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EU E MINHA CUNHADA NA PISCINA DO SÍTIO

Todos os fatos narrados nesse conto são verídicos, exceto os nomes que foram trocados para preservar a identidade das pessoas envolvidas.



Moro numa cidade do interior de Minas Gerais. Tinha 34 anos quando o que vou relatar aqui ocorreu. Meu nome é Pedro, tenho 1,82m de altura e peso 80Kg. Tenho um corpo legal e gosto muito de cuidar da minha saúde. Tenho cabelos castanhos claros e olhos de cor bem clara. Sempre que posso, dou umas boas pedaladas em trilhas práximo à cidade, juntamente com um grupo de outros colegas. Também gosto de correr e adoro nadar. E foi justamente esse meu gosto pela água que me possibilitou viver o que vou contar.



Tenho um sítio que fica a aproximadamente 17Km de minha casa, e gosto bastante de passar os finais de semana por lá. Gosto de plantar e o contato com a natureza sempre ajuda a repor as energias. O resto da família não é muito animada com essas coisas, e praticamente eu sou o frenquentador mais assíduo do lugar. A pouco mais de um ano, instalamos uma boa piscina no sítio, e normalmente, sou eu quem cuido da água, principalmente quando resolvemos passar o final de semana por lá, pois gosto de deixar tudo limpinho e a água bem cristalina.



Pois bem, numa sexta feira da semana que antecedia o final de ano, eu estava de férias e como iríamos para o sítio no sábado de manhã, eu me preparava para, mais uma vez, deixar as coisas arrumadas no sítio. Assim, quando chegássemos, era sá curtir o local e aproveitar cada minuto do final de semana. Minha cunhada trabalhava numa multinacional que tem um filial na cidade onde moramos. Era uma mulher muito atraente, apesar de já ter um filho. Eu sempre fui louco para me aproximar dela, que além de ser muito bonita e ter um corpo que encantava qualquer um, também era muito inteligente. Ela fazia mestrado em química e tinha acabado de terminar o semestre. Dizia que não via a hora de entrar na água e relaxar, quando estivesse lá no sítio. Eu já ficava doidinho sá de pensar que ia vê-la mais uma vez de biquíni.



A Lê, como a tratávamos, é uma morena de 32 anos, cabelos pretos e lisos, normalmente longos. Tinha tudo sob medida. Uma barriguinha que sá de lembrar já me deixa excitado. Deve ter 1,63m de altura e seu peso é muito bem distribuído. Tem um bumbum muito gostoso, e mesmo sendo casada e tendo um filho, usa os menores biquínis entre as meninas da família. Da última vez que estivemos no sítio, Alessandra vestia um biquininho verde que a deixava um tesão de mulher. Lê gostava de tomar vinho e à medida que a garrafa ia se esvaziando seu biquíni ia ficando mais enfiadinho naquela bunda que eu não cansava de comer com os olhos. A parte de cima e ficando mais fechadinha e seus peitinhos iam ficando cada vez mais a mostra. Aquela situação me deixava com tanto tesão, que as vezes tinha que entrar no banheiro e bater uma punheta para minha cunhada pois era impossível permanecer no meio das pessoas com meu pau duro dentro da sunga.



Sua prima Bruna, que morava fora, estava passando uns dias na casa da minha cunhada e também foi para o sítio naquele dia. Bruna é tão gostosa quanto Lê e como as duas têm a mesma idade, se dão muito bem e sempre estão juntas, já que ambas são casadas e tem um filho. Lê e Bruna chegaram animadíssimas com o sol que fazia no sábado dizendo que já estavam de biquíni e que não viam a hora de pegar um bronzeado, pois não aguentavam mais a cor de quem trabalhava em uma sala fechada e com ar condicionado. Eu sá incentivava, contando que a água estava perfeita, pois tinha cuidado com todo carinho para ela. Ela me olhou com um sorriso meio safado e perguntou como poderia retribuir tanta dedicação. Brinquei, e disse que não faltaria a oportunidade para tal agradecimento.



