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COM ELE APRENDI

Ola! Meu nome é Rafael. Tenho 20 anos e o que passo a relatar aconteceu comigo a mais ou menos 7 anos atrás, sou filho de mãe solteira, desde que nasci, moro com minha avá, mãe e tia, Nunca tive uma presença masculina na minha vida, não tenho contato com meu pai. Quando eu tinha 19 anos, minha tia começou a namorar o Marcelo, 23 anos na época, um cara muito gente fina, agente se deu bem logo de cara, e ele passou a ser minha referencia masculina. Ele passava os finais de semana em casa, mesmo tendo que dar atenção a minha tia, ele sempre dava um jeito de brincar comigo. Jogávamos vídeo game, futebol, luta, de certa forma ele passou a ser o pai que eu não tinha, fazíamos 1001 coisas juntos. Era muito bom. O tempo foi passando eu já estava com 19 pra 19 anos entrando na puberdade. Certo dia eu estava no banho por algum motivo Marcelo e minha tia precisavam sair às pressas, ele precisava tomar banho, bateu na porta do banheiro desesperado querendo entrar, mais eu não deixei, ficou chateado comigo, minha tia falou um monte, pois, eles acabaram perdendo o compromisso que tinham. Eu pedi desculpa, disse que tinha vergonha, nunca tinha tomando banho com outro homem. Ele disse que tudo bem, mas, que eu deveria me acostumar porque um dia eu teria que ficar nu na presença de outro homem. Minha mãe acabou sabendo o que aconteceu e falou comigo que eu deveria me acostumar com certas situações e que na ausência de um pai, o Marcelo seria um bom exemplo pra mim. Passou algum tempo já havíamos esquecido esse lance, certa vez eu estava entrando no banheiro pra tomar banho e ele em tom de brincadeira disse que ia tomar banho comigo todos rimos lembrando o que aconteceu. Mas minha mãe incentivou dizendo que não havia nada demais e que eu precisava passar por essas situações etc. eu meio se graça acabei concordando. Marcelo percebeu meu embaraço, assim que entrou no banheiro disse pra agente tomar banho de cueca e que quando eu estivesse acostumado agente tomaria banho nu. Marcelo é um homem de uma beleza normal, tipo latino, moreno, 1,80m, olhos castanhos, cabelos pretos cacheados, 72 kg, bunda bem feita, e um belo dote. Ainda hoje lembro a cena. Via ele de bermuda e sunga, mas aquela situação era diferente. Foi inevitável eu não olhar no corpo dele. A água molhando seu corpo, a silueta do pau dele na cueca molhada, os pelos da região do abdome, coisa que até então não havia prestado atenção agora aguçava minha curiosidade. Esses banhos tornaram rotina, mas sempre de cueca. Até que um dia ele entrou primeiro no banho e eu cheguei depois, pedi pra entrar ele abriu meia porta e disse que estava nu, eu disse que tudo bem, entrei e meus olhos foram diretos pra sua virilha. Não acreditei no tamanho daquela coisa, eu imaginava que era grande, mas não tanto. Era enorme, mesmo mole. Eu fiquei de cueca, tava sem jeito de tirar, ainda mais vendo o tamanho daquela anaconda, a minha era uma minhoquinha perto daquilo. E ele falou:

- Vai ficar assim? Pô meu! Somos homens, não tem nada demais ficar pelado na frente um do outro. Eu meio sem jeito fiquei nu também. Meus olhos não conseguiam desviar daquela pica. Era grande, grossa, sai do banho e a imagem daquela pica não saia da minha mente, tava impressionado mesmo. Ficava ansioso esperando os fins de semana pra tomar banho com ele. Dias depois num desses banhos ele foi fazer a barba e eu fiquei sentado no vazo vendo ele se barbear e conforme ele se barbeava a pica dele ficava balançando e ele me flagrou olhando direto pra ela. Rindo ele falou:

- Que cê ta olhando seu porra?

