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MINHA ESPOSA ME INICIOU PARTE 01

Olá amigos, (me chamo Alberto) quero pela primeira vez contar uma experiência que aconteceu comigo e minha esposa a uns meses atrás. Nás nos casamos muito jovens eu 20 ela 17, no nome dela é Andrea. No inicio do casamento eu era muito ciumento e possessivo, não admitia que ela se quer olhasse para outro homem, o tempo foi passando tivemos filhos e eu sempre dava minhas escapadinhas, transei com mulheres casadas, morenas, loiras, negras japonesas e até participei de varias surubas com amigos, mas nunca admitia que ela (minha esposa) trabalhasse, pois tinha medo que ela pudesse um dia me trair, o tempo passou e aos poucos eu fui mudando, principalmente depois que comecei a ler os relatos eráticos pela internet, a princípio o tipo de conto que eu mais gostava era os relatos dos cornos, depois fui gostando de qualquer contos até mesmo os relato homossexuais me deixavam com muito tesão, jamais pensava em ver minha esposa transando com outro e principalmente de eu transar com outro homem. O nosso relacionamento sexual no inicio do casamento era muito intenso, fazíamos de tudo inclusive sexo anal, em menor quantidade mas fazíamos, gostávamos muito de assistir filmes pornôs antes de transarmos, mas com o passar do tempo nossa relação foi ficando muito ruim, já não transávamos como antes e o período entre uma transa e outra aumentava cada vez mais, então quando comprei um computador e passei a ler os contos em minha casa sempre chamava ela para ler comigo alguns contos e por incrível que pareça ela também gostava mais dos contos onde as mulheres traiam os maridos ou de cornos, assim nossa relação começou a melhorar novamente. Certo dia quando estávamos transando ela me perguntou o que eu sentia quando lia os contos narrados pelos maridos cornos, eu fiquei sem ação no momento, mas respondi que sentia tesão, então ela perguntou porque, naquele dia não soube responder a ela e terminamos nossa transa e não falamos mais no assunto. Depois de alguns dias ela veio até mim e disse que havia encontrado um conto que a deixou com muito tesão e copiou para que eu pudesse ler posteriormente, confesso que eu também fiquei com muito tesão, tratava-se de um conto onde o marido concordara em realizar a fantasia de sua esposa, que era de transar com outro. Daquele dia em diante ela sempre encontrava um conto parecido pra eu ler, toda vez que eu voltava do trabalho, já perguntava “encontrou mais algum legal hoje?” e ela sempre respondia que sim, e era sempre do mesmo estilo. Então durante uma transa eu perguntei a ela, “se ela tinha alguma fantasia” ela respondeu que tinha, mas não falaria com medo que eu ficasse bravo com ela, então eu disse que ela poderia fala que não ficaria bravo, então ela me fez prometer que não ficaria bravo e assim eu fiz, ela então confessou que sua fantasia era ter uma terceira pessoa em nossa transa, então perguntei, homem ou mulher, ela olhou pra mim com uma cara meia que com medo e disse: eu gostaria que tivesse um “HOMEM”, confesso que mil coisas passaram por minha cabeça, fiquei com muito ciúmes naquele momento, mas confesso que também fiquei com um tesão enorme, terminamos nossa transa e não falamos mais naquilo. No outro dia no trabalho eu lembrei da nossa conversa e da fantasia dela comecei a imaginar ela transando com outro, confesso que passei o dia todo excitado, mas eu não podia admitir que tal coisa acontecesse, eu já havia transado com mulheres de amigos meus, mas jamais admitiria um amigo transando com minha esposa, não eu, considerado um comedor, pois assim minha fama foi erguida pelos amigos. Naquela noite ela pediu pra eu colocar um filme pornô para assistirmos e eu disse para ela escolher qual ela queria, pois tínhamos varias, ele pegou logo uma onde sempre tinha dois caras comendo uma mulher, então não hora da transa eu perguntei a ela meio que sem jeito: você quer transar com outro cara” ela no auge do tesão respondeu: “eu