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MINHA ESPOSA ROSE QUER SE TORNAR UMA ÉGUA

Minha esposa Rose quer se tornar uma égua



Rose é uma mulher decidida, nunca desiste no meio do caminho e luta por aquilo que quer, principalmente no terreno do sexo. Ela fantasia, me conta, sempre durante uma trepada, e eu corro atrás para organizar sua realização.



Depois que a surpreendi mamando na vara de meu cão e a incentivei a dar a buceta pra ele, passamos alguns dias sem falar no episádio, mas eu sabia que ela estava maquinando algo. Aquilo não ia parar daquele jeito.



Sábado de manã, ela me acordou cheia de fogo, mamando na minha caceta.



-- Amor, me come, vem, estou tesuda demais...



-- Vem cá, minha putinha, me dá essa bunda gostosa...



Peguei-a de ladinho, sarrando a sua bunda carnuda, deixando minha geba em ponto de bala. Estendi a mão para alcançar a mesinha de cabeceira, tirei o KY da gaveta, lambusei minha a ferramenta e inundei seu buraco do cu de creme. Ela se curvou todinha prami, oferecendo seu cu já pronto pra ser comido. Encosto a cabeça na portinha, Rose se mexe e toma a iniciativa, comandando as ações, até que minha vara entrou toda no seu buraco de trás. Ela parou de se mexer e ficou piscando o cu, apertando meu pau, levando-me ao delírio. Aos poucos iniciou um movimento lento, empurrando sua bunda contra mim. Começou a rebolar no pau. Puxei-a pelos cabelos, enterrando tudo que podia.



-- Vem, meu macho, enterra no cu de sua cadela, sua cachorra... isso, com força, castiga sua puta, vai...



Obedeci sua voz rouca, dando várias palmadas na sua bunda, puxando seus cabelos com força e enterrando até o talo...



-- Isso, me pega pela crina, sua cachorra quer virar uma éguinha vadia...



Fomos aumentando o ritmo, botando mais força, até que gozamos ruidosamente. Rose gritava, chorava, e gemia... Fiquei entalado no seu cu um bom tempo depois do gozo, abraçado com minha esposinha safada e gostosa.



-- Você me entendeu? Hein, Jack, vai me fazer uma eguinha? Vai arranjar um cavalo pra me comer?



Era isso... Ela estava curtindo queal animal seria o práximo... E escolheu um cavalo, puta-que-pariu...



-- É claro, amor, vou arranjar um cavalo pra comer você, você sabe que faço tudo pra te dar ´razer, não sabe?



-- Sei, amor... Que bom, ando sonhando em pegar numa geba de cavalo, mamar nela, e depois enterrar na minha buceta...



Comecei a pensar na organização da nova safadeza. No dia seguinte me veio uma idéia. Depois do almoço, despedi-me de Rose, que iria visitar sua prima Márcia, é claro que passariam a tarde chupando as bucetas da outra, pois adoram isso, peguei o carro e tomei a estrada em direção à nossa casinha na montanha.



-- E aí, João, como vão as coisas?



-- Patrão, que surpresa, o senhor por aqui sem nem avisar... veio dar uma incerta?



-- Que é isso, João, sabe que confio em você... É que estou com um problema difícil de resolver e sá você pode me ajudar.



-- Pode dizer, patrão, estou às ordens...



-- Vem cá, vamos tomar uma cervejinha enquanto te conto...



Sentamos na sala, abrimos uma garrafa de cerveja e começamos a papear. De vez em quando fazemos isso, João é meu caseiro, mas temos uma amizade, e muitas vezes trocamos opiniões sobre nossas vidas, nossos problemas.



-- João, lembra quando veio me perguntar se era normal Maria ser tão quente e safad, querer fuder mais de uma vez por dia?



-- Lembro, patrão, o senhor me ajudou muito. Depois de nossa conversa eu relaxei e aproveitei a mulher fogosa que tenho em casa.



