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O PEDREIRO ME PEGOU DE JEITO.

Olá Pessoal. Vou relatar mais uma das minhas relações com outros homens. Como havia dito nos outros contos, moro em Belo Horizonte, tenho 19 anos, mas aparento ter menos. Sou branco, cabelos loiros, lisos e longos, estilo surfistinha, olhos castanhos claros, 1,74m e 61 kg. Eu tenho traços finos, delicados. Talvez por isso, já fui várias vezes confundido com uma menina.



Apás o fim das minhas férias, retornei do litoral com um bronzeado bem legal, com direito à marquinha de sol na bundinha. Como frequento um clube em BH, a marquinha de sol está sendo mantida, mas de forma bastante discreta. Adoro me trancar no banheiro para ficar apreciando-a.



De volta ao meu bairro, as cantadinhas e as “passadinhas de mão” dos meninos e dos homens mais velhos se intensificaram.



Desde criança que os meninos do meu bairro tentam algo comigo. Sempre que estávamos reunidos em grupinhos, brincando de esconde-esconde ou passeando por uma região brejosa que ficava práxima ao meu bairro, eles ficavam arrumando desculpas para encostarem-se às minhas nádegas, apertando-me por trás.



Continuei reprimindo-os, dando uma de menino sério, macho, pois não queria que meus amigos soubessem que eu gostava de tudo aquilo. Não queria dar muita bandeira em meu bairro...



Os adultos também se aproveitavam de mim. Desde minha infância, alguns homens mais velhos me abraçavam por trás ou me pediam para eu sentar no colo deles. Sempre sentia um volume em minhas nádegas, mas não dava muita bola para aquilo. Mas agora, principalmente depois da pouca experiência que venho adquirindo, passei a sacar qual era a verdadeira intenção deles...



Com o tempo, na medida em que eu saía da infância e atingia a adolescência, as brincadeiras e cantadinhas dos meninos diminuíram (não cessaram totalmente), enquanto que as cantadas e tentativas dos homens mais velhos se intensificaram consideravelmente.



Acho que a explicação para isso era o desenvolvimento do meu corpo. No auge dos meus 19 anos, sou um garoto com feições delicadas, loirinho, com cabelos lisos e longos até os ombros, estilo surfistinha, magro, e, principalmente, com a bundinha arrebitada.



Não tenho muita certeza, mas acho que os homens mais velhos devam ter alguma preferência por garotos branquinhos, delicadinhos e com a bunda empinada.



Pois bem. Depois das minhas primeiras relações, passei a não ter muitas dúvidas: eu realmente nasci para ser passivo e submisso aos homens. Mas eu tinha que ter cuidado. Não sei muito bem os motivos, mas não queria que as pessoas do meu bairro descobrissem... Acho que morreria de vergonha... E quanto aos meus pais, então! Se meus pais descobrissem, eu estaria frito...



Sou filho único. Meus pais trabalham durante o dia e retornam entre 19 e 20 horas. Eu estudo pela manhã e não tenho muita coisa para fazer durante o restante do dia.



Utilizo condução para ir e voltar da escola. Vou e volto sempre em pé, exprimido em algum canto. Vez ou outra, alguém acaba se aproveitando da situação. às vezes chego a ter dúvidas se a pessoa, realmente, está se aproveitando para enconchar minha bunda. Em outros casos, porém, não tenho a menor dúvida. Por ser tímido e medroso, tenho dificuldades de chamar a atenção ou reprimir pessoas estranhas. Acabo deixando.



Certa vez, fiquei muito constrangido quando voltava para casa, pois o cara que estava atrás de mim me pegou de jeito. Pude sentir suas mãos sobre minhas nádegas e, em seguida seu pau crescendo e ficando duro em meu traseiro. O sacana chegou a me segurar pela cintura, para fazer com que minha bundinha rebolasse levemente sobre o seu pau. Entrei em desespero total. Por sorte, não estava muito longe do meu ponto de desembarque e acabei deixando um pouquinho. Já em casa, quando troquei de roupa, notei uma marca sobre minha calça, bem na direção da bunda. Não sei como, mas acho que o sacana chegou a gozar em mim...



