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MENINA APRENDENDO A DAR

Coisas de criança (o filho do pastor me obrigou a fazer um boquete e eu gostei)rnrnEu estava aqui tentando imaginar a histária mais excitante da minha vida para começar esse livro, que basicamente é sobre sexo, e não é pra ninguém além de mim, eu me achava uma horrorosa, branca demais, cabelo liso demais, não era magra como as outras, totalmente fora dos padrões, o que eu não entendia era que na verdade os homens me achavam uma ninfetinha linda, muito branquinha de olhos castanhos, um cabelo enorme liso e castanho, corpo gostosinho com pernas, bunda e seios proporcionais, capaz de causar muito tesão em um homem com minha pouca idade...rnpuxando pela memária acho que comecei a sentira prazer com treze anos, quando sem querer vi um canal na TV de madrugada (sim minha mãe me mandava dormir e eu fingia e descia pra ver TV). Eu comecei a sentir umas coisas estranhas no meio das pernas bem lá onde recentemente eu descobrira um pelinho loiro (e não tinha gostado, nunca quis deixar de ser criança). rnUm belo dia descobri que quando sentia aquilo, esfregando a xaninha no sofá era mais gostoso ainda, e fui esfregando sempre mais e cada vez era mais gostoso, vi as mulheres dos filmes colocando a mão, então coloquei a minha mãozinha de menina também, e fui aprendendo, primeiro tentei com um dedinho e era gostoso, mas cansava, então tentei com dois, e assim, tinha acabado de descobrir o mais gostoso dos pecados...rnNossa como eu siriricava quando era criança e depois ia ler a bíblia e me sentia culpada, mas quanto mais eu tentava resistir mais eu gostava, vendo filmes que eu na época achava um absurdo de tesão e que hoje em dia acho tão bobinhos...rnNo começo tentava nunca pensar nos homens me comendo, tentava sempre pensar que eles estavam comendo outras mulheres e eu estava olhando, Com o tempo fui aprendendo a me dar prazer, já tirava a calcinha e ficava de bucetinha de fora, mas mesmo assim, com medo da minha mãe chegar na hora, eu não fazia nenhum barulho ficava quietinha ali na pequena salinha de televisão da minha casa. Uns seis meses depois da primeira siririca que bati já estava craque e não sei porque gostava de me masturbar com as perninhas cruzadas. Tinha muita vontade de meter um dedinho, mas ainda não tinha coragem (se eu imaginasse o que minha xaninha ia aguentar depois, e como era gostoso teria dado ela muito antes RS )rnUm belo dia havia chegado visita em minha casa, um pastor que ia pregar em nossa igreja e o filho dele, bem mais velho do que eu, acho que devia ter uns vinte e dois, o que pra mim nos meus treze aninhos inocentes de menininha virgem era um velho, mas eu já estava tão viciada em bater minha siririca que apesar do medo que senti de que alguém acordasse e me visse sem calcinha de bucetinha pra fora, o tesão foi maior e lá fui eu ver meu filmezinho. rnA salinha de televisão era no andar de baixo e todo mundo estava dor-mindo no andar de cima, nossa naquele dia o medo me fez gozar com todo gosto, eu tentava imitar as atrizes pornôs apertava meu peitinho que mal tinha aparecido, confesso, RS e alisava meu grelinho com dois dedinhos, sim porque na época eu não entendia muito bem ainda, sá fazia do jeito que me fazia gozar mais gostoso (meu pinguelinho é bem escondidinho e por isso eu precisava colocar dois dedinhos em cima de onde ele fica e ficar mexendo bastante). rnBem na hora que eu já tinha gozado acho que no mínimo umas três vezes e tinha cansado já ia dormir de novo quem eu vejo pro meu maior susto o filho do pastor me olhando, sem calcinha de perninha cruzada no sofá batendo siririca e tão empolgada que tava já com os peitos pra fora e toda arreganhada, dando gemidinhos. rnEu como sou muito branquinha fiquei vermelha na hora peguei minhas roupas e tentei me cobrir, e sair correndo, mas ele percebeu a minha vergonha e riu parecia querer me torturar mais, me segurou na porta e me disse que não era pra eu gritar ou tentar fugir que ele tinha ouvido uns gemidinhos, e levantou pra ver e tinha visto