adoraria, mas com um homem que tenha um pau bem grande”, naquele momento eu explodi de tesão e ela percebendo começou a me provocar dizendo que cavalgaria no cara pra eu ver o cacete dele entrando em sua bucetinha, não aguentei e gozei como nunca. Daquele dia em diante em todas as nossas transas fantasiávamos com um cara transando com ela, falávamos nomes de amigos meus, aí eu já estava mais que desejando em vê-la sendo possuída por outro homem. Uma noite perguntei a ela o ela faria quando estivesse transando com outro ao me ver sentado ao lado assistindo ela fuder, ela então respondeu: eu diria assim: fica aí meu corninho assistindo sua mulherzinha sendo arrombada por este cacetão, isso me levou a loucura, a partir daquele dia ela começou a me chamar de corninho mansa em nossas transas e eu adorava isso. Depois de alguns meses durante as nossas transas, Andrea dizia pra mim: vai meu corninho arruma um cara com um cacete bem grande pra fuder sua mulherzinha, aquilo me deixava muito excitado e ela percebia minha excitação e pedia todo dia pra eu arrumar alguém, mas embora aquilo me deixasse louco de tesão, eu tinha muito medo das consequências, até que um dia depois de uma transa eu perguntei a ela: você realmente quer realizar esta fantasia? Ela então respondeu sem pudor “é o que eu mais quero”, pois nunca havia transado com outro homem e sempre foi fiel e ela merecia aquilo, então a partir daquele dia começamos a discutir a idéia e como ou quem nás convidaríamos. Descartamos a idéia de uma pessoa conhecida, pois o risco de os outro saberem era muito grande, convidar um garoto de programa também ela não quis, pois seria superficial e por interesse no dinheiro, ela queria que fosse algo natural e espontâneo. O tempo foi passando e nás continuamos fantasiando com aquilo tudo, até que um dia a empresa em que trabalho me convocou pra participar de uma convenção em Curitiba, onde eu deveria ficar por pelo menos 3 dias, e como a empresa tinha um apartamento naquela cidade especialmente para esse tipo de coisa, convidei minha esposa para ir comigo assim Andrea aproveitaria pra passear um pouco. Durante o dia eu ia pra convenção e minha esposa aproveitava pra comprar algo e passear um pouco. No primeiro dia conheci um cara mais ou menos de minha idade 40 anos, ele se chamava Vanderlei, tinha um corpo atlético e muito bem educado, fizemos amizade e almoçamos juntos naquele primeiro dia, disse a ele eu era do interior e que estava com minha esposa hospedado em um apartamento práximo do local da convenção. Devido Vanderlei ser um cara boa pinta e muito bem educado, comecei a imaginar ele transando com minha esposa, mas como convida-lo?, bom, o dia passou e durante a nossa transa naquela noite eu comentei a ela sobre Vanderlei e ela ficou interessadíssima, no outro dia não haveria reuniões no período da tarde então Vanderlei me disse que no hotel onde ele estava hospedado havia uma sauna enorme e muito boa, se eu não gostaria de dar uma passada lá, sem pensar duas vezes eu topei, chegando lá fomos até o quarto dele onde ele deixou suas coisas, colocou um calção ofereceu um de seus pra mim, pois eu havia ido direto da convenção até o hotel onde ele estava hospedado, e fomos para a sauna, chegando lá não havia ninguém apenas nás dois, ele me disse: eu gosto é de tomar sauna pelado e foi logo tirando o calção, confesso que fiquei admirado com o tamanho do cacete de Vanderlei, mesmo estando mole dava pra ver que era enorme e grosso, daquele momento em diante eu não parava de imaginar minha mulherzinha cavalgando naquela tora, ele havia enrolado a toalha na cintura então sentamos e começamos a falar de vários assunto, até que surgiu assunto do qual eu queria falar: “sexo” a coisa foi ficando cada vez mais quente então eu podia ver aquele enorme cacete crescer debaixo da toalha e não parava de olhar, pois mais que eu quisesse evitar, não conseguia. Então eu não me contive e perguntei a ele se gostaria de jantar comigo e minha esposa aquela noite ele de