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3 ASSALTANTES, 1 MARIDO RENDIDO E ELA

ㅤㅤ Provavelmente, aquilo nunca fosse para ter acontecido. Ou talvez, até fosse um dia, mas não tão cedo. E não daquela forma. O casal era liberal, adoravam novas e novos acompanhantes, e o sexo se fazia cada vez mais gostoso a cada nova experiência feita por eles. Brinquedos, Fetiches Masoquistas, Exibição pela internet, Swing. Tudo já havia sido feito, e eles simplesmente adoraram cada noite de tesão. Mas, foi quando Alexandre voltava do trabalho, que aquele novo episádio se iniciou.

ㅤㅤ Desceu do carro e já ia abrir a porta da frente. Estava com um puta tesão, talvez porque não tivesse fodido com a mulher já havia dois dias. Com certeza, naquela noite fariam mais uma das loucuras deles. Afinal, Paula amava se desgarrar nua. Eram um casal perfeito.

ㅤㅤ Girou a chave no trinco da fechadura ao mesmo tempo que ouvira o barulho vindo do portão. Mal tivera tempo de olhar para a direção do som, uma pancada lhe atingiu com força na cabeça e tirou seus sentidos. Estavam entrando na sua casa, e Alexandre nada poderia fazer.

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ㅤㅤ Não fazia idéia de quanto tempo havia se passado. Sá sabia que sua cabeça latejava muito. Abriu os olhos lentamente, sendo aturdido pela luz fraca e amarela do abajur. Poucos segundos foram necessários para ele se lembrar do ocorrido e se mover para frente com força. E então sentiu-se travado. Tentou gritar. Nada! Tentou levantar-se. Nada! Ele estava preso com fitas isolantes, a boca calada para que ele não fizesse som algum.

ㅤㅤ Finalmente abandonando o momento de desespero, começou a raciocinar, embora fosse muito difícil em tal situação. Pelo que lembrava da entrada, não era apenas um vulto. Quantos eram? Dois? Três? Quatro? A cabeça doeu com o esforço e ele desviou-se do assunto para olhar o chão do práprio quarto. Podia ver dali o vão da porta do armário onde guardavam os vibradores e demais divertimentos. Tantas noites de tesão ali e agora aquele terror... Paula! Por deus! Num novo pânico, tentou se mover com força novamente. Sua esposa estava na casa, indefesa! Onde ela estava? O que faziam com ela?

ㅤㅤ E, como se suas preces fossem atendidas, ouviu os passos vindo na direção do quarto. A porta rangeu de leve e abriu-se.

ㅤㅤ – Hahaha! O maridinho otário acordou! - A voz rouca e grossa veio do grande homem encapuzado. Ele parecia um armário de tão grande. - Vejo que descansou bastante, não é? Mas agora, acho que é o fim da linha pra sua paz, babaca!

ㅤㅤ – Hahaha, se é! Se é! - A segunda voz veio do corredor, e o que Alexandre viu, fez ele quase arrancar as fitas para saltar sobre o homem. Um segundo sujeito – do mesmo tamanho que o primeiro – surgiu no corredor, segurando Paula bruscamente pelos braços. Ela também estava amarrada com fitas isolantes. Tentou gritar, mas nada a não ser um surdo pedido de socorro escapou de sua boca fechada. Lágrimas caíram de leve e ela encurvou o corpo para frente, tentando se afastar do homenzarrão que a segurava.

ㅤㅤ Quase que em reflexo, o grandalhão puxou-a de volta pelo queixo e riu, enquanto retirava parte da touca que cobria seu rosto para cima, deixando sua boca solta. Ele lambeu os lábios e aproximou-os do ouvido dela.

ㅤㅤ – Ora, doçura que medo todo é esse, heim? - Sussurrou no ouvido dela, e logo em seguida a lambeu ali com gosto. Ela gemeu em reprovação e tentou se desvencilhar, mas os musculosos braços a prenderam a si. - Seu maridinho está olhando. Não faz mal se o corno ver você, não é?

ㅤㅤ Alexandre ardeu de raiva e tentou se levantar, quando um chute o aparou de volta a onde estava. O primeiro homem puxou a pistola e apontou para a testa do marido.

