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COMEÇOU POR CHANTAGEM CONTINUOU POR TESÃO

Começou por chantagem continuou por tesão - I

Parte I

Trabalho em uma transportadora de cargas no departamento de TI (Informática). Na minha sala trabalhava uma morena linda, cabelos negros levemente encaracolados, pele de índia, olhos grandes e negros coxas grossas e peitos pequeninos e empinados. Essa morena chamava-se Mônica e era encarregada do departamento financeiro. Ela gozava de regalias por namorar o irmão do dono da empresa e costumava trabalhar com roupas curtíssimas e provocantes. Certo dia eu percebi que o extrato que estava sendo encaminhado para a contabilidade estava com o saldo muito menor do que o que eu havia imprimido pela Internet. Por curiosidade fui procurar saber o motivo e descobri que se tratava de um desvio de dinheiro da empresa e que alguém estava maquiando o extrato. Inocentemente, pedi que ela me esperasse apás o expediente, pois tinha algo sério para tratar com ela. Notei que ela ficou nervosa, mas jamais imaginaria que era ela a responsável pelos desvios. Apás o expediente, ela me aguardou como eu tinha pedido e quando abordei o assunto, ela veio com muita agressividade, me ameaçando, me lembrando do seu prestígio juntos ao diretor. Eu comecei a notar que ela tinha algo a ver com a situação e imediatamente lhe disse:

- Você deve, então, usar do seu prestígio para exigir provas. Isso eu tenho e posso provar, seja pra você ou para o Diretor, você escolhe.

Ela perdeu o controle e me xingou:

- Quem você pensa que é? Você é um merda que eu boto para fora dessa empresa antes de dar qualquer pio !

Eu na mesma hora retruquei:

- Pois a primeira coisa que farei amanha será ir a diretoria, com o material que prova o que estou dizendo.

Ela, muito nervosa me pede calma e faz a confissão de que é ela que está roubando a empresa. Diz que é muito humilhada pelo irmão do diretor e que por raiva começou a fazer o desvio e que tinha juntado muito dinheiro, milhares de Reais. Me ofereceu R$ 50.000,00 para que eu não a denunciasse.

Nunca senti tanto poder na minha vida. Eu tinha aquela morena linda nas minhas mãos e mandei ela ir beber um pouco de água enquanto eu pensava em tudo que ela tinha dito. Minha cabeça viajou, o poder sumiu a minha cabeça, lembrei meu salário, lembrei o quanto a desejava.

Quando ela voltou eu estava frio, algo tomou conta de mim e uma força perversa me invadiu. Disse assim que ela voltou:

- Você é uma ladra e eu vou te colocar na cadeia. Seu namorado vai fazer questão de te colocar na cadeia!

Ela em choro:

- Por favor, lhe dou mais. Quanto mais você quer?

Nesse momento já estava sentado em cadeira de trabalho, com um olhar arrogante e insensível, abri o zíper da minha calça e coloquei meu pau para fora:

- Para começar, quero que você chupe meu pau, agora.

- Você está louco!

- Estou louco para ver você sair daqui algemada! Escorraçada pelo patrão e o irmão dele, seu namoradinho! Anda, ajoelha e chupa. Eu digo quando parar. Eu digo como eu quero e você sá mama !

Nessa hora meu pau já estava duro feito pedra e ela parecia pensar rápido. Se abaixou e pegou meu pau com bastante má vontade. Parecia me olhar, esperando que eu desistisse da chantagem. Eu nada disse, apenas a olhei como quem está perdendo a paciência.

- Ela, timidamente foi se chegando perto do meu pau duríssimo, eu tentava não demonstrar emoção nem atração por ela, mas a verdade é que estava sendo delicioso essa sensação de poder.

Ela começou a chupar de maneira mecânica e eu resolvi que agora com meu pau na sua boca, era hora de humilhá-la.

- Você não sabe nem chupar um pau? Você acha que isso vale seu segredo? Se eu soubesse que você era uma merda dessas não daria meu pau para você chupar.

Suas lágrimas começaram a cair.

- Chupa, vadia, ladra, desse jeito você vai passar a noite toda e eu não vou gozar.

Acho que ela sentiu que se caprichasse um pouco poderia acabar logo com a tortura, pois já estava a uns 20 minutos chupando e eu somente lhe ofendendo e humilhando. Começou a ficar realmente mais gostoso, mas ainda não era uma chupada como eu queria. Dei um tapa em sua cara e ela me olhou com espanto ameaçando parar de me chupar. Segurei-a pelos cabelos e disse:

- Chupa direito essa merda, ou nosso trato vai pro caralho! E chupa me olhando, vai me dar tesão seus olhos de vadia e ladra arrependida. Esse boquete ta uma merda, a gente vai ficar aqui a noite toda!

Com força tirei ela pelos cabelos da minha pica e gritei:

- Quero que você me diga que vai chupar gostoso! Diz: Vou chupar gostoso!

Ela fez sinal que sim com a cabeça.

- Diz, vadia: Vou chupar gostoso!

Ela disse aos soluços:

- Vou chupar gostoso.

Eu a soltei e a olhei como que espera uma reação.

Ela já completamente dominada voltou a me chupar, agora como eu realmente queria. Eu ia mandando e ela ia fazendo:

- Chupa me olhando, agora tira e lambe ele todo, de cima a baixo. Isso... agora coloca ele na boca novamente. Me fode com a boca. Assim... ta gostoso, ta aprendendo, vadia. Sem pressa que agora ta bom. Faz carinho no meu saco enquanto me chupa. Assim, nooooosa, ta bom demais. Ta começando a valer meu silêncio... continua que eu vou gozar.

Olhei para ela, pois sabia que faria carinha de espanto.

- Vai, continua, e não faz manha não, porque vou gozar na sua boquinha mesmo, e quero meu pau limpinho, quero que beba todinho...

Ela chupava agora com força, acho que ficou ansiosa com o que aconteceria e teve vontade de acabar logo com aquilo. Eu deixei, afinal já não aguentava mais ser chupado tanto.

- Continua. Assim... to quase... ta vindo seu leitinho, chupa vadia! Vou gozar. Vou gozaaaaar...

Segurei sua cabeça, pois tinha certeza que ela tentaria tirar. Impedi que ela tirasse meu pau da boca e gozei tudo lá dentro. Mandei ela continuar a chupar.

- Chupa ! Continua, vadia.

Ela estava horrorizada, os olhos estavam arregalados. Quando acabei de gozar, falei relaxadamente:

- Que delícia. Agora termina o serviço e lambe tudo. Deixa meu pau limpinho, porque você foi deliciosa.

Ela chupou até deixar meu pau limpinho. Em alguns momentos sentia que ela tinha ânsia de vômito. Mandei ela levantar e abrir a boca, pois queria ver se ela tinha engolido tudo. Ela abriu e a minha porra estava dentro da sua boca. Eu ri e mandei ela engolir:

- Engole, vadia. Quer jogar meu leite fora?! Engole com a boquinha aberta que eu quero ver.

Ela fez que não com a cabeça, esperando misericárdia, mas eu não me abalei e não repeti a ordem. Apenas a olhei com autoridade e segurei suas bochechas para manter sua boca aberta. Não posso negar que me deu um prazer sádico a dificuldade com que ela bebeu minha porra, tendo uma violenta ânsia de vômito.

Eu ri, e lhe disse:

- Fiquei ofendido com esse show, que exagero, minha namorada cansou de beber minha porra...

Ela nada disse, apenas limpou o canto da boca com as costas das mãos e me perguntou:

- Posso contar com seu segredo?

- Pode, por enquanto pode. Espero você aqui amanhã depois do expediente para conversar sobre esse assunto.

Ela sentiu que não ficaria tão barato, mas apenas se virou e saiu. Eu sabia que ela pensaria em uma maneira de escapar dessa situação e que eu acabaria envolvido como cúmplice. Por isso, tinha que pensar em algo para me livrar de qualquer suspeita, aproveitar sua submissão temporária.



Estou sempre no ICQ 91130617 e no MSN [email protected] afim de um bom papo. Rio de Janeiro. ;)





Começou por chantagem continuou por tesão - II

Parte II

O dia se passou tenso. Eu tinha bolado um jeito de colocá-la cada vez mais submissa e envolvida. Chamei Mônica para almoçar, para testar seu comportamento. Ela aceitou, sem demonstrar repúdio ou alegria. Me assustou até sua indiferença. Pensei ter havido algo que pudesse dar uma reviravolta na minha posição privilegiada. Almocei de forma cínica, a olhando como se nada tivesse acontecido, como se estivesse flertando com ela.

