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ESPOCA HETERO:KADU - MEU 1º HETERO - FINAL

KADU - MEU 1ª HETERO - FINAL



Olá meus amigos. Enfim apresento o desfecho do meu lance com o Kadu.

Esse conto é para aqueles que querem saber o final da estária. Aos que almejam apanas uma gozada rápida e certeira... Não percam tempo lendo este aqui.



Sabia que estava me metendo numa roubada sem tamanho. Mas não conseguia resistir. Kadu conseguia me desestabilizar. Resolvi não esquentar minha cabeça e deixar rolar. Pagar pra ver.

De volta a Belém, segunda de manhã estava ainda cansado da viagem e não tive coragem de levantar da cama. O trabalho que esperasse! Meu telefone toca. Quem ligava não podia esperar! Não podia esperar pra me rever. Nem eu para revê-lo!



_ Alô



_ Dormiu bem?



_ Na verdade ainda estou dormindo...



_ Desculpe se te acordei... Mas to indo pegar uma papelada perto da tua casa e pensei em passar pra te ver. Posso?



_ Pode sim, claro! Mas ainda to na cama...



_ Não tem problema... Eu aproveito e revejo uns papéis aí mesmo. Abre a porta... To aqui já!



Espantei-me... Olhei pela janela e lá estava ele na sua Pick-up vermelha. Deu tempo sá de correr no banheiro jogar um litro de listerine na boca, descer fazendo gargarejo e abrir o portão.



_ E aí rapaz!



_ Entra aí...



Subimos. Fiquei muito feliz em vê-lo, mas realmente estava quebrado. E isso era visível.



_ Nossa... Você está um caco! Precisas dormir mesmo!



_ Pois é. E terei que ir trabalhar depois do almoço.



_ Eu te deixo lá.



_ Fechado!



Fui me deitar. Ele se ajeitou sentado ao meu lado tirando os sapatos. Puxando-me para perto. Fiquei encaixado no meio de suas pernas fazendo suas coxas de travesseiro, meus braços dando a volta nele, abraçando seu quadril. Percebi-o espalhando sua papelada pela cama. Alguns em cima da minha costa.



_ Com essa costa larga terei um bom espaço pra trabalhar!



Achei graça e adormeci em seguida. Acordava de vez em quando com alguns afagos nos cabelos. Tentei não reparar no volume dele, quente, pressionado contra meu pescoço. Minhas tentativas foram em vão! Comecei a esfregar meu rosto e dar leves mordidas naquele membro. Ele apertava minhas costas. Senti-o arrepiar-se todo. Comecei a abrir seu zíper. Passou pela cabeça que pela primeira vez transaríamos como pessoas comuns, em cima de uma cama. Abocanhei aquele cacete rosado com uma fome enorme. Os papeis foram parar no chão. Ele me apertava a cabeça, pressionava para que o engolisse até o fim, deixando-me sem ar!



O telefone dele toca. Era ela. Conseguiu atrapalhar mesmo de corpo ausente. Puto da vida e com o pau doído de tão duro olhei no relágio e vi que já passava do meio dia. Corri pro banho e deixei a porta aberta. Não demorou em ganhar platéia. Ele parado na porta do banheiro, admirando-me com um sorriso estúpido no canto da boca. Eu estava atrasado e não tinha tempo de fazer daquilo um show! Foi um banho rápido.

Passei hidratante, desodorante e coloquei uma cueca branca. Ele veio por trás de mim e beijou minhas costas. Deu-me um abraço! Ficamos abraçados sem dizer nenhuma palavra por alguns minutos. Olhamos-nos fundo e nos beijamos. Percebi seus olhos marejarem. Ficou vermelho.



_ O que você tem? Aconteceu alguma coisa?



A reposta curta e grossa:



_ Nada que tenha relevância. “Bora”?



Isso que não conseguia entender no Kadu. Em momentos ele agia como um cara apaixonado e em seguida como se eu fosse um nada. E quando eu tentava quebrar esse clima com alguma gracinha ou carinho ele se mostrava desconfortável. Dando-me um banho de água fria.



No trabalho tinha coisas acumuladas e nem reparei no meu celular quando tocava.

Saí tarde, pra compensar a manhã perdida, e ele estava esperando. Lindo! De bermudão branco e camiseta vermelha. Boné do Flamengo. Havaianas pretas. Olhar desconfiado e emburrado.



_ Não quer me atender é?



