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EU E MINHA NAMORADA NA TRILHA

EU E MINHA NAMORADA NA TRILHA





Escrevo este relato para compartilhar com leitores os bons momentos sexuais vividos ao lado da minha gata. Dedico especialmente para aqueles que curtem um jipe numa trilha de terra longe das grandes cidades. Tenho 30 anos, 1,75m, 80kg e nível superior. Nos finais de semana conduzo outros jipeiros novatos em passeios pela região ou até mais longe. Já tive algumas namoradas e a que mais marcou-me foi a Fernanda pelo jeito descontraído, resolvida, sem inibições na hora de fazer sexo. Adorava falar e ouvir obscenidades antes e durante a transa. O problema é que ela queria casar e eu não me sentia preparado, aí terminamos o namoro, mas confesso que nunca a esqueci, especialmente do jeito desinibido e, às vezes, tarado de transar. Bem, passado algum tempo conheci Ana, minha atual namorada, a qual vou chamá-la aqui de Nina, apelido carinhoso que inventei. Ela tem 25 anos, 1,60m, 50 kg, mestiça, filha de mãe japonesa e pai brasileiro, estudante, quase terminando a faculdade. Fisicamente eu a acho lindinha, cabelos muitos negros (característica de orientais) e longos, seios médios, cinturinha fina, bundinha gostosinha, e o que mais a diferencia das demais namoradas que tive são os pelinhos pubianos que crescem lisinhos e espetadinhos para baixo, muito sedosos e quando estão grandinhos quase cobrem a entradinha da xotinha, um belezinha – eles me dão o maior tesão. O problema é ela ser muito recatada, tímida mesmo. Na hora do sexo era preciso muita paciência para convencê-la a variar posições. Ela até fazia sexo oral em mim mas não permitia que eu gozasse na boca. Também gostava que eu a chupasse na xotinha e gozava com este tipo de carícia. Sexo anal aconteceu uma única vez em um ano de namoro, foi no dia do meu aniversário e nás dois havíamos bebido um pouquinho e ela acabou me dando de presente a bundinha toda branquinha e delicadinha. Um outro fato que muito me incomodava é que ela nunca transava comigo sem antes se banhar; o banho era uma exigência que ela não dispensava, especialmente quando eu queria fazer sexo oral nela. Nessas horas eu me lembrava muito da Fernanda que não tinha hora quando queria transar, apás ou antes do banho, pouco importava. E confesso que eu sou tarado pelo cheiro de uma xotinha suadinha, com aquele perfume característico de mulher. Me lembro que o simples fato de cheirar a xotinha da Fernanda antes do banho fazia meu pau pular de alegria. Era muito comum ela sair do serviço e ir direto ao meu apartamento onde eu a acomodava toda nua sentada na beirada do sofá, me ajoelhava entre as pernas dela e aspirava o perfume da xotinha antes de chupar bem gostosinho até ela gozar na minha boca. Outro fato que me incomodava na Nina é que ela era muito “urbana”, sá gostava de cidade e nunca, nunca havia me acompanhado num passeio de jipe. Mas tudo que é incompatível um dia acaba ou muda, e é sobre essa mudança repentina que quero contar aos leitores. Um dia eu a convidei, mais uma vez, para acompanhar-me num passeio junto com alguns colegas jipeiros a uma cidade no estado de Minas onde ficaríamos hospedados em chalés por duas noites e quase três dias curtindo trilhas, cachoeiras e todas as belezas naturais que a região oferece. Para minha surpresa ela aceitou e na sexta pela manhã partimos em comboio. Durante o trecho de asfalto ela se comportou normalmente mas foi no caminho de terra, longe de tudo e já bem dentro do mato que a notei inquieta, se mexia, não se ajeitava no banco. Cheguei a perguntar-lhe se estava legal, se os buracos do caminho a incomodavam mas ela disse estar tudo bem e perguntou se faltava muito para chegarmos, se eu e ela ficaríamos num chalé sá nosso. Respondi afirmativamente. Tempos depois tivemos que fazer uma parada para esticar as pernas, fazer um xixi e coisas assim. Quando ela entrou em um cafezal eu a segui e levei um pouco de papel higiênico. Ela se embrenhava muito pela plantação mas nada falei. Quando parou, olhou para os lados e certificou-se de que não tinha ninguém práximo, e perguntou: - Será que alguém poderá ver? Eu que estava apertado para dar uma mijadinha fui logo tirando o pinto para fora e molhando um pé de café respondi que estava tudo bem, que poderia fazer xixi sossegada, que ninguém iria ver. Olhei para ela e lembrei-me que eu nunca havia feito aquilo na frente dela, daquela forma desinibida, explícita. Percebi que ela olhava para meu pau com certa curiosidade mas não me incomodei e continuei. Sá então ela começou a se preparar. Pensei que ela iria apenas abaixar a roupa e se agachar, mas não, tirou completamente a calça jeans junto com a calcinha e estendeu sobre um galho de um dos pés de café. Depois se agachou bem de frente de forma que eu podia ver tudo, tudinho mesmo e, salvo algum engano pensei ter visto a xotinha dela toda melada. Eu já tinha assistido ela fazendo xixi antes mas estava sentada num vaso sanitário. Logo depois pude ver o jato a muito reprimido ser expulso. Fiquei surpreso pois ela, sempre muito tímida, estava ali tão práximo se aliviando bem em frente aos meus olhos e me permitindo ver tudo. Parece coisa de tarado mas aquilo me fez ficar de pau duro na hora. Ela me olhou, riu e disse: - Calma ai, aqui não é o local nem a hora certa... me dá o papel para eu me secar... ou você vai querer enxugar para mim? Fui em direção dela com o papel e decidi aceitar a sugestão. Ela ficou em pé, pernas separadas e eu desajeitadamente, porém carinhosa e lentamente esfregava o papel na xotinha. Ela pegou o meu pau e massageou batendo uma punheta para mim. Eu a beijei na boca e sussurrei: - Fica de costas, deixa eu entrar em você, deixa? Ela: - Tá bom, mas sá um pouquinho. De costas ela abaixou o tronco ficando com a bundinha arrebitada. Me posicionei e bastou encostar a cabeça do pau que ele escorregou para dentro dela e pude então sentir o quando estava lubrificada. Comecei os movimentos de vai-e-vem e ficamos assim uns cinco minutos. Quando estávamos práximo de gozar ouvimos ruídos práximos e rapidamente interrompemos a transa, ela vestiu a roupa e voltamos aos jipes. Entramos no carro e trocamos olhares de cumplicidade como se prometêssemos que aquele final de semana seria especial. Assim que colocamos os jipes em movimento senti ela me acariciando o pau por cima da calça. Perguntei: - Você está com tesão né!? Ela: - Sim, acho que é o lugar, o cheiro do mato, sei lá... Eu: - Eu também adoro o cheiro do mato e outros cheiros também, especialmente de uma coisinha que você tem aí... mas prefiro natural, sem lavar... Ela: - Huuuummm... quem sabe eu não deixo você experimentar hoje... quer?

