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E O GAROTO VIRA GAROTA





Eu sou um cara normal, hoje com 40 anos de idade, casado, sempre gostei de mulheres, mas também sempre gostei de usar roupas femininas, começando pequeno com as da minha mãe.

Na adolescência fiz troca-trocas algumas vezes com dois irmãos que moravam vizinhos de minha casa. Até que o mais velho me prensou querendo que eu me tornasse sua “mulher”, ele não queria mais o troca-troca e nem me dividir com seu irmão. Não aceitei, afinal eu não era “bicha”, e Valdo era bruto, menor que eu mas bruto. Já seu irmão Nilson tinha a mesma idade que eu mas era dácil, gentil, muito mas legal que o irmão durante os troca trocas.

Quando não aceitei a proposta de Valdo ele me deu o fora ali mesmo, negou-me até um beijo de despedida, e pior, afastou seu irmão de mim também. Fiquei numa fossa sem saber por que, não entendia o que estava acontecendo mas eu estava sentindo falta do Nilson.

Certo dia sá tive a primeira aula na escola e voltei cedo pra casa. Meus pais chegavam tarde de seus trabalhos, meu irmão menor teria aula normal até o fim da tarde, e sempre que eu chegava da escola arrumava a cozinha, pois saíamos todos bem cedo de casa, deixando louça na pia e camas por arrumar.

Quando passei pela rua encontrei Nilson, ele estava sozinho e senti um frio no coração, pedi que ele desse uma meia hora e fosse lá em casa sozinho. Em casa tirei minhas roupas e coloquei um shorts daqueles que se usava nos anos 80, curtos e colados, como os dos jogadores de futebol da época. Sá que como eu estava em fase de crescimento o shorts estava bem curto mesmo, vesti uma camiseta comum e coloquei um chinelinho de pelúcia cor de rosa da minha mãe. Assim vestido arrumei a casa rapidinho, depois coloquei um avental preto cheio de florzinhas e babados rosa bem bonito e feminino, destes que vem até o peito e amarra no pescoço, daí lavei toda a louça, enxuguei e guardei.

Parece que Nilson cronometrou, pois assim que acabei a campainha tocou, fui atender como estava pois o muro era alto e o portão bem fechado, de fora ninguém via dentro. Olhei pelo olho mágico e abri, quando ele me viu daquele jeito ficou meio assustado, na rua passou uma mulher que viu como eu estava e fez cara de desaprovação, mas nunca mais vi esta dona na minha vida.

Chamei Nilson pra entrar e fui na frente dele dando umas reboladinhas, quando vi meu reflexo de frente na porta de vidro percebi que parecia um vestidinho o avental por cima de minhas roupas. Eu ainda estava com o pano de pratos na mão, e falei pra ele que tinha acabado de arrumar a casa naquele momento, convidei-o para sentar na sala e cruzei minhas pernas meio de lado, daquele jeito que as mulheres fazem deixando as coxas bem à mostra, e minhas coxas não tinham pelos ainda, eram bem lisas.

Perguntei por que ele vinha me evitando e ele deu a mesma desculpa esfarrapada que seu irmão tinha me dado, perguntei se ele sabia que o irmão quis lhe passar a perna querendo me ter sá pra si e ele ficou muito revoltado, Valdo tinha arquitetado pra me comer e deixar o irmão de lado, mas não aceitei. Perguntei o que ele achava de nossas aventuras e ele falou que havia gostado, mas que tinha mesmo medo do meu pau, que era pequeno e grosso, tinha medo de ser arrombado. Perguntei o que ele achava de eu estar usando coisas femininas e ele disse que não tinha nada de mais, que também já tinha usado chinelos de sua mãe, e seu pai usava avental pra lavar louça também. Pedi que ele aguardasse um pouco e fui pro meu quarto, agora sim meu coração começou a bater bem forte .

No quarto segui o que eu já tinha programado, as coisas já estavam todas em cima da cama, vesti uma batinha preta frente única, saia rosa com bolinhas brancas, calcinha preta, tamanquinhos francesinha com saltinho fino e, para desfarçar os cabelos curtos, um lenço de cabeça que se usava muito naqueles tempos, todo florido preto e rosa.