Caraca! Eu não sabia onde enfiar a cara. Fiquei roxo de vergonha, queria sumir dali. E ele rindo falou que tava brincando, que na minha idade era normal ter curiosidade. Mesmo assim, naquele dia eu perdi o rumo, não via a hora de sair dali me tranquei no quarto não tinha coragem de olhar para ele, passei o fim de semana trancado. No domingo antes de ir embora, ele entrou no meu quarto, deitou na cama comigo, ficou calado um tempo e depois me perguntou se eu estava chateado com ele, que ele sá havia brincado comigo, pediu desculpa, pois, se ele achasse que eu ficaria tão sem graça ele não teria brincado. Deu-me um abraço forte e me puxou pra cima dele eu fiquei deitado sobre ele. Caraca!!!! Aquilo foi muito bom. Minha mãe, minha avá e minha tia me davam muito carinho, mas esse eu ainda não havia sentido. Tive uma ereção instantânea, se eu pudesse ficava ali pra sempre, a sensação de estar deitado sobre ele sendo afagado nas costa e na cabeça era muito boa. Acho que ficamos assim por uns dez minutos, ele sempre me fazendo carinho me perguntou se estava perdoado. Eu disse que tava tudo bem ele me disse:

- Põe uma camiseta pra sua tia não ver seu cirquinho armado, vamos lá pra sala que eu já estou indo embora.

Ele chegava sempre as sexta feira por volta de 18hs, mas aquela semana durou uma eternidade. Assim que ele chegou, falou um pouco com minha avá não deu atenção pra mim, foi pro quarto com minha tia, eu meio sem jeito não sabia se ia tomar banho sozinho se esperava ele, tava perdidinho. Já decepcionado quando ele sai do quarto com a toalha na mão e fala:

- Vamos tomar banho?

Eu dei um pulo do sofá, minha ansiedade era tanta que nem peguei toalha e cueca. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Assim que agente entrou eu fui arrancando a bermuda com cueca e tudo, ele pelo contrario, foi bem devagar, tirou peça por peça. Primeiro a camiseta, depois as meias, depois a calça e mais devagar ainda ele tirou a cueca parecia que estava se exibindo pra mim. Eu estava hipnotizado, não conseguia desviar os olhos dele. Principalmente daquela rola enorme no meio das pernas dele. Quando ele falou:

- Vai na frente. Eu vou me barbear.

Eu sem pensar falei:

-Ah não! Eu fico sentado no vazo vendo você se barbear.

Ele deu um sorriso safado e disse

- Ta bem, você que sabe.

Ele começou a se barbear e eu olhando fazendo um esforço tremendo pra não olhar pra baixo, mas não conseguia, parecia que aquela pica tinha imã, e atraia meus olhos pra ela. Ele deu uma risada safada. Eu fiquei sem graça.

- Cê não consegue tirar os olhos da minha pica.

Eu baixei a cabeça envergonhado. Ele passou a mão na minha cabeça, fez um cafuné e disse:

- Calma! Pode olhar a vontade. Eu sá to brincando pode matar sua curiosidade isso é normal.

Eu meio sem jeito fui levantando a cabeça não sabia se olha ou não.

- Pode olhar. Já te disse, na tua idade é normal, mata a tua curiosidade.

- Ela é grande né?

- Você acha? A sua também vai crescer. (rindo)

- Sério? A minha é tão pequena.

-Oh Rafa! Não se preocupa com isso não o importante é que ela funcione. E a sua funciona. Você pensa que eu não senti ela dura na minha barriga naquele dia?

Nisso ele termina de se barbear para bem na minha frente com a pica bem na minha cara e diz:

- Pode olhar a vontade, que mais você quer saber?

Eu fiquei hipnotizado olhando aquela rola enorme a menos de um palmo no meu rosto

Ele segurou a pica, arregaçou a pele mostrando a cabeça, pegou aquele sacão, mostrando as bolas enorme a rola foi ficando duraça 23 cm dava aquelas pulsadas forte quase tocando meus lábios, deu vontade de segurar.

- E ai? Matou a curiosidade?

- Matei

Ele se afastou um pouco eu levantei do vazo minha pica tava duraça.

Ele deu uma risada e disse:

- Ta vendo? Isso é o que importa. Ta igual a minha.....duraça.

Entramos no Box e eu não tirava os olhos da pica dele que continuava em riste.

- Pô Rafa!!! Se você continuar olhando ela não vai baixar. E ai, como eu vou sair assim do banheiro? Coitada da sua tia hoje ela vai sofrer.

Nesse dia agente demoro pra caramba pra sair do banho.

