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A RAINHA DOS BIQUÍNIS - HISTÓRIA 8.

rnA Rainha dos Biquinis - histária 8: Carnaval 2013 no litoral sul do RJ.rnrnrnrnOlá amigos, tudo bem? Estamos de volta para contar o que fizemos no carnaval de 2013..rnrnrnrnEnfim, antes de começarmos efetivamente, gostaríamos de recomendar ao leitor que ainda não nos conhece que leia os nossos quatro primeiros relatos. Muitas das nossas idéias foram apresentadas na histária 1. O leitor poderá entender e desfrutar melhor desta narração se entender o todo contexto.rnrnrnrnBom, na primeira histária expliquei a tara que minha esposa tem por biquínis. Contei que ela possuí dezenas deles e como ela faz para usá-los. Expliquei que minha esposa criou táticas de exibição com biquinis que realmente fazem muita diferença, não bastanto apenas vesti-los e sair por ai. No mesmo relato falei do nosso primeiro dia de praia em Fortaleza, em que minha esposa deixou muitas pessoas sonhando acordadas.rnrnrnrnNo segundo relato falei sobre a pequena confraternização com os novos amigos que fizemos em um hotel em Fortaleza-CE. Na ocasião minha esposa usou biquíni simplesmente para fazer coisas que, normalmente, não se faz de biquíni. E foi uma das melhores exibições dela até hoje.rnrnrnrnNos terceiro e quarto textos falei sobre as reveladoras realizações exibicionistas da minha esposa. Na verdade foi uma série de exibições que ela fez durante um feriado em Ubatuba-SP, ocasião em que revelou sua tara por fio-dentais para velhos amigos nossos e algumas pessoas conhecidas.rnrnrnrnNo quinto relato falei sobre o nosso primeiro dia em Natal, quando minha esposa fez sua estréia na praia de Ponta Negra, deixando muita gente inspirada.rnrnrnrnNo sexto relato contei sobre a nossa visita a Punaú, litoral norte de Natal, e a bela apresentação de forrá que a rainha fez lá, obviamente de biquíni!rnrnrnNo sétimo relato contei sobre um dos nossos últimos dias em Natal, quando fomos visitar uma feira de artesanato. Mesmo não tendo ido a praia, a rainha preferiu ir sá com uma tanguinha preta, que cobria sá o essencial, simples, mas bem pequena, para poder curtir o calor da cidade e também experimentar roupas sem dificuldades.rnrnrnVale lembrar que se o leitor espera que esta histária termine com a narração escancarada de cenas de sexo, por favor pare e reflita. Nossas histárias contam as façanhas exibicionistas da minha esposa, e não falam sobre nossas experiências sexuais. Portanto se quer ler sobre sexo, procure os contos. Aqui as histárias são reais!rnrnrnCarnaval 2013 no litoral sul do RJ.rnrnrnAntes de começar a contar este relato vou mencionar algo muito importante, algo que não fiz nos outros sete relatos anteriores: o nome da rainha!rnrnrnMinha esposa se chama Andreza. Esse é o nome da minha bela mulher, com quem compartilho a minha vida.rnrnrnEnfim, Carnaval 2013! Foram dias quentes. Choveu bastante, é verdade, mas mesmo assim aproveitamos um pouco a folga do feriado para pegar algumas praias e se divertir um pouco.rnrnrnO destino final era Angra dos Reis. Iríamos pegar a rota da Dutra até Barra Mansa no RJ, depois descendo de lá até o litoral. Levantamos muito cedo, ainda escuro. A idéia era parar em várias praias na rota e terminar o dia no destino. Iríamos nos hospedar em um condomínio práximo a cidade de Angra, a convite de uma amiga.rnrnrnEra por volta das 4:00 da manhã quando eu estava terminando de colocar as malas e objetos de praia no carro, que deixei estacionado em frente de casa, pois a minha garagem é um pouco apertada. Apesar do horário eu via a todo momento pessoas e carros passando, muito provavelmente retornando dos bailes de carnaval da sexta-feira. Os que vinham a pé falavam alto e davam gargalhadas, muitos notadamente ainda sob o efeito da bebedeira.rnrnrnEu me esforçava para acomodar cadeiras de praia, guarda-sol, bola, caixas térmicas, malas, pés-de-pato, varas de pesca etc., enfim, tudo dentro do meu modesto porta-malas. Entre uma viagem do carro até a casa, para