-- Pois é, meu problema é parecido com o seu.



-- Dona Rose? Ela também é como a Maria? Safada e fogosa? Desculpe as palavras, patrão...



-- Não se desculpe, João, é isso mesmo, ela é safada e fogosa. Você nem imagina o quanto. Ela gosta de muitos tipos de sexo, entende?



-- Como assim, patrão?



-- Sexo com desconhecidos, com vários homens ao mesmo tempo, com mulheres...



-- Dona Rose, quem diria, hein, patrão...



-- É, João, quem diria... mas isso não é nada, agora deu pra fuder com animais...



-- Mas isso é normal, patrão, aqui na roça quase todos os meninos já comeu uma cabrinha ou uma eguinha...



-- Pois é, por isso pensei em você. Ela está fudendo com meu cachorro, mas agora cismou de dar para um cavalo, imagine...



-- Cavalo é ruim, bom é pônei, patrão... As meninas safadas daqui gostam é de pônei. Até os meninos se divertem tocando punheta neles. São muito dáceis e gostam de safadeza com gente...



Enquanto falava, João passou a mão na vara, por cima da calça, várias vezes, denunciando sua excitação com as revelações acerca de sua patroa querida. Gostei disso.



-- E então, como é que a gente arranja um pônei para Rose?



-- Tenho um amigo que cria e vende. Posso ver isso pro senhor, patrão...



-- Combinado, João. Manda ver, quero trazer Rose no práximo final de semana, ok? E como vai Maria?



-- Cada dia melhor... fode como nenhuma, patrão. Quando estou cansado do trabalho ela mete a mão na buceta e toca uma siririca, não quer nem saber...



-- E continua andando daquele jeito?



-- O senhor vai ver, vamos tomar um cafezinho lá em casa antes de ir embora, patrão...



Que daquele jeito que nada, Maria está muito melhor. Chegamos para o café e ela estava com um vestidinho de alcinha acima do meio das coxas, saia rodada, dec ote generoso que deixava ver metade dos peitos imensos soltos, sem sutiã, e provavelmente sem calcinha, pois era uma das queixas antigas de João. Mulher gostosa, tesuda, safada. Bem que gostaria de comê-la. Quem sabe nesse pacote?



Voltei pra casa com essa sacanagem toda na cabeça, excitado e torcendo para que Rose já tivesse chegado, pois precisava urgentemente de uma foda. Melhor que isso, Rose estava na nossa cama, nua, de pernas arreganhadas, dando a buceta pro meu cão lamber. Tirei minha roupa e entrei na dança.



-- vem Jack, vem fuder conosco, olha como ele me lambe gostoso... vai, seu puto, lambe sua cadela, me faz gozar...



Dei minha pica dura pra minha esposa mamar, enquanto curtia o trato que o cão dava na buceta dela. Seu pau estava já todo de fora, louco pra comer a buça de Rose. Peguei aquela geba, puxei o cão e coloquei-a na entrada da xota de minha adorada. O cão enterro de uma sá vez, Rose largou meu pau e deu um gemido longo e fino, de puro prazer. O cão fez um vaivém frenético e não demorou a gozar. Seu pau inchou, entalando na buceta. Rose gozava sem parar, chorando e pedindo mais.



-- Aaaaaiiiiiiii, Jack, estou gozando sem parar, meu amor...



Levei minha caceta à sua boca, dei pra ela chupar. Tirei e comecei a fuder seu rostinho lindo de puta, bati na sua carinha, com as mãos e com a vara, o que ela adora... Gozei gostoso, esporrando sua face e seus peitinhos pequenos e sensíveis. O cão se soltou, Rose ficou gemendo baixinho, eu acabei de limpar minha caceta em Rose e sentei-me ainda com tesão, mas com a pica mole. Queria tomar fôlego. O cão se aproximou e lambeu minha porra sobre o corpo de Rose.