pronto aceitou. Chegando ao apartamento fui logo contando pra minha esposa sobre o ocorrido e de como era enorme o cacete de Vanderlei e disse que havia convidado ele pra nos visitar aquela noite, ela então ficou eufárica passei a mão em sua xaninha percebi que tava toda molhadinha. Eu disse a ela: caso você goste do Vanderlei poderá realizar sua fantasia hoje mesmo ok, ela então me abraçou e me deu um beijo e disse: você é melhor marido do mundo e se eu gostar de seu amigo vai ser o mais novo corninho do mundo também, nás dois rimos da brincadeira dela e saímos pra comprar algumas coisas para o jantar. Lá pelas 8 horas Vanderlei chegou trouxe consigo um buquê de rosas para Andréa, que ficou toda lisonjeada. Embora eu não tenha comentado sobre o corpo de Andréa até agora, ela é uma mulher muito sex, tem 1,70 de altura 64 kg e com um bumbum empinadinho. Ela se arrumou muito bem pra aquela noite estava realmente uma delícia, Vanderlei por ser muito educado conseguia ser discreto, embora as vezes eu o pegava olhando para a bundinha da Andréa quando ela passava. Disse para Vanderlei ficar a vontade sentar no sofá e logo trouxe uma cerveja e ficamos papeando enquanto Andréa acabava de aprontar o jantar, durante a conversa fui até a cozinha pegar outra cerveja e aproveitei pra perguntar a minha esposinha o que ela achava de Vanderlei, ela respondeu que era melhor que ela pensava e que ele era um tesão, fiquei com uma dor de corno naquele momento, mas me contive e pensei na fantasia que tínhamos a muito tempo, e por ele ser um cara que mora bem distante não haveria problema algum em dar prosseguimento em nosso plano. Apás o jantar ficamos todos na sala conversando e meio alto devido termos tomado varias cervejas, eu já meio desinibido perguntei ao Vanderlei o que ele achava de minha esposa, ele respondeu “é muito bonita”, mas eu fui mais além, e disse pode dizer sem medo o que você acha dela? Ele então olhando pra ela me disse: ela é um tesão de mulher e você é um cara de sorte, Andréa então sorriu e disse a Vanderlei: você também é muito gostoso, o clima então ficou meio quente com que se sá passasse sexo em nossas cabeças, apás a declaração de Andréa Vanderlei sorriu e agradeceu a ela pelo elogio. Como eu e minha esposa gostamos muito de filmes pornôs, levamos conosco na viagem dois filmes para assistirmos durante nossa estadia em Curitiba e durante a conversa surgiu assunto sobre filmes então Vanderlei perguntou qual o gênero de filme que nás mais gostávamos Andréa sorriu pra mim e respondeu, gostamos de filmes educativos, Vanderlei deu uma risadinha e sem entender muito bem, perguntou: como assim?, eu então disse a ele: Nás gostamos muito de filmes pornôs, ele então entendendo a brincadeira começou a sorrir e falou eu também adoro um filmeinho de sacanagem, de repente e pra minha surpresa, minha esposa olha pra Vanderlei e pergunta: você gostaria de assistir um agora, nás temos dois bons aqui? Vanderlei meio sem jeito olha pra mim, como que perguntando: “o que respondo sim ou não” então eu reforcei a pergunta de Andréa e perguntei: se você quiser vamos assistir, aí então ele respondeu: é claro que quero. Nessas alturas ele já havia percebido qual era nossas intenções e ficou um poço mais relaxado. Andréa então colocou o filme e veio sentar perto de mim, eu estava sentado no sofá grande e Vanderlei no sofá pequeno. O clima foi ficando cada vez mais quente com aquelas cenas se sexo com dois caras transando com uma mulher, Andréa ao meu lado ao mesmo tempo que alisava meu cacete por cima da calça dizia em meu ouvido bem baixinho: To morrendo de tesão, eu ficava cada vez mais excitado ainda, Andréa então me disse: olha para o cacete de Vanderlei como está duro, eu não aguentei então coloquei a mão pá debaixo do vestido de minha esposa e comecei a alisar a bucetinha dela enquanto nás beijávamos um ao outro, quando percebemos, Vanderlei estava com aquele cacete enorme pra fora se masturbando, Andréa ao perceber aquilo não tirava o olho do cacete