_ Não... Apenas muito trabalho! Não atendi ninguém.



Entrei em seu carro. Ele falou:



_ Cara, desculpe! Sou um imbecil! Mas é tudo muito difícil pra mim.



_ Sei disso. Não te cobro porra nenhuma. É complicado pra mim também. Você é totalmente inconstante. Uma hora me beija e logo em seguida nem fala comigo. Age como querendo que eu sumisse do teu campo de visão. Sendo que foi você que foi lá em casa me procurar...



_ Eu sei cara, como disse... Sou um imbecil... É que jamais me imaginei amando outro cara e blá blá blá...



Depois que ele disse “AMANDO outro cara” não conseguia ouvir mais nada... Um frio por toda minha espinha.



_ Blá blá blá



_ Para, para... Repete o que você disse?



_ O quê?



_ Repete.



_ Que sou um imbecil?



_ Não imbecil... (Rsrsrsrs) Depois disso!



Ele ficou mudo. Talvez nem tivesse se dado conta do que tinha falado.



_ Que eu te amo?



Sei que perguntei, pois queria ouvir. Mas na mesma hora que ouvi me veio a cabeça:



Será que o amo?



Fiquei mudo por um bom tempo.



Chegamos em casa.



_ Posso subir?



_ Kadu, não me leve a mal. Mas preciso pensar nisso tudo!



_ Putz não faz isso comigo!



_ Cara, relaxa que ta tudo bem... Sá quero um tempo!



Ele foi embora contrariado.



Fiquei refletindo sobre tudo aquilo. Não queria brincar com a vida de ninguém. E sem falar que certo “Xará” estava rondando meu terreno constantemente. Será que amava Kadu? O que eu sentia? Será que não era pura empolgação por ser meu primeiro hetero?

Pra me ajudar naquele momento sá três pedidas: Carlton red, Campari com gelo e uma rodela de laranja e Maria Bethânia cantando “Sob medida”. No repeat!







No dia seguinte acordo com um telefonema dele...



Mas quem falava era a Claudia!



_ Convite?



_ Sim, do casamento seu bobo!



Tive a resposta para minha dúvida. A palavra casamento me atravessou feito bala de canhão.



_ Ah sim! Desculpe... Muita coisa na cabeça.



_ O Kadu ainda não te convidou?



_ Não tenho falado com ele...



_ Mas ele saiu ontem daqui dizendo que ia encontrar com você!



Engoli a seco. Pego na mentira! Como eu ia saber?

Sem gaguejar concertei:



_ Eu sei... Você não deixou molhar o bico... Não tenho falado com ele sobre o casamento...



_ Ai ai ai Gabriel... Tu não estais acobertando as escapulidas do Kadu né amigo? Ele estava mesmo com você?



_ Estava sim. Deixa de ser noiada!



_ Que roupa ele estava?



_ Ahh... Lembro do boné do Flamengo, bermuda e chinelo... Não fiquei reparando né? (mentira, mentira, mentiraaaaaaaaaa).



_ Ah ta! Confere!



Rimos alto!



Depois de desligar percebi que estava devastado! Eu era um grandessíssimo filho da puta!



Algumas horas depois lá estava ele, novamente na porta de casa, com ela e com o convite! Senti uma tremedeira no canto direito do meu lábio. Um treco estranho que fugia do meu controle. Como se tivessem puxando o canto da minha boca. Total nervosismo! O casamento seria em junho! Ela explicou:



_ Pois é amigo, sabe como é né! Antecipamos pois PREFERIMOS gastar dinheiro reformando a casa que MORAREMOS, sem falar no enxoval! Gastar muito numa festa que durará algumas horas não faz NOSSA cabeça. Então NÓS decidimos fazer um casamento na roça. A comida junina é mais em conta e ficará um lance divertido. E sem aquela “cara” pomposa demais de cerimônia né! Então NÓS contamos com sua presença.



A cada verbo, pronome ou qualquer coisa que ela usava para referir-se aos dois eu dava uma fitada de olhar nele. Esperando que ele gritasse:



_Não existe NÓS nenhum aqui! Alías, existe, mas não você e eu! E sim Ele e Eu.



Ela sairia do carro chorando correndo pra pista sem ver o caminhão da coca-cola se aproximando... BUM!