-- Olha, Jack, que safado, está lambendo sua porra... dá o pau pra ele limpar, dá...



Fiz o que ela mandou, e o cão deixou minha geba limpinha e dura. Mandei Rose abrir as pernas, e enterrei na sua buceta alargada e esporrada pelo cão. Buceta quentinha de porra, entrei e parei lá no fundo, sentindo tudo de bom. Estava de quatro, com a bunda pra cima, meio acocorado, para enterrar melhor. De repente senti uma linguada no cu. Era meu cão. Arreganhei o mais que pude, para facilitar seu trabalho e sentir melhor. A língua áspera era firme e sabia o que fazia.



-- Rose, ele está lambendo meu cu... está delicioso...



-- Aproveita, Jack, arreganhe bem a bunda, ele vai te levar à loucura...



Fiquei paradinho, sentindo tudo. Meu pau latejava na buceta de minha esposa, meu cu se abria na boca do cão. Com as duas mão abri-me o mais que pude e delirei... Senti uma espécie de choque que percorria minhas costas, da nuca ao cu. O tesão foi tanto que minha geba aumentou de tamanho como nunca sentira. A buceta alargada agora apertava meu mastro duro. Não mexia nem um músculo, e Rose também não. Olhávamos nos olhos, sentindo a magia do momento inesperado. Aos poucos senti chegar o gozo. um desconhecido gozo, que vinha de dentro de meu cu. Meu pau latejava de mais em mais rápido, o cão lambia e enfiava a ponta no meu cu, a porra jorrou forte e em quantidade. Rose gozou juntinho comigo, os dois parados, sá sentindo a energia sexual, sem limites. Pela primeira vez estava gozando pelo cu, estava descobrindo novos caminhos, caminhos sem volta, como todos os que minha adorada esposa abria para mim e para ela. Comecei a rebolar lentamente. Uma nova sensação apoderou-se de mim. Fêmea. Macho-fêmea. Nem um nem outro, mas os dois ao mesmo tempo. A fêmea rebolava na boca de um macho, o cão, o macho enterrava a caceta na buceta da esposa, Rose. Completo. É dessa maneira que me senti naqueles momentos. E devia tudo a Rose. Minha esposa, puta, safada, cadela, cachorra, e que logo seria também égua.



Três dias depois, João ligou.



-- Patrão, tudo arranjado, o pônei chega hoje, meu amigo já arrumou um lugarzinho pra ele aqui atrás da casa, e deixou todas as instruções para o trato dele. Se bem que o trato mesmo, quem vai dar é dona Rosa, né, patrão?



-- É, João, você não deixa de ter razão... olha, no final de semana estaremos aí, viu? Vou precisar de sua ajuda e da de Maria, mande ela preparar umas comidinhas gostosas e gelar muita cerveja...



-- Patrão, acho que ela está desconfiada de alguma coisa... anda mais excitada ainda, tocando siririca de hora em hora e me fazendo perguntas sobre sua vinda e sobre o pônei... patrão, será que Maria já fudeu com um desses bichos?



-- Pode ser, João, você mesmo disse que por aí ear comum, né? E Maria é toda tesuda, certo?



-- É, como o senhor diz, pode ser... até sexta-feira, patrão...



Sexta-feira à noitinha, colocamos as malas no carro e pegamos a estrada. Rose está vestida e maquiada como uma puta. Tudo em excesso. Uma puta que vai ser entregue a um cavalo. Ela abre as pernas e me mostra que está sem calcinha e com a xana toda depilada. Ultrapasso um caminhão, ela acende a luz interna de propásito, para se exibir para o motorista. Ele buzina e faz sinal de que paremos. Emparelho com ele, para que ele tenha tempo de apreciar. Rose levanta o vestido, põe a buceta de fora e toca uma siririca. O caminhoneiro fica louquinho, faz sinais de novo, mas acelero. Outro dia até teríamos parado, mas hoje Rose quer um pônei, não um caminhoneiro.



