amado. Ponto para mim, uma das possibilidades que imaginei se concretizaram. Como eu havia chegado tarde da noite, fomos dormir, mas eu não poderia atacar na primeira noite. Conversei normalmente com André, que estava extremamente alegre, dei boa noite e fomos dormir, para minha insatisfação. Mas fiz bem, mantive me acordado até as 4 da manhã, e durante a noite os pais visitaram o quarto 5 vezes, sempre revezando-se. Isso era ruim, embora eu imaginasse que isso poderia acontecer, pois meus pais também faziam isso, eu já tinha uma noção de como me livrar disso. Durante o outro dia eu sondei os hábitos da família e lembrei do que eles faziam durante o período que ficaram na ilha. Descobri que eles gostavam de baseball e que iriam assistir a um jogo na televisão à noite, e que amavam um bom whisky. Saí de casa e fiz um pequeno tour pela cidade, mas passei a maior parte do tempo planejando a noite. Antes de chegar à casa, passei numa loja e comprei uma garrafa de Black Label e alguns salgados. Quando cheguei em casa e ofereci a eles aquilo, eles se espantaram, mas apreciaram o bom grado. Assisti ao jogo mostrando interesse, mas fiquei monitorando o quanto eles bebiam, já que não bebo. Era sábado, véspera de ano novo, eles não tinham que trabalhar, então se embriagaram, todos menos eu e o André. Fomos todos dormir, dessa vez ia rolar. Ficamos no quarto eu e o André conversando por um tempo, com a luz acesa, e os pais não apareceram, o quarto deles não ficava por perto, então fui à cozinha e aproveitei e chequei se eles estavam dormindo, e estavam, feito pedras, até a mulher roncava. Voltando para o quarto eu escuto conversa vinda do quarto do irmão, havia uma parede que dividia os dois quartos. Voltei para André, desliguei a luz e ficamos conversando baixinho mais um tempo, nada demais. Daqui a pouco começamos a ouvir umas batidas e uns gemidos altos. O irmão de André e a namorada estavam transando. Olhei para André, iluminado apenas pela luz lunar, e ele estava sentado na cama, no escuro, ouvindo tudo. Dei uma risada e perguntei para ele se aquilo era normal e se o irmão dele sabia que ele ouvia aquilo. Ele disse que era normal sim, mas que o irmão não sabia que ele podia ouvir. Percebi que ele estava com a mesma cara do momento em que ele costumava me encarar, daí falei: “Essa cena, além de engraçada, é excitante, você não acha?”. Na mesma hora ele corou, baixou a cabeça e disse que sim. Fez-se um silêncio momentâneo, sendo que a única coisa que podíamos ouvir eram os gemidos abafados do casal, eu sabia que eles estavam no ápice do ato, e que em breve eles terminariam e iriam dormir. Eu tinha que aproveitar aquele momento, o clima e a situação eram perfeitos. Depois de poucos minutos, o que me pareceu uma eternidade, o casal havia terminado, e eu tinha quase certeza que eles em breve estariam em sono profundo. Perguntei a André se ele alguma vez já teve curiosidade de ver alguém transando. Ele me disse um pouco envergonhado que sim. Perguntei-o se ele já tinha tentando ver o irmão fazendo sexo. Ele gaguejou um não, numa voz trêmula. Eu sabia que ele estava abalado demais e muito envergonhado por conversar aquilo com uma pessoa que ele mal conhecia, então ele não iria querer conversar nada sobre sexo, como as pessoas geralmente conversam entre amigos, e mesmo ousado do jeito que ele era, ainda assim ele não o faria, pois eu estava no controle. Levantei-me do colchão, fui até ele e sentei ao seu lado. Acalmei-o num abraço e falei pra ele não ficar nervoso, pois naquela idade os hormônios masculinos começam a ser produzidos e as mudanças são grandes, inclusive a vontade de ver alguém nu ou de fazer sexo aumenta e isso te deixa excitado. Perguntei se ele já tinha se apaixonado. Ele disse que sim. Então perguntei se ele já tinha se declarado para aquela pessoa. Ainda não. E por que não? Então ele disse trêmulo: “Porque ele pode não gostar de mim”.Eu indaguei: “Ele?” Na hora André entendeu o que havia dito, mas não tentou corrigir, puramente começou a chorar baixinho. Eu tomei um susto. Mas entendi porque ele disse isso, já que até mesmo eu estava confuso tentando controlar os instintos e manter a razão; naquele estado ele não iria conseguir esconder suas verdades de criança. Abri um sorriso sincero, levantei seu rosto para que ele pudesse me encarar olho no olho, então lhe dei um beijo na boca apenas usando os lábios. Enquanto ele abria os olhos, eu fechava os meus, e pude sentir o gosto salgado de suas lágrimas, que para mim mais pareciam um néctar doce.