Bom, minha mãe e minha avá são enfermeiras. Sempre fazem plantão. Minha tia é gerente de uma loja e no final de ano trabalha todos os dias até as 22hs. Inclusive sábados e domingos. Já era dezembro de 2003. Era sexta feira eu estava sozinho em casa vendo TV, quando o Marcelo chegou por volta de duas da tarde, ele nunca chega nesse horário. Foi ao quarto, guardou a mala, voltou pra sala sá de bermuda, sem camisa deitou no sofá com a cabeça no meu colo perguntou onde tava todo mundo eu disse que estavam trabalhando. Eu comecei a mexer no cabelo dele.

- Assim eu vou dormir. Sabe fazer massagem?

- Sei um pouco. Eu sempre faço na minha mãe.

- Faz em mim então.

E já foi deitando debruço no tapete. Eu comecei a massagem nos ombros dele descia até práximo da bunda e subia de novo fiz durante um bom tempo, mas já tava cansando devido a posição. Disse que ia parar

Ele pediu que não, que era pra eu sentar na bunda dele e continuar. E assim eu fiz. Depois de certo tempo ele pediu pra massagear o peito. E me mandou sentar na barriga dele. Assim que eu sentei ele mandou sentar mais pra baixo que assim tava machucando. Eu sentei na virilha dele. Caraca! Mal sentei e senti a rola crescendo. Conforme me movimentava sentia a rola dando saltos dentro da bermuda dele. A sensação de ter aquela rola roçando minha bunda era muito boa, instintivamente meu cu pisca, eu tava adorando aquilo era bom demais. Eu fazia movimentos fortes na massagem sá pra forçar minha bunda na pica dele. Teve um momento em que ele disse:

- Levanta um pouco ta machucando.

Eu já ia saindo de cima dele quando ele falou:

- Calma! Não sai. Deixa sá eu arrumar ela aqui.

Enfiou a mão na bermuda ajeitou a rola bem no meio e mandou continuar a massagem. Assim que eu sentei, senti que ela encaixou bem no meu rego, aquilo foi bom demais meu cu pisca, minha pica tava tão dura que até doía, eu senti ele forçando o corpo pra cima de encontro a minha bunda sentia as fisgadas que a rola dava quando eu sentia isso, meu cu piscava ainda mais . Teve uma hora que ele me mandou parar mandou deitar meu tronco no peito dele sem tirar a bunda da virilha dele me abraçou começou a fazer movimento forte contra minha bunda eu sentia a rola roçando meu cu cada vez mais forte cada vez mais rápido de repente seu corpo começou a tremer sua respiração ficou rápida e profunda e logo depois relaxou. Mandou eu ficar quietinho deitado no peito dele, a respiração foi voltando ao normal, senti que a rola ia murchando na minha bunda, pediu pra eu deitar do lado dele, pôs minha cabeça no peito dele fazendo carinho em mim, ficamos assim por um tempo, depois ele me chamou pra tomar banho. Assim que agente entrou no banheiro ele tirou a bermuda olha pra cueca toda melada e disse:

- Olha ai o que você fez.

Eu olhei pra cueca dele, tinha uma mancha enorme, toda melada, ele foi baixando aos pouco, a pica tava meia bomba toda melada, da cabeça ainda saia um pouco de porra.

- Ta vendo? Isso aqui é culpa sua.

- O que eu fiz?

Ele riu e disse:

- Nada.Você sá me fez ter uma baita gozada.

Botou a pica de novo dentro da cueca, deu uns apertões forte, e disse:

- Vamos tomar banho, pois, ela ta ficando viva de novo. Mostrando ela crescendo dentro da cueca. Tomamos banho a pica dele ficou o tempo todo duraça. Quando agente acabou ele disse:

- Tua tia ta ferrada hoje.

Fomos pra sala ver TV e esperar elas chegarem. E de vez em quando ele me mostrava o volume dentro da bermuda. No sábado por volta de 10hs acordo com ele deitando na minha cama, tava sá de cueca

- O que você ta fazendo aqui?

- Sua mãe, sua tia e sua avá saíram pra trabalhar como você não levantava vim acordar você pra ver TV comigo.

- Ta cedo deixa eu dormir mais um pouco

E virei de costas pra ele. Ele me agarrou por trás senti rola dura roçando minha bunda eu fingi reclamar e me ajeitei e ela encaixou direito no meu reguinho eu também estava sá de cueca.