-- Viu como ele ficou, Jack? Será que tem uma vara gostosa? Se não fosse pelo Silver, eu teria dado pra ele. Mas nunca dei pra um caminhoneiro, Jack, precisamos fazer isso.



Ela apaga a luz e continua sua siririca. Chegamos quando já é noite. João e Maria vêm nos ajudar com a bagagem. João sorri sacana pra mim, e aponta o estábulo onde está Silver. Quando estava entrando pela porta, Maria se adianta e passa ao mesmo tempo que eu. Acabei roçando sua bunda, e me perguntei se não foi proposital. Maria me olhou com um sorriso sacana nos lábios. Rose e ela entram para arrumar a bagagem em nosso quarto, e João me leva para conhecer Silver.



-- Viu sá que beleza, patrão? Bonito, né? E olha sá que vara...



Dizendo isso, ele se abaixa e começa a alisar a caceta do bicho. Eu me abaixo e fico vendo. João começa uma punheta em Silver, sob o pretexto de me mostrar o que espera Rose. No entanto percebo que ele está gostando, o sacana. Seu rosto está vermelho, e ele olha fixamente para a ferramenta de Silver, que já está toda de fora.



-- Tenho feito isso todos os dias, pro bichinho ir se acostumando, patrão, é assim que se faz. Sá não deixei ele esporrar, pra guardar pra dona Rose...



-- Isso, João, Silver vai ser todo dela...



-- Ela vai dar a buceta pra ele, patrão? Ou vai sá brincar?



-- Vai dar a buceta ela quer sentir essa geba dentro dela. João, fale a verdade, você falou com Maria a respeito disso tudo?



Ele se perturbou um pouco, mas disse a verdade.



-- Desculpe, patrão, ela ficou desconfiada desde aquele dia que o senhor veio sem avisar e me azucrinou demais. Aí não teve jeito, tive de contar.



-- E qual foi a reação dela, João?



-- Ela riu... depois ficou tesuda mais do que é. Tive de fudê-la muito mais que o normal, e ela toca siririca o tempo todo. Outro dia enfiou até um pepino na racha...



Enquanto contava, João continuava a punheta no bicho.



-- Você gosta de fazer isso nele, não João?



-- Patrão, umas duas vezes, eu até toquei uma em mim...



Coloquei minha mão sobre a dele, participando da punheta. João não me olhou, mas senti que isso o perturbou. Continuamos o movimento, ele olhando pra geba de Silver, eu olhando pra ele.



-- Vamos tocar uma punheta, João?



Sem me responder, e sem largar minha mão e a vara de Silver, ele começou a passar a outra mão sobre seu pau. Eu fiz o mesmo. Minha pica estava dura como pedra. Continuamos ainda um pouco, até que ele disse:



-- Acho melhor para agora, que senão o bicho vai gozar...



-- Vem cá, João...



Ele largou o Silver e veio pro meu lado. Abri a braguilha e pus a caceta pra fora, ele fez o mesmo. Começamos a tocar punheta. Aproximei-me dele e rocei minha geba na dele. Ele passou a mão na minha, eu passei na dele. Trocamos de pica. Bati punheta na dele, ele na minha. Que delícia, pegar na ferramenta de João. E como ele sabe pegar numa geba... Fomos acelerando ao mesmo tempo, sem nos olharmos, e sem dizer nada. Apenas se ouvia o barulho das varas sendo manuseadas. Gozamos ao mesmo te mpo, nos molhando com a porra do outro. Gozo gostoso de dois machos safados. Não dissemos nada, não nos tocamos, não nos beijamos. Apenas tocamos punheta no pau do outro. Assim foi nosso momento. João pegou um pano, se limpou e me passou. Eu me limpei, ajeitei as calças e disse:



-- Vamos lá ver as mulheres, João, já devem estar nos procurando.