tudo e tinha gostado muito que queria me ver gozar mais. rnEu fiquei assustada pedi implorei, disse, por favor, não conta nada, minha mãe vai me matar e ele me mandou sentar no sofá e cada vez mais foi parecendo que estava gostando da minha aflição e foi logo dizendo, olha, logo você menina que canta na igreja e diz que é toda certinha que não namora fazendo uma coisa dessa, batendo uma siririca tão sem vergonha assim, pra todo mundo ver (foi ai que eu descobri o nome da coisa, até então nem isso eu sabia).rnEu comecei a chorar de vergonha, ele tapou logo minha boca com a mão e falou no meu ouvido, ?cala a boca que pelo que to vendo você vai gostar do que to querendo fazer desde a hora que cheguei aqui gostosinha?.... rn Assustei-me mais uma vez e não conseguia conter as lágrimas, mas me esforcei ao máximo pra não fazer barulho, pra não gemer nem soluçar, ele logo passou a atacar minha boca e a me beijar, enfiava a língua, e eu não sabia o que fazer, nunca tinha beijado ninguém e ainda mais nervosa pela situação, ele ficou louco, e acho que entendeu na hora e me disse: ?que foi putinha não acredito nisso você nunca beijou é isso, por isso tá assim?... eu tentei mentir, disse que já tinha beijado, mas não teve jeito eu comecei a gaguejar, ele riu de novo e foi logo dizendo ?nossa delicinha se você nunca beijou então quer dizer q você nunca foi fudida também?... rnNessa hora a minha única reação foi abaixar a cabeça e tapar a boca pra ninguém ouvir meu choro, eu já devia estar roxa de tanta vergonha... rnMas ele nem ligou foi ai que ele ficou doido mesmo e me abraçou de jeito disse que podia deixar que ia me ensinar tudinho e começou a meter a língua na minha boca e me beijar, e dizia ?vai gostosa me dá a linguinha vai obedece?, e apertava meus peitos e passava a mão na minha xaninha e quando eu tentava sair me ameaçava, perguntava se eu queria que todo mundo soubesse. rnComecei a fraquejar, e a gostar, afinal, eu ali pelada, aquele macho moreno, me beijando tão gostoso, não resisti (na hora eu quis justificar dizendo que foi porque ele me obrigou, pra ficar com a consciência tranquila, mas na verdade não foi não, agora eu sei que aquilo era mesmo tesão naquele moreno safado, gostoso que me pegou de jeito). rnCada coisa que ele fazia comigo eu chorava quando ele viu que eu já tinha fraquejado mesmo desceu mais e começou a beijar meu peitinho eu chorava e ele nem ligava, e cada vez mais minha buceta ficava molhada e eu nem percebia. rnEle então avisou agora é a hora da sua xoxota levar uma surra de língua, isso na hora me assustou muito e eu comecei a choramingar, a dizer não, por favor, eu sou virgem não tira minha virgindade não, eu quero casar virgem, por favor, ele se conteve pra não rir alto da minha cara e disse ?não se preocupe não que ainda não vou tirar sua virgindade sá vou chupar sua xana, sentir seu buraquinho não vai acontecer nada?b, e pediu pra eu arreganhar as pernas pra ele, eu com a típica vergonha das meninas virgens que não sabem o que é bom ao invés de arreganhar a xoxota pra levar umas linguadinhas gostosas fiz foi travar as perninhas, nessa hora ele ficou com raiva, me deu um tapa na cara e foi logo falando, olha me obedece sua vadia que se eu chamar vai todo mundo ver você aqui com essa buceta arreganhada e eu quero ver o que vai explicar.rnNessa hora minhas perninhas foram amolecendo e ele sem paciência pra esperar mais abriu de vez e começou a chupar, qual foi a sua surpresa quando sentiu minha xoxota toda molhadinha, deu mais uma risada e veio se esfregando em mim até chegar no meu ouvido e dizer que eu era uma vadiazinha muito sem vergonha que eu tava gostando que eu tava era toda molhadinha, e desceu de novo me chupando até chegar na minha grutinha. rnEle não achou de logo o meu pinguelinho não, primeiro foi chupando meu buraquinho e eu sentia a língua dele tentando entrar, e achei até estranho porque ali era tão fechadinho que eu achava que nunca entraria nada, depois foi subindo até que chegou bem em cima do meu pinguelinho e eu sem querer dei um gemidinho e