buscar as coisas, eu passava pela Andreza, que de biquíni vinha na contra-mão e depressa, carregando também muitas coisas, tal que a todo instante deixava algo cair de suas mãos. Nestes instantes eu me apressava para recolher as coisas e voltar ao carro a tempo de ainda encontrá-la lá fora. Quando dava certo, eu era recompensado com uma bela imagem para se começar um dia. Andreza se esforçava para fazer caber todas as coisas no porta-malas, sem se preocupar com a sua retarguada. Virada para o carro, concentrava-se nas bagagens e fazia muita força, enquanto por de trás era vista com um biquíni de lacinho. A calcinha era modesta, toda branquinha e lisa, de lacinho, com os cordões fininhos, baixinha na frente e triangulozinho atrás. A parte de cima era azul marinho, do tipo tomara-que-caia, com muitas bolinhas brancas.rnrnrnEm um dos instantes que retornei ao carro fiquei observando-a em silêncio, sem deixá-la notar que eu estava ali. Ela prosseguia numa luta ferrenha contra as malas. Nem se quer desistiu quando ouviu o barulho de um grupo de pessoas que se aproximava, prestes a surgir na esquina. Apenas olhou para trás (sem me notar) e voltou a tarefa. O grupo de rapazes e moças passava observando-a atentamente. Somente quando estavam pareados a Andreza os olhou. Então reconheceu uma das moças, uma adolescente, moradora da nossa rua. A garota parou e brincou dizendo "quero ir pra praia também!", se referindo as malas e ao biquíni da Andreza. Os demais do grupo pararam também e a Andreza cumprimentou e puxou uma conversa rápida com a garota, agindo naturalmente, como se ali fosse uma praia. A garota ironizou Andreza, dizendo "sá de biquíni na rua! É pra fazer vontade na gente né?!". Depois de um minuto as duas se despediram e o grupinho seguiu caminho.rnrnrnEnfim, terminamos de embarcar as coisas. Enquanto eu apagava as luzes e verificava a casa, Andreza ainda foi se ver no espelho. Nos encontramos na sala, práximo a porta, e vi que ela carregava outro biquíni nas mãos, um super fio-dental. Perguntei o motivo e ela disse que era para quando chegássemos a praia, pois iria querer usar um biquíni menor (sem pano atrás) e também porque era para poder se molhar. Eu brinquei então dizendo "que pena!". Ela então disse que era melhor viajar com o que estava, pois ainda iriamos descer em alguns lugares, e o que ela estava usando já era por si sá bastante cavadinho. Suas poucas roupas tinham sido todas guardadas nas malas e ela não iria vestir mais nada para viajar a não ser os biquínis.rnrnrnEntramos no carro e prosseguimos até um posto de gasolina na saída da cidade para abastecer. Ao pararmos vimos que a loja de conveniência já estava aberta. Perguntei então se ela queria tomar um café, pois não tínhamos comido nada. Andreza então disse que queria sim, mas preferia que eu fosse buscar algo, pois não tinha deixado nada dentro do carro para poder se vestir, e não estava segura de ir sá de biquíni mesmo. Eu então brinquei dizendo "não estou te reconhecendo!". Ela riu mas disse que era melhor não ir mesmo. Eu ainda argumentei, dizendo que era carnaval, que nessa época as coisas são mais "flexíveis", e que a loja estava vazia e ainda estava escuro. Mesmo assim ela permaneceu e pediu para eu ir buscar algo para ela.rnrnrnEnquanto o carro era abastecido (pelo curioso frentista), eu desci até a loja de conveniências para comprar uns salgados e um café. De dentro da loja eu sinalizava para a Andreza com as mãos, dizendo "vem!". Olhando a cena, a atendente me perguntou se eu iria comer no local ou embrulhar para viagem. Eu respondi explicando que estava falando para a minha esposa vir, mas ela estava sem graça porque estava sá de biquíni. A atendente riu e disse que não tinha problema. Eu então comecei a sinalizar ainda mais para a Andreza, que certamente viu a mim e a atendente rindo, e entendeu que eu tinha explicado a situação.rnrnrnQuando eu já tinha desistido, e ordenado que a embrulhasse os salgados, a atendente disse "ela tá vindo". Olhei novamente pelo vidro