Ok, exagerado eu sei. Mas juro que isso passou na minha cabeça na hora que ela estava tagarelando. Assim como também não parava de pensar em como aquele lance de casamento na roça era brega... Cafona! Putz! Acho que estava perdendo minha interpretação. Fernanda Torres estava deixando-me, pois quando olhei novamente pro Kadu ele mexeu os lábios sem som:



_ FI - CA - CAL - MO!



Inventei uma desculpa pra cortar aquele assunto.



_ Que bom Claudia... Agora tenho que entrar, pois tô atrasadão pra um encontro.



_ Encontro é! Com quem já?



_ Um carinha aí que de vez em quando nos encontramos.



Ela riu dizendo:



_ Safadinho!



Quando me despedi vi o Kadu com o rosto vermelho e senti seu aperto de mão bem mais forte que o normal! Até machucando um pouco. Lágico que o lance do encontro era mentira, uma desculpa pra eles irem embora, não tinha nada planejado. E não imaginava que o rapaz acreditaria. às vezes ele era tão burrinho.



Sá foi o tempo dele chegar em casa pra me ligar.



_ Quem é esse cara? Ta ficando doido? Não quero que saia com outro cara!



Ia explicar o mal entendido, mas sei lá porque resolvi levar adiante.



_ Cara, louco é você! Vem na minha casa entregar o convite do seu casamento, um dia depois de dizer que me ama, e quer me cobrar fidelidade... Ta louco?



_ To louco sim! Louco por você seu filho de uma Puta!



Desligando o telefone na minha cara.



Liguei de volta. Desligado.



Liguei pro Jonas dizendo:



_ Amigo, vem me salvar "now"!! (agora em inglês) (Sim, eu leio a Diva do Senhor)



Em meia hora, já arrumado na frente de casa fumando meu cigarro esperando Jonas aparecer... Quem chega?



_ Então você vai mesmo sair com outro cara?



_ Vou!



_ De onde surgiu esse cara?



_ Já faz um tempo!



_ E vocês transam?



Me deu vontade de rir, mas respondi sem mentir:



_ Faz um tempo que não.



Afinal Jonas era meu Ex!



_ Pô cara, não faz isso! Sei que o que você falou faz sentido, mas ela já era minha namorada antes de nos conhecermos! Já tínhamos planos de casar! Não sai com outro Cara não!



Ele tava choramingando que nem moleque que viu o time de futebol perder sabe? Se segurando pra não lagrimar, a cara vermelha, e sem querer perder a macheza! Achei fofo!



O carro peliculado do Jonas chega e Kadu rapidamente se recompôs. Afinal ia pegar mal ele choramingando na frente de um desconhecido.

Quando o vidro do carro baixa e Jonas aparece, a expressão de alívio de Jonas foi incrível! Ele me olhou e disse:



_ Pô cara... Sacanagem sua!



Não aguentei e ri da situação. De menino chorão pra menino risonho em segundos.



Falou com o Jonas sobre seu casamento, foi a desculpa pra explicar sua presença na minha casa naquela hora.



Fomos embora. No carro Jonas logo solta:



_ Bem, acho que agora você vai me contar tudo que está acontecendo né? Pois até onde sei, o casal vai junto levar convite de casamento.



Fomos para um barzinho e lá quebrei minha promessa, contei tudo pro Jonas. Todos os detalhes. Deixando-o levemente chocado. Jonas adorou tudo aquilo. Lágico que ele já desconfiava devido as bandeiras que demos em Algodoal. Mas a certeza é sempre uma certeza. E ele não tinha idéia do nível que a situação estava. Achava que tinha sido apenas uma transa de Algodoal e nada mais. Ficou excitadíssimo e em meia hora já tinha elaborado 3 planos infalíveis para que a morte de Claudia parecesse acidental! Riamos de tudo. Jonas sempre tem o dom de me alegrar e me colocar no eixo.



_ Baby, deixando as brincadeiras de lado, você sabe onde isso vai parar né? Ele jamais vai largar a Claudia. Eles namoram desde o colégio. Ele nunca te assumirá. Está disposto a viver assim? Ser o amante de um cara casado? É isso que ele te oferecerá. E eu acho que você merece bem mais!



_ Mas ele disse que me ama!



_ Sim, e você perguntou o que ele sente por ela? Se ele ainda a ama?



Peguei meu celular e liguei pra ele (já com efeito do álcool). Ele atende sussurrando. E eu disparo:



_ Você ama a Claudia?



_Como assim...



_ Sá me responde!



