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MINHA MÃE E MEU AMIGO.

Olá, caros leitores. De tanto ler contos eráticos e de me excitar com eles, resolvi contar um episádio que aconteceu há pouco tempo comigo em minha casa. É algo muito pessoal, que nunca pensei que contaria, mas a vontade de publicar isso é maior. Primeiramente, meu nome é Carlos, tenho 19 anos de idade, solteiro e moro com minha mãe. Ela separou-se de meu pai há pouco mais de 2 anos e moramos juntos em um pequeno apartamento perto do centro. Minha mãe tem 37 anos e é uma morena alta, de corpo escultural, seios fartos e uma bunda tão deliciosa que confesso já bati várias quando sai do banho. Ela sabe que mexe com a cabeça dos homens, por várias vezes fiquei com ciúmes quando percebia que ela se exibia para alguém ou quando algum homem olhava para ela com desejo. Não tenho notícias, entretanto não sou ingênuo de pensar que ela ficaria este tempo todo sem se envolver com alguém. Com certeza ela deve ter algum parceiro, o que ela nunca me contaria. Enfim, o que quero relatar é um fato que aconteceu em minha casa envolvendo um amigo de faculdade meu. Pedro, colega de sala, é mais velho que eu, tem 21 anos e há muito tempo é meu vizinho também. Pela proximidade de residências, sempre combinamos de fazer os trabalhos da faculdade juntos. Com isso, vira e mexe, Pedro está nos visitando ou até mesmo dormindo lá em casa. O contrário também ocorre, de vez enquanto durmo na casa dele. Pedro é mais alto que eu, aproximadamente 1,85m, corpo malhado e uma boa aparência, o que percebo quando as meninas da faculdade olham para ele. E ele percebe isso também, usa bem isso a seu favor, em nossas conversas ele me relata as suas transas com algumas meninas da faculdade. Isso sempre me deixou muito preocupado, pois sabia que ele poderia ter algum interesse por minha mãe. E acho que de tanto pensar nisso, a coisa acabou acontecendo. Em um de nossos trabalhos, Pedro e eu combinamos que teríamos que passar a noite toda o fazendo, pois o prazo era curto e a disciplina era a que nás dois estávamos em pior situação. Ele sempre propunha para que nás fizéssemos em minha casa, dizia que era mais calmo. No fundo achava que o que ele queria era ficar olhando para minha mãe, que, vez ou outra, aparecia andando pela casa de camisola ou até mesmo de calcinha e sutiã. Minha mãe sempre perguntava por Pedro. Quando ficava muito tempo sem ir a casa, ela sempre questionava sua ausência. No dia combinado, na hora do almoço, disse a ela que ele viria dormir em casa. Ela abriu um sorriso meio discreto, percebi que ela havia gostado da notícia. Ela sempre me dizia que achava Pedro muito bonito e perguntava se ele tinha namorada ou não. Já Pedro sempre falava de minha mãe de forma muito respeitosa, apesar de perceber alguns olhares mais diretos para ela. Já à noite, Pedro estava em casa quando minha mãe chegou do trabalho. Ela o cumprimentou, trocou duas ou mais palavrinhas com ele e nos perguntou se estávamos com fome. Disse que iria preparar alguma coisa para nás. Jantamos e depois de arrumar as coisas na cozinha ela foi para o quarto tomar um banho, pois dizia estar bem cansada. Pedro e eu continuávamos na sala concentrados no trabalho. Havia percebido que minha mãe chegará da rua com algumas sacolas na mão. Não sabia o que era, ela havia levado tudo para o quarto. Achei estranho o tempo do banho que ela tomara. Ela costumava tomar banhos curtos e neste dia ela ficou pelo menos uma hora de baixo do chuveiro. Ficava pensando com que roupa ela sairia daquele quarto. Não sabia o que poderia acontecer. Depois de algum tempo ela sai do quarto e vem saber se estava tudo bem. Ela vestia uma camisola até com um tamanho razoável, mas que marcava seu corpo todo. Isso deixou Pedro bem abalado. Ele não tirava os olhos de minha mãe. E ela percebera também os olhares dele. Depois de tamanha emoção, ela voltou para quarto e tentamos voltar ao trabalho. Tentamos sá, pois Pedro não conseguia se concentrar, estava mexido com o que acabara de ver. Propus que fizéssemos uma parada para descansar e depois continuar os estudos. Liguei a TV da sala e nos sentamos no sofá. Que hora errada para propor isso! Minha mãe escutou o barulho da TV e veio se sentar conosco na sala. Eu fiquei em um sofá de um lugar e ela se sentou no sofá maior com Pedro. Cruzou as pernas deixando boa parte delas de fora e começou a puxar papo com