Mas não é essa a aventura que eu quero relatar para vocês.



Recentemente, os meus pais decidiram realizar uma grande reforma na casa onde morávamos. Para isso, contrataram dois pedreiros. Um deles era um velho conhecido dos meus pais. Por muito tempo, chegou a frequentar minha casa. Era de confiança dos meus pais. Vou chamá-lo de Péricles (nomes fictícios). O outro pedreiro não era conhecido dos meus pais, mas era muito bem recomendado pelo Péricles. Vou chamá-lo de Geraldo.



Durante os dias úteis, os pedreiros ficavam sozinhos em minha casa pela manhã. Eu chegava por volta das 19 horas e fazia companhia para eles durante o restante da tarde. Eles deixavam o serviço por volta das 19 horas. Aos sábados, eles trabalhavam apenas pela manhã, na companhia dos meus pais.



Péricles era um mulato gordo, aparentava ter uns 55 anos. Era muito educado. Já Geraldo era moreno, alto, forte, barba por fazer, e aparentava ter aproximadamente 40 anos. Era uma pessoa rude, sem muitos modos e escrúpulos. Por várias vezes, o vi secando a bunda da minha tia que vinha nos visitar aos sábados.



Com poucos dias eu também passei a ser o alvo preferido do Geraldo. No início, eram apenas brincadeiras que eu não levava muito a sério. Mas, com o tempo, o atrevimento dele foi aumentando. Ele passou a me dar cantadinhas mais diretas, e até mesmo alguns tapinhas ou beliscões na bunda. Logicamente, ele tinha o cuidado de fazer isso sempre longe da presença dos meus pais.



Péricles, por sua vez, presenciava as brincadeiras, mas ficava apenas rindo da situação. Eu, como de costume, tinha dificuldades de reprimir as brincadeiras. No final das contas, também acabava levando na gozação...



Com o passar do tempo, de tanto brincar e me cantar, Geraldo acabou entrando no rol das minhas fantasias. Por algumas vezes, cheguei a me masturbar imaginando-me dando de quatro para ele. Mas eu não podia ir além disso. Seria muito arriscado...



Certo dia, apás retornar das aulas, eu encontrei os pedreiros trabalhando normalmente. Resolvi trocar de roupa porque queria ir conversar com meus colegas numa praça que fica práxima da minha casa.



Apás trocar de roupas, fiquei ajeitando meus cabelos em frente ao espelho do meu quarto. Distraidamente, fiquei de costas e virei o pescoço para tentar enxergar minha bunda no espelho com a bermuda jeans que havia colocado. Cheguei a dar uma leve empinadinha na bunda. Ao voltar para a posição normal, assustei-me com a presença de Geraldo na porta do meu quarto. Estava ele lá, me vendo em frente ao espelho, com aquela cara de sacana. Saiu em seguida, com um sorriso no canto da boca.



Tomei um baita susto. Na hora, fiquei com raiva daquele sorrisinho sínico e vitorioso do Geraldo. Disfarcei e, agindo naturalmente, saí e fui ao encontro dos meus colegas.



Acho que essa situação foi o passaporte para o Geraldo aumentar, ainda mais, as cantadas. Sá que agora suas brincadeiras eram mais incisivas e longe da presença do Péricles. Isso sá reforçava o pressentimento que eu tinha de que ele realmente estava disposto a me comer.



Ele esperava eu ficar sozinho em algum cômodo da casa. Passava por trás de mim para beliscar ou passar a mão em minha bunda, sempre cochichando algo do tipo: “_ que bundinha gostosa hein!” ou “_ainda vou te pegar de jeito menino!”.



Eu continuava reprimindo-o, mas não sabia até quando iria aguentar. à noite, eu ficava fantasiando mil e uma coisas, porém sempre com medo de levar adiante aquela situação.