Ao fim do expediente, ela, como eu, fingiu estar trabalhando até que todos saíram. Ela veio até a mim, e talvez tentando recuperar o controle da situação, fez uma proposta, na verdade me perguntou com aparente tranquilidade:

- Quanto você quer? Diga e fazemos um acordo. E o que eu conseguir desviar, daqui para a frente, dividimos meio a meio.

Retruquei:

- Você acha que vou me envolver com você nessa sujeira? Você ontem comprou meu silêncio para pensar se te perdoava ou denunciava você. Não me tenha como sácio ou cúmplice.

Sua frágil calma despencou e o nervosismo tomou conta de Mônica novamente. Aproveitei o momento e calmamente lhe expliquei o que queria dela nesta noite:

- Pegue suas coisas. Vou sair agora e te esperar no práximo posto de gasolina aqui da avenida. Você dá o tempo que achar conveniente para disfarçar e vá atrás de mim. Encosta atrás do meu carro e pisque os faráis. Quero que me siga até minha casa.

Ela tentou argumentar, mas eu virei as costas, peguei as chaves do meu carro e saí, com a mesma falsa arrogância e segurança, que camuflava meu medo.

Fui até o posto e a esperei. Achei que ela demoraria mais, para se recompor, mas para minha surpresa, ela estava a piscar os faráis, muito antes do que eu imaginava. Arranquei com o carro e vi que ela veio atrás. Liguei para seu celular e comecei a brincadeira, ela atendeu:

- Alô? O que você quer? Fiz o que você queria, estou te seguindo para a sua maldita casa!

- Calma Mônica, o que te deu? É assim que me trata, que atende seu celular?

- Ok, desculpa, é que tudo isso me deixa nervosa.

- Pois acalme-se. Quero que você abra os botões de sua blusa. Todos.

- Você está louco? Estamos na rua !

- Que foi? Te deu um lampejo de pudor? Devia ter tido pudor de roubar a empresa do irmão de seu namorado! Faça o que estou mandando, já sentiu que não quero seu dinheiro, então, não me faça perder a paciência e continue fazendo eu ficar calado! Desabotoe todos, agora!

Desliguei o celular. Ela estava práxima ao meu carro, e pelo retrovisor eu a via, socando o volante. A raiva tomava conta dela. Imaginei como ela devia estar procurando um jeito de sair dessa situação que eu a infligia. Mesmo assim, pude ver os botões sendo desabotoados, um a um. Toquei novamente para seu celular. Precisava dela descontrolada, quanto mais surpresa e descontrolada ela estivesse, menos chances teria de pensar e reavaliar a situação.

- Alô, Mônica?

Dessa vez ela conseguiu controlar-se:

- Alô, está satisfeito? Estou como você queria?

- Quase. Quero que tire o sutiam. Estou adorando a visão e quero melhorá-la.

Ela desligou o celular na minha cara. Vi que tinha conseguido, ela estava descontrolada novamente, e com os olhos novamente cheios de lágrimas, começou a tirar o sutiam, com muita dificuldade pois estava dirigindo.

Me divertia com ela tentando tirar a peça e ao mesmo tempo segurando a camisa desabotoada toda vez que passava algum carro ao lado. Vi quando ela com raiva arrancou a peça, arrebentando as alça e jogando-a com força no banco do carona. Me divertia e me assustava pois estava dominando uma mulher forte, e inteligente e que me deixava com um fio de medo.

Me deliciei pelo retrovisor com a visão de seus seios, que eram tapados com as mãos o máximo possível, mas que eu podia vê-los pois alternava a velocidade e a forçava a várias trocas de marcha. Me sentia totalmente no controle. Ela era minha boneca. E que boneca. Deliciosa. Seus seios eram muito menores e mais durinhos do que eu imaginava. Quase não tinha aureolos, apenas o bico se destacava, intumescido, durinho, talvez pela excitação, talvez pelo ar-condicionaldo ligado do carro, para manter os vidros filmados levantados, proporcionando certa proteção contra os olhares vindos dos lados. Apenas eu apreciava aquelas duas esculturas simétricas.

Chegamos desci do carro. Abri o portão e coloquei meu carro para dentro da garagem. Fui até seu carro e mandei ela colocar na outra vaga da garagem. Ela entrou, com misto de medo e alívio, pois estava protegida do olhar dos estranhos.

Desceu do carro abotoando os botões da blusa, quando eu, aproveitando que agora ela estava mais a meu mercê do que nunca, dentro de minha toca, dei-lhe um tapa estalado na face. Ela ameaçou me agredir e dei-lhe outro. Ela caiu de joelhos, seios à mostra e lágrimas nos olhos. Apenas disse:

- Siga-me. E agora, livre-se dessa blusa. Estou cheio de sua frescura. Essa merda eu vejo, pego e chupo a hora que eu quiser.

Ela levantou-se e veio atrás de mim. Retirou a blusa a trouxe nas mãos junto aos peitos, ainda tentando cobri-los. Olhei-a com firmeza e ela soltou a blusa no chão. Entrei em casa, e mandei que sentasse e relaxasse no sofá. Pois eu logo viria. Entrei em meu quarto, que modéstia à parte é muito bem equipado e liguei 3 câmeras. Duas que tinha pedido emprestado. Todas muito bem disfarçadas por vários objetos que coloquei no quarto, justamente para causar confusão visual. Agora era deixá-la o mais descontrolada possível, para que não conseguisse reparar no aparato que preparei para filmar tudo.

Tirei toda a roupa e fui para a sala somente de roupão. Ela estava no canto do sofá, com os braços cruzados sobre os seios. Joguei uma minúscula calcinha sobre seu colo e a mandei vestir. Ela perguntou-me sobre o banheiro e eu com uma risada cínica respondi:

- Coloque aqui, quero vê-la colocando. Sem pressa. Sempre sem pressa.

Seus olhos encheram-se novamente de lágrimas, mas ela nada disse. Levantou-se e, eu, para humilhá-la me levantei e mandei ela parar, pois colocaria uma musica para o show. Coloquei no som um CD mais ou menos apropriado e mandei ela continuar, humilhando-a sempre que possível:

- É assim que você se despe para um homem? Você é uma merda de mulher na cama. Não vale meu silêncio. Rebola, vadia! Passa as mãos pelo corpo, faz alguma coisa pra me dar tesão.

Ela nada fez, apenas tirou lentamente suas roupas e colocou a calcinha que eu havia mandado. Mandei ela me seguir e comecei a colocar meu plano em prática:

- Quero que finja. Quero que você entre naquele quarto e implore para eu te chupar, te fuder. Quero que a verdade saia, que você saiba que quem está ganhando é você, ganhando meu silêncio para poder se esbaldar com o dinheiro roubado que você conseguiu. O que eu quiser que você diga, vou sussurrar em seu ouvido e você vai gritar, bem alto, se eu não acreditar vou começar a ficar violento com você, pode apostar, não vai gostar desse meu outro lado.

Entramos no quarto eu a puxei, fingi que estava lhe beijando a orelha e sussurrei:

- Comece vadia, comece a fingir com um beijo gostoso, como se me amasse mais que qualquer pessoa na sua vida.

Ela me beijou ardentemente, e num desses intervalos de beijo eu fui novamente em seu ouvido:

- Grite para mim que se eu não te possuir como uma puta, que você me mandará embora da empresa. Lembre-se que se eu não acreditar nessa sua atuação, vamos mudar para uma brincadeira mais...digamos... sadô...

Ela me empurrou e gritou:

- Vamos, garoto, ou você me fode bem gostoso, ou pode procurar outro emprego ! Me fôda como uma puta.

De algum jeito, comecei a perceber que ela tinha se excitado. Claro que não estava gostando, afinal era muito dinheiro que ela tinha roubado e o perigo de ser presa a apavorava:

Aproveitando que ela parecia começar a gostar, a beijei com voracidade e fui correspondido, fui ao seu ouvido e pedi novamente aos sussurros:

- Me chupa. Me chupa ainda mais gostoso que a de ontem...

Ela abriu meu roupão, pegou meu pau já babando de tanto tesão e começou o boquete mais gostoso que já provei na minha vida. Eu dava continuidade ao plano e falava:

- Eu não podia estar fazendo isso, mas você é irresistível... Ah... que boca gostosa... continua me chupando assim, por favor, não para.

Ela me olhava, tinha entrado na personagem, tinha sido tomada pelo clima:

- Ta gostoso? Pois quero que você seja muito gostoso, quero em dobro porque, senão, te ponho na rua!