ㅤㅤ – Nem pense em fazer merda alguma, otário!

ㅤㅤ Paula sofreu a dor do marido. Mas não por muito tempo, seu olhos se arregalaram quando as mãos gigantescas do bandido que a segurava começaram a andar pelo seu corpo. Ele apertou com força os peitos gostosos de Paula, enquanto a outra mão massageava com gosto as grossas pernas da morena de pele alva. Enquanto isso, sua boca se movimentava por entre seus delicados cabelos, encontrando o pescoço indefeso dela. Chupou ali, lambeu e depois mordeu de leve, logo subindo para a face dela.

ㅤㅤ – É, Tobia, essa puta aqui é gostosa pra caralho. Não quer brincar um pouco antes de ir não?

ㅤㅤ Tobia, o primeiro ladrão a recepcionar Alexandre no quarto, olhou para ele de relance e sorriu, voltando seu olhar para a gostosa na sua frente. Afrouxou o cinto da calça e começou a caminhar na direção dela, rindo bem baixo.

ㅤㅤ – Hahaha... Porque não, Jão? O babaca ali atrás não vai fazer nada. Certeza que é otário.

ㅤㅤ E antes mesmo que Jão pudesse responder, Tobia prensou a mulher entre os dois armários de gente. O homem percorreu o quadril de Paula e apertou com gosto a bunda perfeita da mulher, enquanto sua face se enfiava na curva do pescoço para mais um chupão gostoso na pele macia e branca dela. Não havia nem como ela tentar lutar contra, estava imobilizada sobre o peito suado de Tobia, que aproveitava-se da falta de defesa dela.

ㅤㅤ Alexandre até mesmo tentou se mover, mas não conseguiu mais do que chegar ao meio do quarto, aturdido e amarrado como estava. Os gemidos da mulher passavam pela fita adesiva que cobria a boca dela, enquanto ela sentia cada parte do seu corpo ser invadida por homens os quais ela nunca desejou que a tocassem. Sentiu seus seios serem massageados com força, os mamilos começavam a – voluntariamente – ficar durinhos frente a tantas provocações. Marcas provavelmente já estavam começando a aparecer com a força que aqueles dois apertavam as coxas e a bunda dela.

ㅤㅤ – Puta gostosa você tem heim! - E Tobia virou-se para encarar o rapaz, no exato momento em que ele tentava se arrastar mais um pouco. O Bandido emputeceu de raiva e chutou novamente Alexandre. Afastando-se de Paula apenas tempo suficiente para ver o marido dela gemer no canto do quarto. Olhou para a delícia novamente, lambendo os lábios, da boca que já estava para fora do capuz. - Vamos foder ela. E foder gostoso! Jão, taca ela na cama!

ㅤㅤ – Precisava nem pedir! - E, com a mesma sutileza de um gorila enraivecido, Paula foi jogada na cama. Jão passou por Alexandre e deu risada da cara dele, enquanto apertava o caralho dentro da calça. - Olha aqui, babaca, aposto que é duas vezes maior que o seu, tua mulher vai ficar má louca. Gemer e gozar a noite toda.

ㅤㅤ O Marido, agora já acuado para o canto, apenas olhou-o com desprezo. Mal notando que Tobia já se ajeitava na cama, sentando-se atrás de Paula enquanto a ajeitava para ficar escorada nele. As mãos do bandido se adiantaram e passaram pelos braços atados dela, indo apertar com força e gosto os peitos gostosos da mulher. Eles já estavam durinhos por debaixo do sutiã e saia que vestia. Os gemidos dela estavam mais baixos, mas não diminuía em nada o prazer que ela, mesmo sem desejar, sentia.

ㅤㅤ – Orra! Calma porra! Quer fazer as coisas sem mim? - Disse Jão, quando virou-se para cama, soltando uma alta gargalhada enquanto se aproximava. Apoiou um joelho na cama enquanto observava com malícia para a gostosa de coxas grossas que eles tinham achado. A bunda dela era simplesmente maravilhosa. O bandido ajoelhou-se sobre as pernas dela, enquanto levantava a saia dela no processo, fazendo ela subir até a calcinha fina e sensual surgir, encaixada perfeitamente nas curvas caprichadas do quadril.