Afastei-me um pouco de sua face, limpei suas lágrimas e suavemente disse-lhe: “E se essa pessoa que você ama viesse de bem longe sá porque gosta de você?” Ele estava em estado de choque, nunca responderia àquela pergunta, não precisava... Voltei ai beijo, sá que dessa vez ele fechou os olhos, então pude avançar com a língua, vagarosamente fui lambendo seus lábios até que eles se abrissem, passei pelos dentes e finalmente ele abriu um pouco a boca e pude massagear a ponta de sua língua. Ele acordou do transe, então peguei um de seus braços e coloquei-o ao redor de meu pescoço, e ele fez o mesmo com o outro braço, estava começando a se soltar. Sua língua já não permanecia parada, e ele começava a aprender. Parei o beijo e perguntei-o se ele queria ir até o fim. Ele apenas balançou a cabeça afirmativamente. Eu consegui; senti-me vitorioso pois eu iria consumar carinhosamente meu amor por um guri 8 anos mais novo que eu. Bastava manter o silêncio, então o adverti que estando na casa dos pais dele e tão práximo do quarto do irmão teríamos que ser discretos, e que aquilo seria um segredo sá nosso. Ele concordou, então pude prosseguir. Tirei sua camisa e depois a minha. Quando fui colocar a mão em seu short ele abaixou a cara envergonhado. Disse-lhe que não deveria ter vergonha nem medo, que seria muito bom e prazeroso. Então fiquei de pé e tirei minha bermuda, ficando apenas com minha cueca samba-canção a mostra, e meu pênis quase explodindo de tesão. Deitei-me ao seu lado e me cobri com a coberta, propus que ele fizesse o mesmo, e assim ele o fez. Tirou a bermuda e eu vi que ele não estava usando cueca, como eu já imaginava pois eu notava que ele nunca usava, e já estava com seu pintinho bem duro. Deitou de frente pra mim dentro da coberta e começamos novamente o beijo. Sá que dessa vez minhas mãos já percorriam seu corpo. Eu alisava seu rosto, suas costas, devagar desci para a bundinha linda e apertava levemente, e ele não reagia, coloquei minha mão em sua barriga e fui descendo calmamente, quando toquei em seu pinto ele reagiu num espanto, e tentou se afastar do beijo. Não deixei, continuei a explorar sua boca com minha língua enquanto massageava seu pênis, eu podia ver pela sua cara que ele estava gostando, até mesmo relaxou e deixou eu fazer o serviço. Enquanto eu beijava-o, ele coloca a mão esquerda sobre minha barriga e timidamente começa a descer. Deixei. Quando ele finalmente chega onde ele queria, a mão levemente apoiada no meu mastro, para um pouco, hesita e finalmente fecha sua mãozinha suavemente ao redor do meu pênis ainda envolto na cueca. Interrompi o beijo e perguntei-o se ele queria ver. S-Sim. Pedi que soltasse meu pau para que eu pudesse tirar a cueca, ele não tirou, me pareceu paralisado, acho que ele já tinha sonhado com essa situação antes, então pedi mais uma vez e ele atendeu. Tirei a cueca ainda embaixo da coberta, joguei-a no meu colchão e tirei a coberta de cima da gente. Ele já estava sentado a essa hora, contemplando o que ele via. Meu pênis não é grande, tem 19 cm, mas é um pouco grosso, circuncisado e com uma cabeça, ou glande, grande e vermelho rosado, e sem nenhuma curvatura ou defeito. Perguntei se ele já tinha visto um assim sem ser em fotos. Ele disse que não. Então falei: “Você sabe que esse daí agora é seu, por que não começa batendo uma punheta nele?”