ele viu que era ali o lugar certo e começou a primeiro passar a língua e eu gemia mais forte depois chupou com força e eu dei quase um grito, ele me deu outro tapa e me mandou calar a boca porque se não a festinha ia terminar, nessas alturas eu já queria mais era que ele me chupasse mesmo, já tinha até parado de chorar e peguei um travesseiro, mordi com força e gozei, ele chupava ele lambia e eu gozei pela segunda vez na boca de um macho. rnDepois que eu gozei ele me xingou muito de puta de vadia, de sem vergonha e eu ali, sem ação, sem pensar em nada, sá fui cair em mim de novo quando ele pegou minha mão e botou no cacete duro dele e disse olha aqui o que tá te esperando, eu te chupei agora você vai ter que chupar o meu bem gostoso. rnNão tive como evitar as lágrimas rolaram de novo, além da vergonha de ter que o deixar chupar minha xoxotinha ainda ia ter que mamar o caralho daquele macho, sem nunca ter posto um pau na boca... rnEra demais pra mim, tentei fugir de novo e dessa vez não peguei nem as roupas fui peladinha mesmo, ele me pegou saindo da porta me jogou no sofá tirou o caralho da calça (não sei bem avaliar o tamanho, por ser virgem na época e achar que nunca um troço daquele tamanho entraria na minha buceta, mas sá sei que pra uma virgem aquele caralho faria muito estrago)rnEle foi logo enfiando na minha boca e disse que se eu mordesse estava morta, enfiou aquele pau duro até o talo na minha garganta, tanto que me deu uma tremenda ânsia de vômito, mas parece que os movimentos da minha garganta deram mais tesão pra ele e o cara começou a entrar e sair da minha boca sem me deixar tomar ar, eu pensei que ia morrer, agora as lágrimas já saiam do meu olho, mas não eram mais de choro, era falta de ar mesmo, ele fodia minha boca como se fosse realmente uma bocetinha, e eu nem sabia que conseguia fazer aquela garganta profunda das putas dos filmes (sim agora faço e deixo os machos doidos), naquela hora eu preferia que todo mundo me visse, queria gritar, mas ele não me deixava nem respirar quanto mais gritar, sá sentia aquele gosto da glande dele.rnE quando ele ia quase gozar me disse, não putinha não quero gozar agora, chupa devagar a cabecinha, e eu não sabia mais o que fazer comecei a chupar ele ia dizendo ?isso, isso, que nem um nenenzinho chupa uma chupetinha, que nem um nenenzinho mama um mamadeira, vai faz uma chupetinha pra mim?, e eu comecei a chupar, ia da cabecinha chupando até engolir o pau todo e de novo e de novo, nem sabia o que tava fazendo, mas o playboizinho filinho de pastor tava gostando até que disse: ?porra assim não vou aguentar você mama gostoso demais desgraçada?, e eu nem tava esperando, mas quando ele disse isso enfiou o mais fundo de todas as vezes a pica na minha garganta, deu três estocadas e gozou...rnGozou uma esporrada lá no fundo da minha garganta e eu tentando tirar sem ar, sentindo aquele gosto nojento de porra (pra mim era nojento, naquela época)....Quando eu consegui tirar achando que já tinha acabado ele esporrou bem na minha cara e riu... ?toma leitinho toma?, e ficava me perguntando: ?gostou menininha gostou¿? e eu sá sabia chorar.... e ele com raiva ficou dizendo pra eu parar que eu era a maior puta...rnEle queria comer minha buceta, mas eu chorava implorava e o dia já tava clareando ele ficou com medo de alguém ver, mas jurou q ia tirar meu cabaço... eu agradeci por ele não ter me fudido pedi pra não contar pra ninguém, ele disse que não contaria, mas que pelo menos eu fosse a boqueteira dele.... eu disse que faria tudo que ele quisesse, sá não podia dar minha virgindade porque isso era sagrado e ele sabia que teria que ser sá do meu marido e se ele me fudesse ia ter que casar, ele ria muito da minha cara (e hoje eu entendo porque) e dizia que tudo bem que por enquanto se contentava com umas mamadas gostosas no cacete. rnPois é enfim, como um filinho de pastor pode ser depravado e sem vergonha, será que o pai dele também era assim....rnrnO pastor e minha mãe (que pastor escroto fudeu até o cu da minha mãe) rnSabe eu acho que nenhuma criança deveria