Chegando à sala Nilson teve um troço, levantou na hora embasbacado sem entender, peguei em suas mãos e perguntei, QUER SER MEU NAMORADO?

Nilson respondeu QUERO e me lascou um enorme beijo na boca, daqueles bem demorados. Nos beijamos muito, senti seu pinto bem duro, era o contrário do meu, era comprido e fino, mas era um pinto bonito. Em certo momento caí de boca, chupei com gosto, segurei o enjôo e chupei muito, decididamente não era muito gostoso, mas eu queria fazer isso pra ele. Até que decidi que estava na hora!!!!

Tirei a saia e quando ele vê viu de calcinha ficou louco, disparou a me beijar loucamente. Baixei a calcinha também e falei pra ele: Hoje vai ser diferente das outras vezes, hoje vai entrar! Peguei um copinho com áleo de cozinha que eu já tinha preparado antes, passei no pau dele e fiquei de quatro na mesa de centro, dizendo pra ele passar em MINHA BUNDA E MEU CÚ. Já lubrificados ele veio por trás e começou a colocar, pedi calma pois era a primeira vez e ele foi bem de leve, colocando e tirando cada vez um pouco mais, e eu com aquela sensação maravilhosa, indescritível, sentindo cada centímetro e assistindo pelo espelho da mesinha aquele pinto entrando aos poucos até que entrou inteiro. A sensação é átima, não dá pra explicar, é demais.

Quando senti que ele encostou seu corpo na minha bunda, com seu pau todinho enterrado em mim, não me contive, comecei a tremer, senti uns espasmos e GOZEI, por sorte tinha tirado a saia se não ia sujar tudo, e o pano de pratos estava perto, dando tempo de aparar todo meu gozo. Nilson sentiu meu cú “piscando” e gozou também lá dentro de mim.

Aí veio a CULPA. Saí correndo pro meu quarto e tirei o resto da roupa, fui pro banheiro e comecei tomar banho chorando. Nilson veio logo depois e, todo sem graça pediu se podia se limpar, olhei pra seu pau ainda meio duro e vi que estava sujo, sujeira dele e também minha. Fiquei envergonhado e concordei, ele chegou mais perto e eu ainda chorava quando ele perguntou:

- Doeu muito? Respondi que não.

-Machucou?

-Também não.

-Tá passando mal?

-Não.

-Por que cê tá chorando assim?

-Por que não sou bicha, não sei o que deu em mim pra fazer isso.

-Foi muito ruim? Você não gostou?

-Isso é que é o pior, eu gostei, foi muito bom, foi uma sensação deliciosa, mas eu sou homem, não sou maricas.

Nilson foi de uma sensibilidade incrível, nem parecia que também era sua primeira experiência. Carinhosamente ele me disse que o que houve entre nás ficaria sempre somente entre nás, como meu namorado ele jamais iria me expor, afinal eu seria sua namorada querida. Fiquei meio ressabiado mas ao mesmo tempo contente, não sabia se queria continuar sendo homem ou se me aceitava como bicha, na minha cabeça passou a lembrança de que, em toda a minha vida, sempre me vesti de mulher e sempre gostei de coisas femininas, e também o quanto eu sentia tesão pelas meninas, que dilema!