Mais alguns quilômetros e chegamos aos chalés. Ajeitamos todo o grupo e fomos nás dois para o nosso ninho de amor. Mal entramos ela pulou em meu pescoço e me abraçou a cintura com as pernas. Perguntei: - O que deu em você heim? Ela: - Quero fazer amor... agora! Eu: Tá taradinha é? Diga o que você quer, fale! Ela: - Quero transar com você... Eu: - Quer dar para mim... quer? Ela: - Quero...

Nos jogamos na cama e arrancamos as roupas um do outro. Quando eu ia tirar a calcinha pensei que ela iria me deixar e ir até o banheiro se lavar... como sempre fazia. Mas para minha felicidade me enganei. Ela continuou ali, facilitou a retirada da calcinha e abriu as pernas como me convidando. Quando vi aquela xotinha toda peludinha, pequenina me esperando fui lentamente aproximando meu rosto daquela coisinha gostosa. Beijei delicadamente os lábios, senti os pelinhos me fazerem cácegas no nariz, aspirei fundo o perfume que emanava dali... cheiro de mulher, de fêmea... tarada e oferecida... todinha a minha disposição. Continuei cheirando e sentindo o cheiro que tanto gosto. Me virei de lado para ela ver o meu pau pulando de tesão. Olhei ela nos olhos e falei: - Adoro o seu cheiro gata... veja como meu pau ficou duro... Ela: - Então me lambe, sinta meu sabor também... E lambi, enfiei a língua lá dentro, mordi os lábios, chupei o grelinho até ela anunciar que ia gozar na minha boca... Colei a boca ali e bebi todo o mel que brotava daquela mina... que delícia. Ela ficou toda mole e aproveitei para penetrá-la. Apontei o pau que estava estourando de duro e fui enfiando, sentindo o calor daquele ninho quente e apertado. Nem mudamos de posição, apenas coloquei as pernas dela sobre meus ombros e fodi na posição de frango-assado fazendo ela sentir no útero as investidas do meu pau. O tesão era tamanho que gozamos juntos em poucos minutos.