ver os pais fudendo, isso traumatiza muito a vida infantil, a gente pensa nossa, minha mãe fica falando pra eu ser a santinha a menininha que sá vai dar quando casar e olha a maior puta que ela é, abre as pernas pra ele meter por cima, quando ele pede sobe no pau dele com a maior facilidade, dá de ladinho, dá de quatro e dá até o cu pra qualquer um... como é que a gente pode ser santinha com uma mãe vadia dessas... pois é...rnBem era domingo a tarde e ia acontecer um encontro de jovens, tínhamos visita em casa, o pastor e o seu filho, que devia ter uns 23 anos e eu na época tinha apenas 13, os três me disseram que não iriam ao culto jovem porque estavam cansados da semana de pregação, mas que era muito importante para mim que eu fosse, e eu com minha ingenuidade de criança acreditei.... rnFui para o culto, mas quando cheguei lá lembrei que tinha esquecido minha bíblia voltei para buscar, porque minha casa não era tão distante assim da igreja.... rnQuando entrei estava ouvindo uns barulhos estranhos, pareciam gemidos, fiquei assustada pensei que pudessem estar fazendo alguma coisa com minha mãe (sim porque a gente com treze anos nunca pensa que a mãe esta fudendo, dando que nem uma cadela no cio)rnCheguei na ponta dos pés no quarto dela, pensei até que fossem ladrões, mas qual não foi a minha surpresa quando cheguei e vi minha mãe de quatro com o pau do pastor enfiado na buceta e o cacete do filho dele da boca (é aquele puto gostava mesmo de um boquete, até mentiu pra eu chupar o caralho dele, porque no final das contas se ele contasse pra minha mãe ela ia poder dizer o que¿) a única coisa que me veio na mente naquela hora foi muita raiva, ela que falava tanto pra eu tomar cuidado com os homens e não sair namorando qualquer um, não sá estava dando para um, mas pra dois machos que ela mal conhecia.... rnEu pensei bem e fui ao meu quarto pegar minha câmera para filmar tudo e usar quando quisesse alguma coisa, ameaçá-la de mostrar tudo pros irmãos da igreja de como minha mãe era uma vadia, puta, que gostava de levar pau.... rnVoltei e fiquei sentada filmando pela frestinha, eu estava com uma sainha e sentei de qualquer jeito com as pernas bem arreganhadas, mas isso era o de menos porque nessas alturas o filho do pastor já estava comendo ela de ladinho e reclamando que o pai dele tinha regaçado a buceta da minha mãe que ele não conseguia nem sentir nada naquela xoxota aberta...e foi logo falando que queria comer era o cu da minha mãe, ela primeiro disse que não porque já tinha dado e doía, muito, principalmente do jeito que eles eram brutos e metiam sem dá, iam acabar com o cuzinho dela. rnMas o menino não quis nem saber, foi logo dizendo ?ou eu como o seu cú ou eu como o da sua filha?, nossa isso me deu um susto, mas ao mesmo tempo um tesão, e ainda por cima ele pegou ela jogou na cama e levantou as pernas dela...(que nem tinha feito pra me chupar, e sá agora eu me dei conta como ele foi legal, em como ele queria me dar prazer, porque com minha mãe ele não tava nem ai).rnEle falava ?olha você chupou deixou ele duro agora vou ter que gozar e não quero essa buceta toda fudida gozada e regaçada, relaxa esse cú se não vai ser pior pra você?, o pai dele sá fazia olhar e dizer isso ai filho ensina a essa velha putona a dar o cú pra um macho direitinho. ela nunca mais vai esquecer, e xingava minha mãe, nisso minha xaninha ia cada vez mais ficando molhadinha debaixo da minha sainha... rnNo começo ele foi colocando sá a cabecinha e nessa hora eu não resisti filmava com uma mão e siriricava com a outra, minha mãe gemia, mandava ele parar falava que tava doendo, e ele entrava mais e ela gritava uivada de dor e ele ria, gemia de tesão, pedia pra ela gritar mais que ele tava gostando e assim entrou até o talo no rabo da minha mãe, ela tentava empurrar ele, mas ele tirava a mão dela, começou o vai e vem mais delicioso, a minha mãe nem teve tempo pra se acostumar com a pica no rabo e já foi levando estocada, ele começou a meter com tudo e eu sá via as lágrimas saindo dos olhos da minha mãe e isso me dava