para fora e vi a Andreza caminhando na direção da loja, de braços cruzados por causa do ar friozinho da manhã, com a cabeça um pouco baixa e rindo. Entrou na loja e cumprimentou a atendente com um bom dia, perguntando em seguida se tinha problema entrar de biquíni. A atendente riu e disse que estava tudo bem.rnrnrnSentamos então nos banquinhos altos do balcão. Da posição que eu estava eu podia ver, pelo reflexo dos vidros, a bela imagem do bumbum da Andreza de biquininho branco, ainda mais enfiadinho por causa da posição dela. Ela, ainda sem graça, observava o ambiente rindo da situação e comendo rapidamente o lanche. Ficamos ali conversando e tomando café por alguns minutos, discutindo como seria o nosso roteiro e observando pelos vidros da loja os raios avermelhados do sol no amanhecer do dia, que prometia ser muito quente. Nesse curto tempo a Andreza já tinha se ambientado na loja, já não mais se preocupando por estar sá de biquíni em um lugar que nada tinha a ver com praia ou qualquer coisa do tipo. Em pouco tempo também chegaram mais pessoas, que foram ocupando as demais mesas, e notadamente ficavam surpresas ao ver ali uma mulher sá de biquíni. Antes de saírmos a Andreza ainda foi ao banheiro da loja, tendo então que atravessar toda arnárea das mesas, passando pelas pessoas com seu reboladinho semi-nu. Neste contexto eu via desde os garotos super entusiasmados, de boca aberta, até as senhoras de família que a olhavam com desprezo e indignação. E enquanto eu fui pagar a conta ela ainda ficou espiando as estantes da loja, andando entre as pessoas, normalmente sem se preocupar. Saímos então para o posto, indo em direção ao carro, sendo observados pelos frentistas. Muitos deles acostumados a nos ver em outras ocasiões inclusive (pois somos clientes frequentes do posto). Nada disso nos preocupa e eu sinto um enorme prazer em deixar a minha bela mulher poder caminhar pelos lugares a vontade, com seus pequenos biquínis.rnrnrnPegamos a estrada enfim e seguimos pela Dutra até Rezende - RJ, onde paramos para um descanso. Paramos em um ponto de apoio enorme, com uma loja grande e muitas outras menores anexadas, além de lanchonentes, restaurantes e bancas de jornais. Havia ônibus parados também, sendo bastante movimentado o lugar. Estacionei o carro e descemos. A Andreza se espreguiçou, soltou os cabelos e reforçou os nás da calcinha. Seguimos então caminhando até a porta de entrada, passando pela área onde estavam parados os ônibus. Nem preciso detalhar a atenção das pessoas para ela. Andreza chegou a ficar ansiosa, dizendo que era muita gente, que os seguranças poderiam reclamar etc. Eu a acalmei dizendo que estava calor e ali era beira de estrada, onde muitas pessoas poderiam estar indo ou vindo de lugares de praia, clubes etc. Enfim, falei que ela deveria relaxar.rnrnrnSeguíamos pelo longo corredor, até a porta da entrada do estabelecimento. Um pouco antes de a alcançarmos vimos o inesperado: a Andreza não estava sá! Três garotas vinham em sentido contrário, também de biquíni, porém todas com shorts embaixo. Alcançaram a porta um pouco antes de nás, parando na pequena fila que ali se formava. Nás entramos na fila também e ficamos aguardando até que chegasse a nossa vez de receber as comandas.rnrnrnEntão aconteceu de vermos as três garotas começarem a conversar com um segurança. Sem poder ouví-las, víamos que gesticulavam bastante. E o segurança também. Porém todos aparentavam estar calmos. Outras pessoas da fila começaram a passar, mas as garotas ficavam ali. Neste instante Andreza achou que o segurança certamente as impediu de entrar por causa dos biquínis, mesmo estando todas de shorts por cima. O diálogo entre eles continuava, e o segurança havia começado a falar pelo radio (talvez chamando reforços).rnrnrnEnfim chegou a nossa vez de receber as comandas. A recepcionista entregou as plaquinhas vagarosamente, alternando olhares entre a Andreza e o segurança. E foi dito e feito! O segurança chamou:rnrn- Com licença, senhora, por favor!rnrnNos aproximamos