Cochilamos abraçadinhos e depois de um bom banho fomos jantar. Quando retornamos ao chalé ela tirou toda a roupa e, completamente nua, ficou andando de um lado para outro arrumando malas, escovando dentes e etc. Depois, na hora de dormir, deitou-se peladinha. Ela nunca havia feito isso e interpretei o ato como um convite. Tirei toda a roupa também e deitei-me ao lado dela começando a acariciar-lhe o belo corpo. Nos beijávamos e eu fazia um carinho nos seios e na xotinha que já se umedecia. Ela, por sua vez batia uma lenta punheta em meu pau. Falei baixinho que queria sentir o cheirinho dela novamente e ela, para minha surpresa veio por cima de mim e sentou-se em meu peito me dando a deliciosa visão daquela coisinha cheirosa, úmida e quente. Beijei, lambi, enfiei a língua. Ela, me olhando nos olhos, perguntou: - Gosta do meu cheiro?... do meu sabor? Eu: - Adoro... muito! Ela, então, se posicionou invertidamente e iniciamos um 69 fantástico. Eu chupava uma bocetinha lindinha e sentia o meu pau no calor e umidade da boca carnuda dela. O tesão foi aumentando, crescendo até que ela gozou sentando e rebolando no meu rosto, quase me sufocando. Justo quando eu estava quase chegando lá também ela saiu de cima de mim rindo e pedindo que eu parasse de chupar pois sentia cácegas. Fiquei ali deitado já imaginava ela vindo se sentar no meu pau mas, para mais uma incrível surpresa ela me mandou sentar na cama e se deitou entre minhas pernas e agarrou meu pau com a boca e continuou a chupada deliciosa. Meu gozo já estava práximo e embora tivesse muita vontade de gozar naquela boquinha linda me senti na obrigação de avisá-la: - Se você continuar me chupando desse jeito vou acabar gozando. Ela simplesmente me olhou e disse: - Goza, goza bem gostoso gato que eu estou esperando... Nem sei o que pensei naquela hora, mas conclui que ela queria meu gozo na boca. Aquilo parecia um sonho e a expectativa dela receber meu esperma na boca apressou meu prazer e comecei a sentir os primeiros espasmos, sentia a porra saindo do pau e ser recebida por ela...vi quando ela tirou o pau da boca e colocou a língua para fora me deixando ver a porra grossa sendo esguichada para dentro da garganta e escorrendo na língua... que coisa gostosa... que delícia... pensei que eu iria ter um troço tão intenso foi minha gozada. Eu via e sentia ela chupar a cabeça do pau limpando tudo e depois lambia os práprios lábios e engolia tudo. Por tamanho prazer eu puxei ela para mim e agradeci com um longo beijo naquela boca quente e ainda molhada com o meu gozo. Ouvi um delicioso e gratificante: - Adorei... quero fazer sempre assim... Dormimos como dois anjos naquela noite.