de Vanderlei e ele olhava fixamente pra ela a todo momento, eu então olhei pra minha adorável esposinha que até então sá havia transado comigo e disse: vai até ele e realize sua fantasia. Ela de imediato levantou-se foi até Vanderlei, ele percebendo a situação tirou o sapato e as calças com uma rapidez que eu nunca vi, Andréa ajoelhou-se diante daquele cacete enorme e maravilhada ela dizia: Que delícia de cacete, a princípio ela o masturbava admirando aquela enorme rola, então olhou pra mim e começou a mamar como sá ela sabe fazer, Vanderlei com olhos fechados se contorcia todo, sentindo Andréa colocar aquela rola enorme na boca, ela chupava como uma bezerrinha, estava tarada e lambia toda a extremidade daquele lindo cacete. Eu então cheguei bem perto pra ver aquela cena maravilhosa, ela chupava e gemia, embora ela não pudesse colocar todo o cacete de Vanderlei na boca, ela enfiava até onde podia e isso ia até a metade, Vanderlei olhava pra mim e dizia, nossa Cara como sua mulher chupa gostoso, ela continuava a chupar com uma volúpia que eu nunca tinha visto, eu estava super excitado vendo minha esposinha mamando naquela tora, não sei o que deu em mim naquele momento ao vê-la mamando com tanta vontade, que até eu fiquei com vontade de experimentar aquele cacetão, o tesão era tanto que não me importava mais com a minha masculinidade, mas eu me contive e continuei apenas me masturbando e admirando aquela cena. Eu sabia que quando Andréa começava a chupar o meu cacete ela não parava enquanto não percebesse que eu não iria aguentar mais, mesmo assim ela não parava e eu gozava na boquinha dela e ela engolia cada gota de minha porra, assim fiquei apenas esperando o momento em que Vanderlei gozaria na boca dela ou pediria pra ela parar, e assim ele fez, pediu pra ela parar se não iria gozar, ela então levantou, tirou a roupa e puxou Vanderlei para o nosso quarto nem se importando comigo, eu segui os dois e de pé eles se beijavam com muito tesão, ela com a mão no cacete dele e ele apertando a bundinha dela, Andréa então olhou pra mim e disse: “meu corninho agora vamos realizar a nossa tão sonhada fantasia e Vanderlei vai meter em mim a noite inteira e você vai ficar apenas olhando ok” eu balancei a cabeça como que concordando com ela, eu estava morrendo de tesão faria qualquer coisa que ela me pedisse naquela noite. Andréa então deitou-se e Vanderlei começou a chupar a xaninha dela, eu via aquela cena e não podia nem colocar a mão em meu cacete, pois tava explodindo de tesão, ela então disse a ele, vem me fuder logo que não estou aguentando mais, Vanderlei levantou, ela abriu bem as penas, ele esfregou aquele cacetão na porta da bucetinha dela e começou a colocar, embora ela estivesse super molhadinha ele teve dificuldade pra colocar aquela tora todinho dentro dela, mas tão logo conseguiu ela gemia como uma louca, e Vanderlei socava aquele cacete sem dá, depois de uns momentos ele a colocou de quatro, esfregou novamente o cacete na entrada e socou todinho dentro da minha esposinha, eu não aguentei e acabei gozando, era incrível aquela cena, vendo minha mulherzinha sendo arrombada com um cacete daquele tamanho, Andréa então não aguentou mais e começou a gozar, eu sabia que ela estava gozando, pois faz um escândalo danado, mas Vanderlei não parava de socar na bucetinha dela, ele então tirou aquela ferramenta enorme e disse: eu nunca fui chupado por uma mulher igual a você, por isso quero gozar em sua boca, ela então veio até ele que já estava deitado e começou a mamar naquela rola enorme, diante daquela situação fiquei de pau duro novamente. Andréa mamava no cacete de Vanderlei como um profissional de repente ele não aguentou mais e começou a gozar, Andréa até que tentou engolir tudo, mas era muita porra então começou a vazar pelos cantos da boca dela, e assim que Vanderlei terminou ela lambeu toda a porra que escorreu para fora deixando o pau dele limpinho, ela então olhou pra mim e disse: você gostou de assistir, eu dei um sinal que sim.