Ele ficou calado por um tempo...



_ Não tenho a noite toda. Sá me responde se a ama.



_ AHAM!



_ Que merda de resposta é essa? Diz sim ou não!



_ Sim!



_ Beleza! Obrigado!



E desliguei!



Nem precisei falar nada e Jonas já dizia um:



_ Não te falei?



O telefone tocou. Ele. Desliguei meu aparelho!



_ Baby! Tenta não se apegar tanto. Vive o lado bom da coisa! Marquem uma vez ou outra! Mas não entra nessa dele. Continue vivendo sua vida e saia com quem tiver vontade. Esse ridículo não pode exigir fidelidade sua! Curta até aparecer algo que valha a pena. Ficava concordando apenas com o movimentar da cabeça.



No dia seguinte, saindo do trabalho mais uma vez Kadu estava me esperando. Entrei no carro e partimos em direção de casa. Nem deixei falar nada e comecei:



_ Cara, o negácio é o seguinte. Pensei bastante em tudo. Não posso negar que sinto algo muito forte por você. Pode até ser amor! Mas não vejo futuro nessa estária. Estamos enganando uma pessoa maravilhosa. E isso me deixa muito mal. É cômodo demais pra você ter sua esposa em casa, em eventos sociais... E para os momentos ocultos me procurar. Não nasci pra ficar embaixo de tapete. Não nasci pra ser poeira.



Olhei pra ele que estava ouvindo tudo atento, sem questionar nada, com rosto avermelhado.



Continuei:



_ Poderíamos até continuar a nos ver, sem cobranças de ambos os lados. Mas não sei se a Claudia merece isso... Vais ficar calado?



_ Falar o que? Pelo que vi você já resolveu tudo sozinho né?



O silêncio depois disso reinou até a porta de casa. Ficamos no carro nos olhando. Pra que palavras? Resolvi sair, pois inexplicavelmente me deu uma vontade estúpida de chorar. Quando ia dizer tchau ele avançou e calou-me com um beijo. Depois de alguns minutos nos amassando me despedi. Saí do carro sem olhar pra trás.



Passei semanas com vontade de ligar. Não o fazia e nem o atendia. Ele mandava mensagens. Respondia algumas, sempre ressaltando que precisávamos estar afastados. Ocupei meu tempo. Aumentei minhas séries na academia. Comecei a fazer auto-escola. Mudei meus horários para não o encontrar mais, pois sabia que ele tentaria me surpreender na frente do trabalho ou em minha casa. Precisava estar sempre ocupado pra não pensar em ligar. Precisava desapaixonar. Pra isso uma musica de Vitor Ramil na voz de Verônica Sabino embalava minhas horas de angustia.



Desacontecer



Desouvi tua voz

Dessenti sua mão

Despeguei os sinais

Desguardei a intenção

Desquecendo porque

Desachando a razão



Desacontecer, deslembrar

Desenternecer, desficar

Desendoidecer, desvoltar

Despoetizar, desaparecer



Desouvi minha voz

Dessenti minha ação

Desnotei o vazio

Dessegui a ilusão

Desquerendo talvez

Desachando o perdão



Ao contrário de muitos, quando entro em “depressão pás-fim de rolo” é a fase que mais malho, menos como, e mais vou a baladas. E foi numa dessas baladas que sem querer... Reencontrei Kadu.



Lá estava ele com um grupo enorme de amigos! Todos bem bêbados! Sá homens! O bar era um lugar pequeno e sofisticado e não tinha como fugir sem que ele me visse. Demos de cara um com o outro. Acordo do transe com Jonas falando ao pé do meu ouvido:



_ Te controla!



Kadu veio em minha direção com passos rápidos que me deixaram apreensivo. Deu-me um abraço apertado que me desmontou no mesmo instante. Retribuí o gesto beijando seu pescoço. Cheiroso como sempre. CK1. Puxou-me pelo braço em direção a sua mesa e logo foi me apresentando:



_ Agora a festa está completa. Chegou meu grande amigo Gabriel!



Apresentou-me de um a um que ali estavam comemorando a despedida de solteiro! Sim meus leitores... Eu estava em plena festa de despedida de solteiro do cara que estava apaixonado. Que ironia do destino! Jonas rapidamente me puxa falando:



_ Se quiser sair correndo daqui arranjo uma desculpa. Nem que finja um derrame!



Jonas sempre me fazendo rir.