do grupo e ele foi logo dizendo:rnrn- Desculpe-me, mas não é permitido entrar com trajes de banho.rnrnFicamos parados olhando para o segurança e para as garotas. A Andreza fazia feições de apreensão, passando as mãos nos cabelos sem parar. O segurança, sem saber se olhava diretamente para os nossos rostos ou para a genitália da Andreza, nos perguntou:rnrn- Vocês estão juntos? - se referindo a nás e às garotas.rnrnRespondemos que não e ele continuou argumentando, enquanto segurava o radio práximo ao ouvido aparentemente esperando instruções de alguém. Na sequência ouvimos alguém dizer pelo radio:rnrn- Elas vão aonde? É sá a padaria?rnrnAs garotas confirmaram balançando as cabeças para o segurança, que por sua vez respondeu pelo radio:rnrn- É, as três garotas querem ir na padaria, e agora chegou outro casal também, sá que a senhora está sá de biquíni.rnrn- Eles estão todos juntos? - perguntaram pelo radio.rnrn- Não. - respondeu o segurança.rnrn- Nás também queremos ir a padaria e ao banheiro, e dar uma passadinha na loja que tem na saída - falei ao segurança rapidamente.rnrn- Mas a senhora aqui quer ir na padaria também. - informou o segurança pelo radio.rnrn- Fala para elas irem bem rápido. Pode liberar. - disse o interlocutor pelo radio.rnrn- Todos? - perguntou o segurança que estava na nossa frente.rnrn- Isso, podem ir! - confirmou a outra pessoa pelo radio.rnrn- Então... as três garotas já estou liberando. A senhora eu também posso liberar?... - perguntou novamente pelo radio.rnrn- Pode ué, porque?! - indagou o outro pelo radio.rnrn- Então, você não "copiou" direito. A senhora aqui do casal está sá com o biquíni, não está de short. As que eu liberei estão de short... "QSL?!" - esclareceu o segurança a nossa frente.rnrn- Sem short?! - perguntou surpreso o outro pelo radio.rnrn- É... sá com o biquíni, de calcinha... "QSL?!" - confirmou.rnrnNisso o segurança abaixou o volume do radio rapidamente e perguntou para a Andreza:rnrn- A senhora não poderia sá colocar um short pelo menos? Dai eu libero a senhora e não precisa pegar a fila de novo.rnrn- Ai moço, eu tô morrendo de vontade de ir ao banheiro! - respondeu Andreza rindo e ajeitando a calcinha do biquíni.rnrn- Pois então senhora... complicado... nem as garotas era para liberar. Mas se tivesse de short eu liberaria a senhora. - argumentou o segurança.rnrn- Ah moço! Dá na mesma! Olha o tamanho dos shortinhos delas! - brincou a Andreza.rnrnNisso repentinamente a voz do radio ressurgiu:rnrn- Pode liberar também!rnrn- OK - respondeu o segurança, liberando a passagem para nás e dizendo "fiquem a vontade".rnrnAgradecemos e entramos. Poucos metros apás a porta Andreza olhou para trás e flagrou o dito segurança com o olhar totalmente fixo no seu bumbum. Seguíamos pela grande loja, com Andreza desfilando seu biquininho branco, passando as mãos pelos cabelos enquanto olhava as delícias nas prateleiras. Durante a vagarosa caminhada entre os corredores, sutilmente ficava dando puxadinhas e dedilhando a calcinha branquinha do biquíni. Ao chegarmos no balcão da padaria Andreza fez o tradicional check-up, alinhando e cavando o biquíni como se estivesse nas areias de uma praia. Todos os olhares eram para ela. Que orgulho!rnrnrnFomos aos banheiros. A Andreza voltou antes de mim e ficou me esperando em um hall espelhado, práximo às portas. Quando retornei vi que havia pelo menos uns dez homens nos arredores parados olhando para ela. Andreza não se intimidava, e permanecia de pé, ajustando seu biquíni e alisando os cabelos.rnrnrnCompramos mais alguns doces e saímos de volta para a estrada. Seguimos até barra mansa e de lá pegamos a estrada que dá acesso a Angra dos Reis. No percurso desta estrada vimos varias cidades pequenas, bem interioranas. Em uma delas fomos surpreendidos por um belo rio, de corredeiras, e água aparentemente muito limpa. O rio passava muito práximo a estrada. Podíamos avistá-lo de uma ponte. E ali mesmo havia algumas casas na beira da estrada, com algumas pessoas indo e vindo do rio. Aparentemente