Voltamos para a casa, nossas mulheres, lindas e gostosas, estavam esquentando o jantar.



-- E então, Jack, foi conhecer o Silver?



-- Fomos lá, Rose, ele é uma beleza, bonito e forte, você vai gostar.



Meu olhar cruzou com o de João. Pela primeira vez nos olhamos nos olhos depois do ocorrido no estábulo. Rlou uma cumplicidade boa, quente, cheia de tesão. Todos os caminhos estavam abertos entre nás, incluindo nossas mulheres tesudas. E, é claro, o pônei Silver.



Jantamos num clima descontraído, e vamos para a varanda tomar umas cervejinhas. Maria sentou na minha frente, Rose na frente de João. Maria abriu as pernas, mostrando que estava sem calcinha. Pude ver sua pentelheira preta. Olheim para Rose e vi que fazia o mesmo que Maria, abria as pernas para João, que olhava guloso, mas vendo, eu sabia disso, uma xota raspadinha, o que devia deixá-lo louco de tesão. tudo se passava sem comentários, o papo continuava como no jantar: chuva, bom tempo, a compra do pônei, a horta, o Rio de Janeiro, a novela, etc... Mas as duas se exibiam descaradamente, cada uma para o marido da outra. A pergunta que não queria calar: enquanto eu e João pegávamos no pau do outro, o que teria se passado entre elas?



João, disfarçadamente, passava a mão na caceta gostosa, que eu provara ainda há pouco. Comecei a fazer o mesmo, pois minha vara estourava de tesão... Aos poucos os risos pararam, as conversas se tornaram mais raras, o silêncio começou a se impor. Um silêncio cúmplice. Elas continuavam a se exporem, abrindo e cruzando as pernas, balançando-as, tentando seus machos. Eu e João começamos a acariciar nossas gebas mais abertamente. Rose estendeu a mão para Maria, que fez o mesmo. As duas ficaram de mãos dadas como duas namoradinhas, trocando carícias. Eu e João nos olhamos, adorando aquilo tudo e, tomando coragem, também nos demos as mãos. Elas sorriram e começaram a cochichar. Com a mão livre, alisei descaradamente minha vara por cima da calça e João fez o mesmo, sorrindo pra mim. Passei a mão em seu rosto, numa carícia totalmente explícita, olhando fundo nos seus olhos. Ele botou a mão no meu pau, por cima da calça, e alisou lentamente. Fiz o mesmo com ele, e dei um selinho em seus lábios. João reagiu me dando um beijo na boca. Nossas línguas invadiram nossas bocas, enquanto nossas mão alisavam nossas cacetas, agora de maneira frenética. Nos chupamos, engolimos nossas línguas, bebemos nossas salivas. Quando terminamos, nos demos conta que nossas mulheres estavam fazendo o mesmo. Se beijando e alisando suas bucetas. Tirei as calças, João fez o mesmo. Ficamos em pé e nos aproximamos, de frente um apra o outro, esfregando nossas varas duras, alisando nossos corpos e nos beijando. Maria e Rose se levantaram també, tiraram seus vestidos e se agarraram como nás. Fiquei de joelhos e encarei a ferramenta de João, enquanto ele acariciava meus cabelos. Peguei a vara dura entre as mão e lambi a cabeça grande e roliça, abri a boca e mamei. Mamei como um bezerrinho, era a primeira vez que mamava numa rola.



-- Ai, patrão, está bom demais, chupa minha pica, vai... tá muito bom, patrãozinho...