Logo na manhã seguinte levantamos e depois de um café saímos em comboio para algumas trilhas, visitas a cachoeiras e algumas caminhadas. Voltamos, almoçamos e nos abrigamos no chalé na hora mais quente do dia. A intenção era dormir um pouco mas Nina estava em brasa. Logo que terminou de escovar os dentes veio para a cama e provocou: - Quer sentir o meu cheirinho? Eu: - Cheiro? De onde? Ela: - De lá! Eu: - Se você falar eu até posso querer! Ela: - Da minha xaninha seu bobo! Eu: - Então fale, seja explícita, adoro ouvir obscenidades, me deixam de pau duro! Ela: - Quer sentir o cheirinho e o gostinho da minha xaninha? Quer? Eu: - Quero, venha. Eu estranhava e me perguntava como é que de uma hora para outra ela havia ficado tão desinibida. Eu estava adorando. Nos chupamos, transamos em várias posições e eu ficava provocando ela: - Gosta do meu pau? Gosta dela na sua bucetinha? Gosta? Ela: - Adoro! Muito! Eu: - Então fale isso para mim... me deixe com o pau mais duro ainda. Ela: - Gosto do seu pau... quero ele dentro de mim... entrando e saindo... fazendo minha xaninha feliz... vem... mete bem gostoso... mete. Putz! Ela nunca havia dito a palavra “mete”, fiquei eufárico e meti mesmo, com força e profundamente. Virei ela de quatro e fodia com força e depois parava: - Quer que eu te foda mais... quer? Quer ser fodida... quer? Ela: - Quero sim... fode minha bucetinha com força... vem meu macho gostoso... fode sua fêmea... vem que sua fêmea tá precisando de um macho... vem... vem que eu vou gozar... vemÂ… Foi demais ouvir aquilo. Gozamos feito dois animais numa cápula violenta. Caímos desmaiados e adormecemos por umas duas horas.

Acordamos e já era hora de sairmos para mais uma trilhazinha de final de tarde. Reunimos o grupo e saímos. Depois de uns quilômetros e muitos buracos voltamos. Tomamos uma cervejinha no bar e ela me disse que precisava voltar para tomar um banho. Eu pedi mais alguns minutos para irmos juntos. Ela chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou: - Não sei se você percebeu mas logo que transamos apás o almoço eu vesti a calcinha sem ao menos deixar escorrer... tá tudo uma meleca aqui embaixo... preciso me lavar... a não ser que você... E saiu rebolando. Fiquei pensativo sobre o que ela havia dito e sai apressado atrás dela. Quando entrei ela já havia tirado a camiseta e sutiã e tentava se livrar da calça jeans. Nos olhamos e foi como se nos entendêssemos. Me sentei na beirada da cama e ajudei-a a tirar a calça. Sá de calcinha ela ainda se fez de difícil e disse que ia se banhar. Eu botei a língua para fora e fiz movimentos de lambidas. Ela disse: - Ahhh, não! Você deve estar brincando. Ela está uma meleca sá! Agarrei-a e joguei-a na cama ao mesmo tempo que tirava minha prápria roupa. Ela murmurava que não... que precisava se lavar. Estávamos nás dois deitados e nos beijando quando eu sussurrei: - Quero chupar você agora! Ela: - Estou toda suja, você gozou aqui dentro e depois vazou melando tudo. Eu: - Vou adorar! Ela: - Tem certeza? Eu: - Vem! Fiquei deitado de costas e ela em pé. Lentamente foi abaixando a calcinha e me dando a visão daquela bocetinha de pelos negros e, naquele momento, toda melada, molhada. Rebolava e ia se abaixando até ficar de cácoras a poucos centímetros do meu rosto. Eu via os pelos grudados uns aos outros, lábios parecendo estar colados um ao outro, tudo estava melado. Meu pau parecia que iria explodir mesmo apás tantas gozadas nas últimas horas. Puxei ela para mim, cheirei e lambi sentindo o cheiro e o sabor de fêmea gozada, fodida, gostosa. Ela rebolava a xana na minha cara, esfregava em movimentos circulares, me molhava todo o rosto. Percebi que ela ia lentamente aproximando o cuzinho da minha língua. Segurei ela pelos quadris e puxei a bunda para mais perto e enfiando a língua no reguinho traseiro e lambendo o cuzinho quente. Enfiei um dedo naquele rabinho piscante e comecei a lamber com força a xota gozada e suada, do jeito que eu gosto. Não se passaram nem dois minutos e ela estremeceu gozando escandalosamente como eu nunca havia visto. Depois caiu para o lado quase desmaiada pedindo: - Vem mete em mim... goza bem gostoso dentro da minha bocetinha... vem... Coloquei ela de quatro pois eu tinha planos. Enfiei e depois de umas boas bombadas sussurrei no ouvido dela: - Me deixa por atrás? Ela: - Na minha bunda? Eu: - Sim, no seu cuzinho... deixa? Ela: - Agora não, mas amanhã eu deixo... sairemos bem cedinho, sá nás dois... quero que seja no mato... sá eu e você... prometo! Nossa! Sá de imaginar aquilo meu tesão foi a mil e comecei a meter com força, podia sentir a cabeça do pau castigando o útero dela. E ela também sentia e gemia: - Ai, você vai me matar assim... que gostoso gato... sinto seu pau batendo no meu útero... vem gostoso... me faz gozar junto com você... Foram mais uns poucos minutos de uma deliciosa foda quente e selvagem e gozamos juntos novamente.