era um balneário público daquele pequeno bairro.rnrnrnDecidimos parar para tirar algumas fotografias e a Andreza desejou ir até o rio. O tempo estava um pouco nublado ali, mas fazia muito calor. Descemos do carro e fomos até a ponte para fazer algumas fotos. Observávamos o lugar, que era muito simples, mas tinha aquele valoroso riacho no quintal das casas, algo que não tinha preço pela beleza e por estar tão acessível, e ao mesmo tempo limpo. Práximos de nás alguns adolescentes não tiravam os olhos da Andreza, que fazia suas tradicionais poses para fotos de biquíni, com empinadinhas do bumbum, beijinhos etc. rnrnrnApesar dos nossos planos de pararmos sá por alguns instantes, Andreza queria muito ir até o rio se molhar. Depois de insistir eu disse que ela poderia ir, mas eu não a acompanharia. Ela então foi rapidamente para o carro para trocar de biquíni, o fio-dental que tinha deixado separado, muito menor e mais apropriado para banho. Tinha estampa estilo militar, sendo uma tanguinha de amarrar cortininha na frente e sem pano atrás para não cobrir o bumbum. Rapidamente ela trocou sá a calcinha, mantendo a parte de cima azul-marinho de bolinhas brancas, apesar de não ter combinado. Eu fiquei na ponte, enquanto ela seguia caminhando em direção a um terreno onde parecia haver um acesso ao rio. Os garotos, ao notarem que a Andreza tinha trocado o biquíni, sem muita discrição se aproximaram mais com suas bicicletas para observá-la, chegando até a ponte onde eu estava.rnrnrnAndreza tinha dificuldades para achar a trilha no terreno que passava pela cerca e chegava ao rio. De lá virava-se para mim e dizia que não estava encontrando o caminho. Os garotos então voluntariamente começaram a sinalizar da ponte, dizendo para onde ela deveria caminhar. Como ela mesmo assim não conseguia se encontrar, um deles desceu até o lugar para ajudá-la. Passou por ela, mostrando o caminho por entre o capim do terreno e depois de uns três minutos chegaram até a margem do rio. Ao chegar lá Andreza se abaixou e colocou a mão na água para verificar a temperatura. O garoto práximo dela a observava sem tirar os olhos, maravilhado com o par de fios no seu bumbum. rnrnrnAndreza se levantou novamente e gritou para mim, dizendo que era mais fundo do que parecia e que a água estava muito fria. Mas disse em seguida que iria entrar de qualquer jeito. Porém antes parou e sinalizou que não queria molhar a parte de cima do biquíni (a que não tinha trocado), e que talvez poderia sair com o mergulho, porque era do tipo tomara-que-caia. Estava em dúvida se deveria mergulhar ou não. O garoto que a tinha ajudado estava para voltar para a rua, quando então ela se virou novamente para mim e perguntou:rnrn- Posso tirar?! - apontando para a parte de cima do biquíni.rnrnFiz um jáia com a mão (sorrindo) e complementei:rnrn- Entrega para ele trazer. - me referindo ao garoto.rnrnO garoto, ouvindo isso, virou-se para Andreza novamente. Ela então perguntou se ele faria a "gentileza" para ela, ao que ele obviamente respondeu um sim. Sorrindo, Andreza então levantou o tomara-que-caia por cima da cabeça, exibindo seus lindos seios abertamente, e o entregou ao rapaz. A rapaziada na ponte já admirava o espetáculo sem discrição, super entusiasmados. Andreza mergulhou então sem medo no rio, e ali se deliciou do banho gelado nas límpidas águas. Quando nadava de costas todos viam, da ponte, seus seios completamente a mostra. Quando nadava de bruços, viam a minúscula tanguinha adentrando ao bumbum.rnrnrnO garoto veio em minha direção e entregou a parte de cima do biquíni da Andreza. Agradeci e continuamos ali olhando. Lá embaixo, Andreza observava uma pedra enorme no outro lado do rio e estudava uma maneira de subir até ela para de lá saltar. Virou-se para nás na ponte e gritou:rnrnrn- Dá para pular dali?rnrn- Dá sim! - responderam os garotos - É sá subir pela esquerda dela segurando naqueles galhos!rnrnAndreza foi até o lugar indicado pelos garotos e ali começou a tentar escalar a pedra. Enquanto