Bruna estava com um biquíni azul com listras e diga-se por passagem, valorizou seu corpo e a cor de sua pele. Ela foi a primeira a entrar na água. Ficou sá o suficiente para se molhar e logo em seguida foi deitar-se na beira da piscina. Antes de se deitar, Bruna chamou a Lê e pediu para que ela passasse bronzeador nos locais onde ela não alcançava. A Lê, que já estava de biquíni, ajoelhou-se ao seu lado de Bruna com a bunda virada para mim. Quase perdi o controle! Meu pau deu um pulo dentro da sunga que parecia querer sair e entrar naquela bucetinha arrebitada. O biquíni de Lê estava meio enfiadinho e aquela visão ia alimentar minhas punhetas por muitos dias. Lê então, encheu sua mão de bronzeador e começou a espalhar pelo corpo de sua prima. Primeiro nas costas e depois nas coxas e em seguida em sua bunda. Eu tentava disfarçar o olhar, mas era impossível. A cena era fantástica! Duas mulheres lindas e gostosas se alisando bem ali na minha frente. Meu pau pulsava dentro da sunga e a única maneira de aliviar, era entrar na água. E quando eu estava indo para a piscina, Bruna me pede para pegar sua toalha que estava na cadeira e levar para ela, pois queria dobrá-la e fazer de travesseiro. Não tendo como negar, peguei a toalha e fui entregar para Bruna. Meu pau ainda estava muito duro e não havia maneira de despistar. Foi sá eu chegar perto e Bruna olhou diretamente para o volume do meu cacete duro na sunga. Minha cunhada viu que a prima estava olhando e fez o mesmo. Bruna me agradeceu e antes de deitar-se, olhou novamente para meu pau. Minha cunhada me pediu mais um copo de vinho e enquanto fui buscar pude ouvir as duas cochichando alguma coisa e dando risadinhas.



Quando voltei com o vinho, notei que as duas estavam diferentes, com um sorriso meio suspeito. Perguntei se precisavam de mais alguma coisa, pois ia entrar na piscina. Responderam que não, mas que se precisassem iam me chamar. Nesse momento, a Lê, como uma carinha muito safada, deu mais uma olhada para o meu pau, deitou-se com a bunda pra cima e pediu a Bruna que passasse bronzeador nela também. Bruna derramou o áleo no corpo da Lê, e antes de começar a espalhar deu uma olhada ao redor para ver quem estava por perto. Eu era o mais práximo, pois meu concunhado e o marido da Bruna haviam saído de carro para buscar sorvete. Meu cunhado dormia numa rede na varanda da casa. E minha esposa conversava com sua mãe e com a esposa de seu irmão dentro de casa. Os meninos brincavam na sombra, debaixo de um pé de pequi. Na hora, pensei que Bruna quisesse apenas saber o paradeiro das crianças antes de terminar de passar bronzeador em minha cunhada e depois deitar-se para se bronzear. Mas parecia que Bruna se certificava que não havia mais pessoas olhando o que ia fazer.



Bruna começou a espalhar o bronzeador no corpo de minha cunhadinha, e eu nadava sempre de maneira que pudesse acompanhar tudo bem de perto. Eu achava que a água fria ia me ajudar a ficar mais tranquilo, mas ver as duas sá piorava a minha situação. E para piorar ainda mais, vi quando Bruna pegou o biquíni de minha cunhada e enfiou tudo o que pode naquela bundinha. Lê deu uma olhada de lado e ouviu, quieta, sua prima dizendo que aquele corpinho merecia uma marquinha bem gostosa. Lê deu uma risadinha e deixou a calcinha do jeito que sua prima tinha colocado, mas que ela também fizesse o mesmo, pois tinha um belo corpo e que seu biquíni estava muito grande. Bruna deitou-se e a Lê fez o mesmo com ela. Nesse momento, eu achei que ia ficar louco. Elas tinham plena consciência que eu estava ali e mesmo assim, agiam como se eu não estivesse. Fiquei ali, nadando e massageando meu cacete por fora da sunga. Apreciando as duas deitadas com a bunda para cima e com os biquínis atolados em seus rabos.