Naquela noite nem transamos mais e dormi imaginando o que iria acontecer no práximo dia. Eu sabia que a manhã seguinte poderia ser somente nossa já que o resto do grupo sairia para caminhar e praticar alguns esportes radicais. Acordamos cedo, tomamos café e saímos carregando apenas uma mochila com água, biscoitos e algumas outras coisas que ela havia colocado lá. Eu sabia exatamente onde ir pois conhecia bem o local. Em poucos minutos entramos numa trilha pouco conhecida, escondida na mata. Depois de uns metros ela parou e perguntou se ali era seguro. Eu: - Seguro para quê? Ela: - Eu queria andar nua, completamente peladinha para você... posso? Nossa! Meu pau já começou a pular dentro da calça. Eu: - Claro... quero vê-la nua... pode tirar! Uau! Era demais para mim aquela gata que eu tanto amo andando na minha frente todinha nua. Eu podia ver a bundinha delicada toda a mostra e nos trechos inclinados eu era presenteado com a visão da xotinha inchada, do reguinho e do botãozinho moreno. Eu estava perdido em pensamentos quando ela novamente parou e disse: - Tire sua roupa também... quero ver você pelado aqui nesse local... vai me dar mais tesão ainda. Eu: - Você já está com tesão? Ela se aproximou, apoiou uma das pernas num tronco caído deixando a xoxota bem a mostra e disse: - Veja você mesmo! Enfiei um dedo nela e senti o quanto estava molhadinha, prontinha para ser penetrada. Tirei apressadamente a roupa e enfiei dentro da mochila. Quando ela viu meu pau duro, cabeça inchada e brilhante, quase batendo no umbigo riu e disse: - Nossa, acho que estou começando a me arrepender da minha promessa, acho melhor você me levar a um local bem longe onde eu possa gritar a vontade... Saímos apressados e logo chegamos onde eu procurava, uma clareira práxima a uma bela cachoeira e um laguinho ideal para tomar banho.

Ela foi logo tirando um lençol da mochila e esticando sobre a areia na beirada do lago. De joelhos pegou meu pau e enfiou na boca me chupando e roçando os dentes como eu gosto, depois ficava circulando a língua na cabeça e me olhando nos olhos como a medir meu grau de satisfação. Depois ficou de quatro sugerindo um convite. Como eu permanecia de pé apreciando aquele belo exemplar de rabo feminino ela abaixou mais ainda o tronco encostando os seios e o rosto no lençol e abriu bem as coxas me mostrando o caminho a seguir. Eu em pé ainda resolvi provocá-la: - Quer meu pau... quer? Diga aonde você quer? Ela: - Primeiro põe na minha bocetinha... bem duro e gostoso, quero poder imaginar como será quando ele entrar atrás... Eu: - Atrás onde? Fale. Ela: - No meu cuzinho... vou querer ele no meu cuzinho... vem.