- Assim é sacanagem. Eu vou acabar gozando na cueca de novo

Ele ficou me encoxando

- Oh Rafa! Você já fez troca-troca?

- Claro que não!!!!! Você esqueceu que você é o único que eu já vi pelado?

Ficou aquele silencio.

- Você tem vontade de fazer?

- Num sei....

Ele rindo

- Porra muleque!!!! Nem pra isso você presta.

- Por quê?

- Nada não.

- Fala.

Ele rindo

- Se você já tivesse feito seria mais fácil.

- Fácil pra que?

- Pra comer teu cu (rindo)

Eu fiquei sem saber o que dizer. Ficamos em silencio de novo, mais ele não desgrudou de mim. Eu não sabia bem porque, mas sentir ele assim, colado em mim, aquela pica enorme roçando minha bunda, era muito bom. Eu disse:

- Você falou sério?

- O que?

- Que quer comer meu cu?

- E você? Quer dá pra mim.

- Num sei.....Quando agente dá o cu agente vira viado num é? Eu não quero virar viado não.

Ele riu

- Se eu não virar viado, eu dô pra você.

- Sério?

- Sério

- Olha pra mim.

Eu virei o rosto de lado e olhei pra ele. Ele deu um beijo bem práximo da minha boca

- Vira de frente pra mim.

Eu virei . Fiquei frente a frente com ele

- Tem certeza que você quer dá pra mim?

- Tenho.

Ele pegou minha mão, botou minha mão dentro da cueca dele eu fui logo segurando aquela rola enorme, dura com ferro, mal cabia na minha mão, toda melada. Ficamos assim por um tempo. Ele me encoxando, depois ele levantou, ficou em pé na beirada da cama e falou:

- Vem cá. Senta aqui na minha frente.

Eu sentei. Ele baixou a cueca pôs aquela rola enorme a centímetros da minha boca.

- Chupa.

- Ah não! Eu tenho nojo, ta saindo esse negocio melequento ai.

- Não fica com nojo não. Isso é limpo.

- Chupa vai......

Pegou minha cabeça e foi esfregando meu rosto nela. Eu fechei os olhos tentava escapar, mas, ele foi pedindo com carinho e eu fui cedendo, ele passava a cabeça melada na minha boca, eu senti um salgadinho gostoso nos lábios, aos pouco fui abrindo a boca, fui sentindo aquela pele macia entrando devagarzinho, fui abrindo mais, já sentia a cabeça toda na minha boca, ele pegou minha mão, levou até sua boca, pegou o meu polegar, e começou a chupar e disse:

- Faz assim.

Enquanto ele chupava meu polegar, eu fazia igual na rola dele. Ele forçava a rola na minha boca, mas ela é muito grossa, não cabia. Ele fazia movimento de vai e vem eu a sentia tocando na garganta chegava a engasgar ela dava pulos dentro da minha boca ele se contorcia todo, às vezes ele mandava parar e chupar as bolas, lamber toda ela, enfiava o Maximo que podia na boca, chupava as bolas, ele gemia. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos começou um vai vem bem devagar, foi aumentando o ritmo, dava umas estocadas forte, eu até me engasgava, sentia a cabeça passar da garganta. O ritmo foi aumentando, mais e mais, a respiração forte e ofegante, sá ouvi um vou gozar a pica dar umas pulsadas fortes na minha boca, e em jatos fortes senti minha boca inundada de porra. Eu tentei tirar da boca, mas ele não deixou eu acabei engolindo tudo.

- Puta que pariu muleque. Tem certeza que você nunca chupou uma rola? Putz!!! Foi bom demais.

- Ta vendo? Foi tão bom, que ela continua dura.

- Eu pensei que você ia me comer.

Ele riu.

- Calma muleque. Esse cuzinho tem que ser devagar se não eu vou te rasgar ao meio.

- Primeiro você vai aprender a chupar minha rola, quando você tiver craque eu arrombo esse cuzinho.

- Da espaço ai, deixa eu deitar um pouco com você.

Eu virei de costa e ele grudou em mim sentia a rola roçando minha bunda, minhas coxas

- To com medo de comer você.

- Por quê?

- Minha rola é muito grande, vai te machucar. Deixa você crescer um pouco mais.

- Cê tem um bundinha gostosa. Sá de falar meu pau já ta ficando duro. Ta sentindo?