. André, sem demora, segurou o meu pau e começou uma punheta lenta, um pouco sem jeito, pois ele sá estava acostumado a fazer nele mesmo, e eu já sabia que ele batia punheta pois um de seus tios para encabulá-lo contou isso na minha frente. Ele começou com uma mão, depois pôs as duas, logo em seguida retirava uma das mãos, e as vezes alisava meus pêlos pubianos. Então resolvi ajudá-lo. Sentei na lateral da cama, pedi para ele se ajoelhar no meu colchão e entre as minhas pernas, e que pegasse no meu pau com apenas uma mão, aquela em que ele se sentisse mais confortável. E foi com a esquerda que ele pegou o jeito. Ai como era macia e quentinha... Não demorou muito e pedi que deitasse no meu colchão. Dei um rápido beijo em sua boca, desci beijando e dando lambidas em seu pescoço, parei um pouco em seus mamilos, e desci sua barriga em beijos. Ao chegar práximo ao umbigo ele já estava se contorcendo, e colocou suas mãos em minha cabeça. Então comecei a mamar aquele pintinho de moleque, até um pouco grande e grosso, mas não sei dizer medidas, nunca iria perder meu tempo naquela hora com isso. Eu colocava ele todo na boca, babava bem e voltava chupando devagar desde a base até a cabecinha circuncisada. Depois descia e chupava o saco e lambia a região entre o saco e o cú, e quando atingi o seu anelzinho apertadinho ele estremeceu. Voltei a me concentrar em seu pinto, enquanto passava o dedo na portinha do seu cú massageando-o, mas sem penetrar. Embora estivesse amando, não demorei muito nisso, eu sá queria ensiná-lo como fazer. Sentei-me na cama e perguntei se ele conseguiria fazer o mesmo. Ele ainda deitado, balançou a cabeça afirmativamente, levantou-se devagar, posicionou-se ajoelhado entre minhas coxas, segurou meu pau pela base com a mão esquerda, bateu uma rápida punheta e começou a avançar devagar com a boca para o meu pau. Inicialmente ele sá colocou a pontinha dos lábios, como quem dá um beijo, depois abriu a boca, colocou sá a pontinha da cabeça para dentro e ainda hesitava em abocanhar de verdade. Ele ficou nisso um pouco, tirava o pau dos lábios, voltava e colocava um pouco mais. Eu nada falei, deixei ele perder o nojo devagar. Quando ele encosta a língua na ponta da cabeça do meu pau, ele lambe o pré-gozo e afasta a cara. Sentiu o sabor salgado e gostou! Tanto que dali ele já começou a lamber a cabeça, depois colocou na boca e abocanhou, sem jeito e deixando os dentes tocarem no meu pau. Mas ainda assim era uma delícia, sua boca era quentinha e sua língua já passeava ao redor do meu pau. Não sei dizer quanto tempo se passou, mas ele começou a evitar que os dentes pegassem no meu pau, e sua mão que segurava a base não mais estava parada, começava a me punhetar enquanto ele chupava o que dava em sua boca. Pela cara dele e pela quantidade de baba que ele soltava, ele realmente deveria estar gostando. Naquele ritmo eu sabia que em breve iria gozar, então pedi que parasse.