Gosto de macho, gosto de pica, vontade de sentir ela no meu corpo todo, vontade de sentir ela no cu... Com as mãos, iniciei uma punheta com ela na boca. Aos poucos fui acelerando, excitado com os gemidos de João e com os gemidos das fêmes que também se lambiam. Práximo do gozo, João segurou minha cabeça com força. Senti os jatos saindo e inundando minha boca. Não consegui reter tudo, a porra escorreu pelo meu rosto e melou meu peito. continuei mamando até não sair nem mais uma gota. João gemia de prazer, eu tremia de tesão e de emoção. Acabara de fazer gozar um macho na minha boca e beber sua porra. Gosto salgado, líquido colante, cremoso. rose aproximou-se e caiu de boca na porra de João que escorrera pelo meu corpo. de olhos fechados, senti uma boca na minha caceta. Era João. Abri os olhos e deparei-me com a buceta cabeluda de Maria. Ela abriu os lábios, expondo a buceta carnuda. Caí de boca, sentindo o gosto dela, que tanto queria sentir. João mamava em mim com delicadeza, Rose terminou de beber a porra e foi chupar João. A buceta de Maria era deliciosa, cheia de suco. Sua pentelheira me excitava, acostumado que estava com a raspadinha de Rose. a mamada de João era deliciosa, mas menos frenética que aminha, ele ia mais devagar. chupava a cabeça, enfiava tudo na boca, tirava e lambia meu saco, lambia a extensão do pau, colocava na boca de novo. Eu delirava de prazer e me retesava de tesão. Mamava na buceta de Maria com sofreguidão, enquanto ela gemia e rebolava na minha boca. Todos aceleramos os movimentos e gozamos quase ao mesmo tempo. Foi uma loucura de gritos, choros e gemidos. Esporrei na boca de João que mamou até o fim. Bebi o suco de Maria que parecia uma cachoeira. Rose mamou a vara de João até fazê-lo esporrar novamente. Acabamos e fomos nos amontoando um em cima do outro para descansar.



Cochilamos algum tempo, de vez em quando alguém passava a mão no outro, ou dava um beijinho. Estava relaxado e feliz. Levantei-me do chão da varanda, admirando aqueles belos corpos nus amontoados. Minha insaciável Rose já tocava uma siririca. É impressionante sua energia sexual. Ela pegou na geba de João para acordá-la. Logo ela estava dura de novo. Rose então acocorou-se e sentou, engolindo-a todinha, ficando entalada em João e paradinha como gosta. A cena acendeu meu tesão, minha geba endureceu. Maria chegou perto de mim e pediu:



-- Coma minha buceta, Jack... por favor, coma minha buceta agora, estou precisando de vara...



Ela deitou-se de costas e levantou as pernas, preparando um frango assado. Entrei entre suas coxas carnudas e enterrei na sua buceta melada. Que buceta gostosa... Mulher jovem, bela, bem-feita de corpo, e cara de quem vive pra fazer sacanagem. Comecei o vaivém, sussurando em seus ouvidos:



-- Buceta gostosa, faz tempo que queria comê-la, putinha safada... via você passando com aqueles vestidinhos de vadia, rebolando essa bunda carnuda...



Rose cavalgava furiosamente na pica de João que dizia:



-- Vem, patroazinha, monta na minha pica, vem... tá gostoso, dona Rose, cavalga forte...



Rose se levanta de repente e ordena:



-- Vem, João, me come de quatro...



João veio por trás dela, que ficou de quatro como a cadela que é...



-- Isso, João, enterra tudo na minha buceta de cachorra, me pega forte...



-- Dona Rose, que buceta boa... toma lá, minha puta safada, vem gozar com o João, vem...



-- Palmada na bunda dela, João, ela merece, essa puta safada...



-- Dá, João, dá na minha bunda que eu mereço, isso, de novo, com força...



Maria tomava na buceta revirando os olhos fudendo com o corpo todo... fêmea feita para o prazer. E dizer que João, durante anos negou isso a ela, precisando de meus conselhos para satisfazê-la...



Rose começa a gozar aos gritos, João também. Maria goza sem parar, orgasmos múltiplos. Eu enterro e tiro, aumento a velocidade e atinjo meu gozo esporrando o que me restava de porra dentro da buceta de Maria...