- To.

Ele enfiou a mão na minha cueca passou o dedo no meu buraquinho tentou enfiar um dedo.

- Nooooossa!!!!! É apertadinho. Não vejo a hora de arrancar esse cabacinho.

Abaixou minha cueca, encostou a pica no meu reguinho, ficou fazendo vai e vem, aquilo era bom demais, as vezes ele botava a cabeça bem na entradinha, Caraca!!!! Quando eu sentia eu empurrava a bunda contra ela, se meu cu falasse ele ia pedir pra ela entrar, era uma sensação gostosa que ia do cuzinho até pica, que tava dura como pedra.

- Eh muleque!!! Ta doido pra dar pra mim né?

- Seu porra! Tu num guenta não.

- Dá mais uma chupada

E já foi virando de barriga pra cima, e eu cai de boca novamente tava ficando craque . chupei durante um tempo quando ele falou.

- Deita ai. Apáia sua cabeça com o travesseiro.

Ele veio por cima e disse:

- Vou fuder a tua boca sá pra tu sentir o que eu vou fazer com o seu cu, quando eu te comer.

- Abre bem a boca.

Putz!!! A rola foi direto pra garganta, me engasguei na hora. Ele riu, mas nem ligou, começou a fuder minha boca, as lagrimas rolavam pelo meu rosto, as bolas batiam no meu queixo, ele socava forte, a pica escapava ele enfiava de volta, socava lá no fundo, eu já não tava mais aguentando. 23 cm de rola na boca de um muleque de 13anos, de repente ele começou a respirar ofegante a deu uma estocada forte lá no fundo da garganta eu senti a pica dar pulsadas forte uns jatos direto na garganta eu nem senti o gosto da porra, ela passou direto. Ele caiu pro lado minha garganta tava ardendo o quarto tava impregnado por um cheiro forte, depois vim saber que era cheiro de foda. Levantamos, fomos tomar um banho, a pica dele tava vermelha, ele olhava pra mim e ria, minha garganta tava pegando fogo, voltamos a dormir. Acordamos por volta de 15hs ele preparou um lanche pra gente e ficamos vendo TV. Eu tava meio envergonhado, ele agia natural, parecia que não tinha acontecido nada. E do nada ele pergunta:

- E ai? Gostou?

- Minha garganta ta ardendo.

Ele riu

- Imagina seu cuzinho como vai ficar quando eu arregaçar. Você não falou se gostou ou não?

- Gostei sim.

Ele abaixa o shorts e põe a pica pra fora e pergunta:

- Quer chupar de novo?

O pior de tudo é que eu queria. Eu ficava hipnotizado quando via aquela rola. Sá falei

- Mais tarde

Minha garganta tava pegando fogo. Vi um pouco de TV, joguei um pouco, sai na rua um pouquinho. Voltei por volta de 18hs ele dormia no sofá, fiquei parado por tempo admirando ele. Me ajoelhei junto ao sofá, puxei o shorts dele e apareceu aquela rola que apesar de mole, era enorme. Ele nem se mexeu, eu a peguei na mão puxei a pele que cobre a cabeça, saltou pra fora uma cabeça rosada quase roxa macia, cobri e descobri algumas vezes, baixei minha cabeça e a coloquei na boca, mesmo mole não entrava toda, fui chupando devagarzinho como ele havia me ensinado, ela foi crescendo ficando grossa já não cabia na boca, ele acordou me viu como a rola na boca, deu aquele sorriso safado pôs a não na minha cabeça, foi fazendo cafuné dessa vezes a única coisa que ele pediu foi pra eu virar a bunda pra ele. Ficou alisando minha bunda e eu chupando o rola dele, bem devagar, com calma, sentia toda a extensão dela, do tronco a cabeça, chupava as bolas percebi que ele gostava quando passava a língua por baixo do saco e quando lambia a virilha, depois de um tempo enfiei um pouco mais da metade na boca e chupava forte como se fosse um picolé, quando percebia que ele ia gozar parava dava um tempo e voltava à carga com tudo, até que ele encheu minha boca de porra pela terceira vez. Fiquei chupando até ela amolecer.

- Porra muleque!!!! Se eu soubesse que tu mamava assim, já tinha feito a festa faz tempo. Tua tia nem chega a teus pés.