_ Valeu Baby! Mas ta tudo bem!



Sentamos-nos à mesa. Sim, sou masoquista! Bebi a despedida de Kadu! E numa de minhas idas ao banheiro fui surpreendido por sua presença chegando segundos depois. E em mais alguns segundos fomos surpreendidos com Jonas entrando também! Lágico que ele percebeu a movimentação e foi me salvar de mais uma burrada. Mas não teve jeito. Kadu olhou pro Jonas e disse:



_ Segura essa porta.



E em seguida roubou-me um beijo. Olhei pro Jonas que fez um sinal que decifrado significava: APROVEITA LOGO! E assim o fiz!







Era incrível como pegávamos fogo! Um beijo que casava perfeitamente. Sentia uma onda de calor imensa, meu pau endurecendo em segundos. Passava a mão por suas costas, sua bunda. Carreguei-o pelas nádegas e o encostei contra a parede. Ele passava a mão nos meus peitos e como se estivéssemos sozinhos ali, sem cerimônias, desceu meu zíper e enfiou sua mão por dentro de minha cueca apertando meu nervo melado. Tudo isso em segundos. Foi muito rápido.



_ Vem vindo gente!



Jonas cortando o clima. Fazendo-nos recompor.

Antes de sair Kadu falou baixinho:



_Vamos sair daqui. Não mereço uma verdadeira despedida de solteiro?



Jonas respondeu por mim:



_ Merece sim! Ele vai!



Olhei espantado pro traidor me jogando na boca do Leão.



Saindo do banheiro Jonas fala ao meu ouvido:



_ Desculpa Baby, mas vocês merecem! Porra, to de pau duro sá de ver o fogo que vocês propagam! Jamais imaginei o Kadu atracado com outro homem, ainda mais na minha frente!



_ Cara, não acreditei que ele fez isso na tua frente!



_ Eu ainda não tô acreditando.



Passado mais um tempo despedi-me de todos e falei no ouvido dele:



_ Vou com o Jonas dançar um pouco. Quando você estiver livre me liga pra nos encontrarmos.



Ele sorriu e piscou confirmando! Perguntou:



_ Aonde vocês vão?



_ Pro Fetiche, aqui perto na Rui Barbosa.



_ OK!



Fetiche era um lugar gay, pequeno, com música ruim, abafado, calorento, com muita gente “exática”, cerveja quente e atendimento péssimo. Mas curiosamente “todos” estavam lá nas noites de sexta feira. Vai entender? Jonas adorava ir lá. E quem estava mandando era ele!

Já estava um pouco “alto” e achando aquele “inferno” um paraíso. O clima de azaração massageava meu ego. E como não frequentava o lugar era “carne nova” no pedaço. E paracia uma estrela de Hollywood alí no meio. Todos me olhavam! Passado mais um tempo ganho um abraço por trás. Viro rapidamente e constato Kadu ali, pela primeira vez numa boate GAY. Antes que falasse algo, mais uma vez tenho um beijo roubado. Ele estava muito bêbado. Jonas interfere dizendo:



_ Seu doido, você vai se casar no domingo, não te arrisca beijando outro homem aqui! Alguém pode reconhecer você!



Ele dizia:



_ Que se foda! To nem aí!



E me agarrava novamente.



Precisava tirar ele dalí urgentemente. Mas minhas aulas ainda não tinham sido suficientes para dirigir até em casa. Ainda mais depois de rodadas de cerveja. Mais uma vez Jonas salvando o dia:



_ Eu deixo vocês e depois volto de taxi pra apanhar meu carro.



Fomos direto pra minha casa. O Álcool tinha feito Kadu perder total inibição em relação ao Jonas. Quase que chupa meu pau ali mesmo no banco de trás. Tive que contê-lo. Ainda mais que Jonas ajeitava sempre o retrovisor pra não perder nenhum lance rindo de tudo com uma cara cínica.

Em casa fizemos o maior barulho até meu quarto. Despertamos minha mãe que veio ver o que acontecia e logo me dando seu famoso olhar de desaprovação.



_ Amanhã explico tudo mãe!



Já no quarto Kadu ficou nu em segundos. E tirou minha roupa rapidamente também. Antes de joga-lo na cama o virei de costas e fiquei contemplando aquela bunda perfeita. Não resisti e o puxei, colando em mim. Esfregava meu pau naquela bunda redonda que nasceu pra ser apreciada.Beijava suas costas e mordia sua orelha. Ele esfregava o rabo na minha pica. Deixando-me maluco de tesão!!