ㅤㅤ Não poupou tempo falando, afinal de contas, desceu o corpo grandalhão sobre Paula e começou a assediá-la com gosto. Estava tão cheio de tesão com aquela gostosa que seu caralho grande e grosso estava quase explodindo dentro de suas vestes. Beijou a barriguinha dela, e dali, desceu com a língua lentamente; passando pelo abdômen, umbigo, até chegar no início do quadril dela. Paula gemeu alto em desaprovação quando ele arrebentou a calcinha dela bruscamente, mexendo as pernas para afastá-lo. Jão deitou-se sobre as pernas dela, prendendo-a de vez sobre o corpo dos dois grandalhões. Ele meteu a boca suja de barba mal-feita sobre a bucetinha rosada e perfeita de Paula e começou a lambê-la, mordê-la e chupá-la com gosto. Uma mão ficou apertando o grelinho dela entre os dedos, para vez ou outra Jão chupar o pontinho especial da morena, a outra alternava entre apertar a bunda gostosa dela e as coxas, carnudas e macias.

ㅤㅤ Ali em cima Tobia não ficou parado. O vestido folgado dela já estava entre os seios volumosos da mulher, e o sutiã colocado para cima. O bandido passageava com gosto aqueles peitos que se encaixavam tão bem em suas mãos, vez ou outra parando para apertar e puxar os mamilos dela com certa força. Sua boca lambia quase tudo que conseguia, já havia passado pelo rosto dela diversas vezes, entrava na orelha dela e a mordiscava ali, assim como descia para chupar o pescoço e às vezes até mesmo se esticava todo para chupar os peitos de Paula.

ㅤㅤ A mulher, mesmo com a face ainda transtornada com toda aquela situação, parecia finalmente ter aceitado sua atual posição de submissão. Gemia baixo e tentava ao menos apreciar cada carícia que lhe faziam, pensando sempre que Alexandre estava ali, e que ele entendia a situação dela. Seus mamilos já estavam durinhos feito rocha de tanto prazer de ser possuída por aqueles grandalhões, e seu grelinho inchado dos maltratos lhe causava arrepios sempre que chupado. Um certo volume já cutucava o meio de suas costas, a rola de Tobia estava latejando em baixo dela, e ela já sabia que teria de aguentar bem tudo aquilo.

ㅤㅤ – Que putinha, tá toda molhada aqui em baixo. Tava louca por um homem de verdade, né?

ㅤㅤ Alexandre ignorou o comentário, fixando-se apenas na cena. Talvez fosse um sádico por estar daquela forma, mas, ele havia se conformado e até estava começando a apreciar a cena. Ajeitou-se, sentado de mal jeito onde estava, e continuou a ver sua esposa sendo assediada daquela forma. Um certo volume crescia na sua calça, sempre que Jão chupava com gosto o grelinho de Paula e ela tensionava os músculos da coxa e gemia em resposta.

ㅤㅤ – Puta merda, Tobia, eu vou primeiro.

ㅤㅤ – Tá, sá deixa o cuzinho pra mim. Também não esquece do Peteca lá na sala.

ㅤㅤ Peteca? Alexandre e Paula fizeram o mesmo questionamento. Então, havia mais um? Era simplesmente inacreditável. Jão saiu de cima das pernas dela e puxou uma faca da cintura pra cortar a fita isolante. A esposa nem sequer reagiu quando viu as pernas livres, Jão segurou-a e se colocou no meio delas, ajoelhado. Abriu o zíper da calça, e puxou a cueca para baixo, deixando o caralho roliço saltar.

ㅤㅤ O pau de Jão tinha pelo menos vinte centímetros, era todo peludo e parecia tão grosso que arrombaria até uma puta com mais de cinco anos de experiência profissional. Paula arregalou os olhos, vendo o cacete do bandito, e não teve nem ao menos tempo de tentar recusar-se a ele. O bandido a segurou pela cintura e enfiou o cacete dentro dela de uma única vez. A buceta de paula engoliu aquela rola por completo, apertando cada centímetro dele, molhadinha e quentinha. O práprio Jão gemeu alto com todo aquele tesão que sentiu dentro dela.