Ficaram assim por algum tempo e depois resolveram se virar para tomar sol na parte da frente. Quando minha cunhada se deitou a vista de sua buceta era extremamente excitante. Seu biquíni estava tão colado que eu podia ver o formato perfeito de sua bucetinha. Via sua rachinha com detalhes e pude perceber claramente que ela estava depiladinha. Ela deixou as pernas entreabertas e eu me posicionei de forma que tivesse o melhor ângulo daquela visão deliciosa. Bruna também se deitou e deixou aquela buceta toda à mostra. A vontade que eu tinha era de levantar e chupar as duas ali mesmo e depois comer suas bucetinhas até não aguentar mais. Mexi tanto com meu pau dentro da piscina que acabei gozando dentro da sunga. Tive que sair e ir ao banheiro para limpar a lambança que havia acabado de fazer. Bom! Pelo menos assim, teria condições de transitar entre os demais sem o volume do meu pau aparecendo o tempo todo.



Mas, foi sá a Lê se levantar para tomar uma ducha que meu tesão voltou a tona. Olhava para ela e via os biquinhos durinhos de seus peitos enquanto se banhava. A calcinha do biquíni continuava enfiadinha e minha cunhada, olhando pra mim, arrumou de forma que ela continuasse daquele jeito. Fiquei com o pau duro outra vez! Lê, veio até mim, puxou uma cadeira de plástico e se sentou com as pernas abertas, dizendo que iria se secar um pouco à sombra. Como a calcinha estava molhada e bem coladinha, a visão daquela bucetinha quase me fez perder a cabeça. Eu já nem tentava mais disfarçar meu tesão. Perdi a conta de quantas vezes passei a mão em meu cacete e de quantas vezes a Alessandra olhou. Parecia que queríamos a mesma coisa, mas nenhum dos dois tinha coragem de tomar a iniciativa.



Meu final de semana foi átimo! Mas tarde, quando achava que já não teria mais surpresas, minha concunhada chegou e juntou-se a Bruna e Alessandra. A Marise foi logo tirando o vestidinho e colocando um biquíni laranja, quase tão pequeno quanto o verde que a Lê usava. Não fez cerimônia e enfiou a calcinha na bunda para não ficar diferente das outras duas meninas. Eu não conseguia parar de olhar e tive que bater muitas punhetas durante a semana para aliviar a vontade de comer aquelas gostosas.



Durante a semana, Lê esteve umas duas vezes em minha casa para conversar com sua irmã. Vinha à tarde, logo depois de ter parado do trabalho, passado em casa, tomado um banho e trocado de roupa. Da primeira vez, ela estava com uma camisetinha vermelha, sem nada por baixo e uma sainha que eu adorava quando ela vestia. Fiquei observando a marquinha do biquíni e logo as lembranças do final de semana povoaram meus pensamentos. Ela sentou-se no sofá, ao lado de minha esposa, de frente pra mim. E por várias vezes, ao cruzar e descruzar as pernas via sua calcinha branquinha e quase morria de tesão. Foi sá a Lê ir embora que eu tive que correr para o banheiro e bater uma punheta, gozando muito gostoso sá de pensar que estava comenda aquela bucetinha.