Deitamos-nos. Comecei a beijar todo seu corpo. Seu peito rosado, sua barriga e de repente:



_ ZZZzzzz



Assustei-me com o ronco e constatei que ele havia dormido. Filho da puta! Fiquei com tanta raiva que a vontade que tive foi de morder o pau dele. Dar uma tapa naquela “fuça”. Deitei ao lado dele pensando no que faria e rapidamente apaguei também! Estávamos ambos muito bêbados.



Acordei com ele desesperado se vestindo.



_ Caralho! Não acredito que dormi aqui! A Claudia vai me matar!



_ Bom dia pra você também.



Ele estava muito tenso pra responder a brincadeira. Saiu correndo depois de descaradamente dizer:



_ Até o casário.



Filha da puta!



Lágico que não ia naquele casamento. Mas depois de ter contado tudo pro Jonas ele me convenceu.



_ Ahh Você vai sim! Nem que eu te arraste! E vamos ficar num lugar estratégico pra ele sempre ficar batendo com olho em você. Esse putinho vai ver sá uma coisa!



Achei a revolta do Jonas engraçada.



Domingo vesti meu traje caipira fashion e esperei Jonas que chegou com uma surpresa. Convocou dois amigos para nos fazer companhia. Entendi a jogada na mesma hora. Olhei pro passageiro do banco de trás que provavelmente era o destinado a mim. Carinha de anjo e corpo de diabo. Fomos apresentados e seguimos para o “arraiá”.



AVISO: O PARÁGRAFO A SEGUIR MOSTRAM UMA PESSOA TOTALMENTE DESPEITADA E IMPLICANTE.



Que visão do inferno. Barraquinhas de comidas típicas. Tudo servido em pratos e copos descartáveis. Plástico pra tudo quanto é lado. Enfeites de papelão, cartolina e jornal. Em cada mesa uma fogueirinha de biscoito champanhe e papel celofane amarelo e laranja representando o fogo. Os figurinos cheirando a naftalina, aquela roupa que fica guardada o ano inteiro para “brilhar” no mês de junho. Um cara desafinado cantando forrá no seu teclado. Odeio eletro-ritmo com todas as minhas forças.



Claudia grita ao nos ver.



_ Meu Deeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeus vocês vieram!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Correu para nos abraçar. Olhou o meu “acompanhante” dos pés a cabeça e fuxicou no meu ouvido:



_ Que gato amigo!!



_ O seu não fica atrás!



Rimos!



Eu sei... Mereço o inferno!



Kadu veio sorrindo até somar 2+2 e deparar-se com dois casais. Falou com Jonas e seu acompanhante e fingiu não ver o moço ao meu lado dando-me um abraço apertado com "tapinhas" nas costas. Tapinhas que arderam de tão pesados. Meu acompanhante estranhou tal situação dizendo:



_ O Cara nem me notou!



Ri se graça. Fomos procurar uma mesa para começarmos “os trabalhos”. Que bom que cerveja tem em qualquer festa né gente?



A festa estava “animadíssima” e reencontrei os amigos de Kadu que conheci em Algodoal e na despedida de solteiro. Logo formamos uma única e enorme mesa. A mais divertida da festa. Não sei o que Jonas havia falado pro meu acompanhante, o moço estava encantado por mim e puxava muita conversa, querendo conhecer-me melhor. E em certo momento acabei me distraindo com ele e dando algumas risadas. O clima era cortado com as cutucadas de perna dadas por Jonas em baixo da mesa. Tudo para notar Kadu visivelmente nervoso com tal situação.



Passado algum tempo, e algumas bebidas na cabeça. O casamento começa. Toda a palhaçada junina foi feita. O Pai da Noiva com a espingarda. A Amante, e nessa hora Jonas não perdeu a chance de dizer-me ao ouvido:



_ Esse papel podiam ter te dado... Ia ser moderno!



Rimos!



Depois da palhaçada o escrivão entra com os livros. Ali era verdade. Ali eu senti um frio na barriga bem real. Um aperto no peito. Vontade de chorar. Meu acompanhante que não era nem um pouco burro passa a mão por minha cintura e fala baixinho:



_ Se quiseres sair daqui eu te faço companhia.



Olhei assustado e ele completou.



_ Relaxa. Percebi pela forma que ele me olha e a que vocês se olham.