ㅤㅤ – Caralho, que gostosa! - Gemeu, enquanto puxava o cacete de volta pra fora para enfiar de novo. As estocadas começaram, fortes e lentas, entrando toda dentro da mulher que gemia cada vez que o cacete ia fundo na buceta dela. Jão puxava cada vez mais o quadril para perto dele, de modo que agora, o cacete de Tobia estava bem ao lado do ombro de Paula. Ainda vestido.

ㅤㅤ – É... Acho que não vou esperar não. - Tobia comentou.

ㅤㅤ Deixou o corpo de Paula cair sobre a cama, quando saiu para ficar de lado dela. Retirou o cinto e puxou o zíper da calça, fazendo o cacete saltar para fora. Ele era um pouco menor que Jão, mas em compensação, parecia muito mais duro e roliço que o do parceiro. Passou as pernas por cima do corpo dela, de modo que o caralho dele ficou exatamente na frente dos peitos dela. Colocou o caralho no meio dos peitos dela e cuspiu ali, para logo em seguida usar as mãos para prensar o cacete entre os peitos dela. Começou a foder os peitos dela com gosto, movimentando-os para frente e para trás enquanto os seios macios faziam o trabalho de esquentar e masturbar o cacete do bandido.

ㅤㅤ - ...!!! - Alexandre parecia novamente agitado. Mas desta vez, não porque queria pará-los. Seu cacete latejava dentro da calça, e ele agora lutava para, disfarçadamente, conseguir abrir o zíper para afrouxar a pressão. Nunca pensava que ficaria assim ao ver sua prápria mulher sendo estuprada, mas era uma fantasia, vê-la sendo fodida por mais de um. Era simplesmente incontrolável. E também, pelos gemidos gostosos que ela soltava, imaginava que Paula também não estava achando a sensação de todo o mal.

ㅤㅤ – Caralho! Tô gozando! - Jão falou desgarradamente, enquanto dava uma última estocada que expulsava todo o gozo dele para dentro dela. Por sorte, Paula tomava anticoncepcionais quase sempre. - Nossa, puta gostosa ela é! - Disse, enquanto retirava o cacete de dentro dela, já amolecido. O bandido poderia ter um pênis avantajado, mas com certeza era o mais fraco do grupo.

ㅤㅤ Tobia ainda estava montado nos peitos dela, agora fudendo com mais força enquanto apertava os mamilos durinhos dela com a ponta de dois dedos.

ㅤㅤ – Puta que pariu, vocês dois são uns belos filhos de uma puta.

ㅤㅤ A voz veio da porta, e ali estava Peteca. O assaltante era o mais magro e alto do trio, e estava até aquele momento colocando jáias e bens preciosos num saco. Entrou e fechou a porta atrás de si. Olhou a cena novamente: Tobia havia parado de punhetar com os peitos dela para observá-lo, e Jão estava arfante no canto do quarto, sentado numa poltrona. A mulher estava toda molhadinha e arregaçada ali em baixo, com as pernas abertas enquanto arfava levemente. Por fim, direcionou um olhar para Alexandre. Deu risada e foi até a cama, enquanto apertava com força o cacete por debaixo da calça.

ㅤㅤ – O corno manso ali tá punhetando vendo vocês. - Comentou, enquanto abria a calça e tirava seu caralho pra fora. Era um membro fino, mas com certeza já estava tão duro quanto o de Tobia, e era tão grande quanto o de Jão.

ㅤㅤ – É um babaca. Não sei como essa puta aqui escolheu ele pra marido.

ㅤㅤ – Entendo. Bom, vou fuder ela, já que o Jão não dá conta da coitada.

ㅤㅤ – Qualé, seu bosta! Cala boca antes que eu te encha de bala! - Retrucou o bandido da poltrona. Mas Peteca nem ligou, ajeitou-se no meio dela e sorriu, vendo aquela buceta rosada e aberta. Ajeitou-se no meio dela, e apoiou as mãos sobre a cama. Colocou o cacete na entradinha, e, com uma calma até insana, começou a introduzir o cacete nela lentamente. Seu rosto não podia ser visto, talvez fosse o único que permaneceria total incágnita para o casal.