mais tesão de ver aquela puta sem vergonha mentirosa sofrendo no pau do menino, que eu conseguia fazer gozar sá com a minha boquinha de menina.rnMinha mãe começou a reclamar que ele tinha estourado as pregas dela que tava saindo sangue e ele continuou, nem deu bola estocava com força, tirava tudo e enfiava até as bolas, e quando ele gritou que ia gozar eu não aguentei e gozei também, minha mãe gritou quando ele tirou a tora do cú... e achou que tinha acabado... rnEu toda molinha já estava levantando pra ninguém me ver quando o pastor disse olha sá, deu o rabo pro meu filho agora vai ter que dar pra mim também, minha mãe começou a choramingar, a dizer que o pau do filho dele era menor e tinha rasgado o cú dela que o dele ia matar ela, mas não teve nem choro nem vela... o pastor chamou o filho e disse meu filho enfia na buceta dessa cadela que eu enfio no cú pra ela ver o que é gostoso e deixar de fazer cú doce pra macho.rnNessa altura eu voltei sentei de novo e já tava prontinha pra outra gozada, o filho do pastor, aquele moreno tesudo deitou, o pai colocou minha mãe toda arrombada no pau dele e sem dá nem piedade de uma vez socou no rabo dela, e ela a essa altura sabia que não podia fazer mais nada sá fazia gemer, de dor, de prazer.rn o pai com certeza era bem mais bruto que o filho, e socava nela até as bolas dava duas estocadas e tirava tudo e colocava tudo de uma vez... e gemia mais e dizia: nossa que cú apertado meu filho ainda bem que você afrouxou ele pra mim se não ela não ia aguentar, e minha mãe sá balançando nessa onda, eu via a cabeça do pau do pastor toda vermelha do sangue da minha mãe e me dava mais tesão. Eu pensava não quis dar sua puta, não quis tomar o menino de mim agora aguenta no rabo essa pica, até que o pastor disse que ia gozar, mas não satisfeito em sodomizar minha mãe desse jeito puxou ela pelo cabelo e gozou tudinho na cara dela... rnai como nessa hora dei outra gozada gostosa, sá que me levantei correndo e dei as costas pra ir pro meu quarto quando senti uma mão pegando no meu braço, eu gelei, pensei se a buceta da minha mãe não aguentou imagine minha buceta virgem, mas era ele, o meu moreno, ele sá me segurou forte e me disse, não se preocupe você é sá minha.rnIsso me deixou com muito tesão, mas não me deixou menos preocupada, eu vi o estrago que a pica dele fez na minha mãe, menos que a do pai dele, que era mais bruto, mas com certeza em uma virgem ia doer muito. Será¿rnrnVirgem, mas nem tanto assim (ele comeu meu cuzinho)rnEnfim, depois dele ter me forçado a chupar o pau dele e depois de ter o visto comer minha mãe que nem uma cadela, apesar de ter muita vontade de experimentar tudo com ele o sentimento que dominava minha xaninha virgem era medo, por isso apesar de querer que ele fosse meu primeiro, eu o evitava. rnEu não entendia como minha mãe conseguia aguentar aquelas rolas tão grandes, eu tentava enfiar um dedinho fininho na xoxota agora quando me masturbava pra ver se era bom, mas não conseguia, cheguei a achar que nunca perderia o cabaço, que seria virgem pra sempre... mas eu sá não achava que iria perder a virgindade de outro lugar primeiro. rnOs dias iam se passando e eu não falava com o meu moreno, e ele sá me olhava com um olhar de desejo, mas nunca mais tinha, como naquele dia, me forçado a nada, e eu acabei achando que ele não me queria mais, que ele achava minha mãe mais gostosa. rnSá que mais uma vez indo de mansinho para o quarto da minha mãe a peguei, enquanto fazia-o gemer com ela cavalgando na pica dele, proi-bindo ele de tirar minha virgindade, dizendo que se ele quisesse poderia comer ela a vontade, mas que eu estava reservada pra casar com um velho rico e bem de vida. rnNossa que raiva da minha mãe eu senti, quer dizer que sá ela que ia sentir o gostinho daquele macho, e eu ia ter que aguentar um velho babão nojento, então eu decidi fazer uma loucura. rnEra o último dia que eles iam ficar na nossa cidade, o mês em que eles dariam palestra já havia terminado, então eu sem pensar nada pedi pra que ele me esperasse no fundo da igreja...rnEle