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A PORCA MARIANA - FINAL

*Essa é a continuação do conto “A porca Mariana”. Descrevemos cenas de zoofilia, sadismo e degradação de uma mulher. Essas cenas podem ser degradáveis e chocantes para muitas pessoas, se esse é seu caso, por favor, não continue a leitura. Existem centenas de átimos contos com conteúdo mais “normal” aqui mesmo neste site”.*





Depois da primeira vez que fiz de Mariana uma porca por todo um final de semana, isso passou a ser uma parte central da nossa sexualidade. Na cama isso sempre aparecia e uma vez por mês ficávamos com a fazenda sá para nás e os porcos. Mariana mesmo arranjava tudo.



Uma semana antes ela já separava quatro porcas numa baia. Essa baia não podia ser limpa deixando que as fezes e a urina se acumulassem no chão. No outro final de semana era naquele chão que ela iria rolar, comer sua ração e dormir à noite.



Em outra baia os cachaços que iriam lhe foder eram deixados na sexta-feira, limpos e descansados depois de terem passado no mínimo uma semana sem foder porca alguma. Ela escolhia sempre os mais tarados, que os criadores chamam de “rufiões”. Eles exalam sexo literalmente, deixando as porcas no cio loucas a ponto de se atirarem contra as cercas quando eles passam.



Os rufiões são também os mais agressivos na cobertura das porcas. Depois de cada cobertura, Mariana ficava arrebentada pela violência do ataque, as costas sangrando dos cascos do porco. Ainda assim usava quatro ou cinco nas nossas festinhas.



Os empregados eram dispensados e ela literalmente expulsava aqueles que moravam na prápria fazenda. Eles que se virassem para ter onde passar o final de semana.



Durante um ano fomos nos divertido assim. A fazenda prosperava, consegui dar um jeito na parte financeira que antes era bagunçada e na parte técnica, onde Mariana já era muito boa, a contratação de uma técnica em zootecnia melhorou ainda mais a situação.



Aumentamos substancialmente o plantel com novas matrizes. Nossa fazenda não produzia porcos para abate, apenas matrizes especiais para reprodução que eram todas muito caras. O aumento no número de porcos se deu em parte pela maior demanda de nossos clientes, mas também porque Mariana estava exaurindo os cachaços em suas orgias.



Em geral um porco monta duas no máximo três vezes em um dia e depois descansa outros três. Os coitados que Mariana selecionava para nossas festas acabavam gozando cinco vezes no sábado entre trepadas e mamadas, e tinham que repetir a dose no domingo. Eram 48 horas contínuas de putaria.



Agora, com mais de trinta cachaços a disposição eles poderiam ir revezando mantendo a taxa de três trepadas por dia com três dias de descanso, não importando o quando ela estivesses disposta a foder.



No sexo tudo era uma maravilha, mas o convívio com Mariana estava se tornando dia a dia mais complicado. Apesar de ser uma escrava que aguentava tudo quando se tratava de sexo, em qualquer outra situação ela era arrogante e intragável. Parecia que para ela sá existiam senhores e escravos, na cama ela era a escrava fora da cama o resto do mundo tinha que ser escravo dela.



Começou a me tratar mal também. Apesar de eu ter deixado um átimo emprego para trabalhar na fazenda que era dela, ela nunca me pagou um salário, apenas me dava uns trocados para gasolina e coisas banais. Destratava-me na frente dos funcionários e às vezes passava o dia sem olhar na minha cara, sá dizendo alguma coisa quando era hora de lhe foder à noite.



Se para mim o tratamento era duro, para seus funcionários era humilhante e abusivo. Xingava a todos o tempo todo, nos peões mais simples ela até usava um chicote quanto estava com muita raiva.



Ultimamente sua principal vítima era Juliane, a técnica em zootecnia, a única mulher além de Mariana a trabalhar na fazenda. Todos os dias ela era xingada, nunca a vi apanhando, mas acho que longe das vistas de todos ela devia perder todos os limites.