Estava práximo a gozar quando mandei ela parar:

- Para, por favor, senão eu vou gozar e eu quero retribuir esse boquete delicioso antes de gozar...

Ela parou, lambeu meu pau, me olhando com cara de safada, levantou-se sem largar meu pau, me beijou gostoso e disse em tom desafiador:

- Você é muito gostoso, beija gostoso, tem uma pica gostosa, agora quero ver se me faz gozar...

Caminhou para a cama me arrastando pelo pau e, como eu queria, estava parecendo dominado para as câmeras que tudo filmava em 3 ângulos privilegiados!

Já tinha me esquecido de tudo, o prazer tinha tomado conta e Mônica já havia se entregado a fantasia de submissão e prazer. Deitou-se, puxou-me pelos cabelos até enfiar meu rosto na sua buceta, e para minha surpresa e satisfação, me enlouqueceu dizendo:

- Chupa meu empregadinho, chupa sua chefe, quero gozar nessa sua carinha, chupa direitinho a cunhadinha do patrão, ou vai para a rua!

Eu nem tinha como chupá-la, ela rebolava como louca se esfregando em minha boca e eu apenas conseguia colocar a língua para fora. Ela estava como que em transe e os gemidos não demoraram a ficar cada vez mais forte. Acho que depois de ser tão humilhada e submissa Mônica estava adorando esse momento, pois devia estar se sentindo novamente no controle. Seu rebolado frenético foi perdendo a coordenação, enquanto seus gemidos viravam deliciosos urros que me deixavam louco de tesão. Começaram espasmos musculares de quem está prestes a alcançar o orgasmo e aproveitei para chupá-la com toda a dedicação que ela estava merecendo. Chupei aquela buceta já prestes a gozar com muita intensidade, lambia seu grelinho, passava minha língua por toda sua extensão, enquanto meu dedo lhe acariciava por dentro de sua buceta encharcada e quente. Quente como nunca tinha sentido antes. Mônica tentava falar entre os gemidos:

- Não para ! Por favor, continua assim ! Ohhh... chupa a cunhadinha do patrão, chupa que vou gozar gostoso na sua boca! Ahhhhhhhhhh.

Mônica gozou quase me sufocando, enterrando meu rosto em sua buceta enquanto gozava forte, com um urro de prazer selvagem. Com suas últimas forçar, puxou-me pelos cabelos para cima, junto a ela e me deu um beijo delicioso. Um beijo de quem agradece um momento inesquecível. Durante esse beijo meu pau foi encontrando caminho para saciar minha excitação, que neste momento estava a mil. Tive que me controlar muito para não gozar assim que entrei naquela gruta molhada e quente como um forno. Fui entrando e sentia seus músculos vaginais ainda em contração. Mônica ainda estava sob efeito do violento orgasmo. Entrava e saía e Mônica já se refazia do gozo e já esfregava-se em meu corpo colado ao seu. Nossas bocas não se desgrudavam e os gemidos agora eram de ambos. Disse em ouvido:

- Você é deliciosa. Nunca tive uma mulher tão intensa.

O tempo passava e as posições foram se alternando. Mônica agora de bruços me presenteava com a visão da sua bundinha linda, empinadha de um jeito que sá essa posição proporciona, com a mais forte e pequenina marca de biquini que eu já tinha visto. Eu hora curtia de vagar a deliciosa sensação de calor e umidade que sua buceta me dava, hora socava com vigor, pois a excitação que me dava seu lindo corpo me deixava selvagem. Ela forçou para levantar-se desta deliciosa posição, para ficar de quatro. Disse a ela:

- Não vou aguentar! Assim você vai me fazer gozar rápido!

E ela com a carinha mais safada que eu já tinha visto na vida.

- Goza, sá não goza na minha bucetinha, porque você já está me causando problemas demais.

Sorriu.

Fudi ela com tesão. Ela gemia e pedia mais:

- Fode, você é muito gostoso. Se eu soubesse que você era tão gostoso, já estaria nessa cama a muito tempo! Fode meu gostoso, fode sua chefinha. Goza pra mim.

- Vou gozar ! Vou gozar !

-Ela saiu virou-se de frente para mim e começou a me punhetar, com meu pau na direção de seus lindos seios:

- Goza aqui, Ó!

Apontava para os seios:

- Aqui que é lugar de leitinho. Goza que eu adoro espalhar leite quente pelo meu corpo.

Assim, eu gozei abundantemente, respingando gozo pelos seus seios, escorrendo pela barriga. Mônica me olhava nos olhos enquanto esfregava minha porra pelos seus lindos peitinhos, com as mesmas marquinhas de sol de sua bundinha. Passou a língua nos lábios e me puxou para um apaixonado beijo.

Fiz amor com Mônica naquela noite inteira, nunca imaginei que faria sexo tão carinhoso e prazeroso naquela noite, que prometia apenas fantasias sádicas.

Recobrei o juízo e lembrei da nossa situação. Não podia perder as rédeas e mais, deveria mantê-las firmes, dolorosamente firmes.

Mônica me perguntou onde era o banheiro e eu, com um cínico sorriso lhe perguntei:

- Para que?

- Para a gente tomar um gostoso banho. Respondeu ela toda dengosa.

- É, eu preciso de um banho... e você, quero que vá embora agora.

- Mas assim? Toda suja?

- Suja está milha língua que tocou nessa sua buceta nojenta. Você está lavada de porra. Some daqui. Quero ficar sozinho agora. Quero você assim mesmo, cheia de porra pela rua. Bem vadia, escorrendo leite. Some !

Mônica estava surpresa. Nunca imaginava que isso aconteceria, afinal, fizemos amor de maneira esplendorosa e de repente a joguei de volta a realidade brutal que ela se encontrava.

Ela foi pegando suas roupas e vestindo, mais humilhada do que nunca, justamente por ter fudido com tanto sentimento, por ter gozado como nunca. Mal sabia ela o quanto tinha mexido comigo, o quanto estava apaixonado por ela. Mônica entrou no carro saiu, sem nenhuma palavra dizer.



Estou sempre no ICQ 91130617 e no MSN [email protected] afim de um bom papo. Rio de Janeiro. ;)



Começou por chantagem continuou por tesão - III

Parte III

No dia seguinte, no trabalho, Mônica mostrou-se altamente constrangida. Abaixava a cabeça sempre que me via, evitava me olhar nos olhos. Sua segurança tinha ruído, junto com sua auto-estima e principalmente com seus valores morais. Estar em minha mãos e ter sido tão usada e abusada estava sendo terrível para ela. Mas o pior era a humilhação de ter gozado como gozou. Isso a devorava pois era como se tivesse dado uma declaração de que, apesar de tudo, estava gostando.

Ao final do expediente, ao contrário dos últimos dias, fui embora, pois tinha que editar minhas novas fitas. Tinha que fazer meu filme pornográfico com Mônica. Filme em que parecia claramente que eu estava sofrendo chantagem e assédio sexual no trabalho. E o material era perfeito, Mônica tinha se superado e o personagem saiu melhor que eu previa, não precisaria editar nada, apenas escolher os melhores ângulos para cada cena, já que tudo foi gravado com três câmeras.

Antes de sair, passei práximo a mesa da minha deliciosa morena e com o sorriso mais cínico que consegui dar a cumprimentei:

- Boa noite, querida. Você hoje estava linda. E adorei o jeito que se portou.

- Obrigado. Disse ela constrangida.

- Amanhã tenho algumas surpresas para você. Mas relaxe, pois como demonstrou ontem, vai adorar as surpresas.

Senti o medo em seus olhos e tentei não torturá-la tanto:

- Relaxa minha morena... prometo que vai gostar. Ah, antes que me esqueça, esteja linda amanha. Esteja com um lindo vestido.

No dia seguinte estava eu com o DVD nas mãos. Passei Na mesa da minha morena e lhe mostrei, dizendo que apás o expediente, queria que ela visse um “filminho” comigo. Ela ficou perplexa, imaginava o que era aquilo, mas ao mesmo tempo tentava se convencer de que era imaginação sua, que eu não tinha realmente filmado tudo. Era impossível, ela não tinha visto nada, não tinha notado nada !

Ela me esperou como das outras vezes, deixando o trabalho para o final do expediente e assim todos a viam realmente trabalhando até mais tarde. Eu como era do departamento de TI da empresa, sempre aparecia algum problema para eu resolver depois da hora e ninguém estranhava me ver na empresa apás o expediente.

Quando todos foram embora fui até ela e a convidei para assistir ao DVD em meu computador, já que o dela não possuía o Drive.