“O que foi?” Ele me perguntou assustado. Eu disse-lhe que queria colocar o meu pau dentro da sua bundinha. Ele então deitou de barriga no meu colchão e empinou a sua bunda para mim. Deitei por cima dele, coloquei meu pau entre suas pernas semi-abertas, dei-lhe um beijo no pescoço e sussurrei em seu ouvido: “Quero você de frente pra mim. Quero ver sua carinha enquanto te como”. Ele abriu um sorriso e virou-se de barriga pra cima. Deitei-me por cima dele e começai a beijá-lo, posicionei suas pernas abertas para que elas abraçassem minha cintura e mantivessem seu anel no ângulo certo para a penetração. Parei o beijo e falei que aquilo que íamos fazer geralmente dái em quem está dando a bunda pela primeira vez, mas que eu iria fazer devagar pra não doer e para ele se acostumar com meu pau dentro da sua bunda, e que eu faria com muito carinho. Ele concordou com a cabeça. Então voltamos ao beijo. O pau estava bem lubrificado, mas o cú de criança ainda virgem é muito apertado, fui forçando a entrada bem devagar, as vezes eu até parava o beijo pois ele parecia estar com dor. Quando a cabeça começou a entrar eu vi que ele estava se contorcendo de dor, mas estava aguentando. Perguntei se devia parar. Ele disse que sim, pois doía muito. Então retirei devagar e sentei na beira da cama. “Então, quer continuar de onde paramos antes?” Ele se recompôs, ajoelhou-se entre minhas pernas e já caiu de boca e punhetando com a mão esquerda, enquanto a direita alisava hora minha bunda, hora meu saco peludo. Meu orgasmo já estava prestes a chegar. Então falei-lhe que iria gozar e um líquido branco, pegajoso e salgado iria sair do meu pau, e que não era mijo. Perguntei se ele ia querer que eu gozasse fora da boca dele. Para minha surpresa ele disse que não. Disse que já sabia que iria sair e que queria experimentar. Eu deixei. Ele continuou o boquete à sua maneira, e não demorou eu já estava fechando os olhos e me contorcendo. Que orgasmo... foi maravilhoso e extremamente prazeroso, e o melhor que foi com uma pessoa que eu realmente amava. Quando os jatos começaram a encher sua boca ele sá se manteve parado e deixando que eles fossem saindo do meu pau. Quando eu terminei, ele tirou a boca do pau, manteve a cabeça baixa e a boca cheia e fechada por alguns segundos, então levantou-se e correu para o banheiro do quarto. Fui atrás dele e o vi cuspindo tudo na pia. Ele lavou a boca, virou-se pra mim e disse: “Desculpa, eu queria engolir mas...” antes que ele terminasse eu sorri de felicidade e falei: “Eu sei, ficou com nojo. Não se preocupe, você foi demais para a sua primeira vez, Vamos nos limpar e nos preparar para dormir.” Trocamos mais algumas palavras no banheiro enquanto nos limpávamos, ele ainda deu uma última rápida chupada no meu pau antes que eu o limpasse para tirar o gozo que restou, isso foi bom pois ele iria se acostumar com o sabor. No caminho para o colchão, lembrei que tinha esquecido de trancar a porta e gelei, mas felizmente nada aconteceu. Deitamos juntos no colchão, então lembrei que ele não tinha gozado. Então fiz o meu serviço da maneira que sei fazer e ele teve o seu orgasmo seco. Nos beijamos mais um pouco e conversamos abraçados. Disse-lhe que já era hora de dormir e carreguei-o ainda acordado para a cama, dei um beijo de boa noite, e ele disse: “Eriol, eu te amo... boa noite”. Voltei para meu colchão feliz e satisfeito, aquele tinha sido o melhor momento de minha vida, e também um dos mais tristes, pois eu sabia que em alguns dias eu teria que ir embora, e talvez demorasse muito para vê-lo, ou talvez nunca mais o veria.

No outro dia nás agimos como se nada tivesse acontecido, mas estávamos muito mais íntimos. Ninguém suspeitou. E depois dessa, nos tivemos outras experiências que pretendo partilhá-las, onde eu consegui penetrar o cuzinho de André. Agora sim, ele era o meu guri, e para mim ele era um desenho de Deus.



Agradeço a todos que tiveram a paciência de ler até o fim, e espero que depois desse longuíssimo relato, e depois de terem que ler toda a parte românticaladainha da histária, tenham aproveitado e gostado. Muita gente gosta de pular a parte do romance em si, mas eu achei que eu deveria partilhar de todo meu trabalho que tive para finalmente conseguir consumar o meu amor pelo meu guri. Quem quiser entrar em contato comigo basta enviar um e-mail para [email protected] eou me adicionar no MSN [email protected] . Eu ainda tenho 19 anos, ou seja, essa minha experiência aconteceu recentemente. Quem tiver 19 anos ou menos, sem restrições, ou que conhecer alguém nessa faixa etária e for de qualquer Estado e quiser ter alguma relação virtual ou real comigo, é sá entrar em contato. E estou aberto a amizades de qualquer idade também, basta contactar. Obrigado, e espero ansiosamente por comentários.

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