Passei a não reclamar das brincadeiras, a não ser quando ele as fazia perto do Péricles.



Certa vez, eu estava sozinho na cozinha, lavando alguns copos na pia. Aproveitando-se do fato, Geraldo se aproximou da porta e ficou me olhando. Acabei me assustando ao vê-lo pelo vidro do armário.



Ao me virar para perguntar o que queria, ele deu uma leve esfregada sobre o pau, mantendo um olhar de decisão. Tive certeza que ele estava disposto a me pegar ali mesmo, naquela mesma hora, de jeito, como ele dizia, mas sabia que o Péricles também estava em casa. Trêmulo, acabei vacilando e não consegui dizer nada. Minha intenção era pedir para ele parar com aquilo.



Quando ele se aproximou, levei minhas mãos para impedi-lo de chegar mais perto, gaguejando alguma coisa do tipo: “_ po-po-pode parar...”.



Ele não deu mínima importância e, segurando minhas mãos, fez com que eu virasse e ficasse novamente de frente para a pia. Seu corpo ficou pressionando o meu contra a pia da cozinha. Pude sentir o enorme volume de seu pinto sobre minha bunda.



Fiquei desesperado com aquilo, principalmente porque o Péricles estava na casa:



“_ Pare com isso, Geraldo. Você está me machucando...”



“_ Escute aqui sua putinha, eu ainda vou ter comer bem gostoso, viu... Eu sei que você gosta, não adianta disfarçar...”



“_ Para com isso, Geraldo, senão eu vou gritar...”



Ele acabou me soltando. Desvencilhei-me dele, dizendo para ele parar com esse tipo de brincadeira, pois, do contrário, contaria tudo para os meus pais.



Ele saiu rindo, sem dar muita importância para o que eu havia dito. Senti muita repulsa do jeito sem escrúpulos dele. Passei o restante do dia trancado no quarto. Com o passar das horas, no entanto, comecei a sentir uma sensação diferente. Fiquei perturbado e acabei gostando de tudo aquilo... Foi uma enconchada e tanto... Antes de dormir, não resisti e me masturbei pensando no que havia acontecido...



No dia seguinte, apás chegar das aulas, eu tomei um banho e fui para o meu quarto dormir, como fazia algumas vezes. Apás algum tempo cochilando, acordei com o barulho dos dois pedreiros trabalhando. Resolvi continuar na cama.



Notei que eles estavam trabalhando com a televisão ligada. Apás algum tempo, acabei escutando-os conversando:



Geraldo falava alguma coisa sobre a apresentadora do programa que passava na televisão. Ouvi claramente quando ele disse ao Péricles que ela era muito gostosa.



Em seguida, ouvi Geraldo falando meu nome para o Péricles. Curioso para saber do que se tratava, levantei-me da cama e, na ponta dos pés, fiquei práximo à porta do meu quarto escutando-os:



Péricles: “_O que é que tem o filhinho do patrão?”



Geraldo: “_Uai... Já viu o jeitinho dele? Quando o vi pela primeira vez, achei que ele era uma menina...”



Péricles: “_É... Ele tem um jeitinho delicadinho mesmo.”



Geraldo: “_Pois é... Ele é todo delicadinho, e com aqueles cabelos longos, fiquei sem saber né...”



Depois de uma pausa, eles prosseguiram conversando:



Geraldo: “_Aqui... E a bundinha que ele tem? Já reparou?”



Péricles: (risos)



Geraldo: “_A bunda dele é muito gostosinha cara, to doido para traçá-la...”



Péricles: “(risos). O rabinho dele é muito gostoso mesmo...”



Geraldo: “_Há, Péricles... Se ele me der mole, eu meto o ferro nele... Não to mais me aguentando, vou ter que comer aquela bundinha de qualquer forma...”