Logo depois elas chegaram. Domingo antes de ir embora me chamou pra tomar banho e eu dei mais uma bela chupada. Não via a hora de chegar o fim de semana. Chegou sexta feira. Marcelo apareceu por volta das 14hs novamente eu estava sozinho.

- Muleque!!!! Hoje esse cu não me escapa. Passei a semana toda pensando nele.

Já foi tirando a roupa, a pica já tava duraça. Me levou pro quarto, eu sentei na beira da cama, comecei uma chupeta deliciosa, sentir aquela rola enorme na boca era muito bom. Ele dava umas gemidas, segurava minha cabeça e forçava aquela torra de carne pro fundo da minha boca. Putz!!!Minha pica tava duraça meu cu pisca. Depois de algum tempo ele me põe de quatro na beirada da cama, começa a passar a rola no meu reguinho parava a cabeça bem na portinha e forçava de leve. Nossa meu cu pisca feito arvore de natal, sentia um choque gostoso que ia da portinha cu até a minha pica. Cada forçada que ele dava eu sentia meu cuzinho se abrindo. Mas, não sentia dor, pelo contrario, era bom demais. Ele parava, lambuzava com cuspe e forçava de leve, minhas pregas iam cedendo e aquela cabeçorra ia entrado. Caralho meu!!! Que coisa boa eu sentia, era sá prazer, nada de dor, meu esfíncter cedeu por completo e a cabeça entrou meu cu piscava descontrolado, sem tirar de dentro ele foi me forçando a deitar senti aquele homem deitando sobre foi maravilhoso. Ele passou os braços por debaixo dos meus ombros me puxando de leve para baixo, enquanto forçava seu corpo contra o meu bem devagar, começo a sentir aquela torra de 23 cm me invadindo centímetro por centímetro até sentir as bolas batendo na minha bunda.

- Caralho muleque!!!! To todo dentro de você.

Ficou parado por um tempo, sentia pulsando dentro de mim, devagarzinho ele começou um vai e vem bem de leve, parava e forçava, eu a sentia tocando meu umbigo por dentro tava entalado por aquela pica, que coisa boa eu sentia. Sua respiração na minha nuca mordiscava de leve minhas orelhas, dava beijinho no meu rosto. Aos pouco ele foi aumentando o vai e vem, comecei a sentir um pouco de dor, mas o prazer era muito maior. Ele socava cada vez mais forte, quase saia de dentro de mim, entrava e sai, entra e saia, pelos ombros me puxava de encontro a seu corpo e nesse ritmo ele encheu meu cu de porra. Senti seu corpo relaxando sobre mim, sua respiração voltava ao normal, sua pica continuava dura, o peso daquele homem sobre mim era bom demais.

- Caralho Rafa!!! Que cu gostoso.

- Ta doendo?

- Não.

- Muleque!!! Cê ta fudido. Vou comer esse cuzinho sempre.

- Ta sentindo dor? Deixa eu olhar como ele esta.

E foi saindo de dentro de mim. Passei a mão no meu cu e fiquei assustado com o tamanho do buraco que tava. Sá agora sentia uma dorzinha na altura do umbigo. Ele me mandou ficar de quatro para ver como tava. Disse pra ficar tranquilo que tava tudo bem não havia sangramento. Fiquei preocupado, pois tava muito largo ele disse que voltaria ao normal assim que eu tomasse um banho. Assim que me levantei, escorreu uma quantidade enorme de porra pelas minhas pernas, fomos tomar banho, ele me comeu de novo, sá que dessa vez doeu pra caramba. No sábado ele quis me comer, mas eu não aguentei doía demais. Mas, mamei feito um bezerro. Agora ele ta casado com minha tia, construíram uma casinha nos fundo aqui de casa. Pra mim esse cara é tudo. É o pai que eu não tive, é meu melhor amigo, com ele aprendi a ser o homem que sou ele esta presente em tudo na minha. Com ele aprendi a gostar de buceta e como uma sempre que pinta. Tenho namorada e passo ferro nela sempre. Nunca dei pra outro cara e nem tenho vontade. Faz sete anos que levo ferro pelo menos uma vez por semana.

Marcelão!!!! Você mora bem aqui, no lado esquerdo do meu peito.







Ps: Esse é um conto verídico, tudo relatado é real. por isso o conto foi longo.

Abraço a todos

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