Para mim a gota dÂ’água foi sua última briga com Juliane. A menina estava acompanhando uma porca que deveria estar grávida, mas infelizmente não estava. Quando ela contou isso para Mariana, eu estava presente, a vadia começou a xingar a menina aos berros, quando Ju pediu que a tratasse com mais respeito levou dois tabefes no rostos e foi expulsa da fazenda.



A menina, de apenas 19 anos, saiu correndo chorando. Eu a segui preocupado, para encontrá-la no vestiário, chorando muito. Sentei-me ao lado dela tentando acalmá-la, pedi desculpas em nome de Mariana, sabendo que a puta não sentia o menor remorso. Prometi que lhe arranjaria um novo emprego em algum de nossos clientes.



Juliane me abraçou e ficou por um bom tempo chorando nos meus braços. Na medida que o choro diminuía ela apertava com mais força seu corpo contra o meu. Quando ele se recuperou totalmente peguei o carro e a levei para casa. Conversamos muito no caminho e na porta da casa dela. Ao final ela já estava rindo solta e despreocupada.



Voltei para a fazenda disposto a arrumar as minhas coisas. Peguei algumas roupas, joguei tudo numa sacola e quando estava partindo Mariana apareceu. Perguntou o que estava acontecendo e lhe disse que estava cansado da sua arrogância, da maneira como ela tratava as pessoas e principalmente da maneira como eu era tratado ali. Era o fim.



Mariana percebeu isso e começou a chorar, disse que morreria se eu fosse embora que eu era tudo para ela. Literalmente se jogou no chão na minha frente para que eu não parti-se, mas já era tarde. Fui.



Durante o mês seguinte, voltei para São Paulo, mas ainda tinha que ir resolver algumas coisas na fazenda que estavam em meu nome. Além disso, minha histária com Juliane tinha melhorado muito. Consegui um átimo emprego para ela em outra fazenda da região e ela soube me agradecer! Ganhei uma bocetinha novinha e apertada e duas semanas depois um cuzinho virgem. Contei-lhe toda as histárias que aconteceram comigo e Mariana, no começo ela ficou chocada e achei até que terminaria comigo, mas depois foi gostando, sá lamentou não poder ela mesma dar uma lição naquela megera vadia. Quando eu contava as histárias ela insistia que eu repetisse principalmente os trechos em que Mariana era mais humilhada e abusada, isso sempre me garantia uma foda fantástica, foi assim que comi o cabaço do seu cu. Ela arrancava a roupa e se entregava toda, ficava tão molhada que a calcinha de algodão ficava encharcada com seu sumo, que tinha um cheiro maravilhosa de chuva fresca.



Mariana me ligava inúmeras vezes ao dia, hora chorando, hora com raiva, mas sempre implorando para que eu voltasse. Na fazenda as coisas foram piorando, dos 25 empregados dez pediram as contas ou forma expulsos em alguma acesso de raiva da patroa. Os que ficaram iam dia a dia pegando mais ádio dela.



Fui até a fazenda uma última vez assinar os últimos documentos que ainda estava sob minha responsabilidade. Como em todas as outras Mariana insistiu que eu ficasse, ela já sabia de Juliane, mas dizia que ela nunca faria o que ela fazia comigo – o que era a pura verdade.



Quando lhe disse para esquecer e nunca mais me ligar, ela foi para o quarto. Eu já estava saindo quando ela aparece na porta da sala com um 38 na mão. Já achei que ela iria descarregar aquela coisa no meu peito, mas não.



Disse que assim que eu saísse pela porta ela iria acabar com a prápria vida. Para ela a vida sá fazia sentido quando estávamos fazendo alguma orgia, e que se ela não pudesse trepar comigo sua única opção seria acabar com tudo.



“Pois bem! Então eu fico, mas tem uma condição!” – Imediatamente ela disse que faria tudo, qualquer coisa. “Para mim você sá serve como porca! Se quiser que eu fique vai ter que ser porca 24 horas por dia sete dias por semana”.