Quando dei por mim eu já não chorava mais e ele estava de frente pra mim, ainda fora do chuveiro, olhando pro seu pau, duro e sujo senti uma certa responsabilidade por ter sujeira de minhas entranhas junto com sua porra, puxei-o pra água e lavei aquele pau que me penetrou fundo minutos antes. Instantaneamente ele voltou ao ponto de bala, duro como pedra. Mas eu ainda estava curtindo meu dilema, ainda não sabia o que queria. Nilson deixou o barco correr, me fez algumas carícias e me deu alguns beijinhos enquanto terminávamos nosso banho, deixei que ele se secasse primeiro com a minha toalha e calçasse minhas havaianas pra não sair com pés no chão frio, acabei tendo que calçar um par de tamancos de salto alto que estava perdido por ali não sei por que, e junto com os tamancos veio a vontade feminina aflorando, amarrei a toalha logo abaixo dos braços, tapando os peitos como fazem as mulheres, e fui pro meu quarto, seguida de perto por meu agora namorado, sá por calçar saltos eu me esquecia de tudo e virava menina, agora na verdade MULHER. Nilson percebeu a mudança, carinhosamente me abraçou, beijou longamente minha boca e falou que ia me fazer muito feliz, e que nosso segredo seria sempre sá nosso. Nos beijamos muito, senti muita vontade de dar novamente pra ele, queria ser sua de novo e ele percebendo isso foi até a sala buscar o áleo, voltando me beijou e me deitou de costas na cama, colocando em baixo um travesseiro e um cobertor pra minha bunda ficar um pouco mais alta, me lubrificou e veio do meu lado pra eu lubrificar seu pau, dei uns beijinhos e umas lambidas antes e depois passei áleo nele todo.

Desta vez ele me comeu realmente, introduziu devagar, deixou eu me acostumar e depois começou o vai vem, lentamente entrava até encostar em mim e tirava quase inteiro, de repente percebi que sá tinha tirado a toalha e que ainda estava calçado e, num momento de inspiração, ergui minhas pernas pondo os pés ao lado de suas orelhas, que coisa mais maravilhosa, olhando tamancos que sempre adorei e sendo comida por um garoto que agora se tornava meu homem. Ele gostou, sentiu minha submissão e viu que a partir daquele momento eu faria tudo o que ele quisesse, mulher de verdade sente prazer em perder o controle quando está com um pinto dentro, dá vontade de engolir o homem inteiro com o cú. Agora ele bombava mais rápido e eu estava entrando em transe de novo, começava a sentir a tremedeira nas pernas quando Nilson bombou forte, parou e gozou, eu sentia seu pau pulsando dentro de mim, sentia porra me invadindo, parecia que ia chegar até minha cabeça aquilo que ele punha dentro de mim, e num descontrole total de meu práprio corpo gozei enormemente, ejaculei tão forte que minha porra voou primeiro até meu rosto e minha boca aberta, e depois até meu peito, engoli aquela pequena porção de leite do meu práprio pau sem nojo, pois agora eu era uma fêmea totalmente descontrolada. Meu gato amoleceu, saiu de mim e deitou ao meu lado, ficamos deitados coladinhos sem falar nada durante algum tempo sá curtindo aquele torpor, e depois de algum tempo fomos novamente pro banho. Precisamos nos apressar pois já estava ficando tarde, arrumamos a bagunça e nos despedimos, logo logo meus pais estariam chegando de seus serviços.

Eu e Nilson namoramos por algum tempo sem dar bandeira pela rua, acho que nossos amigos e vizinhos nunca perceberam, pelo menos ninguém nunca disse nem insinuou nada. Meu gato queria me comer cada vez que me via, tive que segurá-lo senão ele cabularia aula todos os dias pra ficarmos juntos. Chegou ao ponto de me dar um conjunto de camisola, calcinha e chinelinho de presente, pena que meu pai era quem me acordava de manhã, pois se eu pudesse dormir trancado em meu quarto iria usar todas as noites. Eu me arrumava pra ele, me produzia sempre, e até maquiagem usava; Nilson adorava. Mesmo correndo riscos fiquei uma semana inteira com as unhas dos pés pintadas de vermelho, usando tênis o tempo todo pros outros e tamancos o tempo que podia estar com meu gato. Namoramos alguns meses, até que seu pai perdeu o emprego aqui e resolveu voltar pro interior com serviço arrumado por lá. Depois que ele mudou nunca mais tivemos contato, nenhum de nás tinha telefone em casa e ele nunca me escreveu cartas, nem passou seu endereço.

Também nunca mais tive relacionamentos com homens, na verdade eu tenho certeza que nunca me relacionaria com um; pelos, músculos e a brutalidade masculina não me agradam nem um pouco. Mesmo casado sinto muito tesão por travestis, talvez eu me desse bem com alguma que fosse bem feminina e delicada.

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