Péricles: “_Cuidado cara, vê aonde você vai nos meter... Cuidado para não nos encrencar... Eu gosto muito dos pais dele...”



Geraldo: “_Você tem que me ajudar a comer ele, Péricles... Você sabe que eu não resisto a uma boa bundinha de menino... E você ta me devendo uma...”



Péricles: “_Sei não Geraldo... É muito arriscado... Se ele não gostar e contar pros pais dele, a gente ta ferrado...”



Geraldo: “_Pode ficar tranquilo cara, eu tenho certeza que ele gosta... Tenho certeza absoluta... E você tá me devendo compadre, te ajeitei aquele menino, lembra?”



Nossa, a conversa deles mostrava-se bastante reveladora. Geraldo gostava de “bundinha de menino”, e agora estava tentando convencer o Péricles a lhe ajudar a atingir o seu objetivo. O objetivo dele? O objetivo dele era me comer...E quanto ao Péricles? Ao que parecia, ele também curtia um garoto... Como eu podia imaginar... Justamente o Péricles... Em fração de segundos lembrei-me das vezes em que ele vinha nos visitar... Ele também já me colocou sentado sobre seu colo quando eu era criança...



Despertei-me dos meus pensamentos e me concentrei novamente na conversa deles:



Péricles: “_Eu sá acho arriscado porque estamos trabalhando aqui... A situação é diferente...”



Geraldo: “_Cara, o menino é muito gostosinho, parece uma putinha levada... Se a gente não comer ele, outros vão comer... Se é que já não comeram... Tô te falando... Tenho certeza que ele gosta...”



Péricles: “_Pô cara, já fico com tesão sá de imaginar ele de quatro... Mas é muito arriscado, eu conheço os pais dele, não sei não...”



Geraldo: “_Ontem ele estava sozinho na cozinha... Eu dei nele uma esfregada... A bundinha dele é muito gostosa...”



Péricles: “_Você vai acabar nos complicando...”



Geraldo: “_Eu sei o que to fazendo... Você tem que me ajudar... Já te ajeitei alguns meninos... Eu tenho certeza que eu teria comido ele ontem se você não estivesse aqui...”



Péricles: “_Como que você sabe? Ele lhe disse?”



Geraldo: “_Não cara, ele ficou todo apavorado, nervoso com a situação... Ele é muito novinho, inexperiente, mas eu sei o que eu to falando... Se você não estivesse aqui, acho que ele teria dado para mim se eu insistisse... Vamos fazer o seguinte: arruma alguma desculpa e diz para os pais dele que amanhã você terá que sair na parte da tarde... Deixa ele sozinho aqui comigo...”



Péricles: “_Sei não, Geraldo. E se ele não quiser... E se ele contar tudo para os pais dele, a gente ta ferrado...”



Geraldo: “_Se algo der errado eu limpo sua barra... Digo que a culpa é toda minha e que você não tem nada a ver com a coisa... Vamos lá cara, to te pedindo muito? Fala com os pais do moleque que você tem que terminar um serviço em outro lugar...É te pedir muito? Se der certo depois você fode ele também...”



Péricles: “_ Tá bom, você me convenceu... Mas se der certo eu vou querer também, hein... (risos)... Agora me ajuda aqui com essa massa...”



Ao terminaram de conversar, voltei silenciosamente para minha cama, assustado, confuso, com a conversa. Continuei deitado, fingindo dormir, para que eles não desconfiassem de nada.



Putz! Aquilo foi uma grande revelação para mim. Até que o Geraldo não me surpreendera com a conversa, mas o Péricles! Nunca poderia ter imaginado esse outro lado dele... Mas eu não poderia julgá-lo... Quem poderia imaginar o meu outro lado...



Continuei deitado até os meus pais chegarem e os pedreiros irem embora. à noite, confesso que a excitação bateu forte com o fato de eles estarem conversando daquela forma, armando uma estratégia para o Geraldo me comer. Quem seriam os meninos que eles tinham traçado? Seria algum do meu bairro? E quanto à forma com que eles se referiam a mim? Geraldo havia me chamado de putinha levada... Péricles havia dito que estava com tesão sá de imaginar-me de quatro... Disse ainda que também gostaria de me foder caso o Geraldo atingisse o seu objetivo...