Falei isso pensado que ela desistiriam de mim, mas...



Ela ficou me olhando por um tempo; colocou o reválver sobre uma mesa, foi tirando suas roupas... Quando estava nua caiu de quatro!



Peguei o aguilhão elétrico e fui conduzindo Mariana até os chiqueiros, o aparelho era uma longa vara com dois eletrodos numa ponta, na outra extremidade ficava o cabo com o botão para acionar os choques e um longo fio que ligava o aparelho à bateria, do tamanha de uma bateria de moto, que ficava pressa à minha cinta. Era usado para controlar os porcos mais agressivos dando choques que chegavam a marcar a pele fina.



Os empregados não acreditaram quando viram a patroa arrogante deles andando de quatro e recebendo choque na bunda e na boceta. Fui até a baia que estava mais suja, além de não ter sido lavada havia uma pilha de esterco num canto que fora retirado das outras baias e estava aguardando ali para ser propriamente eliminado.



Entrei com Mariana e mandei que ficasse rolando no esterco. Ela prontamente obedeceu, afundou a cara na merda de porco, e deitou-se sobre ela, esfregando seu corpo ali.



Nessa hora todos os empregados estavam a nossa volta olhando de boca aberta a patroa rolando na merda. Mariana tinha 39 anos, mas ainda era muito gostosa, com um corpo fantástico, peitão, bundão, uma boceta gorda e gulosa, seu rosto de mulher forte era anguloso de medidas perfeitas; fisicamente uma das mulheres mais bonitas que eu conheci. Todos estavam de pau duro vendo aquilo.



Chamei um dos operários e fui com ela até a casa, lá reunimos todas as roupas de Mariana em duas grandes trouxas e voltamos com ela para o chiqueiro.



Lá encontramos Mariana totalmente coberta de merda de porco, sua boca e seus dentes também estava sujos, sinal que além de rolar também tinha comido um bocado.



Sempre dando choques nela trouxe-a para fora da baia.



“Pessoal essa aqui ERA a patroa de vocês, agora ela é a mais nova porca do plantel. Ela quer e vai ser tratada com uma porca qualquer, na verdade ela é a mais vagabunda daqui, as outras porcas são de raça enquanto que essa aqui é vagabunda, o melhor tratamento vai para as outras, o que sobrar pode dar para essa aqui. Ela vai comer a mesma ração, beber a mesma água; vai dormir com os porcos, sempre pelada“.



Os peões não acreditavam no que viam, a patroa deles, sempre tão metida e grossa estava de quatro no meio do chiqueiro junto com uma dúzia de outras porcas. Para ela a humilhação de ser vista assim por todos os peões principalmente por muito que ela tratava com desprezo foi demais, ela estava vermelha e lágrimas começaram a sair dos seus olhos, mas a boceta se contraia enquanto ela esfregava as pernas uma na outra tentando estimular o grelo sem usar as mãos.



Joguei suas roupas no chão, despejei um litro de álcool sobre o monte e taquei fogo.



“Porca não usa roupa!! Ela vai ficar sempre nua, a disposição dos cachaços”.



Depois que sá restaram cinzas da sua roupa e sua antiga vida começava a virar fumaça, peguei uma mangueira e tirei o excesso de merda do corpo dela. Depois a conduzindo na ponta do aguilão, fiz ela passar de baia em baia, para se banhar em toda poça de urina de porca que encontrasse. Eram sessenta e quatro baias, em quase todas uma porca tinha acabado de urinar, além de se esfregar ela ainda tentava sugar o que desse com a boca.



Depois que achei que ela estava com cheiro de porca no cio, levei-a para o galpão onde extraímos esperma dos porcos. O lugar era amplo, bem no meio uma banqueta de madeira simulava uma porca para que o cachaço a montasse e um técnico (quase sempre Mariana) extraísse o esperma do porco.