Puxei a cadeira para que Mônica sentasse ela acomodou-se, com um suspiro de preocupação com o conteúdo do filme. Ela estava linda naquele dia. Vestia um vestido de alcinha preto com um grosso cinto também preto que lhe marcava mais ainda as lindas formas.

Quando coloquei o disco e automaticamente o filme começou a ser reproduzido, Mônica apenas abaixou a cabeça, desconsolada. Coloquei nela os fones de ouvido e ela ameaçou arrancar. Eu apenas a olhei com a firmeza de sempre e ela aceitou o aparelho e assim pode escutar o que ela tinha dito naquela noite. Mônica não acreditava que tinha sido idiota o suficiente para me dar aquele material. Horas de sexo apaixonado e frases e mais frases que provariam assédio sexual, como se ela tivesse usado seu cargo e tivesse me levado para cama com ameaças de me demitir.

Ela suava, tremia, sua raiva era nítida, sá não sabia se era de mim ou dela mesma, por se envolver em toda essa trama. Apás algum tempo eu ejetei o DVD.

- Pronto, acho que já é o suficiente para você entender que não vai dar para você me envolver como cúmplice de sua roubalheira.

Ela me interrompeu:

- Eu não quero te envolver em nada, quero apenas por um fim nisso? O que você quer de mim?!

- Quieta. Quero sim seu dinheiro sujo. Agora eu quero. Quero ele para fazer loucuras com você. Mas quero agora, que ninguém vai acreditar que estou com você nessa. Quero agora que não vou precisar abrir mão do melhor dessa histária.

Mônica fez uma expressão de dúvida, afinal o que poderia ser melhor que muito dinheiro?

- Você. Quero você, submissa. Submissa como quando chupou meu pau aqui na sua cadeira de trabalho e deliciosa como esteve lá em casa.

Agora, vamos sair daqui e nos divertir um pouco. Saia e faça como eu fiz da outra vez. Me espere no posto de gasolina e eu encostarei atrás de você com meu carro e piscarei os faráis. Eu te sigo até seu apartamento.

- No meu apartamento? Disse ela em tom de espanto.

- Sim. Disse secamente.

- Você está louco. Moro naquele prédio desde que nasci. Minha mãe, amigos, todos moram naquele prédio!

- Saia agora ! Você me irrita com essa choradeira. Na verdade me diverte... hahaha. Saia agora e faça o que mandei.

Mônica ia saindo demonstrando desorientação, quando eu a interrompi.

- Prometo que vai ser uma aventura e que você pode até curtir. Desarme-se e curta.

Ela sorriu, um sorriso confuso. Saiu lembrando-se de como tinha sido gostoso a noite em minha casa, mas lembrou-se também de que aquilo tinha lhe trazido sofrimento também, que tinha lhe amarrado mais em minha trama. Caminhou para seu carro com o mesmo sorriso confuso. Pensou:

- Foda-se, já estou enrolada até o pescoço, vou juntar muita grana e viajar ! Pra sempre ! Vou esquecer isso aqui, esquecer esse filho da puta. Filho da puta gostoso, nunca gozei tão gostoso, nunca gozei tanto numa noite, nossa!

Fiz algumas coisas que tinha mesmo que fazer e fui para o local combinado. Mônica me viu e seguiu para seu apartamento. Ela estava linda naquele dia. Quis ir pelas escadas.

- Moro no quinto andar, vamos de elevador...

- Vamos de escada, quero curtir sua adrenalina...

Ela subia lentamente e eu ia atrás, suas coxas brilhavam, eram torneadas e musculosas. Suas coxas eram sem dúvida a parte mais linda de seu corpo perfeito. Sua bundinha não era grande, era linda, mas não chegava aos pés de suas linda coxas. Eu agora lembrava das fortes marquinhas de sol e pensava se não estava sendo injusto com aquela linda bundinha, morena jambo com um triângulo quase branco.

Chegamos ao quinto andar e ela parou diante de uma porta de madeira e abriu sua bolça para pegar as chaves. Segurei suas mãos, impedindo ela de abrir a porta. Sussurrei em seu ouvido:

- Não abra agora, largue suas chaves e me dê sua bolsa.

Ela, imável com a minha foz rouca em seu ouvido me obedeceu. Senti que estava excitada com a situação e respirava forte, muito forte por ter subido os vários lances de escada. Coloquei sua bolsa no cantinho da porta e segurei suas mãos. Ela de frente para a porta, de costas para mim. Espalmei suas mãos seguras junto as minhas, uma em casa coluna do caixonete. Roçava em sua linda bundinha, enquanto beijava seu pescoço. Ela levantava a cabeça, me dando seu pescoço para ser beijado, e fez ou outra o retraía, reflexo do tesão que era estar ali, dominada, imprensada na sua porta com um homem a beijar sua nuca. Soltei suas mãos, e ela tentou me abraçar, mas eu a impedi e mandei ela ficar como estava. Ela estava nervosa, tremia demais:

- Você está louco, já te disse que minha mãe mora nesse prédio!

- Quer que eu pare?

- Ai... quero.

- Tem certeza?

- Não... disse, com a voz de quem está se controlando para não gemer de tesão.

- Então relaxe, sá quero me divertir.

Ela agarrou o caixonete da porta como quem morde um travesseiro num momento de prazer intenso. Eu continuava a beijar seu pescoço abraçado a ela, por trás, com as mãos na altura do seu ventre.

- Estou entrando num terreno ainda mais perigoso, Mônica. Estou me apaixonando por você.

Isso mexeu com ela, libertei naquele momento ela das amarras da preocupação. Agora ela estava apenas vivendo uma aventura de submissão e não um pesadelo de chantagem. Ela rebolava levemente agora, mas sem nenhuma vulgaridade. Mônica era uma dançarina do sexo, se mexia com uma sensualidade avassaladora.

Minhas mãos foram passeando pelo seu corpo.

- Pelo amor de Deus, não faz isso. Aqui não.

- Quer que eu pare?

- Por favor, não vou resistir, pare...

Minhas mãos agora certas de estarem agradando passeavam entre suas coxas, uma pela frente chegava práxima a sua bucetinha e como sempre estava fervendo, sentia o calor e voltava. A outra por trás alisava desde a parte atrás dos joelhos até sua polpa da bunda. Seu suave rebolado tinha parado. Já não tinha mais coordenação e agora sá forçava a bundinha para trás na tentativa de sentir meu pau duro como pedra.

De repente, um puxão violento desci sua calcinha até os joelhos. Sabendo que ela tentaria virar-se segurei suas mãos.

- Você está louco, não faz isso!

- Faço o que eu quiser. Você é minha. Minha escrava, minha mulher e minha paixão. Disse a ela enquanto chupava seu ouvido.

Aquilo surtiu um efeito louco, ela não mais reagia, queria fuder ali, fôda-se se alguém passasse, fôda-se !

Coloquei meu pau para fora e ele foi engolido pela buceta de Mônica, que faminta rebolou quase sugando ele para dentro de si.

- Nossa, que fome é essa menina. Disse-lhe sem deixar de beijá-la no pescoço e na orelha.

- Você me deixou assim, agora faz bonito, porque esse perigo vai ter que valar a pena, menino!

Eu fudia ela com força. Era hora de fuder como um animal, ela queria isso, podia sentir. Dei um ná em seu vestido na altura da cintura, deixando Mônica com a bunda toda de fora no corredor do prédio:

- Louco! Gostoso! Me faz gozar gostoso, porque estou merecendo hoje!

- Você merece tudo, ninguém fode como você, amor.

Fudia com força e lhe dei o primeiro tapa estalado. Slaaaap!

- Você enlouqueceu? Vão ouvir!

Slaaaap! Estalou o segundo, ainda mais forte.

Mônica assustada apenas rebolava. Nunca tinha apanhado de homem nenhum. Aquela fantasia estava lhe deixando louca. Sentia-se mais mulher, mais livre, mais louca. Segui-se a este momento as contrações e perda de coordenação que eu já conhecia. Era Mônica gozando, ali, na porta, sendo fudida por trás de maneira selvagem e apanhando na bunda.

- Estou gozando, não para, bate na sua morena, quero gozar apanhando.

Slaaaap! Slaaaap! Batia na força certa, para não atrapalhar mais um orgasmo intenso de Mônica.

Ela Sentia-se como uma de suas amigas vulgares, que contava esse tipo de “feito” nas rodinhas e ela ria-se, achando impossível fazer sexo dessa maneira. Estava agora, quase nua no corredor de seu prédio, gozando e como o gozo era intenso e como o macho que lhe fudia e batia era gostoso. Acelerei os movimentos para gozar junto com ela. Gozei fundo, inundando sua buceta com meu lente quente.