quando me viu ficou muito feliz, e eu nem disse nada já fui beijando, meio sem jeito, mas da forma que vi que ele fazia comigo da outra vez e fui pegando na pica dele também, quando fiz isso ele se assustou, mas não se fez de rogado, foi logo me colocando pra dentro da igreja, pois como havia sido o último a sair tinha ficado com a chave, e lá colocou o cacete pra fora e me mandou mamar, dessa vez ele nem precisou enfiar no fundo da minha garganta eu mesma engolia tudo ele sá gemia, até que eu senti o cacete dele pulsar...rn mas estranhamente quando pensei que ele ia gozar ele tirou minha boca do seu pau, me deu um beijo muito gostoso, diferente dos outros, e me disse ?ai menininha, o que você tá fazendo comigo, não quero fazer de você uma puta não, você é muito linda e doce?, uma lágrima correu no meu rosto e eu disse pra ele você sabe que minha mãe quer me usar, quer me vender pra um velho rico, eu não quero passar minha vida toda sem saber o que é ter um homem como você...sentindo nojo de mim, sem nunca saber o que é transar por prazer. rnEle me olhou e disse ?tudo bem hoje eu não quero gozar na sua boca?, e eu entendi tudo fui logo tirando a roupa, ele me perguntou se eu confiava nele, eu disse que sim, e eu realmente confiava depois de tudo que havia visto.rnEle começou como da outra vez chupando meu grelinho de cima abaixo e quando viu que eu tinha ficado muito excitava começou a dar linguadas no meu cú, eu me assustei, ele disse pra eu não ter medo pra eu aproveitar, e enquanto dava linguadas no meu cú, massageava meu pinguelinho com a mão, eu não aguentei, e gozei com a língua dele rodando no meu cú, rneu virgenzinha idiota achei que aquele homem ia se contentar com isso, mas mais uma vez ele tinha me dado prazer e agora queria o dele. Ele me disse olha prometi pra sua mãe que não ia tirar sua virgindade por isso não posso comer sua xoxotinha, mas, por favor, meu bem deixa comer seu cuzinho deixa, eu logo pensei no jeito que ele arrombou minha mãe e fiquei com medo, mas ao mesmo fiquei com raiva por ela ser tão puta e mentirosa e não querer me deixar aproveitar a vida trepando como ela que deixei. rnAntes de eu dizer que sim, ele já tinha colocado minhas pernas nos seus ombros e a cabecinha da piroca na portinha e empurrava, e eu gemia e ele gemia de tesão, quando a cabecinha entrou eu dei um urro de dor e ele gemeu de prazer, eu implorei pra ele ir devagar e ele não disse nada sá foi entrando e deixando meu rabo se acostumar com aquela jeba enfiada, e começou o vai e vem, ele pegou minha mão colocou no meu grelinho e me mandou fazer que nem ele viu a primeira vez, pra me masturbar que dava muito tesão nele... rnFoi ai que eu descobri nossa pau no cú e a mão no pinguelinho muito tesão ai quando ele viu q eu tava muito excitava começou a enfiar todinho e a bombar e eu sá sentia meu cu cheio e minhas preguinhas rasgando, mas pedia mais e gemia, ai que macho gostoso, ele dizia que não ia tirar meu cabacinho, mas que eu nunca mais ia esquecer de quem comeu meu cú primeiro, e estocava e tirava tudinho e enfiava e a cabeça ia alargando meu anelzinho até ele conseguir colocar tudo de uma vez e tirar e eu já não sentir mais nada, sá a buceta quente, quenternDepois de me comer assim, quando eu achei que ele ia parar ele me colocou de quatro e continuou a sentar a vara dentro de mim e puxava meu cabelo com força, parecia uma animal, mas eu estava adorando, gemendo me sentindo rasgada, até que ele disse que ia gozar, encheu meu cú de gozo, gemendo muito, do jeito e aqueles gemidos dele me deram muito tesão, mas não parou de enfiar, continuou mexendo o cacete dentro do meu cú até que eu gozei também.... rnE eu ali naquela situação tão animalesca, mas ele depois de tudo me abraçou por trás colocou a cabeça entre meus cabelos longos e eu me senti protegida. rnNunca mais achei um filho de pastor tão filha da puta assim, que fudesse tão gostoso, não sei se foi por isso, mas até hoje adoro dar o cú, continuei virgem, mas nem tanto assim... rn

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