Coloquei-a ali, do jeito que ela ficava quando ia foder com os porcos, de quatro com a bunda bem empinada, as permas o mais abertas que ela conseguia, do outro lado segurava firme as pernas da porca de madeira sob seu corpo, com a boca aberta esperando por pau. Ela já sabia o que viria e um fiozinho de baba já escorria da sua bocetona.



Chamei o Jorge, um garoto de 19 anos com o rosto coberto de espinhas cheias de pus, que lhe deixava a cara deformada, com o nariz torto. Sá para zuar com ele o pessoal dizia que com aquela cara ele sá iria conseguir transar com as porcas do sítio.



"E ai moleque, é verdade que você anda trepando com as porcas da fazenda?" -- O rapaz ficou todo vermelho, jurou por todos os santos que não fazia isso. Todo mundo ria. -- “Olha, o pessoal está dizendo que você gosta de trepar com porca. Tem uma bem aí na sua frente, vai lá e fode ela".



Desta vez o garoto sorriu: "Se as outras porquinhas fossem gostosas assim eu bem que trepava mesmo" disse ele já tirando o pau duro da calça. "Então aproveita moleque safado, pode tirar os anos de secura fodendo nessa vadia até esfolar o pau".



Não precisou de maiores estímulos, já foi se ajoelhando atrás de Mariana e metendo a vara – que era de bom tamanho – na boceta dela, Mariana não conseguiu segurar um longo gemido de satisfação, Assim que se ajeitou dentro dela Jorge começou a meter, rapidamente, socando com violência. A peãozada aplaudia, gritava para ele foder a porca.



"Bate na bunda da vadia!!" eu gritei. Ele logo passou a dar tapas alternados nas nádegas esquerda e direita. Ela gemia a cada estocada.



Garoto novo e sem experiência Jorge gozou logo dentro dela. Sem ter gozado Mariana mexia a bunda gemendo e pedindo por pica sem dizer uma palavra (porcas não falam!).



"Porra cara, já gozou?? Fica aqui do lado quando ficar de pau duro de novo quero ver você fudendo essa porca!" – falei para ele, que ria com satisfação.



Mandei vir o primeiro cachaço. O porco entrou correndo no recinto e sem preparação alguma saltou sobre Mariana mentendo-lhe a pica na boceta. Apás o grito inicial quando o peso no animal em suas costas quase lhe quebra uma costela, a puta ficou saboreando o parafuso que entrava e saia da xoxáta por uns cinco minutos, logo em seguida, guiou com suas mãos o pau do porco para o seu cu. No buraco apertado o bicho não demorou em gozar saindo de cima dela. Mariana deu um longo suspiro de alívio pelo peso que deixava de esmaga-la, mas de frustração por ficar em um cacete no cu ainda sem gozar.



Não precisei falar nada e o pessoal já introduzia outro reprodutor no galpão. Este passou um tempo cheirando a cara dela, Marianaa pos a língua para fora e a boca dos dois se encontraram, estava se beijando! Um beijo de língua molhado, depois de cheirar e lamber a cara e principalmente a boca dela ele foi para trás e montou enfiando o pinto cumprindo lá no útero. Desta vez eu fui à cara dela, botei meu pau em sua boca e soquei com vontade. Aquela putaria toda tinha me deixado com um tesão enorme, e meu cacete estava quase explodindo. De pois de meter na boceta o porco acabou no seu cu, logo depois me cabei na cara dela. Nisso o Jorge já tinha se recuperado e nem bem esperou o porco sair e já foi metendo a vara na boceta de Mariana.



"Pessoal, a parte de traz é dos porcos e do Jorge Fudedor de Porca, mas quem quiser tem a boca da vadia!", ele não fez feio, fiquei sabendo depois que ele meteu pelos menos mais umas seis vezes durante o dia, várias no cu. Imediatamente uma fila se formou na frente dela, paus de todas as cores, formas e tamanhos se preparavam para lhe foder a boca e melar sua cara.