Precisei segurá-la para que não caísse no chão. Fui me abaixando com ela nos braços e, sentados no chão, nos beijávamos. Ela levantou-se assustada com passos, pegou as chaves, abriu a porta e me puxou para dentro com tanta velocidade que rimos muito lá dentro. Nos beijamos e disse que iria embora:

- Fica, por favor. Não me trata daquele jeito novamente.

Me despedi e lhe disse:

- Nunca vou lhe tratar do mesmo jeito. A cada dia você vai poder ter uma surpresa diferente. Você ainda é minha. Minha escrava.

- Porra, que hora para me lembrar dessa merda! Sorriu.

- Beijos. Te vejo amanhã. Sorri em resposta. – Mas não relaxe pois amanhã posso estar num dia ruim. Sorri novamente de maneira misteriosa.

Mônica já não tinha mais medo. Afinal, com toda a pressão da situação os últimos dias estavam sendo os mais loucos de sua via. Não faltava aventura, emoção e prazer.

Descia as escadas e estava prestes a virar quando ouço o grito:

- Te amooooo !

Sorri e pensei “ Também te amo”.



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Começou por chantagem continuou por tesão - IV

Parte IV

Mônica já sorria quando esbarrava comigo pelos corredores da empresa. Tinha um lindo sorriso. Abaixava levemente a cabeça, como sinal de um pequeno constrangimento, que tornava seu sorriso provocativo.

Minha única preocupação agora era pensar no que eu podia fazer com minha escrava. Estava completamente apaixonado, mas tinha ela nas mãos e isso me dava o poder de realizar qualquer fantasia que eu tivesse. Tudo era permitido e isso me deixava ansioso. Precisava de dinheiro, pois isso daria asas a minha imaginação.

Estava a alguns dias saindo do trabalho e indo com ela para minha casa ou para seu apartamento. Fazíamos amor muito gostoso, pois Mônica era espetacular na cama, mas faltava mais.

Sentei em frente a mesa da minha morena e lhe falei:

- Precisamos conversar sobre a parte financeira do meu silêncio.

- Diga. Mais essa agora. Você não está satisfeito? Quer estragar nosso lance?

- Não. Quero apimentar nosso lance.

- Ok. Quando quer? Diga.

- Quero apenas R$ 10.000,00.

- Ta brincando. Te ofereci R$ 50.000,00 um dia desses e você não aceitou.

- Sá preciso desse valor. E vai sobrar.

- Ta. Deposito na sua conta.

- Quero em dinheiro, amor. Estou apaixonado por você, mas continuo com as cartas na mão e não estou ficando burro de prazer.

Ela somente sorriu.

No dia seguinte foi a minha casa com o dinheiro que eu pedi. Estava linda, com um vestido de alcinha, do jeito que eu adoro, desta vez azul. Se insinuou toda, e eu achei que podia fazer uma brincadeirinha. Despejei todo o dinheiro em cima da cama e ela jogou-se em cima, rindo muito:

- Nunca imaginei que ficaria tão feliz em ser extorquida.

- Esta na hora de você ser estocada! Ri muito.

Fizemos amor muito gostoso, ela me chupou como sempre fazia, me levando a implorar para ela parar, perigando gozar antes de começar a fuder aquele monumento. Ela parou e eu pedi que ela ficasse de quatro com as pernas bem abertas, na beira da cama. Empurrei sua cabeça até encostar o rosto na cama e com ela assim, completamente empinada e aberta, comecei a chupar sua bucetinha deliciosa. Ajoelhado no chão, tinha liberdade de chupar aquela delícia inteira. Chupava do grelo ao cu, e ali ficava, salivando e brincando com seu botãozinho ainda intocado.

- Estou louco pra fuder esse seu cuzinho, amor.

- Você ta é louco! Isso nunca.

- Vou fuder ele, Mônica, não hoje, e não por chantagem. Você vai implorar pra eu fuder seu cuzinho, vai sonhar que está gritando com meu pau te rasgando.

- Vai sonhando...

Mônica foi embora e eu juntei o dinheiro. Apás três dias disse a ela que tinha uma surpresa. Que no dia seguinte ela viesse linda, sedutora. Dei um endereço para ela de uma clínica de estética que fazia depilações especiais e lhe disse que era para ela depilar tudo, não deixar um pêlo sequer na buceta e no cuzinho. Ela riu:

- Você agora tá com essa fixação no meu cu, é? Vou morrer de vergonha nessa clínica, mas eu topo.

Sorri e a elogiei:

- Você é mesmo fantástica. Espero que goste da surpresa pois me custou R$ 5.000,00. E saí.

No outro dia ela estava mais linda do que eu imaginava. Acho que a frase “Surpresa me custou R$ 5.000,00” deixou ela bem estimulada. Os cabelos encaracolados estavam com cachos mais longos, quase lisos e com um brilho diferente, estava maquiada de maneira suave e vestia um vestido amarelo quase branco, realmente bonito e translúcido. Tinha forro, não dava para ver nada, mas insinuava uma transparência que arrancou elogios de todos naquela manhã. Eu mesmo fui o primeiro:

-Você me surpreende. Sempre. Tento não ficar surpreso, mas é impossível. Você está linda, deslumbrante!

Quando o expediente acabou, saímos juntos com a discrição de sempre.

Fui com ela até sua casa, o que a deixou um pouco decepcionada, mas logo passou essa impressão, pois mandei ela guardar o carro, pois não voltaria para casa. Passaria a noite comigo.

Ela deixou o carro na garagem e veio em minha direção. Abri a porta para ela e a beijei com carinho, para não borrar sua maquiagem perfeita.

Ela se sentia nas nuvens, fui para um lindo restaurante a beira mar, e pedi uma garrafa de champanhe. Ela estava respirando felicidade. Pedi a conta e lhe falei sorrindo:

- Está na hora da surpresa.

- Nossa. Ainda tem mais?

- Você não tem idéia de quanto mais.

Senti ela apreensiva, mas confiava que eu não estragaria uma noite como aquela. E pensando alto me confidenciou:

- Para falar a verdade, acho que não há o que você me faça, por mais pervertido que seja, que eu não vá adorar. Você me perverteu meu gato.

- Vamos. Tem gente esperando por nás.

Ela levou um susto? Gente? O que eu estaria planejando?

- Louco. Esse cara é louco. Pensou.

Fomos para uma marina, e ela olhava tudo deslumbrada. Fomos até um caís onde encontrava-se a nossa espera uma lancha grande, com uns 50 pés. Toda iluminada e com um homem grande e bonito, vestido de branco, roupa de marinheiro com os braços cruzados às costa, a nos receber na rampa do embarque.

Dentro do barco estava mais um homem, com biátipo parecido com o que nos recebeu à rampa e mesma vestimenta. Nos convidaram a sentar numa bonita mesa, com uma garrafa de champanhe a gelar num balde de gelo. Bebemos mais um pouco e, ela muito feliz. Pedi que se levantasse e desfilasse para mim.

- Fico envergonhada, os homens estão aqui. Dispense eles por favor.

- Claro que não. Ainda é muito cedo para isso. Desfile. Eles estão aqui para lhe servir. Apenas para lhe servir no que você quiser.

Mônica se levantou, afastou-se lentamente e rodopiou sensualmente. Levantou parte do vestido mostrando as coxas, que ela sabe, me enlouquecem. Fez pose. Estava linda e sedutora.

- Está depilada, como lhe mandei?

- Que isso?! os rapazes estão aqui!

- Está depilada?

- Estou. Sorriu constrangida com a presença dos homens.

- Tire sua calcinha e jogue para mim.

Ela me olhou com espanto, mas viu novamente meu olhar duro em sua direção. Sentiu que estava mandando, não estava pedindo.

Retirou sem jeito a calcinha e jogou na minha direção, evitando os olhares dos marinheiros.

- Agora o sutiam. Se tem algo que você não precisa é deles.

Ela retirou por debaixo de vestido, e me jogou a peça íntima.

- Levante um pouco o vestido.

Ela levantou.

- Mais.

Ela levantou muito pouco. Olhei novamente com segurança de quem está no comando. Ela levantou mais. Estava de cabeça baixa, pois estava muito perto de aparecer mais que suas coxas.

- Mais, quero ver se está como mandei.

- Não! está louco?

- Agora ! Não estrague o que preparei com carinho para você.

Ela levantou até a cintura e os falsos marinheiros estavam loucos nesse momento.

- Ela não é linda, rapazes?

- Maravilhosa. Um disparou. – Perfeita. Disse o outro.