Agora chega, vou tomar banho e descansar, nenhum macho me toca mais. Maria, vem me ajudar a me preparar pra meu macho Silver. Ela pega Maria pelas mão e vai para nossa suíte, nos deixando, eu e João, estatelados na varanda. Nos levantamos e vamos para dentro de casa.



-- Quer uma cerveja, João?



-- Quero sim, patrão.



Fomos para a cozinha pegar as cervejas. Abri a geladeira e João se encostou na minha bunda, me abraçando por trás. Sua caceta, ainda mole, encaixou-se no meu rego. Um arrepio percorreu minhas costas e minha nuca. Fechei a porta da geladeira e fiquei parado no mesmo lugar. João pegou meu pau com as duas mãos e apertou, se afastando e dizendo:



-- Vamos lá, patrão, vamos tomar essas cervejas...



Fomos para a sala e nos sentamos no sofá para bebericar e refazer as forças. Do quarto vinham risadas e conversas incompreensíveis. A casa cheirava a sexo.



O papo rolou solto, parecia que nada daquilo tinha acontecido, eu e João não tocamos no assunto. Isso não impediu que minha vara começasse a dar sinais. João percebeu e riu. O dele também começou a endurecer.



-- Patrão, nás também temos que nos guardar para o Silver?



-- Claro que não, João, quem vai dar a buceta pra ele é Rose. Aliás, acho que Maria também vai querer...



João riu com o comentário e se aproximou de mim. deitei com o pau pra cima, já duro, e fiz sinal que viesse por cima. Encaixamos um 69 de machos. Mamamos lentamente, sem pressa, querendo eternizar o momento. Como é bom uma caceta na boca. É verdade o que ouvia dizer: um macho sabe como ninguém o que fazer com uma rola... Ficamos ali mamando um bom tempo, nenhum dos dois deu sinais de gozo, as rolas ficavam cada vez mais duras e molhadas pelas bocas sedentas...



-- Não disse, Maria? Olha lá eles, os dois mamando no pau do outro...



-- A senhora tinha razão, eles gostam mesmo de rola dura...



As duas riram alto, todas animadas. Estavam lindas. Duas putas perfeitas. Duas putas que tinha um encontro com um cavalo, O pônei Silver. Paramos nosso 69 e saímos com nossas esposas para o estábulo.



-- Jack, ele é lindo... e a caceta, é grande?



-- Olha aqui, dona Rose, todinha pra senhora...



João estava abaixado tocando no mastro, que já saía quase todo.



-- Todinho pra ela é o caralho, João... vou dar a buceta pra ele também e mamar nessa vara...



-- Não disse, João, que Maria também ia fuder com ele?



João preparou a caceta de Silver, que dava sinais evidentes de gostar daquilo, e veio pra perto de mim. a partir daí nossas esposas tomaram conta de Silver e nos esqueceram completamente. Prevenido, tinha pego minha câmera e fotografei tudo. Quando digo tudo, falo de realidade, pois fizeram de tudo com Silver. Começaram tocando punheta nele, mamaram, e depois ficaram de quatro e, uma ajudando a outra, deram as bucetas pra ele. Claro que não enterraram tudo, mas atolaram a vara dura até o fundo de suas bucetas de putas. FizeramSilver gozar três vezes: uma na buceta de Maria, esposa de João, uma na buceta de Rose, minha esposas, e mais uma, por fim, nas caras e bocas de nossas eguinhas safadas.



Eu fotografei, João tocou punheta em nás dois e mamou na minha caceta. Uma noite perfeita. Acabamos todos saciados, inclusive Silver. Voltamos para a casa e resolvemos dormir todos juntos, na nossa cama de casal, que é bem grande. Ficamos batendo papo até que adormecemos. No meio da noite acordei sendo lambido no cu. Mas isso fica pra outra vez, meu relato já está grande demais.

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