_ Não sei do que você está falando.



_Ok. Mas se quiser é sá dizer.



Fiquei meio sem chão e resolvi passar pro whisky.



Quando vou a festas demoro o máximo pra ir ao banheiro, pois sei que depois da primeira urinada a torneira não fecha mais. Em uma dessas idas a dona da casa me deu a dica de usar o banheiro da suíte no segundo andar. Pois a fila do lavabo era enorme. Lá fui eu. Se soubesse...



Depois de aliviar-me na suíte abro a porta e sou empurrado por Kadu para dentro novamente. Ele me abraça e me beija. Tento impedi-lo em vão. Estávamos totalmente bêbados sem medir a noção do perigo.



_ Você não deu minha despedida.



_ Mas você não é mais solteiro.



_ Eu sei. Mas você está devendo e vai pagar agora.



Ele ajoelhou-se puxando minha calça e abocanhando meu pau ainda com gosto de urina. Não se importou!

Eu estava morrendo de medo e dizia:



_ Você é louco! Podem nos flagrar aqui! Vamos embora!



_ Não sairemos daqui enquanto você não pagar a divida então acho melhor você ao invés de resistir terminar logo com isso.



Fiquei tão puto com a situação que o peguei pelo cabelo e o virei de costas fazendo-o bater com o quadril no balcão da pia. Desci a bermuda dele, rasguei um pouco a cueca.Abri aquele rabo e meti a língua. Cuspia com toda saliva que tinha no meu organismo. Enfiava os dedos com força. Com a intenção de causar dor mesmo! Ele se tremia.



Sentei na bancada da pia e recebi um boquete mais elaborado. Ele chupava como se realmente estivesse despedindo-se. Queria aproveitar todos os centímetros. Lambia todoS os cantinhos e bordas do meu cacete que não parava de babar. Fazendo contorcer-me todo. Ele engolia tudo de uma vez e forçava provocando ansia de vômito... Dava um tempo pra recuperar o fôlego e abocanhava mais uma vez!! Cheio de vontade... Cheio de fome!







Debrucei-o sobre a pia e sem camisinha (Condenável eu sei... Mas alguém pararia aí?) enfiei meu pau todo babado de uma sá vez fazendo-o gritar. Tapei a boca dele com minha mão direita e com a esquerda abria sua nádega para me dar mais passagem! De frente pro espelho ele olhava fundo nos meus olhos pelo reflexo. Começamos um vai-e-vem frenético. Ele ia de encontro com meu pau. Batia com força a bunda contra minha pica. Querendo sentir cada centímetro. O segurava pelos cabelos. Curvava suas costas o deixando com a bunda mais empinada. Amassava sua cabeça no balcão da pia. Ele pegava minhas mãos e colocava em seus peitos. Lia seus pensamentos e apertava os bicos. Ele gemia em silêncio (Sim, isso é possível). Anunciei meu gozo fazendo-o se agachar e punhetar meu pau alternando lambidas e chupadas. Abocanhou quando dei meu primeiro espasmo engolindo todo meu gozo como um bezerro faminto. E ao mesmo tempo punhetando o seu Pau. Ele levantou-se com pressa e percebí que ia gozar também. Retribuí o gesto bebendo toda sua gozada. Beijamos-nos sentindo nossos sêmens se misturando. Nossa troca de alianças. Uma pena ter sido tão rápido! Mas nas condições em que nos encontrávamos não podiamos demorar... Podiam dar por nossa falta!



Rapidamente recuperados tacamos pasta de dente na boca fazendo um rápido gargarejo ao mesmo tempo em que nos vestíamos. Mas antes o parei para admirar seu corpo mais uma vez! Afinal aquilo era uma despedida! Que corpo! Abrimos a porta devagar e verificamos que o “terreno” estava limpo. Saímos rapidamente sem criar desconfianças. à medida que a festa foi passando e o álcool aumentando toda vez que ia ao banheiro era interceptado por Kadu. Na ida ou na vinda. Sempre passávamos a mão um no outro, um beijo rápido. Uma mordida... Enfim! Estávamos na maior putaria. Estava tarde e Jonas queria ir embora. Disse que ia ao banheiro pela ultima vez. Precisava me despedir!



Entrei no quarto e logo depois Kadu chega rindo e me beijando ao mesmo tempo em que trancava a porta. Mas não deu tempo. Claudia com um pontapé abre a porta fazendo-a bater nas costas dele. FUDEU!