Me ajoelhei e fui enfiando na bocetinha dela... metia ali mas sonhava com o cuzinho... ficava apreciando ele... todo moreninho, marronzinho, pequenino parecia piscar de ansiedade pelo que estava por vir. Minutos depois ela pegou um frasco de áleo para bebê na mochila e lambuzou fartamente o práprio cuzinho, inclusive enfiando o dedinho várias vezes. Depois separou-se de mim e, pegando meu pau, cheirou ele todinho e enfiou o que pode na boca, chupou e olhando-me nos olhos exclamou: - Huuummm... cheirinho e gostinho bom... Depois ficou novamente de costas para mim e levando uma das mãos para trás segurou o pau e o direcionou para o cuzinho. Me olhou bem nos olhos e pediu: - Seja carinhoso... não me machuque... Eu: - Claro vou bem devagar... Comecei a pressionar a cabeça, ia e vinha lentamente sentindo aos poucos, muito lentamente os músculos anais irem relaxando, se abrindo para receber o meu pau que parecia que iria estourar. Numa das investidas a cabeça praticamente saltou para dentro dela. Tal movimento foi seguido de um gemido profundo dela: - Aaaaaaaaiiiiiiiiiiii.... tira... tira um pouco. Atendi e puxei fora o pau que estava louco para visitar, pela segunda vez, o túnel anal da minha adorada mestiça. Fiquei ali esfregando a cabeça no furinho até que ela mesma pediu: - Vem de novo... devagar... Novamente pressionei e mais uma vez a cabeça pulou para dentro dela, sá que desta vez ela gemeu mas não pediu para tirar. Foi lentamente se movimentando comigo. Depois de metade dentro ela pediu: - Pára... dá um tempinho para mim... Fiquei ali sá metendo metade do pau, puxava até a cabeça e enfiava novamente. Resolvi tirar tudo, acho que por curiosidade em ver como estava o botãozinho dela. Mas foi sá eu tirar ela reclamou: - Não... não tira... por favor... enfia de novo... tá ficando gostoso... É claro que eu iria voltar a enfiar mas resolvi provocá-la um pouco: - Sá se você deixar eu enfiar tudo, tudinho mesmo. Ela: - Deixo... pode enfiar... mete tudo em mim... vem gato gostoso... vem devagar... mas quero tudo... tudinho... Lentamente fui enfiando fazendo movimentos de vai-e-vem até entrar a metade. Depois parei e disse: - Já entrou metade, agora você vem buscar o resto... vem buscar o que é seu gata... Nem precisei pedir duas vezes. Ela veio afastando a bunda gostosa e escondendo meu pau todinho dentro do cuzinho – que coisa gostosa de se ver... e sentir...

Ela: - Aaaaiiiiii.... que gostoso gato.... tô sentindo seus pelinhos na minha bunda... entrou tudo... é muito bom... vem... mete... mete em mim... Eu: - Tô sentindo seu cuzinho abraçando meu pau gata... tá quentinho aqui dentro... apertadinho... sente meu pau duro entrando e saindo do seu cuzinho.... tá sentindo? Ela: - Tô... tô sentindo seu pau dentro de mim... me pega... me abraça... vem... Deitei meu corpo sobre o dela, apertei os pequenos seios, fiz ela sentir meu peso e depois retornei a posição de joelhos e ela de quatro. Eu segurava as nádegas dela com força, abria e via com nitidez meu pau rasgando aquele buraquinho que a poucos minutos era tão pequenino. Não resisti e dei um tapa numa das nádegas. Pensei que reagiria negativamente mas ela me olhou nos olhos e disse: - Isso... me bate na bunda... me trata como seu eu fosse sua putinha... bate meu macho... bate na sua fêmea... bate gostoso que você me faz gozar... vem... me fode o cuzinho e me bate... vem.... Não resisti a tantos pedidos obscenos e agi de forma selvagem dando tapas naquelas nádegas branquinhas e metendo fundo meu pau. Ela não sá gemia mas gritava alto e creio que se tivesse alguém nas imediações ouviu os gritos dela me pedindo para fodê-la. Confesso que nunca conheci uma mulher assim. Eu metia fundo, forte e ela pedia mais: - Fode que eu vou gozar gato... fode meu cuzinho... aaaiiiiii... eu vou gozar..... E vi minha gata gozando de forma enlouquecedora mexendo a cabeça, sacudindo os longos cabelos e gritando feito uma desvairada. Tal cena foi demais para mim e comecei a sentir os primeiros espasmos, meu pau pareceu crescer mais, engrossar mais, a cabeça ficou mais sensível. Enfiei bem fundo e despejei dentro dela uma torrente de porra quente. Assim que ela terminamos caímos os dois sobre o lençol, porém sem nos separarmos. Continuei dentro dela e ficamos de ladinho esperando o pau amolecer e lentamente abandonar aquele interior tão quentinho, tão acolhedor.

Finalmente digo a vocês leitores que minha gata mudou completamente depois daquela viagem. Hoje transamos quase todos os dias e ela sempre que pode passa no meu apê para me dar a xotinha toda suadinha para eu lamber e fazê-la gozar. Depois sou eu quem goza, ou dentro da xaninha mais gostosa do mundo, ou na boquinha mais carnudinha que já conheci; e, de vez em quando um cuzinho me é oferecido nas mais variadas posições, se bem que ela prefere de quatro, ela diz que assim se sente mais fêmea....

Deixo meu e.mail para quem quiser comentar o meu relato: [email protected]



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