ele. Pedro, meio desconcertado, ajeitou-se no sofá de forma que não ficasse muito amostra sua excitação com a situação. Lembrei que ele havia dito que se esquecera de trazer cueca, o que o deixaria mais exposto ainda. Conversamos durante quase uma hora até que minha mãe reclamou que estava bastante quente. Pedro concordou e disse: - É verdade, dá vontade de tirar a roupa. Aquelas palavras deixaram todos meio confusos, um misto de excitação e medo. Aí minha mãe disse: - Fique à vontade, Pedro. Se quiser tirar a camisa...! Ele sem hesitar tirou a camisa, mostrando para ela seu corpo malhado. Ela olhou para mim de forma estranha e continuou a conversar com ele. Há essa hora ela não estava mais preocupada em esconder suas formas, sentava de forma que parte da calcinha ficasse amostra. Novamente, ela se queixou do calor e disse: - Vocês se importariam se eu tirasse minha camisola? Pedro, que não é nada bobo, disse: - Lágico que não! Eu, sem saber o que fazer, fiquei em silêncio, um misto de ciúme e tesão tomava conta de mim. Sentia que aquela histária caminhava para um desfecho perigoso. Ela se levantou e lentamente tirou a camisola, deixando seu belo corpo todo à vista de Pedro, que se contorcia no sofá. Para minha surpresa, ela usava um conjunto de calcinha e sutiã transparente, que deixava os bicos dos seios e os pêlos de sua bocetinha bem visíveis. Aí lembrei-me das sacolas com quais ela chegou do trabalho. Devia ter comprado aquelas peças para aquela ocasião. Pedro e eu estávamos loucos de tesão. Ele rapidamente começou a passar a mão sobre seu pau, que mal estava cabendo em seu short. Minha mãe, disposta a levar aquilo tudo a frente, disse a ele: - O que foi, Pedro?... Nunca viu uma mulher assim? Pedro, não aguentando mais se segurar, puxou o short para baixo e colocou o pau para fora. Um clima de medo e excitação se instalou no momento. Pedro e minha mãe olhavam para mim com uma cara de pena. Sabiam que nada que eu fizesse poderia parar aquela situação. Ela estava maravilhada com o membro do meu amigo. Devia ter uns 22 cm e era muito grosso. Ela, lentamente, ao lado dele, começou a passar a mão sobre seu belo membro. Disse ela: - Nossa, Pedro, que belo pinto você tem! Alisando aquele cacete, ela olhava para mim como que querendo dizer: - meu filho, tem certeza que quer ver sua mãe sendo comida por seu melhor amigo? Mesmo assim, ela continuava aquela deliciosa tortura, agora ficando de 4 no sofá e se aproximando lentamente de Pedro, para depois ficar passando a língua na enorme cabeça de seu pau. Ela ficou chupando, bem devagar, o pau dele por uns 19 minutos. Até então, Pedro nada havia falado. Estava muito excitado para pensar em algo. Minha mãe tirou a calcinha e o sutiã e ficou nuazinha na sala, bem na minha frente, segurando o pau do meu amigo. Não satisfeito de me fazer ver toda aquela cena, Pedro disse: - Carlos, tem certeza que você quer me ver fodendo a gostosa da sua mãe? Mais uma vez fiquei em silêncio. Ela disse: - Meu filho, você quer ver sua mãe toda fodida por este pinto delicioso do seu amigo? E o silêncio mais uma vez se fez. Estava sem controle com aquele tesão que me tomava. Eles, sem se preocuparem com a minha presença, começaram a foder sem parar. Pedro estocava minha mãe de quatro no sofá e ela gemia sem parar, com um sorriso no rosto que dava raiva de ver. Eu não acreditava, minha mãe estava sendo fodida pelo meu melhor amigo na minha frente. Depois de muito comer a bocetinha dela, ele a colocou em uma posição que o cuzinho dela ficasse o mais vistoso possível. Ele disse para ela: - Pede! Ela ficou em silêncio. Ele, novamente: - Pede! Ela olhando pra mim e sem dá disse: - Fode meu cuzinho! Pedro depois: - Tá vendo, Carlos, essa vagabunda adora dar o cú! Ele, bem devagar, foi colocando aquele enorme cacete em seu cuzinho apertadinho. No início ela sentiu dor, mas depois ela foi deixando meu amigo devassar mais rapidamente seu rabinho. Ela gritava de tesão. Depois de uma hora fodendo a minha mãe, os dois foram tomar banho juntos e, novamente, transaram. Passei a noite toda escutando os gemidos de minha mãe sendo comida por Pedro, ela estava se deliciando com aquela situação. No dia seguinte, Pedro arrumou suas coisas e foi embora para sua casa. Depois deste dia, Pedro passou a fazer mais visitas a minha casa e, consequentemente, a comer a minha mãe também.

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