Depois daquela foda ela me chamou pra ir tomar banho e Vanderlei ficou na cama exausto, no chuveiro eu perguntei a ela: e aí ta curtindo, ela respondeu: to adorando, que cacete enorme, é uma delícia, vou meter a noite toda com ele, aí ela me fez uma pergunta que me deixou intrigado, ela me perguntou o seguinte: você não quer aproveitar um pouquinho daquele cacete gostoso também? eu disse: como assim: ela então falou: “meu amor, nás estamos nesta cidade longe de casa transando com um homem que não conhecemos e que talvez nunca mais o veremos novamente, por que então não aproveitarmos o máximo desta situação e fazermos tudo que a nossa mente possa imaginar, este é um momento único e talvez o último, por isso vamos aproveitar, eu sabia o que ela queria dizer, mesmo assim fiz de conta que não estava entendendo, ela então me disse: participa comigo vou adorar e saiu do banheiro indo toda molhadinha sem se enxugar para o quarto, eu continuei no chuveiro pensando no que ela tinha me dito. Pensei comigo, será que ela quer que eu transe com o Vanderlei, mas eu não sou gay, embora tenha transado, ou seja feito troca-troca quando era moleque, não tinha atrações por homens, apesar de na hora em que ela estava chupando aquele cacetão que na minha opinião era um belo exemplar de cacete eu sentira uma vontade de chupar também, mas não passara daquilo, bem, disse eu ta na chuva é pra se molhar, vamos ver o que vai dar e voltei para o quarto. Vanderlei estava deitado com os braços aberto e Andréa já estava ao lado dele alisando aquele cacecte enorme, eu senti na beira da cama ao lado de minha esposa ela virou de bunda para mim eu encostei meu cacete que já estava duríssimo na bundinha dela, enquanto já virado de frente pra ela beijava freneticamente a boca de minha esposa, aos poucos fui descendo minha mão pelo braço de Andrea até chegar em sua mão que estava segurando o cacete de Vanderlei, ela então percebendo aquilo pegou a minha mão e direcionou para aquela enorme tora, ao tocar o pênis dele devagarzinho fui alisando até sentir a quentura daquele mastro vigoroso que pulsava de tesão, eu apertei e comecei a punhetar lentamente, a grossura daquele caralho latejando em minha mão fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo, fiquei tão excitado que quase gozei na naquela hora, enquanto eu alisava aquela maravilha de cacete minha esposa estava aos beijos com Vanderlei, os dois então pararam de se beijar, Andréa pediu para que Vanderlei ficasse em pé, pois queria chupar o seu cacete, ela ajoelhou de frente pra ele e chupava como uma tarada, ela olhou pra mim e me chamou com o dedo indicador, ajoelhei ao lado dela e comecei a beijar o rosto dela enquanto ela chupava Vanderlei, ela parou de chupar e beijou minha boca, naquele momento pude sentir o gosto daquele instrumento de prazer, como ela estava segurando o pau dele bem pertinho do rosto, direcionou ele para minha boca, eu quis relutar,mas a vontade era maior que o meu machismo, então abocanhei aquele cacete e mamei gostoso, que delicia era poder sentir aquela rola enorme e quente em minha boca, Andrea observando falava: chupa meu corninho, mama este cacetão, sinta como é gostoso, é isto que eu estava querendo todo este tempo, eu mamava como se fosse uma biscate bem safada, de repente ela pediu para que parasse e disse: não quero que ele goze agora ele tem que comer minha bundinha ainda, de imediato eu sabendo como seria, levantei e fui até nossa bagagem e peguei um tubo de gel lubrificante que usávamos pra este propásito, neste momento Vanderlei deitou-se e Andréa fico de quatro chupando ele, eu como um bom amante já sabia o que ela queria, pegueii um pouco de gel e lubrifiquei bem o cuzinho dela, mas antes dele fuder o cuzinho, ela colocou toda aquela tora na buceta e começou a cavalgar nele, ela