No dia seguinte, fui eu quem estive na casa da Alessandra. Por coincidência, seu marido e seu filho tinham acabado de sair. Ela estava com um vestidinho de malha, bem soltinho e eu, facilmente, podia ver a transparência de sua calcinha. Também notei que ela não usava sutiã e o tecido do vestido desenhava seus peitos com muita sensualidade. Devorei-a com os olhos! Ela viu que eu olhava, mas continuou a conversar sem dizer nada e nem expressar nenhum outro tipo de reação. Foi quando o objeto que a Lê ia me entregar escapou de sua mão. Lê abaixou-se para apanhar e me entregar. Nesse instante, seus peitinhos ficaram perfeitamente à mostra. Mais uma vez, quase perdi o juízo. Enquanto ela me acompanhava pelo corredor até o portão, eu olhava para sua bunda e, com a claridade, via perfeitamente o desenho de seu corpo. Antes de sair, fiz questão de abraçá-la, sá para sentir a maciez de seus peitinhos encostados no meu corpo e alisar sua calcinha por cima do vestido. Meu pau ficou muito duro e acho que ela percebeu. Mas continuou abraçada sem afastar seu corpo. Quando a soltei, notei que os biquinhos de seus peitinhos estavam quase furando o vestido. Aquela visão me deixou com água na boca. Fui embora, quase que batendo uma punheta dentro do carro, de tanto que esfregava meu cacete.



Na sexta-feira de manhã, meu telefone tocou. Era a Alessandra contando que seu carro tinha dado um problema e que ficaria na oficina até na terça-feira da semana seguinte. Lamentei o fato, pois seu marido trabalhava fora e com isso ela teria que andar de ônibus, coisa que ela odiava. Me ofereci para levá-la ao trabalho, já que a distância não era tão grande. Ela disse que não queria me incomodar, mas que ia acabar aceitando o favor. Combinamos o horário e eu a levei para o trabalho naquele dia. No caminho, comentávamos sobre o calor que fazia naquela semana, e ela, repetidamente, dizia que não via a hora de entrar na piscina e se refrescar. Contei que meu dia estava folgado. Que resolveria algumas questões e logo faria as compras para o final de semana e perguntei se ela queria que eu fosse buscá-la no final da tarde. Lê sorriu dizendo que se não fosse incômodo, aceitaria mais uma carona.



Já eram cinco da tarde quando parei o carro em frente ao trabalho da Alessandra. Liguei e avisei que já estava por lá. Logo em seguida ela chegou. Normalmente, ela trabalhava de calça jeans e uma camiseta de tecido, fechada com botões. O calor estava muito forte. Eu estava com o ar do carro ligado, mas mesmo assim o sol incomodava bastante. Lê entrou, sentou-se e a primeira coisa que fez apás me cumprimentar, foi desabotoar um botão de sua blusa, deixando aparecer boa parte de seu sutiã. Olhei para ela e perguntei se ela estava com muita pressa, pois gostaria de passar no sítio e deixar as compras por lá. Lê respondeu que não. Que poderíamos ir. Que seria bom ela dar uma voltinha para espairecer.



Quando chegamos ao sítio, ela já estava bem descontraída. Comecei a guardar as compras e vi que tinha umas latinhas de cerveja na geladeira, que tinham sobrado do outro final de semana. Perguntei a Lê se ela não queria abrir uma, enquanto eu terminava. Ela gostou da idéia, pegou os copos e me serviu também. Quando terminei, convidei-a para irmos à piscina, pois queria conferir se tudo estava em ordem. Ela sorriu concordando. Eu entrei no banheiro e vesti minha sunga. Sá o fato de estarmos ali e de ter visto a blusinha da Lê desabotoada, foi o suficiente para deixar meu pau duro. Mas como estávamos sá nás dois, fiz questão de deixá-lo bem à vista. Ao sair, ela me disse que não era justo, pois ela não estava de biquíni e que também queria entrar na água. Aquilo fez meu coração acelerar! Imaginei-a sá de calcinha e sutiã, entrando na água comigo e fiquei louquinho para fazer a proposta.



Entrei na água e a Alessandra puxou uma cadeira e se sentou bem na beirinha da piscina. Eu, para incitar, ficava dizendo que a água estava uma delícia, e que se fosse ela entrava de roupa mesmo. Ela dizia que com tanto calor, ia acabar fazendo isso mesmo. Foi então que criei coragem e perguntei para Lê, por que ela não entrava sá de calcinha e sutiã? Ela me olhou fixamente e nesse momento pensei que ia ouvir uma bronca sem precedentes e que poderia até estragar o meu bom relacionamento com ela. Mas, pra minha surpresa, minha cunhada acabou dizendo que a calcinha até poderia tirar antes de ir embora, para não chegar em casa com a calça jeans molhada, mas o sutiã seria impossível, uma vez que o tecido de sua blusa era transparente e que todos iam notar. Quando ela terminou de falar, já não tinha mais controle sobre mim e pedi para ela entrar e se molhar, pelo menos até a cintura.