- Deixe esse vestido cair no chão, Mônica, quero que eles vejam você inteira. Quero que vejam como você é linda.

Mônica estava morrendo de vergonha, mas eu me levantei e encorajei ela a continuar:

- Você é linda. Eles foram contratados por mim. Sabem de tudo que eu farei com você. Eles não são nada. Eu tenho o poder. Você é minha mulher. Eles sá fazem o que eu mandar o que você disser para fazer. Relaxe e brinque com esses nossos bonecos. São seus. São nossos.

Ela deixou o vestido cair e com um sorriso sensual desfilou na frente de ambos, olhando nos meus olhos que brilhavam. Mônica agora se divertia e eu queria tornar tudo uma onda de surpresas.

- Meninos, mostrem para minha mulher como vocês estão loucos de tesão, mostrem agora.

Ambos colocaram seus paus para fora e estavam duros como pedra, babados de porra pelo tesão pelo corpo perfeito de Mônica. Ela assustada não sabia o que fazer.

- Segura, amor, veja se você é mesmo linda. Veja se estão duros como você imaginava que estariam com a visão de seu corpo.

Mônica estava curiosa para sentir a dureza dos paus, que como eu tinha dito, demonstrava o quanto ela era desejada, o quanto ela era linda.

- Você é linda, aposto que estão tão duros quanto você imaginou.

Mônica pegou nos paus dos falsos marinheiros e sorriu com satisfação, pois estavam muito duros e pulsavam em suas mãos.

- Eles estão dizendo que sou linda, amor, estão pulsando em minhas mãos de tão duros. Riu de maneira mágica.

Quando ela se virou, eu já estava de roupão, sentado numa cadeira.

- Até quando eles resistem, amor? Será que vão aguentar aí? Imáveis sem lhe atacar?

- Não sei. Posso testar eles?

- Deve. Tirem as roupas rapazes. Ela quer brincar.

Os homens ficaram nus e tinham corpos perfeitos, completamente sarados. Mônica disfarçou, mas ficou louca. Passou a mão por seus peitos, depilados e oleosos, passou a mão em suas nádegas tocou a cabeça dos paus com os dedos, para sentir se estavam úmidos nas pontas. Queria realmente saber até que ponto estava sendo desejada.

Eu da minha cadeira decidi começar a verdadeira surpresa:

- Fôda, Mônica. Quero ver você fuder os dois.

- Está louco?

- Estou. Louco para ver você fuder com esses dois homens na minha frente.

Ela estava confusa e novamente fui até ela e com muito carinho sorri e lhe sussurrei ao ouvido:

- Não estou filmando hoje, juro. Quero sá ir ao limite com você. Seu limite ou meu limite. Somos sá nás dois, eles não são nada, são apenas bonecos para você usar para me enlouquecer. Quando estiver fudendo, basta pedir para que vão embora que eles irão. Agora faz isso por mim.

Mônica sem jeito virou-se para os rapazes. Não sabia o que fazer e eles sabiam disso, sentiram que Mônica nunca tinha feito aquilo. Acenei com a cabeça e eles entenderam que era para começar. Mônica já queria, sá não sabia como começar.

Os homens começaram a circular minha escravinha. Eles a tocavam, braços, cabelos. Ela fechava os olhos e eu sentado a menos de dois metros sorria para ela, aprovando tudo. Mônica sorria de volta, tinha novamente entrado no clima. Pisquei para os homens e esse era o sinal verde. Começaram a chupá-la por todo o corpo, pescoços, seios, cintura. As quatro mãos cobriam o corpo de Mônica e ela apenas relaxava. Os homens fizerem ela de recheio de sanduíches, colocando seus paus entres suas coxas, um por trás e outro pela frente. Mônica já rebolava entre os dois, com a mesma graça que rebolava para mim. Dançava sua dança sexual, a dança que denunciava sua buceta já quente e molhada. O homem que estava por trás estocou Mônica de uma única vez, a assustando, mas não machucando, pelo estado de excitação que ela se encontrava e que ele, profissional, já havia percebido. Nesse momento, enquanto um fudia Mônica por trás, o outro dava sua enorme pica para ela chupar. Mônica não sabia, mas era uma máquina de prazer. Mônica logo gozava pela primeira vez:

- Vou gozar, me fode com força, fode !

De pertinho via como ela, mesmo sendo a primeira vez, se portava numa orgia com dois homens desconhecidos. As poucas vezes que tirava o pau do falso marinheiro da boca para me provocar com alguma frase safada, esta frase saia entrecortada pela respiração forte, resultado do enorme prazer que estava sentindo. Mônica tinha um orgasmo atrás do outro.

- Estou gozando, amor ! Que surpresa deliciosa, que experiência maravilhosa ! Ah....

Um marinheiro socava furiosamente, num vai-e-vem longo, pelo tamanho de sua pica avantajada. Na boca, Mônica sufocava-se com outra pica enorme. Os homens revezavam-se quando práximos ao orgasmo, prolongando a foda ao máximo. Mônica já pedia para parar, já não tinha mais forças, tamanho o número de orgasmos desfrutados. Exausta e satisfeita, mesmo com todo o prazer que ainda estava desfrutando, já se tornava uma tortura tanto prazer sem descanso. Mônica me implorava:

- Chega, quero fuder você, não aguento mais esse massacre sexual.

- Quero seu cu. Sá seu cu.

- Não! isso não dou!

- Então divirta-se com nossos brinquedos ou peça para irem embora.

- Não! quero você ! Quero ser fudida por você desde o primeiro momento que chegamos aqui.

- Quero seu cu. Hoje sá quero fuder você se for arrancar esse cabacinho do seu cu.

Mônica estava exausta e deliciada com a experiência sensacional que eu havia proporcionado a ela. Ela me chamou baixinho e dengosamente me falou:

- Fode meu cuzinho então, amor, fode qualquer coisa que quiser, sá não me deixa sem sentir você hoje. Completa minha noite...

Os homens colocaram Mônica de costas, pernas abertas, debruçada na lateral da lancha. Eu disse a Mônica:

- Olha para cá, olha pra trás, porque esse show estava ensaiado, sabia que me daria o cuzinho hoje!

Ela riu, um riso exausto:

- O que você quiser, amor. A cada dia percebo que estou mais dominada...

Numa coreografia pornográfica o primeiro a gozar na bundinha deliciosa de Mônica ia espalhando porra em seu cuzinho, preparando aquela bundinha virgem para mim. O outro seguiu o mesmo ritual, enfiando seus dedos lambuzados de porra, deixando o cuzinho de Mônica completamente lubrificado e lambuzado. Os homens seguraram Mônica com firmeza e abriram uma nádega para cada lado. Acariciavam muito o grelinho de minha escravinha, deixando ela extasiada com a cena talvez sonhada, mas jamais cogitada de ser realizada.

- Posso entrar agora, meu tesão?

- Agora e sempre. E como quiser. E onde quiser. Me fode, mas me dá prazer, me rasga até, mas me faz gozar.

Fui empurrando enquanto Mônica tentava desistir. Os homens me ajudavam, seguravam ela firme e a enchiam de carícias em sua bucetinha. Entrei completamente dentro de minha escravinha amada e, como sempre,provoquei:

- Está gostosa, minha pica todinha no seu cuzinho, amor? Adorei tirar seu cabacinho, agora quero seu rabinho cheio de leite.

- Me fode, me fode antes que eu desista, tá doendo muito !

Comecei a me movimentar e Mônica estava desesperada. Por mais lubrificado e preparado que esteja, o primeiro anal é sempre uma tortura. Mônica estava decidida:

- Soca, filho-da-puta ! Não to aguentando, goza logo, por favor !

Eu socava, queria gozar logo, não queria traumatizar minha moreninha deliciosa. Em pouco tempo o gozo veio:

- To gozando, delícia, to gozando dentro do seu cuzinho ! Ah... rebola, vai...

Mônica mordeu as mãos para aguentar a dor e rebolou no meu pau. Gozei e retirei minha pica de dentro de sua bundinha:

- Me perdoe, amor, não queria que fosse tão ruim.

- Ruim? Teria deixado você meu cu com uma faca, se fosse o preço por essa noite ! Te amo.

Nos beijamos enquanto os marinheiros afastavam-se para a cabine, para prepararem-se para ir embora e receberem seu pagamento pelo serviço muito bem prestado.



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Começou por chantagem continuou por tesão - V

Parte V

Agora minha linda morena estava completamente dominada e apaixonada. A cada dia que passava minhas fantasias a deixavam mais excitada e a cada dia eu brincava com seus limites. Um dia Mônica recebeu flores, um cartão e um pacote de presente em sua mesa do trabalho. O cartão sem remetente apenas dizia: “Amanhã quero você novamente deslumbrante. Quero que use este presente. Quero que venha para o trabalho usando meu presente”.