Senti medo e cheguei a pensar em contar tudo para os meus pais. Por outro lado, aquela sensação de perigo, apreensão, também mexeu comigo...



Mais tarde, ainda dentro do meu quarto, pude escutar o telefone tocando. Era Péricles. O plano deles estava sendo colocado em prática.



Um turbilhão de coisas passava pela minha cabeça. Sempre gostei de ser desejado, cobiçado por homens mais velhos. Sempre fantasiei situações parecidas. Além do mais, eu estava com uma enorme vontade de repetir tudo o que eu havia relatado nos contos anteriores. Por que, então, eu não deveria aproveitar tudo aquilo? A resposta era simples. Eu sempre tive medo de alguém descobrir. Nas outras vezes, acabei sendo convencido (ou me convencendo) porque não havia o menor risco de um conhecido descobrir. Mas agora... Agora era diferente... Eles estavam trabalhando na minha casa... Apesar de Péricles não ser nenhum santo, ele iria ficar sabendo... Ele conhecia meus pais... Acabei dormindo sem decidir o que faria...



No dia seguinte, durante a aula, sequer consegui me concentrar. Não tirava aquela situação da minha mente. Antes de sair para a escola, minha mãe pediu que eu fosse direto para casa e de lá não saísse, pois ela não queria que o Geraldo ficasse sozinho durante a tarde.



Putz! Estava encurralado. Fiquei pensando o que eu deveria fazer quando fosse, eventualmente, abordado pelo Geraldo. Fiquei apreensivo durante toda a aula.



Apás a aula, sem saber se eu deveria ceder ou não aos cortejos do Geraldo, decidi que resolveria no momento da abordagem, de acordo com a minha vontade... Acabei deixando a vida me levar...



Ao chegar em casa, vi Geraldo trabalhando na sala. O cumprimentei e me dirigi diretamente para o chuveiro. Não tive coragem de encará-lo. Tranquei a porta, tomei um banho e me troquei. Vesti um short e uma camisa esportiva.



Quando eu estava almoçando, notei que ele olhava-me de forma disfarçada, mas não trocava uma sá palavra comigo. Não consegui comer nada, tamanho nervosismo. Encerrei a refeição e fui para o meu quarto. Tranquei a porta. Fiquei pensando na situação e acabei pegando no sono.



Acordei por volta das 19 horas, horário que o Geraldo deveria ir embora. Espreguicei-me e me lembrei da situação. Cheguei até a porta do quarto para tentar escutar se Geraldo continuava trabalhando. Não consegui escutar nada.



Saí do quarto e segui diretamente para o banheiro. Não vi o Geraldo pelo caminho. Saí do banheiro e segui para a sala. A televisão estava desligada. Em seguida fui à cozinha, passando pela portas dos quartos e dos demais cômodos da casa. Voltei para a sala e não o via em canto algum. Fui até a janela da sala, de onde dava para ver todo quintal. Ele também não estava ali.



Por um instante, imaginei que ele já tivesse ido embora e desistido do seu plano. Confesso que, na hora, senti-me aliviado. Por incrível que pareça, também sentia um pouco de desapontamento.



Resolvi ir até o portão da minha casa. Como ele não tinha as chaves, pensei que ele pudesse ter deixado o portão destrancado. Dirigi-me para um longo corredor que levava à saída da casa. O corredor estava muito escuro. Ao me aproximar do dispositivo que acendia a luz, sinto um vulto atrás de mim e tomo um baita susto. Antes que eu pudesse imaginar qualquer coisa, sou surpreendido pelo Geraldo, segurando-me fortemente por trás:



“_ Achou que eu tinha ido embora...”