ㅤㅤ – Ela é gostosa pra caralho. A buceta dela aperta e esquenta que é uma beleza, mesmo o Jão tendo arregaçado ela. Puta sorte. - E, terminando a fala, começou a meter dentro dela. Ele era rápido, e seu cacete ia e voltava em segundos, causando em Paula uma nova série de sensações incríveis. Não havia nem comentado e nem demonstrado, mas já tinha gozado uma vez. E parecia que não seria a única. O cacete queimava a entradinha de sua buceta cada vez que as bolas redondas e grandes do Peteca batiam nela, e Tobia, cada vez mais bruto, agora agia como se estivesse realmente fudendo uma buceta.

ㅤㅤ – Ô Caralho! Tô gozando! - Falou o armário montado nos peitos dela. E, menos de alguns segundos depois, começava a lançar porra contra o rosto dela. Gozou um monte, mas o cacete permanecia duro como antes. Saiu de cima dela e sentou-se na beira da cama. Dirigindo um olhar para Alexandre.

ㅤㅤ O Marido agora já não ligava pra qualquer ofensa. Usava as duas mãos para punhetar seu cacete grosso e duro que latejava ao vera esposa em tal situação. Da mesma forma, Paula já quase esquecia-se da situação, se entregando ao prazer e tesão que sentia com aqueles roludos dominando ela. Peteca estava animado, parecia demorar para gozar e fodia ela com uma velocidade de se dar inveja, metendo e voltando freneticamente com seu cacete liso e comprido.

ㅤㅤ Continuou metendo por alguns bons minutos, sozinho. Sempre alternando a posição. Fez a mulher ficar de ladinho, com as coxas grudadas uma na outra para ficar mais apertada, depois fez ela empinar a bundinha com gosto. E fudeu ela de quatro, segurando-a forte pela cintura. Ele sempre mantinha a mesma velocidade incrível com a qual fodia. E seu cacete parecia não deixar de permanecer duro. Mas, foi quando finalmente colocou a mulher em cima do corpo que a idéia lhe tomou conta.

ㅤㅤ – Ô Tobia, tu quer foder o cuzinho dela, não é? - Disse, parando de meter nela.

ㅤㅤ – É, O cu dessa puta eu vou arrrombar bem caprichado.

ㅤㅤ – Então.. Tá esperando o que? - E Peteca deu um tava fortíssimo na bunda da mulher, para logo depois apertar cada nádega gorda com uma mão e puxá-las, fazendo o buraquinho dela aparecer. Tobia sorriu, e seu cacete subitamente ganhou vida. Não era a toa que Peteca sempre planejava os roubos, ele pensava em umas coisas mirabolantes. Paula arregalou os olhos e mexeu-se, como se quisesse questionar o ato. Já havia fodido com dois homens, mas nunca uma dupla penetração. Mais um tapa na bunda e ele se aquetou, este, foi dado por Tobia.

ㅤㅤ – Te aqueta puta! - O Bandido se ajoelhou na frente do cuzinho dela e afastou ele mesmo a bunda gorda dela e gostosa da frente. Meteu a boca ali e começou a lamber a entradinha do rabo dela. O corpo de Paula caiu para frente, sobre o corpo de Peteca, que não ligou nem um pouco de sentir aqueles peitos macios sobre sei peitoral. Apenas voltou a estocar o cacete dentro dela com a mesma velocidade de antes.

ㅤㅤ Tobia, por sua vez, agora metia um dedo de leve no cuzinho dela. Queria arregaçar ela, mas precisava ter um mínimo de compaixão, alargar um pouco. Finalizou o processo com um cuspe bem dado na entrada, para logo depois levantar-se de joelhos na cama e ajeitar a rola grossa na frente do cuzinho dela.