O dia transcorreu normalmente. à noite, em minha casa, recebo o telefonema de Mônica:

- Você é um tarado louco mesmo! Como vou colocar isso garoto?!

- Ponha por baixa da roupa que quiser, não disse qual roupa você deveria usar, então, te dei liberdade para escolher. Ri.

- Para cobrir isso terei que usar mangas compridas e gola role!

- Pois use...

- Ta... porra, você me dá um trabalho... te vejo amanhã, então. Faça valer a pena. Disse rindo.

- Para mim vai valer, espero que você goste.

Aqui é Rio de Janeiro, nesta época do ano faz um calor absurdo e no dia seguinte Mônica estava na empresa de camisa com gola role e calças largas. Todos estranharam, pois ela sempre abusou de roupas curtas e sensuais, e agora estava coberta dos pés à cabeça e num calor onde todos sonhavam estar nus numa praia.

- O que você tem, Mônica? Perguntou um funcionário espantado.

- Estou com febre, acordei morrendo de frio. Despistou.

O dia se passou e ela, a toda hora brincava que iria me matar por fazê-la passar por isso. Eu me divertia com a situação, mas com certeza Mônica também estava se divertindo muito.

Saímos juntos do trabalho e fomos para um hotel que eu tinha descoberto, com uma suíte que lembrava uma masmorra antiga. Ela ficou impressionada com a decoração da suíte que facilitava entrar no clima que eu planejava.

- Agora que você entendeu, fique vestida de maneira adequada.

Mônica foi tirando a roupa e ficou com a roupa que lhe dei de presente. Um short minúsculos de couro com abertura entre as pernas, que deixava desde os pelos pubianos até o ânus descoberto. Este short possuía argolas na altura da cintura. Um sutiam meia taça também em couro, com recortes nos mamilos para que ficassem à mostra. Nos pulsos, tornozelos e pescoço estavam presos umas tiras de couro que lembravam coleiras de cachorro, com argolas presas ao couro, muito macio e confortável.

Mônica se olhava no grande espelho que a suíte possuía e estava adorando. A fantasia era linda. Tinha custado o restante do dinheiro que tinha sobrado da aventura com os marinheiros na lancha. Ela veio toda feliz me abraçar e surpreendeu-se quando prendi a primeira corrente em seu pescoço e a mandei abaixar-se como uma cadela. Ela sorriu e obedeceu. Puxei Mônica de quatro até uma parede da suíte onde havia cordas com presilhas nas pontas nos quatro cantos da parede. Puxei Mônica para cima, fazendo-a ficar de pé e prendi uma corda em cada argola. Pulsos e tornozelos. Me afastei e comecei a girar duas manivelas que iam esticando as cordas dos pulsos. Fui esticando e olhando Mônica nos olhos, queria imobilizá-la mas sem machucar. Quando notei que ela fez uma expressão diferente parei. Ela estava calada, tinha um pouco de medo nos olhos. Cheguei bem práximo a ela e passei a mão pelos seus braços para verificar se estavam bem esticados e imobilizados. Me afastei sem falar nada e comecei a rodar as outras duas manivelas, que esticavam as cordas dos tornozelos. Em um momento, as lindas pernas de Mônica estava muito abertas e notei que ela estava desequilibrada. Fui até ela e prendi as argolas de sua cintura nas presilhas da parede, para que ficasse apoiada e confortável, se é que isso era possível. Verifique com suavidade se suas pernas estavam esticadas como os braços. Passava as mãos por entre suas pernas lisas e musculosas e realmente estavam esticadas. Seus tendões saltavam fazendo as coxas de Mônica ficarem ainda mais linda. Mônica sorrindo brincou:

- Morri de calor hoje por sua causa e é assim que me trata?

- Resolvido seu problema com o calor?

- Ahã. Ta uma delícia esse ar-condicionado. Está fresquinho aqui.

Mal sabia Mônica que o ar estava no máximo e que em algum tempo aquela falsa masmorra estaria gelada.

Passeava as mãos pelos músculos esticados do lindo corpo de Mônica. Nessa altura os bicos de seus seios estavam durinhos de frio. Bolinhas de arrepio se formavam pela sua pele.

- Ta frio amor, diminui isso! Resmungou.

Não lhe dei atenção, estava ocupado curtindo o quanto ela estava linda daquele jeito. Chegava com minhas mãos muito práximo a sua bucetinha totalmente depilada e Mônica parecia tentar se esfregar na minhas mãos. Me abaixei e olhava de pertinho sua linda bucetinha, já brilhando devido ao seu mel que já escorria. Lambi delicadamente, arrancando um urro de minha morena. Levantei e lambi os lábios:

- Você tem um sabor delicioso...

- Noooosa. Volta lá e me bebe inteira. Cheguei a sentir um impulso elétrico com essa sua língua quente me tocando. Ta muito frio aqui...

Dei-lhe um beijo gostoso, beijei seu pescoço, fui descendo e beijei seus lindos e pequeninos seios. Me afastei para ir buscar uma champanhe no frigobar.

Trouxe a champanhe juntamente com uma cadeira e me sentei bem práximo a ela, enchi minha taça e bebia enquanto apreciava aquela linda escultura.

- Me dá um golinho...

- Você quer champanhe?

- Ahã. To com água na boca...

Me levantei, enchi outra taça e dei em sua boca, deixando escorrer propositalmente o líquido gelado pelo seu corpo.

Mônica já tremia de frio.

- Vem meu amor, me esquenta, me fode porque não estou aguentando de tesão e de frio.

- Quer que eu te esquente?

- Quero, vem... to me sentindo encharcada. Minha bucetinha ta pingando de tesão...

- Vou mudar você de posição então. Deixa eu lhe soltar....

Soltei minha escravinha e puxei virei-a de frente para a parede. Voltei a prendê-la da mesma maneira, mas desta vez com as pernas ainda mais esticadas.

Alisava das costas de suas lindas coxas até sua linda bucetinha enquanto com a outra mão acariciava seu pescoço nuca, costas e cintura. Coloquei meu pau para fora e vez ou outra o encostava entre suas coxas. Mônica implorava:

- Me fode, estoca esse pau gostoso na minha bucetinha!

- Você não queria que eu esquentasse você?

- Isso, me esquenta, quero sentir calor mesmo nesse frio horrível!

- Você vai esquentar... Ri um riso sinistro.

Dei a primeira tapa em sua linda bundinha. A primeira tapa realmente forte que dei em Mônica em todo esse tempo. Slaaaap !

- Aí.

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !

- Aaaaí. Que isso, amor?

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Estalava minhas mãos sobre uma nádega.

- Para, ta ardendo.

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Era a outra nádega que sofria agora.

- Calada!

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !

Mônica gritava, e já chorava. Sua bundinha já estava vermelhinha.

- Para, pára !

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Sua bundinha já tinha tomado um tom vermelho-escuro e Mônica já parecia mole, pendurada pelas amarras.

Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Eu batia sem pena.

Mônica já suava pois a surra tinha realmente lhe produzido calor. Abaixei-me práximo à sua bunda e passava minha língua por toda sua extensão. Sua bundinha estava tão sensível ao violento castigo que minha língua causava ardência. Comecei a chupar sua bucetinha e seu cuzinho depilados e Mônica despertou de sua momentânea calma. Começou a suspirar mais forte. Chupava com muita dedicação e rapidamente Mônica voltou a ficar encharcada novamente:

- Você é uma vadia mesmo, acabou de apanhar e é sá dar uma chupadinha pra você se derreter toda para o seu macho!

- Chupadinha? Nooooosa, isso é tudo de bom... não para, acho que eu mereço depois de ter sofrido tanto...

Eu chupava sim, chupava para pagar tudo que tinha feito a ela, chupava como quem quer se desculpar de cada tapa estalado em sua bundinha. Mônica urrava e já anunciava um orgasmo daqueles.

- Vou gozar! Ahhhhh... chupa! Chupa!

Slaaaap ! Estapeei com força enquanto chupava gostoso sua buceta. Slaaaap !

- Continua, to gozando amor! To gozando!

Chupava seu cuzinho enquanto lhe acariciava o grelinho com uma mão e com a outra socava dois dedos na buceta de Mônica.

- Ahhhhhhhhhh! Com um grito estrondoso, Mônica anunciou seu orgasmo.