Minha cunhadinha hesitou por um momento. Olhou ao redor, caminhou até o portão que vai da piscina para a casa, voltou e subitamente começou a desabotoar sua blusa. Eu olhava tudo e não podia acreditar. Sonhava acordado com a possibilidade de transar com minha cunhada e naquele momento ela começava a irar a roupa na minha frente. Ela me olhava com um sorriso tímido e me dizia que se alguém imaginasse que ela estava prestes a nadar comigo, sozinhos no sítio, sá de calcinha e sutiã, teria um problema enorme, e que, aí de mim se abrisse a boca. Prometi que faria segredo, dizendo que podia confiar em mim. Ela então, desabotoou sua calça, abrindo vagarosamente o feixe. Eu tremia de tanto tesão. Alessandra foi baixando sua calça a medida que fazia movimentos com as pernas para soltar sua roupa. Usava uma calcinha branca, de lycra, que a deixava simplesmente linda. Não era totalmente transparente, mas eu sabia que quando ela entrasse na água provavelmente veria sua bucetinha com toda perfeição. Quando ela se virou para colocar sua roupa na cadeira, fiquei olhando aquela bunda deliciosa com sua calcinha quase toda enfiadinha. Meu cacete pulsava dentro da sunga, pensava que ia explodir de tesão.

Alessandra foi entrando na piscina bem devagar, para não molhar seu sutiã. Me aproximei da escada e ela me pediu para não deixá-la molhar a parte de cima, mas tudo o que eu queria mesmo era olhar sua bucetinha bem de perto. Olhei sem discrição para a pererequinha de minha cunhada e ela, sem despistar olhava o volume do meu pau. Peguei sua mão, com o pretexto de não deixá-la escorregar. Na verdade, tudo que eu queria era encostar em seu corpo. Fui abusando da sorte e me posicionei ao seu lado, agora segurando em sua cintura, com meus dedos sobre sua calcinha. Ela simplesmente sorria e aceitava minha aproximação. Sugeri a Lê que se sentasse no degrau da piscina, pois faria uma massagem em suas costas. Ela acabou concordando e sentou-se, molhou as mãos e passou em sua nuca para ajudar a se refrescar. Eu me sentia no céu! Minha cunhada, que eu tanto desejava, estava ali, sozinha comigo, na piscina, sá de calcinha e sutiã e eu tocando em seu corpo.



Sentei-me atrás de minha cunhada e comecei a massagear suas costas. Ela agradecia e dizia que a muito tempo não recebia uma massagem tão gostosa. Que seu marido era muito preguiçoso. Que sempre que ela pedia uma massagem, ele despistava e acabava não fazendo. Eu, que não perdia mais nenhuma oportunidade, me prontifiquei a fazer massagem sempre que ela quisesse.



Entre um movimento e outro acabei descendo as alças de seu sutiã, como se elas atrapalhassem o que eu estava fazendo. Como ela não fez nada, desci mais um pouco, deixando seus peitos quase todos descobertos. Praticamente, seu sutiã estava preso pelos bicos de seus peitinhos. Ela olhou para baixo e em seguida me chamou de abusado, mas não arrumou seu sutiã, como quem aprovava a situação até aquele limite. Eu alisava suas costas e já começava a descer minha mão em direção de seus peitinhos. A cada alisada eu chegava mais perto. Até que não aguentei e passei meus dedos naqueles biquinhos durinhos e lindos. Lê deu um gemido de tesão e colocou suas mãos sobre as minhas. Achei que ela ia tirar minhas mãos, mas as apertou carinhosamente sobre seu corpo e ficou assim por alguns instantes, com a cabeça apoiada sobre um de meus braços. Voltei a alisar seu corpo e fui rapidamente desabotoando seu sutiã. As mãos de minha cunhadinha ainda estavam sobre seus peitinhos, suavemente cobertos por seus dedos. Encostei suas costas no meio das minhas pernas, forçando meu pau contra seu corpo enquanto segurava sua cintura. Minha cunhadinha deu mais um gemido de tesão, e pela primeira vez, passei a mão em sua bucetinha, por cima da calcinha. Lê virou seu rosto em minha direção com os olhos quase fechados e uma expressão de muito tesão. Beijei sua boca com muita vontade e enquanto passava a mão por todo o seu corpo e me virava para abraçá-la de frente.