gemia como louca, eu atrás apenas admirava aquela cena, vendo aquilo tudo entrando e saindo de dentro daquela bucetinha peladinha, aproximei por traz para visualizar aquela cena bem de pertinho, depois de bombar bastante na xaninha de minha esposinha ele colocou as mãos nas nádegas dela, abriu bem o cuzinho e me disse: tira meu pau da buceta dela e coloca no cuzinho, como eu já havia lubrificado bem aquele rabinho, peguei naquela rola e apontei para o cuzinho de Andréa, que de imediato foi forçando pra ele entrar, como era muito grosso demorou um bucado até ela agasalhar toda aquela enorme pica no cuzinho, meio que churomingando ela então começou um processo de sobe e desce, o movimento foi ficando cada vez mais rápido, Vanderlei então pediu pra mudar de posução, colocou ela de quatro e socou tudo aquilo dentro do cuzinho, agarrou na cintura dela e bombava com bastante força, ela então pedia pra ele fuder bastante o cuzinho que era todo dele, quando já não estava aguentando mais ele me chamou e disse veja como vou encher o cuzinho dela de porra, ele então tirou seu cacete enorme ficando aquele buraco bem grande então ele continuou masturbando apontando a cabeça do cacetão para aquele cuzão aberto, de repente um jato enorme de porra começou a esguichar dentro do cuzinho de Andréa, era porra que não acabava mais, aí o cuzinho foi fechando devagar engolindo toda aquela porra, desfalecido Vanderlei caiu de lada na cama, minha esposinha continuou deitada de bruços, naquele momento eu estava super excitado então chamei Andréa até o banheiro pedi pra ela ficar de cácoras na patente, ela entendeu porque e obedeceu, ao ficar na posição ela forçou um pouquinho então pude ver toda aquela porra escorrendo do cuzinho dela, foi aí que gozei como louco, pois meu cacete já estava doendo de tanto tesão. Depois daquela foda, Andréa e Vanderlei transaram mais uma vez e desta vez ela de quatro com Alberto socando a vara nela, eu deitei do lado deles e com minha cabeça práximo a dela ouvia ela sussurrar em meus ouvidos dizendo: Ai Alberto como o cacete dele é gostoso, como é grande, que delícia ele está me arrombando, ela dizia ainda: você está se sentindo um corno como queria? Dizia também: o Vanderlei ta me transformando em uma puta, você ta gostando? Eu respondia que sim, ela começou a gritar e pedir pra Vanderlei, mete com força que estou gozando, mete na sua puta vai que meu corninho ta gostando, me fode...e gozou a danada, eu como das outras vezes gozei batendo punheta. Depois desta foda dormimos os três juntos na mesma cama, com Andréa no meio é claro. De manhã acordei com um balanço na cama, eles estavam metendo novamente, Andréa estava de bunda virada para Vanderlei e ele comendo ela por traz, eu coloquei a mão na bucetinha dela e pude sentir aquela pica enorme entrando e saindo, comecei a acariciar o grelinho dela, ela então abriu as penas eu estiquei um pouco mais o braço e chegeuei com minha mão até os bagos de Vanderlei, comecei a acariciar, ora os bagos (grãos) ora a base de seu cacete, ele tirou o cacete para fora eu peguei e encostei na xoxotinha de minha esposa esfregando no grelinho dela, eu apertava e ele fazia aquele movimento tradicional, ele então disse que ia gozar, rapidamente eu direcionei o cacete dele para dentro da grutinha de Andréa que forçou a bundinha pra traz para que entrasse tudo e os dois aumentaram o movimento, gritaram ao mesmo tempo to gozando e que gozada foi aquela heim...., pois demoraram para diminuir o rítmo, depois disso levantamos os dois tomaram banho juntos, tomamos nosso café e eu e Vanderlei fomos à reunião. Muitas coisas aconteceram no último dia em que ficamos naquela cidade, mas isso vou narrar no práximo conto. Se alguém quiser nos contatar nosso e-mail é:



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