Depois de três porcos no cu e outros tantos caras na sua boca, eu trouxe uma pequena bacia para Mariana esvaziar o cu da porra dos porcos, "Vem porca! Quando sentir o rabo cheio pode esvaziar aqui! Você já sabe o que eu vou fazer com isso né?" Ela ficou de cácoras e despejou quase meio copo de porra dentro da bacia, um líquido esbranquiçado com traços marrons de bosta.



Os porcos iam entrando e fodendo, ela deixava que metessem da boceta por um tempo e depois levava ao cu onde o bicho gozava aos berros. As costas dela estavam cobertas de marcas das patas dos cachaços, as mais profundas já sangravam.



Depois de dez porcos a bacia já estava com mais de meio litro de borra misturada com os sucos do seu cu e uns pedacinhos de merda. Peguei a bacia e coloquei na frente dela. “Já sabe o que fazer né porca”. Ela saiu de cima da porca de madeira que usava para se apoiar quando os porcos a fodiam, e meteu a cara na porra quente, ficou um bom tempo sá lavando a cara no líquido e com a bunda bem empinada mostrando a boceta e o cu para a gente.



Rivaldo, o trabalhador mais velho da fazendo, me chamou num canto. “O padrão, essa bundinha tá tão gostosa demais. Libera ai pra gente?”.



“Ai pessoal, o Rivaldo tá querendo foder com a porca também. Liberou geral, quem quiser pode meter!!”



O Rivaldo foi o primeiro. O tamanho do cacete do velho era impressionante. Quando ele meteu Mariana deu um longo gemido já gozando, afundou a cara na porra e foi sugando e bebendo tudo. Além de um caralho de respeito o velho tinha fôlego, não parava de meter, sempre batendo na bunda dela e a chamando de vadia.



Quando ela já tinha bebido quase toda a porra, apontei meu pau para sua cabeça, que estava dentro da bacia lambendo as últimas gotas e dei uma mijada forte. Outros dois caras chegaram perto de mim e também mijaram enchendo novamente a bacia. Mariana cotinuou bebendo.



Quando Rivaldo gozou, Mariana já tinha gozado umas três vezes. Rapidamente foi substituído por outro peão que já foi metendo no cu. Esse era um que Mariana adorava tratar mal, xingava o tempo todo e lhe passava os piores trabalhos. “Vai piranha!! Grita com meu pau no cu, puta vadia”. Ele gritava enquanto metia com raiva, a agarrou pelo cabelo e puxava com força, parecia que queria arrancar os cabelos dela com a mão. “Eu sou um peão de merda né! Então goza no meu caralho comedora de merda!!”



Com a cabeça dobrada para trás sua boca ficou no jeito para ser fodida e logo um peão se ajoelhou e meteu-lhe o cacete na boca, também fodendo com fúria.



Mas ainda tinha pelo menos mais quinze porcos para ela dar conta. Assim que os caras que a fodia gozaram e Mariana também já tinha tido os seus ela foi colocada de volta sobre a banqueta e os cachaços começaram a vir...



Assim ela passou o resto do dia, sem descanso. Ela sá não tinha um pinto no cu ou na boceta quando ia esvaziar os buracos na bacia. Desta vez vinha uma mistura de porra de porco com porra de gente, enchendo mais e mais rápido com um caldo bem viscoso.



Fui almoçar ao meio dia e voltei às duas. Ela já tinha bebido mais de um litro de porra e fodido não sei quantas vezes, o pessoal se revezava, enquanto alguns iam almoçar outros ficavam para lhe foder e ir trazendo os porcos, praticamente todos os porcos em condições de foder meteram nela naquele dia.



Logo que entrei no galpão três caras vieram até a mim com uma idéia. Toda porca que entra no plantel recebe um etiqueta de identificação que era preza na orelha dos animais como um brinco. Era grande, pouco maior que um cartão de crédito e mais grosso. A orelha da porca ou do porco era furada uma espécie de pistola que já fixava a etiqueta, não era o furinho que as mulheres fazem no lábulo da orelha, era um furo da grossura de um canudo de refrigerante.