Ficamos nos beijando por um bom tempo e eu já podia sentir minha cunhadinha esfregando sua bucetinha em meu cacete. Passava a mão em sua deliciosa bunda e ia enfiando o resto da calcinha enquanto era possível. Meus dedos encostavam na parte de trás de sua buceta, e mesmo dentro dÂ’água, sentia sua bucetinha ficar melada. Fui beijando o pescoço de Lê, até chegar em seus peitinhos, lindos, macios e durinhos. Ela se contorcia de tesão enquanto eu chupava seus peitinhos e acariciava sua bucetinha. Senti suas mãos segurando meu pau por cima da sunga e logo em seguida tirando meu cacete para fora. Lê olhou para baixo e disse que já imaginava que eu tinha um belo cacete, pois percebia o volume por dentro da sunga, quando estávamos no sítio. Disse a ela que o meu grande sonho era enfiar aquele pau em sua bucetinha e meter bem gostoso até não aguentar mais. Contei o quanto ela havia me deixado excitado no final de semana anterior e acabei perguntando se fazia aquelas coisas de propásito. Ela quis negar, mas acabou confessando que adorava o jeito como eu olhava para ela. Que se sentia desejada. E que por muitas vezes, sentiu sua bucetinha ficar molhadinha.



Tirei a calcinha da minha cunhadinha e continuei beijando sua boca e chupando seus peitinhos alternadamente, enquanto roçava meu pau em sua pererequinha. Estava louco para enfiar tudo bem lá no fundo e sentir aquela buceta gostosa sendo invadida pelo meu cacete. Mas antes, acabei pedindo para Lê que se sentasse na beirinha da piscina, pois queria matar minha vontade de chupar sua bucetinha. Segurei-a pela cintura e a deixei sentada com as pernas bem abertas para que eu pudesse cair de boca. Comecei beijando sua barriguinha e quando dei a primeira lambida em sua bucetinha, ela já estava babando de tanto tesão. Lê deu um gemido muito forte e eu comecei a chupá-la bem gostoso enfiando minha língua no fundo de sua gretinha. Coloquei suas pernas sobre os meu ombros e deixei minha cunhada completamente arreganhada. Chupei com tanta vontade que não demorou muito para minha cunhadinha avisar que ia gozar em minha boca. Lê gozou muito forte e eu podia sentir seu melzinho escorrer de suas entranhas. Bebi cada gota enquanto dava pequenas lambidas naquela buceta deliciosa e toda depiladinha, com uma marquinha de biquíni que tiraria qualquer um do sério. Continuei lambendo aquela pererequinha devagarzinho. Ainda tinha muita sede da minha cunhada. Lê começou a passar a mão sobre seus peitinhos e a alisar meu cabelo. Parecia que o tesão daquela potranca estava sá começando e aos poucos foi forçando minha boca contra sua buceta pedindo mais uma chupada. Aumentei a velocidade de minhas lambidas e minha cunhadinha gozou com tanta vontade que seus gemidos podiam ser ouvidos de longe.