“_ Que susto, Geraldo...”



“_ Ficou assustadinho é?”



“_ Fiquei. Solte-me... Você está me machucando.”



Por alguns segundos, Geraldo ficou enconchando-me, apertando seu corpo contra o meu. Sentia seu pau pulsando sobre minha bunda. Eu tentava me desvencilhar, mas ele não permitia. Eu segui dizendo:



“_ Pare com isso. Eu vou gritar...”



Ele tampa minha boca com uma das mãos e diz:



“_Calma gatinho, eu sá to brincando com você...”



O problema é que ele não me soltava, e isso realmente estava me assustando.



Em seguida, ainda tampando minha boca, ele começou a me empurrar em direção de um quarto que ficava aos fundos da cozinha, utilizado pelos meus pais para guardar algumas ferramentas e utilidades domésticas.



O quarto também estava muito escuro. Eu tentava me desvencilhar dele, mas ele era muito mais forte do que mim. Dentro do quarto, ele continuou me segurando por trás e tampando minha boca, até me derrubar sobre uma velha cama que ficava no local. Eu caí de bruços com ele sobre mim.



Em seguida, ele pegou um travesseiro que estava sobre a cama e o colocou por baixo de mim, fazendo que eu ficasse com a bunda ainda mais oferecida para ele. Depois de algum tempo se esfregando em mim, ele resolve tirar as mãos da minha boca e diz:



“_Bundinha gostosa... Dá ela para mim, dá? Ninguém vai ficar sabendo...”



Disse isso enquanto uma de suas mãos abaixava meu short até pouco abaixo dos meus joelhos. Fiquei com a bundinha de fora, sobre o travesseiro, tornando-a convidativa para uma boa investida.



Minha camisa havia sido erguida até um pouco acima da minha cintura. Uma única mão dele conseguia segurar minha duas mãos sobre a cama. A outra me segurava pela cintura, enquanto ele se esfregava todo em mim.



Por ter feito muita força, eu estava sem fôlego, sem consegui dizer nada. Caí na real sobre o que estava prestes a acontecer quando notei que ele havia retirado sua mão da minha cintura e, em seguida, escutei o barulho do zíper de sua calça sendo aberto.



Estava com medo, mas ao mesmo tempo também estava sentindo-me excitado. Continuei resistindo bravamente, mas sem gritar.



Senti seus joelhos entre minhas pernas, pressionando-as para as laterais da cama, fazendo com que elas se abrissem. Fiquei com as perninhas abertas e a bundinha levantadinha pelo travesseiro, pronta para ser devorada por seu algoz. Em seguida, pude sentir a cabeça do seu pau encostando-se sobre a entradinha do meu cuzinho.



Mantendo seu pau na entradinha, mas sem realizar a penetração, ele levou uma de suas mãos os sobre os meus cabelos e os puxou, fazendo com que eu ficasse com o queixo sobre a cama e o corpo arqueado. A outra mão continuava mantendo-me minhas mãos imáveis sobre a cama.



Colocou seu rosto ao lado do meu. Senti sua respiração e o bafo de cerveja. Certamente ele também sentia minha respiração, não menos ofegante. Ele havia me dominado. Eu estava na iminência de ser pego de jeito, como ele havia profetizado...



Um simples movimento dele com a cintura poderia fazer com que seu membro me penetrasse.



Como se estivesse interessado apenas em ouvir minha resposta, ele me pergunta:



“_Pode putinha?...”



Disfarçando a excitação que eu sentia, e sabendo que minha resposta seria em vão, eu respondo baixinho, ofegante, sussurrando:



“_ Não... Por favor... Não faça isso comigo...”



Sinto, em seguida, leves movimentos circulares dele com a cintura. Enquanto fazia esses movimentos, ele sussurrava:



“_ Deixa putinha... eu vou te comer gostoso... empina o rabinho pro seu macho... empina...



Em seguida, sinto a cabeça do seu pau penetrando-me, abrindo passagem para o restante do seu membro.