Ele recuperando-se do susto pensou rapidamente e me deu um empurrão no chão!



Isso mesmo minha gente!



Empurrou-me no chão fazendo com que batesse minha cabeça na quina da cama.



_ Esse viado tentou me agarrar!



Fiquei totalmente assustado e decepcionado com aquele gesto. Fiquei mudo.

Claudia com uma calma, ou frieza, impressionante olha pra mim... Olha pra ele e diz:



_ E você estava trancando a porta pra que?



Kadu gaguejava sem saber o que dizer.



Levantei-me e fiquei sem saber o que fazer. Ela estava em silêncio, com um copo de cerveja na mão. Olhando seriamente pra ele.

Resolvi falar:



_ Eu posso explicar.



Ela me cortou:



_ Você não vai explicar porra nenhuma!



Fiquei mudo.



Ela bebeu o copo num gole sá. E disse:



_ Vamos voltar à festa. Tem gente perguntando por nás. Isso não será discutido aqui!



Kadu me olhou e não contive em fazer a cara de decepcionado. Ele tentou abraçá-la, mas ela recuou dizendo:



_ Agora não. Desce!



Ele foi embora. Covarde! Deixando-me sá ali com ela.



Antes de falar qualquer coisa ela dispara:



_ Não precisa inventar desculpas ou justificar nada. Eu sei o marido que tenho! Sei com quem me casei!



Fiquei assustado com tal revelação.



_ Vocês nunca me enganaram. Eu não sou burra! Achas que eu não sacava? Você acha que eu não percebi as marcas idênticas que vocês tinham no corpo no primeiro dia do ano em Algodoal? Você acha que não percebi a cara que ele te olhava quando você passava? Eu conheço aquela cara. Era a mesma que ele fazia pra mim!



Eu não aguentei e comecei a chorar.



_ Gabriel. Eu sabia! Sabia que ele estava apaixonado por você. Era tão claro! Mas o que eu ia fazer? Entregar de bandeja o único homem que já amei? Jamais! Declarar guerra? Jamais! Acuaria ele e estaria jogando-o nos seus braços. Resolvi te conquistar. Ser sua amiga. Quem sabe assim, você gostando de mim, deixaria-nos em paz.



_ Mas eu deixei!



_ Eu sei! Sei que você tentou! Vi as discagens no celular dele. Vi que você não atendia nem retornava. Li as mensagens cortando ele. Li a mensagem em que dizias que Eu não merecia isso. E isso fez com que eu gostasse de verdade de você. Mas como fui ingênua... Na despedida de solteiro ele não dormiu em casa... Passou a noite transando com você não foi?



Não menti.



_ Nos encontramos por acaso. Mas não transamos.



_ Mas ele dormiu lá com você?



_ Sim, ele estava muito bêbado e dormiu como qualquer amigo meu dormiria numa situação parecida. Juro que não rolou nada.



_ Então vocês não transaram mais desde Algodoal?



Fiquei sem graça e tentei mentir, mas ela percebeu.



_ Não mente pra mim. Ao menos isso, não me engane mais.



_ Transamos.



_ Quando?



_ Pra que você quer saber disso? Que diferença faz?



Pela primeira vez ela levanta um pouco o tom da voz:



_QUANDO??



Mas rapidamente volta para a frieza assustadora:



_ Me diga quandi.



Fiquei em silêncio.



_ Ok, entendi... Foi hoje! Lágico!



Fiquei mudo sem saber onde enfiava a cabeça.



_ Por favor. Some daqui.



Não falei mais nada. Apenas saí.



Quando desci vi Kadu pálido conversando com o Jonas, que estava mais pálido ainda. Fui saindo à francesa. Rapidamente os meninos me seguiram. Já no carro Jonas pergunta se estava bem? Apenas movimentei a cabeça sinalizando um não. Deixamos os rapazes em seua destinos. Contei tudo que havia acontecido no caminho de minha casa. Jonas ficou indignado com o empurrão que levei. Sem falar o galo que estava formando na minha cabeça.



Desabafei:



_ Nunca mais quero saber do Kadu.



E nunca mais quis mesmo!



Já o reencontrei em Algodoal diversas vezes! Aliás... Com o casal!



Sim, continuam casados. Até hoje. Mas, pelo que andei sabendo... Não vivem “felizes para sempre”.

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