Depois de gozar duas vezes, Lê ficou deitada na beira da piscina por alguns instantes e eu não parava de acariciar seu corpo. Passava a mão em suas coxas, beijava suavemente sua barriguinha e dava pequenas chupadas em seus peitinhos. Foi quando ela resolveu segurar meu pau e conduzi-lo até sua boca. Eu, mais uma vez, fiquei sem acreditar. Tava com tanto tesão que achei que ia gozar na primeira chupada que ela me desse. Lê sentou-se e pediu para que eu deitasse assim como ela tinha feito, com meu pau bem na beirinha da piscina. Ela entrou na água e começou lambendo meu cacete de baixo pra cima, fazendo que ia engolir tudo e começando de baixo novamente. Meu pau vibrava de tanto tesão. Estava grande e duro de uma maneira que nunca tinha visto. Minha cunhada se deliciava com meu cacete e por várias vezes tive a certeza que ia gozar em sua boca.



Alessandra chupava meu pau e às vezes colocava todo meu cacete em sua boca e ficava assim até quase engasgar, até que tirou tudo da boca, deixando meu cacete completamente melado com sua saliva. Ela saiu da água e veio até mim passando uma das pernas por cima e ficando de frente. A imagem que eu tinha naquele momento fazia meu pau pular de tesão, ela olhava e lambia os lábios. Sorriu e começou a baixar-se sobre mim, dobrando suas pernas e posicionando aquela bucetinha sobre meu cacete. Fui com a mão segurar meu pau para que ela se sentasse bem gostoso e eu pudesse foder minha cunhadinha com toda força do mundo, mas ela não permitiu, e segurou meu pau antes de mim. Aproximou um pouco mais sua bucetinha e começou a pincelar a cabeça do meu pau no meio daquela pererequinha lisinha e melada. Achei que ia gozar com aqueles movimentos, de tanto tesão que ela me fazia. Ela estava com tanto tesão, que podia sentir sua buceta babando e escorrendo pelo meu saco. Foi diminuindo o movimento e colocando meu pau bem devagar no fundo de sua bucetinha. A medida que ia entrando, minha cunhadinha fazia movimentos com a cintura e gemia muito gostoso. Por fim, olhei para baixo e vi meu cacete todo enterrado em sua buceta. Deitei seu corpo sobre o meu e comecei a beijá-la mais uma vez.



Enquanto beijava aquela delícia de mulher, eu passava a mão no meio de sua bunda, até colocar a ponta do meu dedo em seu cuzinho. Lê ficou com tanto tesão que começou a cavalgar sobre meu cacete. Nunca imaginei que ela transava tão gostoso assim. A imagem de mãe e mulher casada, logo deu lugar ao comportamento de uma puta muito safada, que adorava ser penetrada por um cacete bem duro e com muita força. Ficamos nessa posição por alguns instantes e logo me sentei na beira da piscina com meu pau atolado na bucetinha de minha cunhadinha, enquanto a segurava pelos braços. Dessa maneira, podia comer sua buceta, chupar seus peitinhos e ainda alisar sua deliciosa bunda e colocar meu dedo em seu cuzinho. Os movimentos foram ficando mais rápidos e vi que minha cunhadinha ia gozar mais uma vez, quando começou a virar a cabeça para trás e forçar seu corpo com mais força contra o meu. Aproveitei o momento e comecei a enfiar meu dedinho em seu rabinho. Ela não aguentou o tesão e gozou mais uma vez, com gemidos fortes de prazer. Me abraçou, segurou em meu pescoço e me deu um delicioso beijo, me convidando para entrar na piscina.



Entramos na piscina e ficamos namorando por um tempinho. Encostei minha cunhadinha na beira da piscina, de costas pra mim. Lê empinou a bunda para trás de forma que eu conseguia ver aquela bucetinha deliciosa. Eu metia muito gostoso e não parava de olhar a marquinha de seu biquíni. Apoiei minhas mãos na beira da piscina, dobrei minas pernas e sentei minha cunhadinha de frente pra mim, com as pernas bem arreganhadas, Metia gostoso dentro dÂ’água e sentia a bucetinha de minha cunhada bem lubrificada. Chupava seus peitinhos e beijava a Lê todo o tempo.