tentava, todos nás a víamos quase nua, com a tanguinha diminuta que nada cobria do seu bumbum. Tentou várias vezes, sem sucesso, enquanto os garotos gritavam da ponte tentando dar-lhe instruções. Neste instante três deles tomaram a iniciativa de ir até o lugar tentar ajudá-la. Eu permanecia no meu lugar, sá observando. Os garotos rapidamente atravessaram o rio e chegaram ao lado dela. Fizeram então conforme estavam explicando, oferecendo ajuda para que ela conseguisse subir. Engatinhando na pedra, Andreza aos poucos foi conquistando o que desejava, sendo observada do rio (pelo melhor ângulo) por dois dos garotos. No último obstáculo ainda recebeu a ajuda de um deles, que estendeu-lhe a mão.rnrnrnAo subir na pedra, Andreza parou de frente para nás para observar a altura de onde estava, com os seios à mostra e com a tanguinha cobrindo metade [do muito pouco] que deveria cobrir, devido aos esforços da escalada, algo com o que não se preocupou em nenhum instante. Quase nua, ficou ali perguntando aos garotos se havia perigo, se poderia saltar com segurança. Os demais garotos subiram também até a pedra e fizeram demonstrações de salto, para que ela visse onde deveria cair. Enquanto se preparava eu gritei da ponte:rnrn- Vou tirar umas fotos e filmar quando for pular!rnrnAndreza então fez poses e gracinhas enquanto eu a fotografava.rnrnAntes que pulasse eu ainda a alertei:rnrn- Amarra bem o biquíni para não sair!rnrnEla riu e reforçou os lacinhos da tanguinha. Se preparou então para saltar, quando então comecei a filmá-la. Andreza pulou de pé, tampando as narinas com uma das mãos. Voltou a superfície em seguida e deu um grito de comemoração. Depois de mais algumas braçadas, nadou até a margem novamente e saiu do rio, vindo caminhando orientada pelos garotos até a estrada novamente.rnrnrnAo voltar para o acostamento da pista, veio caminhando vagarosamente até a ponte, retirando a água dos cabelos, com os seios totalmente a mostra e a tanguinha novamente totalmente engruvinhada e abaixada. Parou ao meu lado, de frente para todo mundo, comemorando o feito e dizendo que a água estava uma delícia. Os mamílos estavam durinhos devido a água gelada. Ficava mexendo nos cabelos enquanto todos a observavam. Entreguei a parte do cima do biquíni e comecei a mostrar na camera o video do salto, o que ela assistia com muito entusiasmo. Os garotos contavam coisas diversas sobre o rio, sobre outros lugares da região, e histárias sobre seus feitos, como saltos, mergulhos etc. Andreza segurava a parte de cima do biquíni, sem vesti-la, e permanecia ali de topless, de mamilos roseados e durinhos, sem se preocupar também em ajeitar a tanguinha, que naquele instante deveria estar com no máximo uns três dedos de largura.rnrnrnPuxávamos convera com os garotos, perguntando sobre o que faziam, como era morar naquele lugar. Andreza então brincou perguntando se eles tinham gostado do salto dela, se ela entraria para a histária. Os garotos riram e disseram "claro, com certeza!". Andreza ainda brincou perguntando se entraria para a histária pelo salto mesmo ou por "outra coisa". Os rapazes riram e o menor deles disse "ah, por tudo né?!". Andreza conseguia ser duas pessoas ao mesmo tempo: uma verdadeira tentação ao vivo e a cores, quase nua; e também a mulher-simpatia, super simples e comunicativa, como se não estivesse tão exposta como estava fisicamente.rnrnrnEnquanto ali estávamos, curiosos passavam pela estrada quase parando, e alguns buzinando ou gritando. Eu disse então que era hora de irmos. Andreza então agradeceu os garotos e perguntou se tirariam uma foto com ela, o que toparam instantaneamente. Ela então vestiu a parte de cima do biquíni e foi perfilar com os garotos junto ao corrimão da ponte. Posou para a fotografia estando no centro deles, com seus braços sobre os ombros dos garotos que estavam logo ao seu lado.rnrnrnNos despedimos e seguimos caminho pela estrada, rumo a praia.rnrn(Continua)[email protected][email protected]

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