ㅤㅤ Alexandre já havia gozado uma vez, mas agora punhetava ainda com mais ardor o cacete que permanecia duro, gemendo baixo e deixando o caralho entre as mão amarradas. Jão, do outro lado do quarto, fazia o mesmo, seu cacete começava a crescer novamente. Tobia enfiou a cabeça do caralho com certa facilidade, de todo o roliço cacete que ele tinha, a cabeça era a parte mais pequena do membro. Então, enquanto Peteca fulminava a buceta dela, queimando com a velocidade que metia seu mastro dentro de Paula, Tobia começou a enfiar lentamente seu longo cacete dentro dela. Vez ou outra voltava o cacete e cuspia mais um pouco na ponta dele, para poder alargá-la com um pouco mais de delicadeza. Mas mesmo assim, Paula não parecia sentir muita diferença. O prazer de sentir dois cacetes duros e grandes como aqueles dentro dela era indescritível. Doía sim, era ábvio que doía. Mas no meio de tantas sensações, até a dor se tornava gostosa.

ㅤㅤ Não demorou muito para Tobia estabelecer um ritmo de fodida dentro dela. O Cu apertado de Paula praticamente engolia seu cacete, esquentando cada centímetro dele quando estocava fundo nela. E, o fato dos dois caralhos serem metidos ao mesmo tempo, fazia com que Paula involuntariamente tensionasse os músculos da bunda e da coxa, fazendo suas entradas ficarem ainda mais apertadinhas e gostosas.

ㅤㅤ – Caralho. - Foi o que Alexandre disse, por debaixo da fita adesiva enquanto punhetava com gosto vendo a esposa molhadinha de bundinha empinada gemendo para aqueles dois caralhos. E também foi isso que Jão disse, novamente subindo na cama e se colocando a frente da face de Paula. O seu cacete gigantesco já estava duro novamente. Ele sacou a arma e colocou na cabeça de Paula. - Vou tirar essa fita da boca e você vai chupar minha rola. Se tentar qualquer gracinha, morre. Entendido?

ㅤㅤ Ela nem sequer responder. Mas, quando puxou a fita da boca dela, deixou escapar um alto gemido, pois Tobia lhe afundou o cacete no cu ao mesmo tempo que Peteca na buceta. Tomou fôlego e depois olhou para Jão, quase perdendo o foco do olhar.

ㅤㅤ – Me dá logo essa porra gostosa. - Foi o que ela disse.

ㅤㅤ A fala pareceu dar ainda mais prazer a Jão, que colocou o tesudo caralho práximo a boca dela. Paula não fez cerimônia, abocanhou com gosto o cacete e começou chupando a cabecinha dele caprichadamente, alternando com leves mordidas que dava. Logo depois, esticou o pescoço e meteu o caralho para dentro da boca, enquanto Jão começava a movimentar o quadril segurando a cabeça dela. Aquilo era um ápice de prazer, e Paula já havia gozado mais duas vezes no processo. Todos seus buraquinhos estavam sendo fodidos por cacetes gigantescos, e ela sá sabia era gemer e pedir por mais, mesmo que mentalmente. Eles foderam ela por cerca de vários minutos daquela forma. Jão foi o primeiro a gozar, com gosto sobre o rosto safado de Paula. Tobia gozou minutos depois, enchendo de porra o cuzinho apertado de Paula. E Peteca foi o último, que, tendo agora liberdade para se mover com ela na cama, girou e ficou por cima. Deitou-se sobre o corpo dela e começou a penetrar com mais força, o que fazia suas bolas fazerem altos estalidos quando batiam na entrada da buceta gostosa.

ㅤㅤ – Caralho! - Ele conseguiu falar, antes de tirar o cacete e gozar gostoso por toda extensão da barriga dela, Chegando até aos peitos. Depois disso, os três sentaram-se em locais alternados na sala. Alexandre, no canto do quarto, sá conseguia era arfar, havia gozado três vezes vendo aquela cena de putaria. E agora finalmente parecia ter acabado.

ㅤㅤ Os três ladrões ainda exigiram que ela limpasse o cacete deles com a boca, cada um deles. Antes de finalmente voltarem a calçar suas calças. Nem deram mais bola para Alexandre. Deixaram o casal abandonado no quarto. Com vários bens roubados, mas com uma bela noite de prazer em troca.

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