Meu pau continuava pulando de tesão e Lê fazia carinhos com as mãos, sinalizando que sabia que não poderia me deixar daquela maneira. Me beijou mais uma vez e me levou para a escada da piscina. Ficou de quatro, olhando para mim, com sua bucetinha bem arreganhada. Dei mais uma chupada bem gostosa com ela naquela posição, passando minha língua em seu cuzinho e deixando minha cunhadinha louquinha. Senti quando ela pegou meu cacete e colocou a cabeça do meu pau na entrada da sua grutinha. Enfiei bem devagar até no fundo segurando minha cunhadinha pela cintura. Ela gemeu e arrebitou sua buceta pedindo mais pistola. Comecei a bombar com força, segurando aquela potranquinha pela cintura e contemplando aquele rabo lindo e delicioso, com uma marquinha de biquíni que sá fazia meu tesão aumentar. Seu cabelo estava começando a se soltar e para evitar que ele molhasse, enrolei minha mão no rabo que ela tinha feito e continuei metendo com ela de quatro. Fui puxando seu cabelo com um pouco mais de força e fui percebendo que a bucetinha de Lê ia ficando cada vez mais molhada. Meti gostoso na minha cunhada arrancando pequenos gritos de muito prazer daquela safada. Avisei que ia gozar e minha cunhada abriu ainda mais suas pernas, enquanto eu enchia aquela bucetinha de porra. Gozei tanto, que minha porra rapidamente começou a escorrer em suas pernas. Senti minhas pernas tremer, sem acreditar em tudo o que havia acabado de acontecer. Quando viu que eu tinha gozado, Alessandra virou-se e me deu mais um beijo muito gostoso e demorado. Eu, não perdia nenhuma oportunidade de alisar seu lindo corpo. A vontade era de parar o tempo e ficar ali, sá transando com minha cunhadinha.



Eu não parava de olhar para o corpo de minha cunhadinha. Contei das diversas vezes que bati punheta para ela e todas as coisas que ela fazia, que me enlouqueciam. Ela prometeu que as provocações sá iam piorar e que eu ainda teria muitas surpresas agradáveis. Resolvemos ir embora, afinal de contas, o tempo tinha voado naquela tarde e a noite já tinha chegado. Enquanto Lê vestia sua roupa eu ia aproveitando os últimos minutos para alisar sua bucetinha e beijar seus peitinhos. Ela tentava não parar de se vestir, mas às vezes segurava meu pau, que por essa altura já começava a ficar duro outra vez. Me chamou de tarado, disse que nunca tinha visto nada parecido. Que seu marido e seus namorados teriam gozado muito antes do que eu conseguia segurar. Disse a ela que aquilo ali era sá o começo. Que provaria para ela o quanto a desejava, quando ficássemos juntos novamente.



Quando estávamos entrando no carro para ir embora, peguei minha cunhadinha pela cintura e a beijei mais uma vez. Saber que ela estava sem calcinha me deixava excitado e foi sá eu passar a mão por dentro de sua calça para sentir sua bucetinha já toda babada de tesão. Enfiei meu dedo enquanto dava a última chupada em seu peitinho. Lê voltou a arrumar a roupa e seguimos para casa. No caminho, eu ia passando as mãos em suas pernas e acariciando sua bucetinha por cima da roupa. Ela colocou sua mão sobre meu cacete e no trecho de asfalto deitou-se e deu uma mordiscada em meu pau por cima da roupa. Desabotoou sua blusa e perguntou se eu a achava tão bonita e atraente o quanto eu dizia. Afirmei que sim! Que sempre fui louquinho por ela, mas que tinha medo de causar problemas. Ela sorriu! Me deu um beijinho no rosto e fechou sua blusa, pois já estávamos chegando. Depois deste dia, minha cunhadinha me proporcionou muitas surpresas agradáveis, que espero compartilhar em práximos contos. Chamei a Lê para ler o relato que tinha feito sobre nás. Ela gostou tanto que por várias vezes paramos no meio do texto e transamos na cadeira do computador. [email protected]





























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