A etiqueta amarela 69 estava já no jeito para fazermos o batismo da nova porca.



Mariana estava sendo fodida por um dos porcos mais novos. Todos estavam lá olhando uns batendo uma punheta.



“Pessoal agora vamos batizar a porca com número 69!! De hoje em diante ela não se chama mais Mariana, é sá mais uma porca do plantel! A 69, a mais vagabunda que nás temos aqui.” – O peãozada, gritou, assobiou e aplaudiu.



Coloquei a pistola bem no meio da orelha direita dela e com uma leve pressão no gatilho sua orelha foi furava e a etiqueta fixada. Mariana não existia mais.



A curra prossegiu por toda a tarde, eu saí por vota das quatro porque tinha uma última surpresa para ela.



Quando voltei às sete da noite, todos já tinham saído. A porca 69 estava deitada no chão com as pernas abertas e as costas apoiadas na porca de madeira, os braços estendidos ao lado do corpo. Ela estava tão exausta que não conseguia se mexer. Sua respiração era funda e pesada, sua barriga estava cheia e dura depois de beber litros de mijo e porra. Seus olhos estavam totalmente vermelhos e muito inchados depois de terem sito lavados com porra e mijo durante todo o dia.



Eu não estava sozinho, Juliane tinha vindo comigo.



Ela olho profundamente nos olhos da porca e cuspiu na cara dela. A porca não tinha forças para fazer nada e mesmo que tivesse não faria, ela sabia qual era seu lugar. Ju pegou o aguilhão elétrico da minha mão e apertou com raiva os eletrodos nos lábios assados da boceta dela. Ela apertou o botão e começou a dar choque na porca, mas era um choque contínuo, ela ligou e deixou. O corpo da porca tremia com os espasmos musculares, mas ela não tinha força nem para fechar as pernas, uma baba grossa começou a escorrer pelo canto da sua boca.



Juliane teria deixado ali até a porca fritar, mas com o uso continuo a bateria acabou bem antes disso, ainda assim foram mais de 30 segundos de tranco. Ainda com raiva ela deu dois chutes na barriga da porca, fazendo ela soltar uma bola de porra vomitada pela boca.



Vingada, Ju virou-se para mim e me beijo com todo carinho. Apertei aquele corpo quente e perfumado retribuindo o beijo com a mesma paixão. Minha língua entrou em sua boca e a dela na minha se enrolando uma na outra.



“Quero passar a noite fazendo amor com você na cama que era dela”. Disse Juliane.



“A cama agora é sua meu amor, ela fica no chiqueiro”.



Saímos deixando a porca 69 lá estendida.



No dia seguinte ela ainda estava toda quebrada, mas já podia ir para o cercado das porcas. Sua vida agora era ali, não era uma vida ruim, passava o dia chupando a boceta das porcas, comendo ração e levava umas trêsquatro carcadas por dia de algum porco ou peão.



O Jorge almoça rapidinho e segue para a baia dela para lhe foder o cu e a boceta, TODO DIA, ela sá encosta a bunda na cerca, para o moleque meter enquanto ela chupa a boceta de alguma porca, às vezes ele ainda dá uma segunda no final do expediente. Os outros a fodem quando tem um tempo, eu mesmo dou pelo menos uma trepada nela toda semana.



Quando alguma porca vai ser coberta ela segue junta para ser montada também, praticamente todos os dias ela leva uma ou duas enrabadas dos porcos que vão cobrir.



Ela ainda cuida da coleta do esperma dos porcos para inseminação artificial, ela tem um jeito de tirar porra dos bichos que ninguém mais tem. Ela ainda faz pelada, já que não tem mais roupa alguma e depois de recolhido ela sempre da uma mamada no cachaço para limpar e fazer um carinho.



Uma vez por mês nás repetimos a festa do primeiro dia ou simplesmente a deixamos com meia dúzia de cachaços para ele se divertir sozinha.



Juliane está morando comigo. Somo muito felizes juntos.



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