Enquanto seu pau entrava dentro de mim, ele continuou mantendo uma de suas mãos fixas sobre o meu cabelo, puxando-me para trás, enquanto a outra mão segurava as minhas sobre a cama.



Senti seu cacete todo enterrado dentro de mim. Ele iniciou os movimentos de vai e vem e dizia várias obscenidades que apenas aumentavam a minha excitação. Com o rosto totalmente colado ao lado do meu, ele dizia ofegante em meu ouvido:



“_Rabudinho... que rabinho gostoso você tem... toma rola sua putinha... toma... não falei... não falei que iria de pegar de jeito... toma rola, empina essa bunda gostosa... empina... que traseiro maravilhoso você tem... putinha... toma... toma...”



Também sinto minha ereção sobre os travesseiros, mas continuei mantendo a pose, resistindo àquele macho, dizendo baixinho:



“_Não... por favor... não faz isso comigo não... por favor... não... ai... ta doendo... para... não faz isso comigo, por favor...ai...ai...”



Ele respondia:



“_ Faço sim putinha... sua bundinha foi feita pra levar rola... toma o que você merece... A partir de agora você vai dar pra mim todo dia... putinha... toma... O Péricles quer ter comer também sabia... sabia hein... nás vamos te comer todo dia... viadinho... e você vai ficar caladinho... vai levar rola caladinho... não vai contar pra ninguém... toma rola sua putinha... toma...”



Os movimentos de vai e vem estavam muito fortes. Eu e ele estávamos suando muito. Enquanto ele socava sem dá a rola em mim, a cama onde estávamos batia forte contra a parede, produzindo um inconfundível barulho, significando que alguém estava sendo fudido sobre ela...



Eu continuei com as perninhas abertas e com a bundinha empinada sobre o travesseiro, recebendo suas fortes e firmes estocadas... Não me lembro durante quanto tempo fui comido por ele...



Ele aumentou os movimentos. Senti seu pau pulsando dentro de mim e, sabendo o que viria, pedi fazendo beicinho:



“_ Não... Por favor, Geraldo... Não faz isso comigo não... ai... ai... por favor... covarde... covarde... ai...ai... Não goza dentro de mim, não...”



Aumentando ainda mais suas estocadas fortes e firmes, ele responde:



“_Não quer levar porra dentro da bundinha, sua putinha... não quer não, é...”



Quando eu já estava que me conformando em receber seu esperma dentro de mim, ele, rapidamente, retira seu pau de dentro de mim, ajoelhando-se com as pernas abertas sobre o meu corpo, prendendo-me pouco abaixo do meu pescoço.



Com uma das mãos fixadas em meus cabelos, ele vira o meu rosto para o lado, sobre a cama. A partir daí, o que eu testemunhei foi um verdadeiro bombardeio de esperma sobre o meu rosto. Foram várias esguichadas, generosas, acompanhadas dos seus urros... Algumas erraram o alvo e atingiram a cama. A grande maioria, no entanto, explodiu em cheio sobre o meu rosto. Recebi jatos na bochecha, nos olhos, sobre a boca, nariz e cabelos.



Por fim, antes de me soltar e se retirar, ele me disse que ainda iria me comer outras vezes e que eu iria sofrer as consequências caso eu contasse para os meus pais.



Ele me soltou, mas eu não tinha forças para me levantar. Fiquei deitando na mesma posição que ele havia me largado, com o rosto inundado de esperma.



Apás alguns minutos, levantei-me e fui andando desengonçado em direção ao banheiro.



Olhei para o espelho e vi aquela enorme quantidade de esperma depositada sobre o meu rosto. Em seguida, escutei meus pais chegando, acompanhados da minha tia. Por pouco, eles não me pegam sendo pego de jeito pelo pedreiro. Liguei o chuveiro e me masturbei... Gozei como nunca...



Quem quiser entrar em contato comigo, o meu email é [email protected]

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