Enfiei-lhe a pica de uma vez, e ela quase desmaiou com a sensação. Seu orgasmo foi multiplicado pela penetração que ela tanto estava desejando.

- Toma, tesão, toma minha pica !

Mônica nem mesmo conseguia falar. Seu corpo se convulsionava de prazer.

Meu pau estava completamente molhado pela farta lubrificação que Mônica produzia. Ela sempre estava assim, encharcada e fervendo. Enquanto socava furiosamente sua bucetinha por trás, esfregava minha mão por seu grelinho e espalhava seu mel por toda sua bundinha e cuzinho, deixando tudo molhado de prazer. Saquei minha pica de sua bucetinha e soquei em seu cuzinho de uma única vez.

Mônica tentou sair, mas estava imobilizada e recebeu o mais forte tapa daquela noite. Slaaaap !

Continuei socando furiosamente em seu recém inaugurado cuzinho. Mônica não tinha forças para reclamar e apenas suportava a dor da sodomia e dos golpes cada vez mais ferozes. Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap ! Slaaaap !

Gozei profundo, inundando seu cuzinho de porra.

Apoiado na parede, juntado o máximo nossos corpos a beijei ardentemente atrás das orelha, nuca e boca, apás ela virar-se para um ardente e apaixonado beijo. Soltei rapidamente as amarras e Mônica me abraçou e me beijos apaixonadamente.

Levei-a no colo para a cama onde lhe dei novo banho de língua. Mônica exausta apenas relaxava de bruços, enquanto eu lhe chupava ardentemente. Ela estava largada, na cama, como morta. Morta de prazer cansaso. Suas nádegas ardiam como fogo e seu corpo estava cansado como apás uma viagem. Uma viagem pervertida, que a cada dia mais fazia parte de sua vida sexual. Mônica gemia baixinho, sem a força de antes.

- Ohh... hum... gostoooooso. Muito gostosa sua língua... hum...

Minha língua ia fundo no seu cuzinho, queria beijá-la por dentro, lamber pequenas fissuras que devia ter feito em seu cuzinho quase virgem. Queria me desculpar com ele por ter socado meu pau sem nenhuma pena.

- Está maravilhosa essa língua no meu cuzinho, amor. Me chupa todinha. – Isso, nooossa, sua boca quente na minha bucetinha ta me enlouquecendo novamente... assim vou querer mais pica.

Dobrei uma de suas pernas até práximo aos seios e mantive a outra esticada. Sentei-me sobre sua perna esticada e comecei a pincelar minha pica em sua bucetinha já encharcada novamente. Fui introduzindo meu pau na posição que mais gosto. Esse X é uma delícia. Ela permanecia meio de bruços, meio de ladinho, pois seus ombros tocavam a cama, mas apenas um lado de seu quadril permanecia junto a cama, pois a outra perna ficava sobre a minha coxa.

Com as mãos em seu quadril, controlava minha penetração. Mônica nunca tinha fudido comigo desse jeito e ficou extasiada, pelo conforto que esta posição propicia e pelo efeito erático de ser fudida por trás, como uma cadela.

- Amor, o gozo ta vindo novamente, hoje vou morrer de fraqueza!

- Goza, amor. Goza gostoso pra mim.

- Hum... fode assim. Assim é muito bom... Me fôda sempre assim.

- Gosta de moleza, né? Ficar deitadinha sendo fudida...

- Adoro, adoro! Ta muito bom... Oh... ta vindo, amor... fode, fode quietinho que eu quero curtir isso. Disse sorrindo.

Bombei forte, mas não selvagem. Queria um ritmo para gozarmos juntos.

- To gozaaaando, amor. Continua!... huuuuuummmm. Ahhhhhhhhh!!! Gozou aos gritos, mordendo o travesseiro.

- Ahhhh... Gozei profundo, deixando meu pau atolado naquela bucetinha quente e encharcada.

Ficamos assim por algum tempo, meu pau saiu mole de dentro de Mônica. Deitei ao seu lado, abraçado às suas costas. Depois de algum tempo Mônica conseguiu forças para falar:

- Amor... não me maltrate assim. Sou tão obediente, não mereço apanhar desse jeito...

- É o tesão de te ver submissa que me empolga.

- Estou com medo. Essas brincadeiras estão me deixando cada vez mais dependentes. Sá assim consigo gozar desse jeito, tão intenso!

Descansamos um pouco e levei Mônica para sua casa para terminar de descansar de sua exaustiva noite de aventura.



Estou sempre no ICQ 91130617 e no MSN [email protected] afim de um bom papo. Rio de Janeiro. ;)



Começou por chantagem continuou por tesão - VI

Parte VI

Tinha planejado mais um loucura para fazer com Mônica e precisava de mais dinheiro. Agora Mônica nem ligava e aparecia, até animada em minha casa levando o dinheiro que eu pedira. Sabia que eu utilizava o dinheiro “extorquido” dela para realizar minhas fantasias. E em minhas fantasias Mônica era sempre a estrela.

Avisei que ela deveria ir para casa apás o trabalho e me esperar lá com a roupa que eu tinha lhe dado na noite da masmorra. Ela ficou aliviada de não ter que passar o dia com aquela roupa escondida por baixo da roupa de trabalho, como eu havia lhe mandado da outra vez. Acho que até ficou um pouco decepcionada, pois já se acostumava com minha tara em subjugá-la.

Naquela noite apareci no apartamento de Mônica, raras foram as vezes que fui até lá. Ela me atendeu com a roupa que mandei, deve ter visto pelo olho-mágico da porta, pois Mônica tinha pavor de alguém do seu prédio saber de nossas loucuras, até porque, como disse nos contos anteriores, Mônica morava neste prédio desde criança e sua família e amigos moravam ali:

- Tenho uma surpresa para você.

Peguei no bolso uma venda para seus olhos e coloquei nela. Ela riu e já imaginava que vinham muitas surpresas naquela noite. Levei Mônica pelas mãos até o meio de sua sala e mandei que ela ali me aguardasse.

Saí de seu apartamento sem que ela percebesse e mandei suas mais novas surpresas me seguirem. Tinha contratado duas lindas gêmeas. Magrinhas, muito jovens, 19 anos, no máximo, da minha altura (1,75m), peles alvas, cabelos negríssimos e extremamente lisos. Gêmeas idêntica. Completamente idênticas. Entrei com minhas surpresas pelo apartamento de Mônica. As meninas usavam shorts jeans curtíssimos e desfiados e blusinhas brancas com seus nomes artísticos estampados nelas: Michele e Mirele.

Mônica estava apreensiva com o silêncio e já tinha percebido que havia mais de uma pessoa em sua casa. Pensava: “será que esse louco trouxe aqueles marinheiros para meu apê? Mato ele!”

Comecei a beijar Mônica e nossos beijos como sempre ficaram cada vez mais intensos. Mônica sentia mãos pelo seu corpo, seis mãos a lhe acariciar enquanto minha língua percorria sua boca atrás da sua. Não demorou para sentir bocas a chupar seu corpo, peles macias e lisas lhe chupando em seus lugares mais sensíveis. Mônica nesta altura já estava louca de tesão. Outra surra de pica como aquela do barco já parecia átima idéia, mesmo estando em seu apartamento. Retirei sua venda ainda aos beijos e Mônica demorou a perceber que eram mulheres que a estavam acariciando e chupando. Ameaçou acabar com aquela loucura:

- Que isso? Você enlouqueceu de vez!

- Relaxa, que preconceito babaca é esse? Você tava adorando.

Enfiei minha mão em sua buceta encharcada e esfreguei em seu rosto.

- São suas bonecas, amor. Duas linda gêmeas para você brincar.

- Não quero gêmea nenhuma, não sou lésbica, porra. Tire elas minha casa agora!

Segurei Mônica com força e a ajuda de Michele e Mirele e a amarrei a poltrona pelas presilhas que a roupa que a mandei colocar tinha nos pulsos e tornozelos.

- Você não quer? Tudo bem. Fique aí e assista!

Tirei minha roupa, sob o olhar incrédulos de Mônica. As gêmeas me ajudavam, retirando as peças enquanto me beijavam o corpo todo, boca, peitos, barriga. Estávamos a um metro apenas do sofá, praticamento nos chupando em cima de Mônica que assistia a tudo imobilizada pelas amarra. Minhas gêmeas se ajoelhara e, de frente para Mônica começaram um boquete com uma coreografia que devia estar mais que ensaiada pelas duas. Elas chupavam juntas, as línguas se tocavam, trocavam beijos, uma chupava o meu pau enquanto a outra lambia meus sacos, minhas coxas, revezavam de maneira não sá deliciosa como plasticamente

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